O ponto cego do olho dos vertebrados indica que não há um Deus inteligente?

Para muitos evolucionistas a retina do olho dos vertebrados está tão mal posicionada que não indica nenhum planejador inteligente. Fica de dentro para fora, e nenhum Deus inteligente faria assim, será?

Além do mais, no local em que o nervo óptico passa pela retina, não existe bastonetes, nem cones, e isso provoca um ponto cego, no qual os humanos não conseguem enxergar. Os evolucionistas argumentam que se olho tivesse sido planejado com sabedoria, o arranjo das camadas da retina teria sido o oposto do que é observado.

Em alguns animais como a Lula e o polvo a retina não está ao contrário. Eles aplicam diferentes células fotossensíveis que apontam na direção da luz.

Mas a verdade é que analisando mais a fundo, o olho humano é construído de maneira a proporcionar uma imagem nítida onde ela é desejável. As células e fibras nervosas não obstruem a luz que entra. Algumas células longas parecem transferir luz da superfície interna diretamente para os bastonetes e cones.  O ponto cego do olho não é um grande erro alegado pelos evolucionistas, é difícil de localizar e grande parte das pessoas nem percebem que esse ponto existe. Está localizado na lateral, e um olho compensa o ponto cego do outro.

A razão pela qual a retina está ao contrário, é devido às exigências nutricionais dos bastonetes e cones. Essas células estão constantemente substituindo seus discos, para manter um abastecimento  renovado de moléculas de proteínas que detectam a luz.

Se a retina fosse revertida como os evolucionistas sugerem que Deus deveria ter feito, teríamos uma grande catástrofe visual. Os discos dos bastonetes e cones ficaram de frente para a luz, assim, os discos antigos, não conseguiriam ser absorvidos pelo pigmento epitelial e haveria um acumulo deles no humor vítreo prejudicando a visão, na verdade, o próprio sistema de substituição de discos não funcionaria.

O modo como a retina está colocada é um plano ótimo, que providencia para os bastonetes e cones a quantidade de sangue e nutrientes necessários. Além do mais, o olho funciona perfeitamente, se conforme as alegações evolucionistas, o olho foi mal projetado, então porque a Seleção natural não produziu algo melhor há milhares de anos antes?

Referência

A Ciência descobre Deus. Ariel A. Roth

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Os olhos complexos evoluíram dos mais simples?

Os olhos empregam diversos sistemas para formar imagens. Nos humanos, existe uma lente na frente do olho para focalizar a luz que chega sobre a retina sensível à luz do fundo, construindo uma imagem perfeita. Nos argonautas não existe lente, há apenas um buraquinho que  ajuda a encontrar a luz em várias partes da retina. Os insetos utilizam “tubos” chamados omatídeos que apontam em direções diferentes até formarem um quadro. As libélulas chegam a possuir 28.000 omatídeos em seus olhos protuberantes. Um pequeno caranguejo possui um sistema ocular que forma uma imagem parecida como um sistema de televisão faz, por escaneamento rápido.

Todos esses intricados arranjos, com partes interdependentes, confrontam a idéia de que os diferentes tipos de olhos são formados por pequenas alterações graduais.  Grande parte dos evolucionistas reconhecem as diferenças básicas e aceitam que o olho evoluiu independentemente para cada sistema. No entanto, outros evolucionistas como Dawkins e Futuyama usam o argumento de que como os olhos desde o mais simples ao mais complexo são funcionais, devem ter um valor de sobrevivência. Este argumento deixa de lado a questão da complexidade irredutível, ou seja, sistemas incompletos não funcionam enquanto não estiverem presentes todas as partes necessárias.

A capacidade do olho de distinguir cores, não seria útil sem um cérebro capaz de interpretar as diferentes cores.  O grau de complexidade dos olhos nos animais não segue um padrão evolutivo, a minhoca marinha tem um olho bastante avançado, e o molusco argonauta já citado possui um olho muito simples. Os olhos das Lulas são semelhantes ao dos humanos. Os olhos dos trilobitos são bastante sofisticados e eles não parecem ter nenhum tipo de ancestral evolutivo.

O artigo de Nilson e Pelger publicado na Sociedade Real

Dois pesquisadores Dan – E Nilson e Susanne Pelger da Universidade de Lund na Suécia chegaram a surpreendente conclusão  de que o olho poderia ter evoluído em apenas 1829 passos, e que teria levado menos de 364 mil anos para que um olho com um pequeno orifício evoluísse de um ponto sensível à luz, segundo esses cálculos há tempo suficiente para que os olhos evoluíssem mais de 1500 vezes desde a era cambriana.

Dawkins como sempre publicou uma resenha favorável na revista “Nature”, dizendo que os resultados de Nilson e Pelger eram rápidos e decisivos. O enigma da evolução do olho é o chamado “calafrio de Darwin”,essa pesquisa  deu um pouco de animo aos evolucionistas, um deles até comentou que o olho se tornou a melhor prova da evolução.

O problema é que esse modelo ignora todos os sistemas complexos dos olhos como já foi mostrado, e não considera todos os dados disponíveis.  Estudos como o de Nilson e Pelger acabam abalando a teoria da evolução e a ciência como um todo. Sir Isaac Newton que foi presidente da Sociedade Real por mais de vinte anos, e que foi tão exigente e metódico em seu trabalho, provavelmente não aprovaria um artigo como esse publicado na revista de sua estimada Sociedade Real.

Referência 

A ciência descobre Deus. Ariel A. Roth

Reflexão – Deus nunca se engana!

Há uma igreja nos EUA chamada “Almighty God Tabernacle” (Tabernáculo do Deus Todo-Poderoso). Num sábado à noite o pastor dessa igreja ficou trabalhando até mais tarde e decidiu chamar sua esposa por telefone antes de voltar para casa. Era por volta das 22h. A esposa não atendeu ao telefone, apesar do pastor deixar tocar várias vezes. Ele pensou que sua esposa estivesse ocupada e continuou a fazer mais algumas coisas.

Mais tarde, ele tentou de novo e sua esposa atendeu de imediato. Ele perguntou por que ela não havia atendido antes e ela disse que o telefone sequer havia tocado. O pastor ficou bravo, esquecendo-se de que deveria ser um marido compreensivo.

Na segunda-feira seguinte, o pastor recebeu um telefonema no escritório da igreja do número que ele havia discado no sábado à noite. O homem com quem falava queria saber o por que o pastor havia ligado para ele no sábado.

O pastor não entendeu o que aquele homem estava dizendo.

Então, o homem disse: “O meu telefone tocou, tocou, mas eu não respondi.”

O pastor então lembrou-se do engano e pediu desculpas por pertubá-lo, explicando que ele havia tentado falar com sua esposa.

O homem respondeu: “Tudo bem. Deixe-me contar minha história: Eu estava planejando me suicidar no sábado à noite. Antes, porém, eu orei dizendo: ‘Deus, se tu existes e estás me ouvindo e não queres que eu faça isso, dá-me um sinal, agora. “Naquele momento, o telefone começou a tocar.Eu olhei para o identificador de chamadas e lá estava escrito: “Almighty God” (Deus Todo-Poderoso). E eu fiquei com medo de atender!”

Nem sempre podemos saber a importância de um telefonema ou e-mail enviado a um amigo ou até por engano a alguma pessoa. Não se chateie se, de repente, perceber que o fez por engano.

Deus nunca se engana!

Reflexões como essa você encontra em:

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O catolicismo popular no Brasil é diferente do ensino oficial da Igreja Católica!

Nem sempre os estudos dos Teólogos revelam a religião que o povo de fato pratica. É assim na religião Católica com relação aos seus catecismos, encíclicas, bulas, recomendações e etc.

Uma característica diferente do Cristo no Brasil é que ele é um Cristo morto. O martírio de Cristo, nas imagens e missas populares, tem prioridade sobre o Cristo ressuscitado.  Esse fato segundo João Dias de Araújo tem sido um grande gerador do fatalismo e conformismo do povo brasileiro através da história. A conseqüência disso, segundo ele, é que a doutrina da segunda vinda é praticamente desconhecida do credo popular.

Outra característica do Cristo do catolicismo popular é que Ele é um Cristo distante, ou seja, Jesus não ocupa um lugar central na religiosidade da maioria do povo. A tradição religiosa do Brasil acha que entre Deus e os fiéis existe uma série de seres intermediários, de forma que as pessoas não se relacionam diretamente com Deus. No catolicismo há uma devoção aos santos. A devoção devida a Jesus Cristo é dada a Maria e aos muitos santos, que são os padroeiros das cidades ou são os preferidos da crendice popular.

Desse modo, Cristo fica com pouco respeito no pensamento do povo. Quando o fiel quer uma intervenção divina, a primeira alternativa não é pedir a Cristo, mas sim para Maria ou um Curandeiro.

A falta de reverência a Cristo, manifesta-se na presença de crucifixos, imagens do Sagrado Coração e retratos de Jesus em bares, motéis, cabarés e até em cordéis. Resumindo, o Cristo da cultura popular brasileira é um Cristo fraco, de traços femininos e distante da vida cotidiana.

SIMONE DE BEAUVOIR: NAZI, PEDÓFILA E MISÓGINA

Via Libertar.in
Diante da polêmica sobre o feminismo e ideologia de gênero na prova do Enem, deixo-vos para quem ainda não sabe, sobre Simone de Beauvoir, tão enaltecida pelo sistema comunista de educação do PT…

Por Lucian Vâlsan

À medida que o setor não-feminista da sociedade vai ficando cada vez mais vocal, o sector da sociedade que ainda não está ciente da natureza tóxica desta ideologia reage com um conjunto de argumentos que revelam que a realidade factual ainda não é inteiramente do conhecimento público.

Há algum tempo atrás, um grupo de feministas de cafetaria tentava convencer-me que o feminismo não era assim tão mau e que se eu lesse mais sobre o feminismo, eu iria eventualmente entender. Como um exemplo em apoio desta tese, as feministas mencionadas em cima recomendaram-me que eu lesse os escritos de Simone de Beauvoir, feminista-Marxista Francesa conhecida pelo seu livro The Second Sex. Claro que estas feministas eram incapazes de entender o facto de alguém ter levado a sua ideologia a sério a ponto de ler a sua literatura, e então rejeitá-la de modo racional. Tal como todas as seitas, isso é uma coisa inconcebível para os crentes genuínos da seita.

No título deste post foram feitas várias alegações em relação à eminente feminista, e é apenas justo que as provemos – que é precisamente o que vamos fazer nas linhas que se seguem.

Entre 1943 e 1944, durante o período em que a França de encontrava sob ocupação Nacional Socialista, Simone de Beauvoir trabalhou como directora de som da Radio Vichy (1). Esta rádio era a rádio estatal na assim-chamada zone libre (zona livre) da França, após a capitulação da Republica Francesa perante a Alemanha Nacional Socialista em 1940. Usamos o termo assim-chamada porque o regime de Vichy, embora teoricamente neutral do ponto de vista militar, era de facto um colaborador activo do regime Nacional Socialista (2), e hoje em dia é reconhecido por todas as partes envolvidas que a instituição da Radio Vichy era a de facto porta-voz da propaganda Nacional Socialista pelas ondas de rádio da França.

Os apologistas de Simone de Beauvoir poderão dizer que ela foi forçada pelas circunstâncias a trabalhar lá, tal como muitos outros indivíduos hoje em dia alegam que foram forçados a colaborar com o Securitate durante o regime Comunista [Romeno]. Mas os manuscritos de Simone de Beauvoir, provenientes desse período e revelados mais tarde, contam uma história diferente. Até feministas tais como a Drª Ingrid Galster, que dedicaram anos das suas vidas a estudar Simone de Beauvoir, tiveram que admitir, embora de má-vontade, que a atitude manifestada por Simone de Beauvoir enquanto directora de som da propaganda Nacional Socialista era, no mínimo, uma de colaboracionismo subtil (3), e a forma como ela acabou por trabalhar lá não foi após algum tipo de coerção – mas sim após uma escolha perfeitamente consciente.

Por exemplo, Simone de Beauvoir já fazia parte do sindicato dos trabalhadores públicos e poderia ter escolhido trabalhar na prefeitura. Mas ela teve que escolher trabalhar em algum outro sítio que não numa posição de ensino porque a sua carreira nesta área havia chegado ao fim – embora ela já tivesse as qualificações e o prestígio necessário para o ensino, dado que ela havia sido a segunda melhor estudante de doutoramento com melhor desempenho da sua geração, só ficando atrás do amor da sua vida, Jean-Paul Sartre. (4)

O motivo pelo qual ela já não poderia ensinar está precisamente relacionado com a pedofilia e com Jean-Paul Sartre. Em 1943, Simone de Beauvoir foi despedida devido a comportamento que leva à corrupção de um menor. (5) Mais uma vez, as apologistas de Beauvoir podem-se apressar e dizer que o incidente de 1943 foi um incidente singular ou, como me foi dito uma vez, um incidente declaradamente inventado pela perseguição Nacional Socialista que não podiam aceitá-la visto terem-se apercebido que ela era uma mulher Marxista poderosa e independente. Mas nada poderia estar mais longe da verdade.

O interesse sexual de Simone de Beauvoir por crianças é um tema que se encontra presente por toda a sua vida. Ela esteve entre os primeiros filósofos que tentaram unificar o género que havia iniciado nos anos 30 (e que na Europa Ocidental durou até aos 80) da pedofilia feminina pedagógica. (6)

Ela tentou esta unificação na sua dissertação com o nome de “Brigitte Bardot and the Lolita Syndrome,” publicado pela primeira vez na revista Esquire em 1959 e republicada múltiplas vezes até aos meados dos anos 70.

Nessa dissertação, Simone de Beauvoir glorifica Brigitte Bardot pelo seu aspecto físico infantil, que retém a inocência perfeita inerente no mito da infância, e depois caracteriza-a como uma espécie de Houdini para as meninas que lhes irá libertar e dar poder de modo a que elas se vejam livres das correntes que as subjugam. (7,8)

O ensaio de 1959 foi só o início. Em 1977, Beauvoir, juntamente com a maioria da intelligentsia Marxista Francesa, assinou uma petição exigindo nada mais e nada menos que a legalização da pedofilia, e a libertação imediata de três indivíduos que estavam à beira de cumprir sentenças longas por terem explorado sexualmente vários rapazes e várias raparigas com idades que iam dos 11 aos 14.

A petição assinada – entre outros – por Simone de Beauvoir de Jean Paul Sarte foi publicada no Le Monde, e entre outras coisas, dizia o seguinte: (9)
Tanto o tempo em prisão preventiva para investigar um simples assunto de “libertinagem”, onde as crianças não foram vítimas do mais pequeno tipo de violência, mas, pelo contrário, testemunharam perante os magistrados investigadores que haviam consentido – embora actualmente a lei lhes negue o direito ao consentimento – tanto o tempo em prisão preventiva, nós consideramos um escândalo neles mesmos.

Hoje eles correm o risco e serem sentenciados por um longo tempo de prisão quer seja por terem tido relações sexuais com menores, tanto rapazes como raparigas, ou por terem encorajado e terem tirado fotos dos seus jogos sexuais.
Somos de opinião que existe uma incongruência entre a designação disto como um “crime”, que apenas serve para legitimar tal severidade, e os factos em si; mais ainda entre a antiquada lei e a realidade diária da vida em sociedade que tende a saber sobre a sexualidade das crianças e dos adolescentes. […]
Portanto, para Simone de Beauvoir, as crianças de 11 anos da França dos finais dos anos 70 tendiam a ser seres sexuais. Uma vez que a puberdade não ocorria nessa idade para a grande maioria das crianças, e nem nos dias de hoje ocorre, achamos ajustado qualificar a defesa desta mentalidade por parte de Beauvoir como nada mais que um apelo para a pedofilia, independentemente da definição que cada um use para este palavra.

A petição de 1977 deu início a uma discussão a nível social na França em torno das leis relativas à idade de consentimento, uma discussão onde o campo abolicionista (do qual faziam parte Beauvoir e o seu amante) se uniu para formar a Front de libération des Pédophiles (FLIP – Frente de Emancipação dos Pedófilos), e onde as intenções dos membros da FLIP foram explicadas duma forma bem clara pelos próprios numa discussão transmitida radiofonicamente am Abril de 1978 pela Radio France Culture. (11) A FLIP passaria a ser lembrada como a pioneira dentro das fileiras do movimento pedófilo Francês, embora a organização em si não tenha durado muito devido aos desentendimentos internos. (11)

Para além de Simone de Beauvoir e Sarte, entre os proponentes da pedofilia desse período estavam presentes outras pessoas, incluindo pessoas que mais tarde acabariam por liderar os destinos da França – e estamos a falar, por exemplo, de Bernard Kouchner e Jack Lang, respectivamente, o Ministro da Saúde e o Ministro da Educação (!) no início da primeira década do século 21 no primeiro termo da presidência de Jacques Chirac. (12) Tudo isto faz de Beauvoir não só uma apologista da pedofilia, mas uma apoiante activa.

No entanto, o que faz dela uma abusadora é a sua actividade através da qual ela estava a recrutar pupilas, abusando delas, e passando-as para Jean-Paul Sartre – às vezes separadamente, mas por vezes integrado num ménage à trois. Em revisão ao livro de Carole Seymour-Jones “Simone de Beauvoir? Meet Jean-Paul Sartre”, livro que tem como propósito analisar a relação de Beauvoir com Sarte, o Telegraph escreve o seguinte: (13)

Durante longos períodos de tempo, a dupla tornou-se num “trio”, embora esta arranjo raramente tenha dado certo para a terceira pessoa envolvida: pelo menos duas das antigas alunas de Beauvoir deram por si a serem, inicialmente, amantes dela, e depois amantes de Sartre, até que a dupla acabasse com os contactos próximos com esta terceira pessoa mal a diversão chegasse ao fim.[…] Para Seymour-Jones, os affairs de Beauvoir com as suas alunas não eram lésbicos mas pedofílicos: ela estava a “treiná-las” para Sarte, uma forma de “abuso de menores”.
Para Beauvoir (tal como para Sarte), a idade não importava desde que as parceiras fossem mais novas do que ela e do que Sarte. (14) A possibilidade de outras pessoas puderem ficar feridas ou exploradas sexualmente não se encontra de todo no radar eminente da feminista, que pensava que “preparar” as meninas para Sarte lhes retirar a virgindade (palavras de Sarte, e não nossas) era nele mesmo um acto de empoderamento sexual para essas raparigas.

Mas se as escapadas com a Nacional Socialista e o gosto pedofílico não vos convence do carácter duvidoso de Beauvoir, olhemos agora para os seus escritos – que estão tão cheios de misoginia que é difícil entrar algum tipo de equivalente em outros sectores da sociedade. Este aspecto por si só não nos surpreende, visto que o feminismo é uma ideologia misógina. Mas não mudemos de assunto.

O livro de almofada de Simone de Beauvoir, The Second Sex, é um livro que as feministas actuais dizem ser “incrivelmente fresco” – um livro que disse o seguinte sobre as esposas: (15)

A esposa alimenta-se dele como um parasita, mas o parasita não é o mestre triunfante.
Cerca de um quarto de século mais tarde, em 1975, e durante um diálogo com outra feminista, Betty Friedan, Simone de Beauvoir iria esclarecer a sua posição para além de qualquer dúvida razoável. Numa discussão em torno da forma de compensar as mães que ficam em casa e tomam conta dos filhos, Beauvoir respondeu de forma inequívoca: (16)
Não, eu não acredito que mulher alguma deva ter essa opção. Mulher alguma deveria ser autorizada a ficar em casa e cuidar dos seus filhos. A sociedade deveria ser totalmente diferente. As mulheres não deveriam ter essa opção precisamente porque se essa opção existir, demasiadas mulheres irão escolhê-la. Isto é uma forma de forçar as mulheres rumo a uma direcção.
Estamos entendidos? Segundo o ponto de vista desta eminente feminista, as mulheres são um grupo de criaturas inertes incapazes de escolher o que é bom para elas – algo que os adultos responsáveis são capazes de fazer. De facto, para além de Simone de Beauvoir e da sua ideologia Marxista-feminista, ninguém sabe o que é o melhor para as mulheres; como tal, nenhuma mulher deveria ser autorizada a escolher algo quer contradiz Simone de Beauvoir.

Nesse mesmo diálogo, ela esclarece ainda mais o seu ponto de vista: (17)

Na minha opinião, enquanto a família, o mito da família, o mito da maternidade e o mito do instinto maternal não forem destruídos, as mulheres continuarão a ser oprimidas.
Na verdade, o ódio de Beauvoir pela maternidade e pelas mães em geral é bastante óbvio por todo o seu livro. Vejamos alguns exemplos:
A maternidade relega as mulheres para um existência sedentária; é natural elas ficarem em casa enquanto eles caçam, pescam, e vão para a guerra. (18)
[A mãe] é uma planta e um animal, uma colecção de colóides, uma incubadora, um ovo; ela assusta as crianças que estão preocupadas com os seus próprios corpos, e provoca risos silenciosos nos homens jovens porque ela é um ser humano, consciência e liberdade, que se tornou num passivo instrumento de vida. (19)
E quando esta eminente feminista começa a atacar os corpos das mulheres, ninguém a consegue parar:
A atitude psíquica evocada pela servidão menstrual constitui uma dificuldade pesada. […] o corpo da mulher – e especificamente o corpo da rapariga – é um corpo “histérico” no sentido de que, de certa forma, não há distância entre a vida psíquica e a sua realização fisiológica. O tumulto causado pela descoberta da rapariga dos problemas da puberdade agravam-nos. Uma vez que ela olha com suspeição para o seu corpo, ela analisa-o com ansiedade e olha para ele como algo doente: ele é doente. (20)
As glândulas mamárias que se desenvolvem durante a puberdade não têm qualquer papel na economia individual da mulher: elas podem ser removidas em qualquer altura da sua vida. (21)
Simone de Beauvoir prossegue dizendo no seu livro o quão maligna e opressora é a família para o desenvolvimento da rapariga. Se um pai tem a audácia de se sentir orgulhoso e apreciativo com o sucesso da filha, então isso é mais uma evidência da opressão e imposição de vassalagem para a filha em relação ao pai. (22) Mas se o pai é atacado ao de leve, as mães que se atrevem a disciplinar as suas filhas são alvo duma advertência ainda mais severa por parte da eminente feminista:
As mães – tal como iremos observar – são cegamente hostis ao acto de dar liberdade às suas filhas e, de forma mais ou menos deliberada, trabalham mais na intimidação das mesmas; para os rapazes adolescentes, os seus esforços para se tornar num homem são respeitados, e é-lhe conferido maior liberdade. É exigido à rapariga que fique em casa; as suas actividades fora de casa são alvo de monitorização. (23)
Portanto, estamos esclarecidos? O facto de alguns pais não deixarem que as suas filhas saiam de casa, depois duma certa hora, na França sob ocupação Nacional Socialista, e enquanto decorre a Segunda Grande Guerra, é uma forma de opressão. E levem em conta que Beauvoir lamenta este aspecto – em torno do qual existem sérias dúvidas se o mesmo era generalizado – ao mesmo tempo que rapazes com 13 e 14 anos se encontravam a combater na guerra, (24) incluindo aqueles que lutavam na guerra para manter Simone de Beauvoir em segurança, permitindo assim que ela escrevesse “filosofia” de lixo e produzisse propaganda para o regime Nacional Socialista – um regime que também tinha rapazes de 14 e 15 anos entre as suas fileiras. (25) Estou disposto a dizer que ela deveria ter verificado o privilégio dela, mas não irei agir desta forma.

A hipocrisia desta mulher é, ao mesmo tempo, um objecto de estudo fascinante e revoltante. Simone de Beauvoir, adorada actualmente como um grande ícone do “bem” do feminismo dos anos 60 e estudada durante os “diálogos feministas” no National School of Political Science and Public Administration in Bucharest (SNSPA), defendeu com grande fervor o regime revolucionário de Ioseb Dzhugashvili (aka Iosif Vissarionovich Stalin) até muito depois dos horrores do Estalinismo se terem tornado conhecidos na Europa Ocidental.

Dito de outra forma, ao mesmo tempo que os Romenos que ainda se encontravam na URSS estavam a ser deportados para o Gulag, ao mesmo que a elite intelectual deste país [Roménia] estava a ser dizimada em campos de concentração tais como Râmnicu Sărat, Pitești, ou Aiud, e ao mesmo tempo que rapazes de 12 anos estavam a ser torturados nas prisões Comunistas por “conspirarem contra a ordem socialista” (26), Simone de Beauvoir encontrava-se a publicar o livro The Second Sex onde ela explicava a forma como a emancipação das mulheres estava intimamente relacionada com o destino do socialismo (27) ao mesmo que negava, juntamente com o seu amante, as atrocidades que estavam a decorrer na mesma altura.

E actualmente, nós, os contribuintes Romenos, pagamos para que os estudantes entrem no SNSPA e estudem o que esta desgraçada escreveu como se ela fosse alguém que devesse ser olhada com admiração. Bem, isto é um exemplo de misoginia com o apoio do estado, mas tenho a sensação de que as feministas estão bem confortáveis com ela.

Caras feministas de cafetaria: se por acaso vocês nos estão a recomendar os livros do Simone de Beauvoir como um exemplo de feminismo “bom”, então ou vocês não leram esses livros e apenas estão a sugerir os mesmos como forma de criar a aparência de serem cultas, ou, pelo contrário, vocês leram esses livros e concordam com os mesmos, o que leva a que qualquer pessoa normal não-feminista tivesse que ser louca para acreditar que vocês têm as melhores intenções em mente.

A audácia com a qual Simone de Beauvoir promove nada menos que a proibição de certas escolhas para as mulheres só porque elas não estão de acordo com os seus princípios ideológicos é uma exemplo absoluto duma utópica demente para quem a água quente é um conceito novo, e para quem o planeta gira em redor de si. E se por acaso o planeta não girar à sua volta, então isso é culpa do planeta e como tal, isso tem que ser proibido. A verdade tem que ser banida, se por acaso a verdade não é “correcta”.

Se as feministas realmente fossem sinceras quando alegam combater a misoginia, e alegam querer aumentar o espectro de escolhas para as mulheres, então elas começariam a atirar todo o arsenal ideológico proveniente de Simone de Beauvoir para o caixote de lixo da história. Mas elas não estão a fazer isso, e nunca irão fazer isso, porque o feminismo é hipócrita nos seus dias bons, e totalitário por natureza e por práctica nos seus dias normais. E quando o feminismo tem um mau dia, ele exige a matança dos homens.

Caras feministas: as vossas declarações públicas de apreciação por Simone de Beauvoir dizem muito mais sobre vocês do que algum sector não-feminista alguma vez poderia dizer. Vocês provaram mais uma vez que o melhor argumento anti-feminista vem da boca das próprias feministas, e por tal, queremos-vos estender o nosso obrigado!

Fonte: http://bit.ly/1yYsVIJ

Referências:
1 http://my.telegraph.co.uk/expat/stephenclarke/10151800/10151800/ – Stephen Clarke – The women that France needs to remember – or forget; The Telegraph, published at September 5, 2013

2 https://www.jewishvirtuallibrary.org/jsource/Holocaust/VichyRegime.html – The Holocaust: The French Vichy Regime

3 http://www.lexpress.fr/culture/livre/ce-qu-on-n-ose-pas-voir-sur-beauvoir_822547.html – Dupuis Jérôme – Ce qu’on n’ose pas voir sur Beauvoir; L’Express, published at January 3, 2008

4 http://www.telegraph.co.uk/culture/books/non_fictionreviews/3672534/Simone-de-Beauvoir-Meet-Jean-Paul-Sartre.html – Tim Martin – Simone de Beauvoir? Meet Jean-Paul Sartre; The Telegraph, published at April 12, 2008

5 http://opinionator.blogs.nytimes.com/2013/05/19/savile-beauvoir-and-the-charms-of-the-nymph/ – Andy Martin – The Persistence of the ‘Lolita Syndrome’; The New York Times, published at May 19, 2013

6 ibidem

7 ibidem

8 Simone de Beauvoir – Brigitte Bardot and the Lolita Syndrome (with many half-tone illustrations) p.10; 14 – First Four Square Edition – The New English Library LTD., 1962

9 We received the following communication: Le Monde, January 26, 1977 –https://www.ipce.info/ipceweb/Library/00aug29b1_from_1977.htm

10 Sexual Morality and the Law, Chapter 16 of Politics, Philosophy, Culture –Interviews and Other Writings 1977-1984, p.275

11 Le Mouvement Pédophile en France – http://archive.wikiwix.com/cache/?url=http://bibliobleue.fpc.li/Revues/Gredin/N0/MvtFrance.htm

12 http://www.theguardian.com/world/2001/feb/24/jonhenley – Jon Henley – Calls for legal child sex rebound on luminaries of May 68; The Guardian, published at February 24, 2001

13 Ibidem 4

14 http://www.biographile.com/6-degrees-of-infatuation-an-ode-to-frisky-french-writers/28496/ – Kelsey Osgood – 6 Degrees of Infatuation: An Ode to Frisky French Writers; Biographile, published at February 11, 2014

15 Simone de Beauvoir – The Second Sex, p. 378 – Translated by Constance Borde and Sheila Malovany-Chevallier; Vintage Books – Random House Inc., New York, 2009

16 Sex, Society and the Female Dilemma – A Dialogue between Simone de Beauvoir and Betty Friedan; Saturday Review, publicat la 14 Iunie 1975 – p. 18 http://64.62.200.70/PERIODICAL/PDF/SaturdayRev-1975jun14/14-24/

17 Female Dilemma, op. cit. p.20

18 Second Sex, op. cit. p.70

19 Ibidem p.392-393

20 Ibidem p.257-258

21 Ibidem p.43

22 Ibidem p.255

23 Ibidem p. 258-259

24 World War II: Conscription and the Age of Soldiers – http://histclo.com/essay/war/ww2/age/ww2-age.html

25 Hitler’s Boy Soldiers – http://www.historyplace.com/worldwar2/hitleryouth/hj-boy-soldiers.htm

26 Târgșor, communist prison for children – National Romanian Television report (English subtitles included) –http://vimeo.com/73694592

27 Second Sex, op. cit. p.60

Via: http://omarxismocultural.blogspot.com.br/

A Teologia quase “de baixo para cima” de Leonardo Boff e sua participação na herética Carta da Terra!

A cristologia de Boff deve ser inserida no contexto da discussão da procura por um Jesus histórico e o Seminário de Jesus, pois ele trabalha com a mesma crítica. A proposta de Boff se identifica com um meio termo entre a teologia de Bulmann e a cristologia montada de “baixo para cima”. Apesar de rejeitar como histórico muito das histórias dos evangelhos, ele ainda atribui significado à pessoa histórica de Jesus Cristo.

Ele concorda que podemos conhecer certas coisas sobre o homem histórico Jesus. O Cristo é um modelo de Libertação.  Por outro lado ele entende como Bultmann, que a linguagem empregada nos evangelhos é mitológica.

Essa linguagem deve ser interpretada em seu sentido existencial, para que possamos aprender o verdadeiro significado da condição de ser humano. O que quase não se encontra nas obras de Boff é o Jesus como o Filho de Deus Eterno, que assumiu uma natureza decaída humana para salvar a humanidade do pecado. O Cristo de Boff é parecido com um ser humano que se abre para Deus e assim se torna divino, para mostrar como todos podem conseguir o mesmo.

A Teologia de Boff contém a tendenciosa presença de pressupostos do naturalismo filosófico, apesar disso Boff não é ateu, mas a redução de Jesus a um homem que se divinizou é uma oposição ao testemunho dos apóstolos que pregavam o Deus eterno que se tornou humano. Boff nega o nascimento virginal, para ele, Jesus não falou que era o Filho de Deus (Mt 27.43), Jesus não fez profecias sobre a sua morte e ressurreição, e  a Confissão de Pedro: “Tu é o Cristo”, não aconteceu.  Todos esses eventos foram inventados e colocados nos evangelhos pelos evangelistas.

A Teologia da Libertação, de Boff , ecoa mais nos centros acadêmicos, mas perde proeminência na Teologia contemporânea. Fica claro que Boff não aceita a ortodoxia da tradição cristã.

Boff e a Carta da Terra.

Nos últimos tempos, Boff passou a admirar a New Age, segundo ele o imanentismo panteísta da New age e sua ética planetária, possuem o condão de conduzir o homem à cultura mundial de paz.  Homem esse, qualificado nas palavras de Boff de “parasita, devastador e merecedor da extinção para que sobreviva Gaia, a grande divindade animista cujo culto deve substituir o do Salvador.

A Carta da Terra foi um documento idealizado nos anos 90 por Mikhail Gorbachev, e Maurice Strong. Gorbachev declarou em 1997: “ O melhor mecanismo que usaremos será a substituição dos Dez Mandamentos pelos princípios contidos na presente Carta ou Constituição da Terra”.

A Carta da Terra visa o controle populacional dos países periféricos. Afinal porque permitir a proliferação dos assim chamados parasitas?

Na Carta da Terra, Deus não tem espaço. O homem está em igualdade com qualquer animal ou vegetal, incapaz de conhecer qualquer realidade que não seja material. Não é o centro da criação do Deus Todo Poderoso.

Palavras de Boff sobre a Carta da Terra na Assembléia Geral da ONU em 2009.

Aos auspícios de Evo Morales, Leonardo Boff afirmava:

“Desde da mais alta ancestralidade, as culturas e religiões sempre têm testemunhado a crença na Terra como Grande Mãe, Magna Mater, Inana e Pachamama.

Os povos originários de ontem e de hoje tinham e têm clara consciencia de que a Terra é geradora de todos os viventes. Somente um ser vivo pode produzir vida em suas mais diferentes formas. A Terra é, pois, nossa Mãe universal (…) Em nome da Terra, nossa Mãe, de seus filhos e filhas sofredores e dos demais membros da comunidade de vida, quero agradecer a esta Assembléia Geral por haver sabiamente aprovado esta resolução.

Neste contexto, me permito fazer uma breve apresentação do fundamento que sustenta a idéia da Terra como nossa Mãe.

Desde da mais alta ancestralidade, as culturas e religiões sempre têm testemunhado a crença na Terra como Grande Mãe, Magna Mater, Inana e Pachamama.

Os povos originários de ontem e de hoje tinham e têm clara consciencia de que a Terra é geradora de todos os viventes. Somente um ser vivo pode produzir vida em suas mais diferentes formas. A Terra é, pois, nossa Mãe universal.

Durante séculos e séculos prevaleceu esta visão até a emergência recente do espírito científico no século XVI. A partir de então, a Terra já não é mais considerada como Mãe, senão como uma realidade sem espírito, entregue ao ser humano para ser submetida, mesmo com violência. A mãe-natureza que devia ser respeitada se transformou em naturaza-selvagem que deve ser dominada. A Terra se viu convertida num baú cheio de recursos naturais, disponíveis para a acumulação e o consumo humano.

Neste novo paradigma não se coloca a questão dos limites de suportabilidade do sistema-Terra nem dos recursos naturais não renováveis. Pressupunha-se que os recursos seriam infinitos e que poderíamos ir crescendo ilimitadamente na direção do futuro. O que efetivamente é uma grande ilusão.

A preocupação principal era e é: como ganhar mais no tempo mais rápido possível e com um investimento menor? A realização histórica deste propósito fez surgir um arquipélago de riqueza rodeado por um mar de miséria.(…) Para terminar permito-me fazer uma sugestão: que se coloque na cúpula interna da Assembléia uma destas imagens belíssimas e plásticas da Terra vista a partir de fora da Terra. Suspensa no transfundo negro do universo, ela evoca em nós sentimentos de reverência e de mútua pertença. Ao contemplá-la, tomamos conciência de que ai está o nosso Lar Comum.

Pediria ainda que fosse aprovada uma recomendação de que no dia 22 de abril, dia Internacional da Mãe Terra, se fizesse um momento de silêncio em todos os lugares públicos, nas escolas, nas fábricas, nos escritorios, nos parlamentos para que nossos corações entrem em sintonia com o coração de nossa Mãe Terra.

Concluo. Tal como está, a Terra não pode continuar. É urgente que mudemos nossas mentes e nossos corações, nosso modo de produção e nosso padrão de consumo, caso quisermos ter um futuro de esperança. A solução para a Terra não cái do céu. Ela será o resultado de uma coalizão de forças em torno a uma consciência ecológica integral, uns valores éticos multiculturais, uns fins humanísticos e um novo sentido de ser. Só assim honraremos nossa Casa Comum, a Terra, nossa grande generosa Mãe.

Muito obrigado.

Leonardo Boff

Representante do Brasil e da Comissão da Carta da Terra.

Referências 

Teologia Sistemática. Uma análise histórica, bíblica e apologética para o contexto atual. Franklin e Alan Myatt. Vida Nova.

Poder Global e Religião Universal. Juan Cláudio Sanahuja. Ecclesiae

Relatório Kissenger e a Reengenharia Social Anticristã

Este documento surge depois do fracasso ocorrido na Conferência de População de Bucareste (1974)e tenta impor ao planeta os planos de controle de natalidade dos Estados Unidos. Neste relatório está contida uma série de medidas demográficas para diminuir o nascimento de crianças em diversos países do Terceiro mundo como: (Brasil, México, Índia, Paquistão, Argentina etc).

Para neutralizar as acusações de “imperialismo demográfico” feita pelos países em desenvolvimento aos Estados Unidos, o Relatório Kissenger propõe três objetivos estratégicos:

  1. Ordena à diplomacia norte-americana camuflar as políticas de natalidade sob a aparência de direitos humanos. Aqui se encontra as raízes do novo paradigma dos direitos humanos.
  2. Estabelece como política global que as culturas dos países, principalmente as ligadas à religião, devem ser alteradas, principalmente as religiões que dificultam o controle de natalidade. Aqui se encontra as raízes políticas e diplomáticas de se criar uma religião universal.
  3. Estabelece que os responsáveis de implantar essas políticas devam ser os próprios governantes nascidos nos países em desenvolvimento, previamente reeducados nos Estados Unidos e Europa. Dessa maneira o envolvimento dos países centrais ficará camuflado, deve se manter a aparência que são os próprios políticos locais que entregam a soberania territorial e jurídica de seus países.

O Relatório Kissinger é o inspirador  das conferencias internacionais dos anos 90 e dos projetos de “reengenharia social” que possuem o objetivo de construir uma nova sociedade sem a visão  de transcendência do homem para substituí-la por novos sistemas de valores anticristãos. É o que chamamos de reengenharia social anticristã.