PIOR QUE SODOMA E GOMORRA: Adolescentes fazem “trenzinho” de sexo em bailes funk com até dez parceiros e sem preservativo

Por APCNEWS

É por isso que os profetas que viram a peste do Zika no Brasil já falam em um grande Terremoto para o país se a Nação não se arrepender dos seus pecados! O grande problema de Sodoma e Gomorra não era só a prática do pecado, mas a publicação que eles faziam, eles gostavam de demonstrar as suas práticas, assim como acontece no Brasil, principalmente no Rio de Janeiro e São Paulo.

Assista: “Eu jamais teria condição de entrar num baile funk”, diz jornalista do Repórter Record Investigação

O repórter Lúcio Sturm e a pauteira Sheila Fernandes falaram sobre o trabalho exibido no programa O Proibidão do Funk, do Repórter Record Investigação. A equipe entrou em bailes funk e conheceu uma realidade totalmente desconhecida por quem não é da periferia, um mundo de diversão, drogas e ascensão social. Confira os bastidores!

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Repórter Record Investigação – 28/04/2016 – Completo

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O Repórter Record Investigação desta quinta-feira (28) revelou uma situação alarmante: nas baladas de funk, adolescentes trocam várias vezes de parceiro, sem preservativo, no que eles batizaram de 'tábua do sexo'. E a gravidez precoce de meninas que frequentam esses bailes é cada vez mais frequente• 'Eu jamais teria condição de entrar num baile funk', diz jornalista do Repórter Record Investigação• No R7 Play, você assiste na íntegra a todos os programas da Rede Record. Experimente!

O Repórter Record Investigação do dia (28/04/2016) revelou uma situação alarmante: nas baladas de funk, adolescentes trocam várias vezes de parceiro, sem preservativo, no que eles batizaram de “tábua do sexo”. E a gravidez precoce de meninas que frequentam esses bailes é cada vez mais frequente.

O funk carrega na essência a voz de um povo. Um movimento que saiu das favelas para atrair gente de todas as classes sociais. Mas um fenômeno que não consegue se desvencilhar da criminalidade• 'Eu jamais teria condição de entrar num baile funk', diz jornalista do Repórter Record Investigação• No R7 Play, você assiste na íntegra a todos os programas da Rede Record. Experimente!

O funk carrega na essência a voz de um povo. Um movimento que saiu das favelas para atrair gente de todas as classes sociais. Mas um fenômeno que não consegue se desvencilhar da criminalidade.

O ritmo que bota milhares de jovens para dançar, é o mesmo que leva muitos deles para o embalo das drogas. O funk, as festas e os jovens da periferia convivem com um problema que domina a maioria das comunidades brasileiras• 'Eu jamais teria condição de entrar num baile funk', diz jornalista do Repórter Record Investigação• No R7 Play, você assiste na íntegra a todos os programas da Rede Record. Experimente!

O ritmo que bota milhares de jovens para dançar, é o mesmo que leva muitos deles para o embalo das drogas. O funk, as festas e os jovens da periferia convivem com um problema que domina a maioria das comunidades brasileiras.

Os maiores bailes funk de São Paulo acontecem em comunidades com índices elevados de pobreza e violência. É o caso de Heliópolis - a maior favela da cidade, com cerca de 200 mil moradores. Só no ano passado, foram registradas 511 ocorrências policiais, 25 armas foram apreendidas e 210 pessoas presas em flagrante• 'Eu jamais teria condição de entrar num baile funk', diz jornalista do Repórter Record Investigação• No R7 Play, você assiste na íntegra a todos os programas da Rede Record. Experimente!

Os maiores bailes funk de São Paulo acontecem em comunidades com índices elevados de pobreza e violência. É o caso de Heliópolis – a maior favela da cidade, com cerca de 200 mil moradores. Só no ano passado, foram registradas 511 ocorrências policiais, 25 armas foram apreendidas e 210 pessoas presas em flagrante.

Paraisópolis, a segunda maior comunidade de São Paulo, onde vivem aproximadamente 100 mil pessoas, é ainda mais violenta. Em 2015, a Secretaria de Segurança Pública registrou 1142 ocorrências policiais. 124 armas foram apreendidas e 838 pessoas presas em flagrante• 'Eu jamais teria condição de entrar num baile funk', diz jornalista do Repórter Record Investigação• No R7 Play, você assiste na íntegra a todos os programas da Rede Record. Experimente!

Paraisópolis, a segunda maior comunidade de São Paulo, onde vivem aproximadamente 100 mil pessoas, é ainda mais violenta. Em 2015, a Secretaria de Segurança Pública registrou 1142 ocorrências policiais. 124 armas foram apreendidas e 838 pessoas presas em flagrante.

Essa realidade do dia a dia da periferia está exposta nas letras do funk: “Crash, parte e fecha, maconha tá liberada. Lança tá matando, se liga é tomar uma bala. Festa open bar, ela se acaba com as amigas. Tá enchendo o top, brincando de vira-vira”• 'Eu jamais teria condição de entrar num baile funk', diz jornalista do Repórter Record Investigação• No R7 Play, você assiste na íntegra a todos os programas da Rede Record. Experimente!

Essa realidade do dia a dia da periferia está exposta nas letras do funk: “Crash, parte e fecha, maconha tá liberada. Lança tá matando, se liga é tomar uma bala. Festa open bar, ela se acaba com as amigas. Tá enchendo o top, brincando de vira-vira”.

Maconha e lança-perfume circulam de mão em mão nas ruas cheias de moradores• 'Eu jamais teria condição de entrar num baile funk', diz jornalista do Repórter Record Investigação• No R7 Play, você assiste na íntegra a todos os programas da Rede Record. Experimente!

Maconha e lança-perfume circulam de mão em mão nas ruas cheias de moradores.

O problema é que, muitas vezes, a sensualidade do funk ultrapassa os limites da diversão. Karina, de 18 anos, conta que muitos rapazes aproveitam que as meninas que estão sob efeito de álcool e drogas e abusam. Ela admite que também já perdeu o controle durante as festas. — Não só eu, como muita gente que eu conheço de ficar jogado no chão, por conta de bebida ou de droga, sempre acontece• 'Eu jamais teria condição de entrar num baile funk', diz jornalista do Repórter Record Investigação• No R7 Play, você assiste na íntegra a todos os programas da Rede Record. Experimente!

O problema é que, muitas vezes, a sensualidade do funk ultrapassa os limites da diversão. Karina, de 18 anos, conta que muitos rapazes aproveitam que as meninas que estão sob efeito de álcool e drogas e abusam. Ela admite que também já perdeu o controle durante as festas. 

— Não só eu, como muita gente que eu conheço de ficar jogado no chão, por conta de bebida ou de droga, sempre acontece.

Karina estava nos bailes todo fim de semana. Só abandonou o pancadão há cinco meses, quando descobriu que estava grávida. Ela engravidou de um ex-namorado, com quem ia aos bailes. O rapaz não assumiu o filho. Em todo o estado, 341 adolescentes que deram à luz entre 10 e 14 anos engravidaram em um baile funk. É quase um caso por dia• 'Eu jamais teria condição de entrar num baile funk', diz jornalista do Repórter Record Investigação• No R7 Play, você assiste na íntegra a todos os programas da Rede Record. Experimente!

Karina estava nos bailes todo fim de semana. Só abandonou o pancadão há cinco meses, quando descobriu que estava grávida. Ela engravidou de um ex-namorado, com quem ia aos bailes. O rapaz não assumiu o filho. Em todo o estado, 341 adolescentes que deram à luz entre 10 e 14 anos engravidaram em um baile funk. É quase um caso por dia.

A ginecologista Albertina Duarte, responsável pelo atendimento de adolescentes, afirma que as jovens chegam a fazer sexo com mais de um parceiro na mesma noite. No consultório, as meninas descrevem os tipos de jogos sexuais que acontecem nos pancadões, quase sempre sem preservativos. — A 'tauba' é assim: as adolescentes se deitam e vão tendo uma relação com um “trenzinho”, onde passam vários meninos que vão tendo relação. Elas podem estar vendadas ou de olhos abertos• 'Eu jamais teria condição de entrar num baile funk', diz jornalista do Repórter Record Investigação• No R7 Play, você assiste na íntegra a todos os programas da Rede Record. Experimente!

A ginecologista Albertina Duarte, responsável pelo atendimento de adolescentes, afirma que as jovens chegam a fazer sexo com mais de um parceiro na mesma noite. No consultório, as meninas descrevem os tipos de jogos sexuais que acontecem nos pancadões, quase sempre sem preservativos.

— A “tauba” é assim: as adolescentes se deitam e vão tendo uma relação com um “trenzinho”, onde passam vários meninos que vão tendo relação. Elas podem estar vendadas ou de olhos abertos.

Assim que anoitece e a música toma conta das ruas, os vizinhos dos pancadões já sabem: o pesadelo vai começar. O funk é adorado pelos jovens, mas está longe de ser uma unanimidade• 'Eu jamais teria condição de entrar num baile funk', diz jornalista do Repórter Record Investigação• No R7 Play, você assiste na íntegra a todos os programas da Rede Record. Experimente!

Assim que anoitece e a música toma conta das ruas, os vizinhos dos pancadões já sabem: o pesadelo vai começar. O funk é adorado pelos jovens, mas está longe de ser uma unanimidade.

Existem dois tipos de show: o baile funk, onde MCs e DJs se reúnem para tocar no palco. E os chamados 'pancadões' - festas mais desorganizadas, onde cada um põe o som que quer para tocar nos alto-falantes dos carros. Uma situação que chegou ao extremo na zona sul da capital paulista• 'Eu jamais teria condição de entrar num baile funk', diz jornalista do Repórter Record Investigação• No R7 Play, você assiste na íntegra a todos os programas da Rede Record. Experimente!

Existem dois tipos de show: o baile funk, onde MCs e DJs se reúnem para tocar no palco. E os chamados “pancadões” – festas mais desorganizadas, onde cada um põe o som que quer para tocar nos alto-falantes dos carros. Uma situação que chegou ao extremo na zona sul da capital paulista.

A cada dia do final de semana, a Polícia recebe cerca de cinco mil ligações de paulistanos reclamando do barulho dos bailes funk. Para tentar coibir os excessos, deputados aprovaram este ano uma nova lei em São Paulo. Com multas que podem chegar a R$ 4 mil, a ideia é atingir o bolso de quem promove a festa• 'Eu jamais teria condição de entrar num baile funk', diz jornalista do Repórter Record Investigação• No R7 Play, você assiste na íntegra a todos os programas da Rede Record. Experimente!

A cada dia do final de semana, a Polícia recebe cerca de cinco mil ligações de paulistanos reclamando do barulho dos bailes funk. Para tentar coibir os excessos, deputados aprovaram este ano uma nova lei em São Paulo. Com multas que podem chegar a R$ 4 mil, a ideia é atingir o bolso de quem promove a festa.

As punições podem diminuir o barulho, mas não resolvem outra questão: a falta de áreas de lazer para os jovens da periferia. Há dois anos, a Prefeitura de São Paulo tenta amenizar o problema organizando bailes nas comunidades, como explica Nabil Bonduki, secretário da Cultura da idade.— Tem sido feito em dez regiões diferentes da cidade. E a ideia é que ela possa estar presente em praticamente todas as regiões. São eventos maiores e que são feitos em parceria com organizadores, de modo que eles se comprometam a não fazer o baile funk no meio da rua., E também tem uma coisa é importante: limite de horário, no máximo dez da noite• 'Eu jamais teria condição de entrar num baile funk', diz jornalista do Repórter Record Investigação• No R7 Play, você assiste na íntegra a todos os programas da Rede Record. Experimente!

As punições podem diminuir o barulho, mas não resolvem outra questão: a falta de áreas de lazer para os jovens da periferia. Há dois anos, a Prefeitura de São Paulo tenta amenizar o problema organizando bailes nas comunidades, como explica Nabil Bonduki, secretário da Cultura da idade.

— Tem sido feito em dez regiões diferentes da cidade. E a ideia é que ela possa estar presente em praticamente todas as regiões. São eventos maiores e que são feitos em parceria com organizadores, de modo que eles se comprometam a não fazer o baile funk no meio da rua., E também tem uma coisa é importante: limite de horário, no máximo dez da noite.

FONTE: Repórter Record Investigação

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5 comentários sobre “PIOR QUE SODOMA E GOMORRA: Adolescentes fazem “trenzinho” de sexo em bailes funk com até dez parceiros e sem preservativo

  1. Creio que ainda não atingimos aquela marca deplorável, pois, assim que chegarmos ao mesmo nível de abominação, certamente Deus tomará a mesma providencia que tomou naquela ocasião. A diferença é que, agora, será em proporções mundiais.
    Claro que, em determinadas nações, o grau de abominação deverá ser maior do que em outras, como é o caso, por exemplo, do Brasil, onde a liberdade religiosa é grande (fazendo aumentar, em muito, a fúria do adversário contra nossa nação), mas ainda há grandes resistência, como parece ser o caso da Rússia e algumas nações africanas e árabes.

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  2. Com certeza esses bailes ocorrem pela incompetência dos nossos governantes que simpatizam com o crime organizado e pune policias e também pela cultura religiosa judaico-cristã que se favorece por tais irregularidades em nossa cultura,observando que jamais ocorreria bailes funk’s se houvesse a predominância religiosa ISLÂMICA.

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