Funkeira transexual quer gravar gospel para unir gays e evangélicos

Funkeira transexual quer gravar gospel para unir gays e evangélicos

Por Leiliane Roberta Lopes / GospelPrime

A transexual Marcela Porto, cujo nome artístico é Mulher Abacaxi, resolveu estrear no mundo da música gravando um CD de funk gospel.

Frequentadora da Igreja Universal, a artista acredita que pode unir homossexuais e evangélicos.

“Existem desentendimentos entre alguns evangélicos e homossexuais, quero ajudar na união”, falou ela em entrevistaao iG.

A gravação do CD vai unir dois coisas que a artista gosta muito: funk e religião.

“Eu sou de uma família de caminhoneiros e evangélicos. Sempre tive afinidade com a igreja. Mesmo cantando funk, eu gosto de escutar música evangélica e orar. Gosto muito de escutar a palavra de Deus, sou muito ligada a Ele”, diz ela que já fez sucesso no funk com o Furacão 2000.

Antes de assumir a identidade de Marcela, ela era Bruno Souza, um caminhoneiro que precisou investir R$ 60 mil reais em plásticas e próteses para ganhar uma aparência feminina.

Entre os procedimentos cirúrgicos realizados estão: duas lipoesculturas, três rinoplastias, além de puxar os olhos e aumentar o bumbum com silicone.

Marcela avisa que no começo precisou esconder os seios por ainda trabalhar com caminhões – ela era dona de uma frota, mas depois das cirurgias não precisou mais se esconder.

“Eu tinha que usar uma tala para esconder os seios. Me sentia um sapatão. Agora não, sou mulher 24 horas por dia”, afirma.

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