Sobre os muitos universos!

Seria possível existir outros universos além do nosso? Seria possível existir variados tipos de universos infinitamente? Com base na teoria de conjuntos, já vimos a impossibilidade de um infinito de coisas reais existirem.

https://exateus.com/2015/08/27/a-impossibilidade-de-um-infinito-real-o-universo-teve-um-comeco/

O raciocínio de que existem infinitos universos e que foi sorte nossa de estarmos no universo certo dentre muitos outros, não possui força argumentativa e precisa de validação. É possível explicar praticamente tudo com esse tipo de argumento, sendo, portanto, irrelevante. Aconteça o que acontecer, basta dizer que simplesmente surgiu por acaso em um dos infinitos universos.

Não existe nenhuma evidência científica para a existência de outros universos além do já conhecido, cientistas como Stephen Hawking e Martin Rees usam sempre cautela ao tratar sobre o conceito. O conceito de muitos universos se transformou em um campo fértil para muitas divagações sobre a existência de vida e o cosmos.

Há especulações sobre universos onde a vida não estaria baseada em carbono, como ocorre no nosso planeta, mas em hidrogênio sólido ou enxofre liquido. Há ainda cientistas que cogitam que a vida não esteja baseada em átomos, mas na força da gravidade ou na força nuclear forte nesses outros universos.

O filósofo John Leslie fala que esse tipo de especulação fazem a hipótese de  Deus parecer muito plausível.

Argumentar que existe a possibilidade de existir vários tipos de universo, com idéias mirabolantes sobre o tema, não é científico, é pura fantasia. Hugh Ross afirma que a proposta dos muitos universos é um abuso gigante da teoria da probabilidade, pois pressupõe  uma amostra com dimensões infinitas sem conter, contudo, qualquer evidência que exista mais de uma amostra. A única amostra que temos é o nosso próprio Universo e não existe outra.  Mais aqui:

https://exateus.com/2015/09/02/probabilidades-e-as-constantes-cosmicas

Toda a sugestão do numero infinito de universos é uma grave ofensa ao principio da Navalha de Ockham que requer que as explicações não se avolumem além no necessário. A proposta dos muitos universos é uma especulação sem freios, muito longe de ser um pensamento cauteloso baseado em fatos conhecidos.

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A complexidade de um micróbio. Produto do acaso?

Os micróbios na maioria das vezes são inofensivos, mas alguns são germes terríveis, possuem geralmente forma de bastão, embora microscópicos, possuem uma composição muito complexa.

Cada micróbio contém de quatro a dez flagelos que são usados para a locomoção. Uma espécie de motor na base desses filamentos tem sido estudado como um bom exemplo de complexidade irredutível. Por dentro, dois terços do micróbio é composto por aproximadamente quarenta bilhões de moléculas de água.

Um dos micróbios mais estudados é o Escherichia Coli, que habita em muitos lugares, como no intestino humano, no de animais e no chão.

Vejamos a tabela:

                                           COMPOSIÇÃO ESTIMADA DE UMA CÉLULA DE ESCHERICHIA COLI

COMPONENTE

NÚMERO DE MOLÉCULAS

NÚMERO DE TIPOS DE MOLÉCULAS

Proteína 2.400.000 4288
Ribossomos 20.000 1
DNA 2 1
RNA 255.480 663
Polissacarídeos 1.400.000 3
Lipidios 22.000.000 50
Pequenos metabolitos iontes 280.000.000 800
Água 40.000.000.000 1

Fonte: Blattner FR, 1997. The complete genome sequence of Escherichia coli.

A pergunta que causa perplexidade é: Como uma complexidade desse nível conseguiu organizar-se, para iniciar?

Existem outros micróbios, cujo o tamanho é de aproximadamente um décimo do Escherichia coli, que representam as menores formas de vida independente existentes. Já se sabe que alguns desses microorganismos possuem mais de meio milhão de bases e seu DNA, que codificam aproximadamente quinhentos tipos diversos de proteínas que realizam uma variedade de funções especificas.

Se a vida na terra surgiu ao acaso, como foi possível as partes adequadas se reunirem de modo a produzir o primeiro ser vivente?

Referência 

A ciência descobre Deus. Ariel A. Roth

A experiência de Miller ratifica mais o design do que o acaso!

Em 1953, Santley Miller, organizou um experimento que se tornou um marco para os defensores da geração espontânea. A experiência tentava simular as condições que supostamente a terra apresentava antes que se iniciasse a vida e que teriam provocado o surgimento de seres vivos.

Utilizando um ambiente químico fechado sem oxigênio, Miller juntou metano, hidrogênio, amônia e vapor de água e os expos a eletricidade. O experimento continha um alçapão para coletar as moléculas orgânicas que poderiam ser criadas. Depois de alguns dias, ele observou que vários tipos de moléculas se haviam originado, incluindo aminoácidos encontrados nos seres vivos.

A experiência tem sido aperfeiçoada e se consegue produzir os tipos diferentes de aminoácidos existentes nas proteínas, algumas bases de ácidos nucleicos e açucares. Alunos de biologia de todo o mundo, foram ensinados a respeito dessa experiência, e muitos professores e estudiosos alardeiam que essa experiência mostra que a vida se originou por si. Mas a verdade é que depois de meio século do experimento de Miller, muitos problemas continuam sem resposta.

Uma indagação que se faz a respeito das experiências de laboratório, é se realmente os cenários montados pelos cientista representam realmente o ambiente da Terra primitiva?

A rusticidade da Terra de muitos anos atrás, pode não ser equivalente aos equipamentos sofisticados e produtos químicos purificados que os pesquisadores utilizam em seus laboratórios. Na experiência de Miller, as moléculas desejadas forma protegidas, num alçapão, dos efeitos destrutivos da eletricidade usada, proteção essa que não representa aquilo que se esperaria numa Terra primitiva.

Na experiência de Miller vários tipos de aminoácidos inúteis também foram criados, além dos 20 necessários para a formação da vida. Um processo de geração espontânea da vida, teria que selecionar e excluir os materiais inúteis e tóxicos, e é difícil de imaginar como isso aconteceria por si.

Quando um pesquisador está no seu laboratório e faz experimentos baseados em sua inteligência, usa equipamentos e informações que foram aperfeiçoados em anos de experiência, está fazendo mais um trabalho que se parece com o de um Criador inteligente, e não aquilo que aconteceria por acaso em uma Terra rustica e primitiva.

Deus e o carbono!

O carbono é um elemento  extremamente dinâmico que forma a base química da vida no planeta Terra, incluindo moléculas orgânicas como o DNA, proteínas, gorduras e carboidratos encontrados nos seres vivos.  O que surpreende é a grande presença de circunstancias fortuitas que beneficiam a existência desse elemento em especial.

O renomado cientista inglês Sir Fred Hoyle nos fala que o carbono deve possuir um nível de ressonância de energia único que facilita a sua composição a partir da interação de núcleos de átomos de berílio e hélio. Ressonância nesse caso, quer dizer a harmonia existente entre diferentes fatores que permitem as coisas acontecerem. Uma analogia, seria colocar uma raquete de tênis no local certo para defender uma bola atirada.

A ressonância alarga grandemente as chances de que um átomo de berílio, formado por  dois núcleos de hélio, interaja com outro núcleo de hélio, para formar um novo átomo de carbono. Sem a citada ressonância, o berílio e o hélio não interagiriam, agindo-os como se nada mais fosse preciso.

Outro elemento químico de importância a ser analisado na relação com o carbono é oxigênio, cuja a síntese ocorre ao se acrescentar um núcleo de carbono a um núcleo de hélio. Devido a baixa ressonância desse processo, pouca quantidade de oxigênio é produzida, preservando assim, o carbono necessário.

Jonh Barrow, do Centro de astronomia da Universidade de Sussex, considera “quase miraculoso” esse fenômeno, calcula-se que, se a ressonância do carbono tivesse sido em torno de 4% mais baixo, ou do oxigênio 1% mais elevado, praticamente não surgiria carbono. Muitos cientistas  afirmam que parece que Deus tem uma preferência pelo átomo de carbono.

Referência

A Ciência descobre Deus. Ariel A. Roth

Quantos cientistas crêem em Deus?

A esse respeito, uma pesquisa publicada na Revista Nature nos dá os dados. Mil cientistas foram escolhidos aleatoriamente da lista do dicionário biográfico American Men and Woman of Science e perguntadoss especificamente se criam em um Deus que se comunica com o ser humano, ao qual podemos dirigir-nos nossas orações e obtermos uma resposta do Mesmo. Os cientistas também podiam responder que não acreditavam nesse tipo de Deus ou ainda que não queriam opinar.

Em torno de 40% responderam que criam em um Deus pessoal que se comunica com o Ser humano, 45% responderam que não criam em Deus, e 15% não possuíam crença definida. Logicamente mais de 40% acreditam em Deus, claro que nem todos do jeito da definição do questionário.

É importante lembrar que essa pesquisa realizada em 1996, foi idêntica a outra realizada 80 anos antes, com aproximadamente os mesmos resultados.

O Designe Inteligente

Cientistas e autoridades do Discovery Institute vêm provocando um impacto muito grande por meio de livros, palestras e internet ao promover a ideia de que deve existir algum tipo de desígnio ou projeto inteligente para o Universo.  Esse conceito tem merecido cada vez mais atenção e vem ganhando popularidade no meio acadêmico. Em pelo menos 40 estados (americanos), o ensino do designe inteligente está inserido como item adicional no currículo de ciências nas escolas públicas.

Mais uma vez no Kansas

Foi promovido no Kansas, um debate em que foram convocados pelo departamento de Educação do estado, defensores do designe inteligente e do evolucionismo para ser avaliado o que deveria ser incluído no currículo da escola pública.

Foi no Kansas também que houve um julgamento definido que o Criacionismo é uma ciência, sobre isso aqui:

https://exateus.com/2015/08/09/o-criacionismo-e-uma-ciencia/

Os evolucionistas não compareceram para o debate, deram várias desculpas banais para a ausência e se tornaram vulneráveis à  crítica. Lembraram até o Dawkins fugindo do debate com o Craig!

O Movimento da Terra Jovem

O conceito bíblico de Deus criando o mundo em seis dias, faz parte da crença de muitos cientistas modernos. O recente Livro intitulado (Em seis dias: Por que 50 cientistas escolheram acreditar na Criação) apresenta artigos escritos por 50 cientistas doutores, em que eles explicam porque acreditam no relato bíblico da criação.

Apesar das críticas, ainda está vivo o compromisso dos pioneiros da ciência moderna como Isaac Newton, Kepler, Pascal entre outros, com a Bíblia e o relato da criação nela existente.

Uma pesquisa feita com professores de biologia do nível secundário dos EUA, revela que entre 29 e 69% defendem que o criacionismo deveria ser ensinado nas aulas de ciências das escolas públicas.

Cientistas ousam crer em Deus. 

O famoso físico Paul Davies escreveu o livro “Deus e a nova física”, e ficou perplexo ao descobrir que muitos cientistas conhecidos seu, são membros praticantes de alguma religião. Davies defende que a ciência oferece um caminho mais seguro para Deus do que a religião,mas não existe problema em um cientista ser religioso. No seu livro citado ele defende que “algo está agindo, por trás de tudo ao nosso redor”.

John Polkinghorne, após 25 anos como físico quântico em Cambridge, tornou-se clérigo da Igreja Anglicana, e tem se dedicado no estudo da relação entre ciência e teologia. Tem vários livros publicados sobre o assunto. Polkinghorne defende que Deus desempenha uma papel ativo na manutenção do Cosmo, e que o ser humano possui livre arbítrio. Vários cientistas têm expressado uma crença em um Criador e várias obras têm sido publicadas sobre esse tema.

Referência

A ciência descobre Deus. Ariel A. Roth

A concepção de Jesus como Divino é uma invenção tardia dos evangelhos?

As mãos de Jesus

Existem varas críticas quanto a história de Jesus como milagreiro e Filho de Deus, duas das principais são: 1) De que o material histórico a respeito de Jesus foi alterado pela Igreja primitiva com histórias que atendessem sua necessidade urgente de um retorno imediato do mestre e atribuídas ao Jesus pré-páscoa. 2) A idéia de um Jesus totalmente divino e milagroso é uma visão helenística tardia de um simples judeu da Galileia.

A primeira crítica apresentada sustenta que o processo de seleção e formação dos evangelhos foi influenciado pelos interesses e teologia dos próprios evangelistas. Indo contra a visão dessa primeira crítica apresentada, temos a Escola de Uppssala.

A Escola de Uppsala

Essa escola sustenta a visão de que a tradição de Jesus foi moldada pela mesma base da formação da tradição oral judaica em geral. De acordo com essa escola, Jesus foi um mestre com autoridade de um rabino que ministrava a seus discípulos na condição de aprendizes. Sendo uma cultura voltada à tradição oral, seus discípulos eram capazes de memorizar uma grande quantidade de material com muita precisão.

Os discípulos de Jesus ao memorizarem os seus ensinamentos, transmitiram com fidelidade a tradição e a mantiveram praticamente inalterada.

Os argumentos da Escola de Uppsala

A relação de Jesus com seus apóstolos era igual a de um rabino com seus alunos.

Os evangelhos nasceram em um ambiente judaico onde era forte a tradição sagrada e a transmissão oral.

A função de um discípulo nos tempos de Jesus  era a de um guardião autorizado, uma testemunha viva de sua tradição.

Quando os apóstolos passam adiante a tradição, eles dizem que os “entregaram” aos outros igualmente como foram “recebidos”. São exatamente os mesmos termos utilizados na tradição oral judaica para a transmissão de conhecimento.

Resposta à segunda crítica: A crença em um Jesus divino é judaica e não tardiamente helenística.

As cartas de Paulo  

A maioria dos historiadores do novo testamento concordam que pelo menos sete carta das treze de Paulo na Bíblia, Lugar da ressurreição de Jesus Christrealmente foram escritas por ele. Grande parte dessas cartas são datadas de 49 a 65 e já exibem uma avançada cristologia, apresentando Jesus como o próprio Deus.

Martin Hengel afirma: “O tempo entre a morte de Jesus e sua cristologia totalmente desenvolvida, conforme encontramos num dos mais antigos documentos cristãos, as cartas de Paulo, é tão curto que o desenvolvimento ocorrido nesse período só pode ser considerado como assombroso”. Segundo esse mesmo escritor, as ultimas epistolas de Paulo possuem a mesma cristologia das anteriores, não demonstrando qualquer desenvolvimento evolutivo, como querem os críticos.

Credos e hinos

São registrados nas epistolas de Paulo vários credos e hinos (Rm 1. 3-4; Fp 2.6-11; Cl 1.15-8). São conteúdos pré-paulinos e muito remotos, são muitas vezes facilmente traduzíveis para o aramaico, o que significa que tais materiais foram feitos enquanto a Igreja era fortemente judaica.

Os conteúdos desses hinos já apresentam de maneira consistente um Jesus milagroso e divino que ressuscitou dos mortos, ou seja, essa concepção já estava presente desde a primeira década do cristianismo.

Referência

Racionalidade da fé cristã. J.P. Moreland

O Novo Testamento e o teste bibliográfico.

A historiografia crítica costuma aplicar alguns testes para saber se um determinado documento é historicamente confiável.

Dentre esses testes, temos o teste bibliográfico que visa determinar quantas cópias manuscritas existem para um determinado documento e qual a distancia de tempo que os separam dos originais.

Várias obras históricas da Antiguidade, possuem apenas um punhado de manuscritos, separados em  média, de mil anos de seus originais, enquanto que o Novo Testamento, possui uma quantidade muito grande de atestados manuscritos.

F.F Bruce, estudioso bíblico, escreve: “ Não há nenhum corpo de literatura antiga do mundo que desfrute de tão rica e boa comprovação textual como o Novo Testamento”.

Existem aproximadamente 5.000 manuscritos gregos que contém o todo ou uma parte do Novo Testamento. Há 8.000 cópias manuscritas da Vulgata (versão latina da Bíblia organizada por Jerônimo no final do século IV e início do século V). São mais de 350 exemplares da versão siríaca do Novo Testamento originadas a partir de 150 -250; Além do mais, quase todo o Novo Testamento poderia ser compilado a partir de trechos contidos nos livros dos primeiros pais da Igreja. Existe em torno de 32 mil citações nas obras patrísticas anteriores ao Concilio de Nicéia (325).

Dentre alguns dos manuscritos mais antigos encontramos: o manuscrito de John Rylands (foi encontrado no Egito por volta do ano 120 contendo alguns versículos do Evangelho de João), o Papiro Chester Beaty (ano 200; contém grandes porções do Novo Testamento), o Codex Sinaiticus ano 350 apresenta quase todo o Novo Testamento e o Codex Vaticanus (325 -50; seu conteúdo contém quase toda a Bíblia.

Todas essas evidências  demonstram que o texto atual da Bíblia é uma representação precisa dos documentos originais do Novo Testamento.

Grande parte dos historiadores aceitam a exatidão textual de outras obras da antiguidade com bases em manuscritos muito menos  suficientes do que os disponíveis para o Novo Testamento.

Vamos à tabela de comparação:

Autor Quando foi escrito Cópia mais antiga Intervalo de Tempo Nº  de cópias
Sófocles 496-406 a.C 1000 d.C 1400 anos 100
Heródoto 480-425 a.C 900 d.C 1300 anos 8
Eurípedes 480 – 406 a.C 1100 d.C 1500 anos 9
Tucides 460 – 400 a.C 900 d.C 1300 anos 8
Platão 427- 347 a.C 900 d.C 1200 anos 7
Aristóteles 384-322 a.C 1100 d.C 1400 anos 49
Demóstenes 383-322 a.C 1100 d.C 1400 anos 200
César 100 – 44 a.C 900 d.C 1000 anos 10
Lucrécio 60 a.C 1000 d.C 1050 anos 2
Tácito 100 d.C 1100 d.C 1000 anos 20

Fonte: McDowell, Josh. Respostas convincentes: O melhor de Josh McDowell. Organizado por  Bill Wilson. Tradução de Sueli Saraiva. São Paulo: Hagnos, 2006, cap. 5

Sobre Joseph Hoffmann

Conforme já exposto, as cópias do Novo Testamento não estão muito distante dos originais, a Afirmação de Joseph Hoffmann de que o que possuímos sobre o Novo Testamento “são cópias de cópias” é muito simplória. Além do mais, Hoffman se utiliza erradamente do termo “original”,  empregado em uma investigação histórica. Como nos informa Louis Gottschalk, “uma fonte primária não precisa, porém, ser original no sentido legal da palavra “original”, ou seja, o documento verdadeiro (em geral, o primeiro esboço escrito) cujo o conteúdo é o objeto de disputa -, muitas vezes uma cópia posterior ou uma edição impressa comporta também esse papel; e no caso dos gregos e romanos clássicos, raramente existem cópias além das tardias”.

Por que ainda persiste a mentira nos círculos acadêmicos que os manuscritos bíblicos não são confiáveis?

Isso demonstra apenas um grande preconceito contra a Bíblia pelo o que ela diz. A Palavra de Deus condena a consciência. É interessante notar que questões sobre a exatidão de manuscritos jamais são levantadas com relação a outros manuscritos antigos – a não ser que apresentem provas para a validade da Bíblia.

Flávio Josefo

O livro de Flávio Josefo “Antiguidades Judaicas”, é um dos livros que recebem mais ataques viloentos dos acadêmicos, justamente porque oferece considerável comprovação do Novo Testamento e da vida e morte de Jesus.

Lucas afirma em seu evangelho que Pôncios Pilatos era governador da Judéia na época de Jesus, os céticos negaram sua existência por muito tempo, pois não era encontrado nenhum vestígio de sua existência.

Josefo mencionou Pilatos no livro “Antiguidades Judaicas”, mas os céticos diziam que isso era uma adição posterior, feita por alguém que adulterou o texto. Mas certo diz, uma pedra de dez centímetros de espessura contendo uma citação sobre Pilatos foi descoberta em uma escavação arqueológica nas ruínas de um anfiteatro romano antigo.

Essa pedra teria sido preservada em virtude de seu tamanho para servir de assento, já que Pilatos havia sido rejeitado por César que mandou apagar toda a evidencia de sua existência, “mas havia uma pedra no meio do caminho”. Essa pedra está hoje Cesaréia (Israel) como mais um testemunho, dentre vários, da confiabilidade das Escritura Bíblica.

Referências 

Em Defesa da Fé cristã. Dave Hunt

Racionalidade da fé cristã. J.P. Moreland