Nigéria: Um dos países que mais persegue cristãos

Quanto mais perseguidos, mais os cristãos nigerianos se unem à Cristo no propósito de resgatar vidas.

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“De todos os lados somos pressionados, mas não desanimados; ficamos perplexos, mas não desesperados; somos perseguidos, mas não abandonados; abatidos, mas não destruídos.” (2 Coríntios 4.8 e 9). Essa é a passagem bíblica que mais se encaixa à situação dos cristãos nigerianos que, apesar de tanto luto e tristezas, conseguem sorrir pelo simples fato de terem concontrado o seu salvador. Mais de 1 milhão deles foram expulsos de suas casas ou tiveram suas igrejas destruídas. Em algumas regiões do país, a presença cristã foi praticamente extinta. A igreja nigeriana está consciente da perseguição religiosa, mas não estava preparada para a dimensão da violência que teria de suportar.

No norte da Nigéria é um pouco mais difícil seguir a fé cristã, onde o Boko Haram tem tomado as propriedades dos “infiéis”, além de já ter tirado a vida de milhares deles. De acordo com um relatório da Portas Abertas, baseado em 102 entrevistas com membros de 44 igrejas que representam a Associação Cristã da Nigéria, a pobreza aumentou muito nos últimos anos. Três de cada quatro entrevistados disseram que está cada vez mais difícil encontrar um emprego. O relatório também mostra que um dos maiores desafios dos cristãos é de ordem emocional e que eles enfrentam grandes traumas causados pela violência que tem um nível cada vez maior.

Sobre a frequência dos cristãos nos cultos, as pesquisas revelam que mais da metade deixou de ir às igrejas por medo dos ataques e 80% confessou ter sentimentos de desconfiança em relação aos muçulmanos, além de uma imagem cada vez mais negativa sobre eles. O principal desafio social é enfrentar o ódio entre cristãos e muçulmanos dentro de ambientes de trabalho e escolas. E para finalizar, as pesquisas também revelaram que os cristãos que se recusam a ser expulsos e resistem aos ataques demonstram que houve um aumento significativo do compromisso que há dos irmãos em manter a fé sempre viva na Nigéria. 65% dos entrevistados declarou que sua fé em Cristo cresceu surpeendentemente junto com os atos de perseguição, ou seja, quanto mais perseguidos, mais os cristãos nigerianos se unem à Cristo no propósito de resgatar vidas.

FONTE: Portas Abertas

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Davi, Jesus, Tomás de Aquino e Lutero foram os verdadeiros precursores dos direitos humanos

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Por Marisa Lobo

A civilização humana passou por inúmeras transformações sociais, políticas, religiosas e econômicas, de modo que se torna indispensável o estudo da história para compreender como estes processos ocorreram e como se chegou ao estágio atual.

Fazendo minha pós  graduação  atual,   em filosofia dos direitos humanos, e aprendendo sobre a história dos primeiros direitos conquistado pela humanidade,  aprendi algo que gostaria de dividir com meus leitores.

A igreja cristã foi a grande precursora da conquista de direitos ao longo da história da humanidade  e não seu algoz, como querem hoje afirmar os mentirosos, ativistas hipócritas e desonestos. Querem nos roubar o mérito e o crédito.

A história afirma que a fé cristã  faz parte da construção  dos direitos de todo cidadão do mundo  e que tal fato não pode ser negado. A história das civilizações que é patrimônio cultural, social e de conquistas de direitos e é estudada por todos os que se dedicam a defender os direitos humanos, é hoje negligenciada e escondida por ativistas intelectualmente desonestos. Mas a  história, que  nunca se apaga, mostra que Deus já estava traçando o destino do seu povo, o libertando das prisões do estado humano, conforme mostram as informações contidas neste artigo.

Primeira manifestação de limitação do poder político aconteceu com o Rei Davi.

Aconteceu no século X A.C. quando se instituiu o reino de Israel tendo por Rei Davi, que se proclamava um delegado de Deus e responsável pela aplicação da lei divina, diferente do que faziam os monarcas de sua época proclamando-se hora como o próprio deus, hora como um legislador que poderia dizer o que é justo e o que é injusto (COMPARATO, 2003, p. 40).

Na Roma Clássica:

O Cristianismo lançou bases para o reconhecimento dos direitos humanos ao limitar o poder político, por meio:

» da distinção entre o que é de “César” e o que é de “Deus”;

» da salvação por Jesus Cristo, que a torna possível a todas as pessoas de todos os povos.

Conforme Jorge Miranda (2000, p. 17):

“É com o cristianismo que todos os seres humanos, só por o serem e sem acepção de condições, são considerados pessoas dotadas de um eminente valor. Criados a imagem e semelhança de Deus, todos os homens e mulheres são chamados à salvação através de Jesus, que, por eles, verteu o Seu sangue. Criados à imagem e semelhança de Deus, todos têm uma liberdade irrenunciável que nenhuma sujeição política ou social pode destruir”.

A antiguidade prestou inúmeras contribuições ao reconhecimento de direitos relativos à pessoa humana, apesar de práticas como a escravidão e a diferenciação por sexo ou classe social.

Na  Idade Medieval, a conquista dos  direitos humanos também foi caracterizada pela influencia do cristianismo, que garantiu a  descentralização política e a existência de vários centros de poder.

A partir da segunda metade da Idade Média:

Há a difusão de documentos escritos reconhecendo direitos a determinadas comunidades e pessoas, principalmente por meio de forais ou cartas de franquia (FERREIRA FILHO, 1998, p. 11);

Uma das principais conquista em direção aos direitos humanos foi a  Magna Carta, outorgada por João-Sem-Terra no século XII devido a pressões exercidas pelos barões decorrentes do aumento de exações fiscais para financiar campanhas bélicas e pressões da Igreja para o Rei submeter-se a autoridade papal (COMPARATO, 2003, p. 71 e 72);

Conforme COMPARATO, 2003, p. 79 e 80, a referida Magna Carta reconheceu vários direitos, tais como:

» Liberdade Eclesial;

» inexistência de impostos, sem anuências dos contribuintes;

» propriedade privada; liberdade de ir e vir;

» desvinculação da lei e da jurisdição da pessoa do monarca.

De acordo com Magalhães (2000, p. 18 e 19), os escritos de São Tomás de Aquino ressaltaram a dignidade e igualdade do ser humano por ter sido criado à imagem e semelhança de Deus e distinguindo quatro classes de lei:

» a lei eterna;

» a lei natural;

» a lei divina;

» a lei humana, fruto da vontade do soberano, entretanto devendo estar de acordo com a razão e limitada pela vontade de Deus.

Segundo Dalmo de Abreu Dallari (2000, p. 54):

“No final da Idade Média, no século XIII, aparece a grande figura de Santo Tomás de Aquino, que, tomando a vontade de Deus como fundamento dos direitos humanos, condenou as violências e discriminações, dizendo que o ser humano tem direitos naturais que devem ser sempre respeitados, chegando a afirmar o direito de rebelião dos que forem submetidos a condições indignas.”

Com o nascimento do Estado Moderno aliado à nova classe burguesa, surgiu uma nova sociedade onde o indivíduo passa a ter preferência sobre o grupo.

Conforme Lalaguna (1993, p. 15):

“A Reforma Protestante foi um ponto importante para o reconhecimento de direitos inerentes à pessoa humana, uma vez que contestou a uniformidade da Igreja Católica, dando importância à interpretação pessoal das Sagradas Escrituras, através da razão.”

Conforme o entendimento de RUBIO (1998, p. 73):

“No Edito de Nantes, o Rei Enrique IV da França proclamou a liberdade religiosa, dando reconhecimento do direito que cada pessoa poderia escolher ou participar ou não de uma religião, mas por ser uma mera concessão real, foi revogado por Luís XIV.”

A Declaração de Independência dos Estados Unidos, elaborada em 4 de julho de 1776, ressaltou:

“que todos os homens são iguais perante Deus e que este lhes deu direitos inalienáveis acima de qualquer poder político, citando a vida, a liberdade e a busca pela felicidade;”

Como se vê ao longo da história, foi a crença em Deus que deu direitos  a toda humanidade e não a falta Dele  ou da fé Nele. A Declaração Universal dos Direitos Humanos reconhece o poder da igreja e a necessidade da liberdade de todo ser humano  em professar a sua fé e viver conforme ela, este é um direito alienável.

A Declaração Universal dos Direitos do Homem, datada de 10 de dezembro de 1948, aprovada pela Assembleia Geral das Nações Unidas em Paris, destacou a internacionalização dos direitos humanos, ensejando uma maior prevalência destes no contexto do ordenamento jurídico interno.

A partir daí, os direitos fundamentais ganharam importância internacional e nos ordenamentos jurídicos internos de cada Estado, que começaram a enxergá-los sob a ótica da necessidade.

No cenário atual, há muito que se fazer para efetivar os direitos fundamentais, mas a trilha está sendo percorrida. E não se pode, de forma alguma, negar que todas as conquistas de tais direitos foram realizadas por homens de Deus, que manifestavam sua fé e por causa dela conquistaram direitos para todos os homens.

Hoje, a humanidade tenta retirar totalmente a fé cristã, que é a principal religião do Brasil, de todas as formas de influencia do governo. Não podemos permitir isso, pois sem a luta primeira do cristianismo a humanidade teria tido mais escravidão do que teve em sua história.

Quero encerar este estudo com a seguinte  afirmação de  Thomas Jefferson, que diz: “A Liberdade Religiosa, tanto civil como eclesiástica, é a maior benção de que podemos gozar e, destarte, ser privado de qualquer uma delas é a maior ofensa que podemos sofrer.”

“[…] A liberdade religiosa é a primeira liberdade […] O mais alienável e sagrado de todos os direitos humanos […]”. (JEFFERSON, THOMAS)

Hoje, encontra-se a religião confessada em instituições educacionais, e os mais diversos religiosos ocupam cargos públicos, estando com isto a levar as religiões aos ambientes que frequentam, visto que estas não se dissociam dos sujeitos. Neste diapasão, a discussão sobre a influência da religião no comportamento dos indivíduos chega aos bancos escolares e no direito de escolha do cidadão que procura formação acadêmica. Sobre esta influência, a liberdade religiosa encontra-se manifestada mais no viver diário do que se imagina.

Segundo Montesquieu, a religião cristã, que ordena que os homens se amem, ambiciona, sem dúvida, que cada povo tenha as melhores leis políticas e as melhores leis civis, porque estas são, depois dela, o maior bem que os homens possam dar e receber.

Como se pode observar ao longo da história,  Jesus e seus seguidores sempre  lutaram pela liberdade, pelo direito humano e  pelo amor ao próximo. Lutem pelos seus direitos de professar sua fé cristã e tenham orgulho dela, pois é por causa da nossa fé que o ser humano hoje pode gozar de toda liberdade. inclusive de ofender o nosso Deus.

Marisa Lobo, ativista social pró  família e futura especialista em direitos humanos.

  • Referências:
  • ANTUNES, Ruy Barbedo. Direitos Fundamentais e Direitos Humanos: a questão relacional. Rev. Esc. Direito, Pelotas, v. 6, n0 1, p. 331-356, jan./dez., 2005.
  • ARAGÃO, Selmo Regina. Direitos Humanos: do Mundo Antigo ao Brasil de Todos. 3. ed. Rio de Janeiro: Editora Forense, 2001.
  • ARAÚJO, Luiz Alberto David; NUNES JÚNIOR, Vidal Serrano. Curso de direito constitucional. 9 ed. São Paulo: Saraiva, 2005.
  • COMPARATO, Fábio Konder. A Afirmação Histórica dos Direitos Humanos. 3 ed. São Paulo: Saraiva, 2003.
  • MIRANDA, Jorge. Manual de Direito Constitucional Tomo IV. 3 ed. Coimbra: Coimbra editora, 2000.
  • http://pt.scribd.com/doc/105926170/Direito-e-Liberdade-Religiosa-em-Concursos-Publicos-e-Vestibulares
  • Almeida, Bíblia Sagrada, ed. São Paulo: Sbb, 2001
  • Por Marisa Lobo

MARISA LOBO

POR MARISA LOBO

OBAMA MANDA RECADO AOS HOSPITAIS: SE NÃO FIZEREM ABORTOS E CIRURGIAS DE ‘MUDANÇA DE SEXO’, NÃO RECEBERÃO VERBA DO GOVERNO FEDERAL

Na semana passada, no mesmo dia em que o governo Obama ameaçou as escolas públicas americanas com a perda de financiamento federal, se não aceitarem sua interpretação da teoria de gênero, a Casa Branca fez uma ameaça ainda pior às instituições de saúde que aceitam financiamento do governo.

Na última sexta-feira, o Departamento de Saúde e Serviços Humanos (HHS, na sigla em inglês) publicou a regulamentação definitiva para aSeção 1557 do Obamacare, exigindo que fornecedores de serviços de saúde que recebem financiamento federal disponibilizem serviços de “transição de gênero” e aborto, sob pena de interrupção da ajuda governamental e de um possível encaminhamento ao Departamento de Justiça para que sejam tomadas medidas legais.

O HHS afirma que a regra “ajudará a promover a equidade e a reduzir as disparidades de saúde ao proteger setores da população que têm se mostrado mais vulneráveis à discriminação no contexto dos serviços de saúde”.

Ele abarca qualquer programa de saúde ou atividade que receba financiamento do HHS, ou seja, hospitais que aceitam Medicare e médicos que aceitam Medicaid, qualquer programa de saúde administrado pelo HHS, o mercado de planos de saúde e as empresas que atuam nele.

O HHS alega que a nova regra “se baseia em leis anteriores de direitos civis que proíbem a discriminação sexual nos serviços de saúde” e “também proíbe que se negue um serviço de saúde a um indivíduo por causa de seu sexo, incluindo a discriminação baseada em gravidez, identidade de gênero e no estereótipo sexual. A regulamentação definitiva também exige que programas de saúde e atividades relacionadas a essa área tratem os indivíduos de acordo com sua identidade de gênero”.

A Conferência Episcopal dos Estado Unidos e outros grupos religiosos seopuseram, no outono do ano passado, à imposição do aborto e ao tratamento de “redesignação de gênero” por meio da regulamentação.

A linguagem do texto indica que ela não revoga as atuais isenções para serviços de saúde ligados a instituições religiosas, afirmando que “a regulamentação definitiva da Seção 1557 não inclui isenção religiosa; porém, a regulamentação definitiva não remove proteções existentes à liberdade religiosa e de consciência”.

Apesar disso, o texto foi condenado por defensores da família e da liberdade religiosa por sua falta de embasamento na constituição e por causa da imposição do aborto e da identidade de gênero.

“Considerando-se o quão ruim é o Obamacare, é risível sugerir que quando o Congresso usou o termo ‘sexo’ na Seção 1557 estava se referindo a qualquer outra coisa que não fosse o sexo biológico”, afirmou Ken Klukowski, advogado do First Liberty Institute e editor jurídico do site Breibart News.

“Isto é orwelliano”, Klukowski escreveu no Breibart. “Mas, além disso, trata-se de um ataque inconstitucional à Primeira Emenda o fato de o governo Obama querer impor sua rejeição a um fato biológico às pessoas cuja fé ensina que ‘homem’ e ‘mulher’ se referem ao que os termos significam há milhares de anos e que Deus os criou para serem desse modo”.

A diretora executiva da Associação Americana de Médicos e Cirurgiões, Dra. Jane Orient, disse que o governo estava ousando decretar uma ética médica por meio da regulamentação e isso levaria médicos e hospitais a deixarem de aceitar Medicare e Medicaid.

Orient também censurou o perigo médico que existe com a imposição da ideologia de gênero pelo governo Obama.

“O tratamento de redesignação de gênero, particularmente quando feito em jovens, causa danos irreversíveis a pessoas que são muito novas para consentir”, afirmou ela. “Trata-se de um experimento social radical e não consentido. A castração química ou cirúrgica deveria ser considerada um crime contra a humanidade”.

Ela continuou: “Em outros contextos, afirmar os delírios de um paciente (por exemplo, de que ele na verdade é ela) é considerado uma negligência profissional”.

O Conselho de Pesquisa Familiar (FRC, na sigla em inglês) também criticou a regulamentação do Obamacare e pediu que o Congresso corrija o erro.

“A regulamentação final do HHS inventa uma redefinição da discriminação sexual a fim de incluir tanto a ideologia de gênero como o aborto”, disse, em um pronunciamento, o vice-presidente para assuntos governamentais do FRC, David Christensen. “Esse regulamento injusto e intolerante, por sua vez, ameaça forçar os provedores de serviço de saúde a participar e realizar serviços que violam suas consciências substancialmente”.

Christensen afirma que o regulamento é excessivo e fez um paralelo com a imposição, pelo governo Obama, da identidade de gênero nas escolas públicas a pretexto de combate à discriminação sexual.

“Essa ação destrói a liberdade dos americanos acreditarem e agirem de acordo com suas crenças”, afirmou Christensen, “não apenas no que diz respeito à privacidade nos banheiros, mas também com relação ao término de de uma vida humana inocente”.

Evangelista é agredido por homossexual após pregação

Evangelista é agredido por homossexual após pregação

Por Jarbas Aragão / GospelPrime

Um pregador que deu opiniões públicas contrárias a homossexualidade foi atingido na cabeça com um taco de beisebol por uma estudante lésbica. Ele se disse indignada com o que considerava “discurso ofensivo”.

Conhecido como irmão Dean Saxton, o evangelista da cidade de Glendale, no Arizona, costuma ir para a frente de escolas de ensino médio e pregar o evangelho. Muitas vezes ele entra em choque com alunos e membros da comunidade LGBT. Ele publica seus vídeos na internet. Sua mais recente tentativa de evangelização, em frente à Escola Apollo acabou viralizando.

Agredido pelas costas pela aluna Brubaker, 19, ele estava filmando sua discussão com uma outra pessoa e é possível ver o sangue escorrendo do ferimento em sua cabeça. Após ele procurar as autoridades, a agressora foi presa. Além de responder pela tentativa de homicídio, ela também portava uma pequena quantidade de drogas.

Histórico de polêmicas

O caso levantou grande polêmica quando foi noticiado pela mídia. O motivo é Dean Saxon ser conhecido por se posicionar fortemente contra os gays. Ele cita muitas passagens da Bíblia e afirma que as pessoas irão para o inferno.

No vídeo da Apollo, é possível ver que alguns alunos e pais tentam intimidá-lo, mandando ele sair da frente da escola e afirmam que ele não pode julgar os outros. No momento em que ele é atingido, muitas pessoas que estavam em frente à Apollo aplaudem e comemoram.

Logo após a prisão de Tabitha, foram divulgadas imagens dele segurando cartazes que afirmam que o comportamento das meninas de hoje fazem com que elas “estejam pedindo para ser estupradas”. Com informações de ABC e Raw Story

Milhares de refugiados muçulmanos encontram Jesus na Europa

Milhares de refugiados muçulmanos encontram Jesus na Europa

Por Jarbas Aragão / GospelPrime

Deus sempre desfaz os planos de Satanás! – O que era perda, Deus transformou em ganho!

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Para os céticos, é conveniência, enquanto para os cristãos, trata-se de um avivamento. O fato é que milhares de refugiados muçulmanos estão encontrando Jesus na Europa. Em algumas regiões, hoje eles estão enchendo igrejas que estavam praticamente abandonadas.

Nos primeiros meses da crise migratória europeia, relatos davam conta que os batismos e a “nova fé” seriam apenas uma estratégia para melhorar a chance de obterem asilo. Afinal, o fato de serem islâmicos lançava sobre eles olhares de desconfianças, como se fossem todos terroristas em potencial.

Contudo, passou a ser muito perigoso para aqueles que abraçam o Evangelho voltarem à sua terra natal, onde abandonar o islã podem resultar em pena de morte. Essa é uma possibilidade real para alguns, caso tenham seus pedidos de asilo negados. Mesmo assim, isso não os desanima.

Pastores da Igreja Evangélica Luterana na Alemanha consideram esse movimento “um presente de Deus”. Um deles conta que sua pequena comunidade em Berlim possui agora 1.200 ex-muçulmanos, principalmente afegãos e iranianos. Os novos convertidos passaram a lotar os cultos nos últimos três anos.

Em Hamburgo, recentemente o canal de televisão ARD exibiu nacionalmente uma fila de paquistaneses e afegãos esperando para serem batizados. Foram mais de 600 pessoas recebidas na congregação cristã local após o testemunho de fé.

Segundo o pastor Gottfried Martens, quanto maior é o debate sobre o fundamentalismo e o jihadismo na mídia, mais aumenta o interesse de jovens muçulmanos pela religião cristã. Para evitar a perseguição daqueles que permanecem fiéis a Maomé, a maioria das igrejas mantém sigilo sobre o nome dos convertidos. Porém o batismo, o marco do processo de conversão, sempre é aberto ao público.

Não há estatísticas confiáveis, mas a julgar pelos relatórios dos diferentes meios de comunicação, são milhares, talvez até mesmo dezenas de milhares de pessoas que passaram a seguir Jesus Cristo após saírem de sua terra natal. Para muitos deles, foi a primeira vez que ouviram o evangelho na vida.

Uma jovem convertida iraniana chamada Shima disse à revista alemã Stern: “Eu procurei paz e felicidade durante toda a minha vida, mas no Islã eu não a encontrei”. O casal de jovens Mehdi e Solmaz afirma que a percepção de Deus mudou radicalmente. “No Islã, sempre vivi com medo: de Deus, do pecado e da punição. Mas Cristo é um Deus de amor”, sublinham.

Segundo a reportagem da Stern, somente o pastor Albert Babajan batizou 196 muçulmanos em 2016 e espera que esse número aumente para 500 até o final do ano.

O pastor Gerhard Scholte, da Igreja Reformada Keizersgracht, em Amsterdã, Holanda, trabalha com os refugiados desde o início dos anos 1980. Conta que sua igreja possui uma longa tradição de salvar vidas. “Ajudamos os judeus na Segunda Guerra Mundial”, lembra.

Para ele, “A fé não deve ser condicionada”. Explica que ninguém que procura ajuda da sua paróquia é forçado a se converter. Os que decidem fazê-lo é por que estão genuinamente interessados no cristianismo.

Muitas comunidades evangélicas na Holanda e em outros países do Norte da Europa estão fazendo o trabalho de evangelização enquanto oferecem assistência material aos refugiados.

O pastor Ab Meerbeek disse ao jornal nacional Trouw que Igreja Evangélica Nova Vida, liderada por ele, recebeu dezenas de novos convertidos no último ano. A maioria são provenientes do Irã e Afeganistão. Para facilitar o contato, os sermões são traduzidos para o persa. “Eles foram tocados pela palavra de Deus durante as reuniões de oração”, relata.

A ascensão do número de novos convertidos contrasta com o recente relatório de que mais igrejas europeias estão sendo vendidas e transformadas em mesquitas. Essa procura por novos espaços ocorre justamente para abrigar os milhares imigrantes muçulmanos que entram no continente todos os meses. Com informações de Daily Mail e The Daily Beast

PARADA GAY CHAMA BÍBLIA E BANCADA EVANGÉLICA DE RETROCESSO

 

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Em 1987, cristãos começaram a reunir-se em Londres para andar pela cidade, intercedendo e cantando louvores. A iniciativa de missionários evangélicos ganharia o nome de “Marcha para Jesus” e se espalharia pelo mundo todo nos anos seguintes.

No Brasil, teve início em 1993 e agregou elementos típicos do país como trios elétricos e apresentações musicais. Hoje se configura no maior evento do tipo no planeta, chegando a reunir mais de dois milhões de pessoas.

Nas ruas de Nova York ocorreu em 1969 a primeira “Pride Parade”, reunindo algumas dezenas de homossexuais que tinham uma agenda política de luta pelos que consideravam seus direitos. Esse tipo de manifestação também assumiu proporções mundiais e no Brasil desde 1996 é realizada anualmente com o nome de “Parada do Orgulho LGBT”. Assim como foi com a Marcha para Jesus, a versão brasileira ganhou trios elétricos e um inegável tom político.

Na sua 20ª edição, a Parada do Orgulho LGBT ocorre apenas 3 dias depois da Marcha para Jesus. Ambas na mesma cidade, com aproximadamente o mesmo número de participantes e num clima que reflete o que ocorre no Brasil nesse momento.

Oficialmente, o tema da Parada é “Lei de Identidade de Gênero, já! Todas as pessoas juntas contra a Transfobia!” Todos os 17 trios elétricos levam uma bandeira com a letra T, em referência às mulheres transexuais, homens trans e travestis. A organização do evento afirma que o objetivo é fazer uma grande mobilização para que seja aprovada no Congresso a “Lei de Identidade de Gênero”, de autoriade Jean Wyllys (PSOL/RJ).

Um dos destaques na avenida paulista este ano é Viviany Beleboni, a transexual que desfilou crucificada em 2015.

Após as diversas polêmicas no ano passado, incluindo protestos dos deputados, sua fantasia este ano é uma provocação aos evangélicos. “O meu protesto este ano é contra os fundamentalistas que barram as nossas leis. Vou falar de religião quantas vezes forem necessárias”, afirmou.

Com uma mordaça na boca e uma balança sobre os ombros, ela colocou uma Bíblia com os dizeres “retrocesso” e “bancada evangélica”. Desse modo, faz uma provocação a todos os cristãos, que certamente não acreditam que o conteúdo das Escrituras representa um retrocesso para a sociedade.

Apesar as críticas que a bancada evangélica seguidamente recebe, o foco da Parada esse ano mostra que os movimentos liberais, em especial os de cunho marxista, escolheram os que lutam pelas bandeiras cristãs na política como seus principais inimigos.

Uma constante no governo Dilma, essa associação fica clara com as dezenas de faixas e cartazes empunhados na Paulista. Muitas eram palavras contra o presidente da República em exercício, Michel Temer, pedindo a saída dele do cargo.
Resposta da Bancada

Procurado pelo Portal Gospel Prime, o deputado Sóstenes Cavalcante (DEM/RJ), falou em nome da Frente Parlamentar Evangélica (FPE). Lembrou que a Bíblia é um símbolo de fé para todos os cristãos do país, portanto atinge também os católicos.

“Não existe um embate contra a população LGBT, nós defendemos o que cremos. Contudo, acreditamos que esse tipo de provocação é apenas um reconhecimento de que a bancada tem feito seu trabalho de lutar pela família e os valores cristãos”. Para Cavalcante, que também é pastor, nas próximas eleições a bancada evangélica irá aumentar pois a população está mais consciente do que acontece no país.

Ezequiel Teixeira, apóstolo do Projeto Vida Nova e deputado federal (PTN/RJ), foi categórico: “Trata-se de um contrassenso. Os LGBT pedem respeito, mas a recíproca não é verdadeira. Seus atos de intolerância relevam a verdadeira natureza desse grupo. Acredito que isso é intolerância religiosa!”.

“Eu estranharia se eles tivessem outro posicionamento sobre a Bíblia, os cristãos e a bancada evangélica que não esse”, asseverou o deputado Roberto de Lucena (PV/SP). Ele afirma que “A máxima do movimento é procurar desqualificar os argumentos contrários e quem os defenda por falta de substância na sustentação de suas convicções.”

Para ele, “essas declarações sinalizam apenas que estamos no caminho certo e nossa agenda em defesa da vida e da família tradicional deve continuar! ”

O deputado Victório Galli (PSC/MT), também membro da FPE, foi categórico: “Jamais se viu na Marcha para Jesus um ataque contra os homossexuais. Porém, a recíproca não é verdadeira”.

Finalizou dizendo que os LGBT é quem estão atacando os cristãos. “Graças a Deus a sociedade elegeu deputados católicos e evangélicos para fazer frente ao relativismo moral e a tentativa de destruição de valores cristãos. Esses militantes sonham com uma ditadura da opinião, mas isso não irá ocorrer”.

Por Jarbas Aragão

Via Gospel Prime