OBAMA MANDA RECADO AOS HOSPITAIS: SE NÃO FIZEREM ABORTOS E CIRURGIAS DE ‘MUDANÇA DE SEXO’, NÃO RECEBERÃO VERBA DO GOVERNO FEDERAL

Na semana passada, no mesmo dia em que o governo Obama ameaçou as escolas públicas americanas com a perda de financiamento federal, se não aceitarem sua interpretação da teoria de gênero, a Casa Branca fez uma ameaça ainda pior às instituições de saúde que aceitam financiamento do governo.

Na última sexta-feira, o Departamento de Saúde e Serviços Humanos (HHS, na sigla em inglês) publicou a regulamentação definitiva para aSeção 1557 do Obamacare, exigindo que fornecedores de serviços de saúde que recebem financiamento federal disponibilizem serviços de “transição de gênero” e aborto, sob pena de interrupção da ajuda governamental e de um possível encaminhamento ao Departamento de Justiça para que sejam tomadas medidas legais.

O HHS afirma que a regra “ajudará a promover a equidade e a reduzir as disparidades de saúde ao proteger setores da população que têm se mostrado mais vulneráveis à discriminação no contexto dos serviços de saúde”.

Ele abarca qualquer programa de saúde ou atividade que receba financiamento do HHS, ou seja, hospitais que aceitam Medicare e médicos que aceitam Medicaid, qualquer programa de saúde administrado pelo HHS, o mercado de planos de saúde e as empresas que atuam nele.

O HHS alega que a nova regra “se baseia em leis anteriores de direitos civis que proíbem a discriminação sexual nos serviços de saúde” e “também proíbe que se negue um serviço de saúde a um indivíduo por causa de seu sexo, incluindo a discriminação baseada em gravidez, identidade de gênero e no estereótipo sexual. A regulamentação definitiva também exige que programas de saúde e atividades relacionadas a essa área tratem os indivíduos de acordo com sua identidade de gênero”.

A Conferência Episcopal dos Estado Unidos e outros grupos religiosos seopuseram, no outono do ano passado, à imposição do aborto e ao tratamento de “redesignação de gênero” por meio da regulamentação.

A linguagem do texto indica que ela não revoga as atuais isenções para serviços de saúde ligados a instituições religiosas, afirmando que “a regulamentação definitiva da Seção 1557 não inclui isenção religiosa; porém, a regulamentação definitiva não remove proteções existentes à liberdade religiosa e de consciência”.

Apesar disso, o texto foi condenado por defensores da família e da liberdade religiosa por sua falta de embasamento na constituição e por causa da imposição do aborto e da identidade de gênero.

“Considerando-se o quão ruim é o Obamacare, é risível sugerir que quando o Congresso usou o termo ‘sexo’ na Seção 1557 estava se referindo a qualquer outra coisa que não fosse o sexo biológico”, afirmou Ken Klukowski, advogado do First Liberty Institute e editor jurídico do site Breibart News.

“Isto é orwelliano”, Klukowski escreveu no Breibart. “Mas, além disso, trata-se de um ataque inconstitucional à Primeira Emenda o fato de o governo Obama querer impor sua rejeição a um fato biológico às pessoas cuja fé ensina que ‘homem’ e ‘mulher’ se referem ao que os termos significam há milhares de anos e que Deus os criou para serem desse modo”.

A diretora executiva da Associação Americana de Médicos e Cirurgiões, Dra. Jane Orient, disse que o governo estava ousando decretar uma ética médica por meio da regulamentação e isso levaria médicos e hospitais a deixarem de aceitar Medicare e Medicaid.

Orient também censurou o perigo médico que existe com a imposição da ideologia de gênero pelo governo Obama.

“O tratamento de redesignação de gênero, particularmente quando feito em jovens, causa danos irreversíveis a pessoas que são muito novas para consentir”, afirmou ela. “Trata-se de um experimento social radical e não consentido. A castração química ou cirúrgica deveria ser considerada um crime contra a humanidade”.

Ela continuou: “Em outros contextos, afirmar os delírios de um paciente (por exemplo, de que ele na verdade é ela) é considerado uma negligência profissional”.

O Conselho de Pesquisa Familiar (FRC, na sigla em inglês) também criticou a regulamentação do Obamacare e pediu que o Congresso corrija o erro.

“A regulamentação final do HHS inventa uma redefinição da discriminação sexual a fim de incluir tanto a ideologia de gênero como o aborto”, disse, em um pronunciamento, o vice-presidente para assuntos governamentais do FRC, David Christensen. “Esse regulamento injusto e intolerante, por sua vez, ameaça forçar os provedores de serviço de saúde a participar e realizar serviços que violam suas consciências substancialmente”.

Christensen afirma que o regulamento é excessivo e fez um paralelo com a imposição, pelo governo Obama, da identidade de gênero nas escolas públicas a pretexto de combate à discriminação sexual.

“Essa ação destrói a liberdade dos americanos acreditarem e agirem de acordo com suas crenças”, afirmou Christensen, “não apenas no que diz respeito à privacidade nos banheiros, mas também com relação ao término de de uma vida humana inocente”.

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4 comentários sobre “OBAMA MANDA RECADO AOS HOSPITAIS: SE NÃO FIZEREM ABORTOS E CIRURGIAS DE ‘MUDANÇA DE SEXO’, NÃO RECEBERÃO VERBA DO GOVERNO FEDERAL

  1. Ações próprias de ditadores cruéis que usam determinadas bandeiras pra convencer os indoutos e, com isso, se perpetuar no poder.
    Não estaríamos caminhando para uma ditadura gay sem precedentes na história, a qual despertará a mesma resposta divina que foi dada nos casos de Sodoma e Gomorra?

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