Mensagem – A Parábola das Bodas Mt 22 1-14

” Porque muitos são chamados, mas poucos escolhidos.”

Bodas se refere a uma festa de matrimônio. No judaísmo dos tempos bíblicos essa festa tinha muitas etapas. Primeiro fazia-se o contrato. Um ano depois o noivo ia até a casa da noiva, onde eram apresentados. Depois disso havia um cortejo até a casa do noivo, onde havia um banquete para a celebração das bodas, esse banquete poderia durar até uma semana dependendo da situação econômica do noivo.

Dois convites foram enviados. O primeiro foi enviado com bastante tempo para que as pessoas se preparassem para a festa e o segundo foi enviado para avisar a todos que o banquete estava pronto.

O primeiro convite representa o ministério dos profetas e o segundo já na iminência da festa representa os ministérios de João Batista, Jesus e dos apóstolos.

Houve uma indiferença ao convite principalmente por parte dos lideres religiosos de Israel, tais lideres consentiram na morte de João Batista, incitaram a crucificação de Jesus e perseguiram a Igreja primitiva.

Hoje o convite continua sendo feito, desta feita a judeus e gentios, há mais de 2000 mil anos está sendo feito esse convite que alerta para a segunda vinda de Jesus Cristo.

Um convidado não atentou para algo fundamental quando aceitou o convite de casamento, ele tinha que usar roupa de casamento. Não usar essa veste representa recusar o sacrifício de Cristo na Cruz. Se quisermos participar da Sua festa temos que vestir-nos da justiça que Ele nos concedeu.

No entanto, esse homem não representa os “não salvos”, ele não foi tratado como inimigo do Rei. Porém por não ter se preparado ele foi expulso e lançado nas trevas exteriores.

Este convidado indigno tem o mesmo valor das 5 virgens loucas que não estavam com o azeite preparado quando o Noivo chegou. O azeite representa o Espírito Santo, e um dos sinais que estamos cheios do Espírito Santo é quando pregamos à Palavra de Deus a tempo e a fora de tempo. Quando superamos as dificuldades e não deixamos de anunciar as boas novas ao mundo. Assim era a Igreja primitiva, apesar de todas as perseguições e proibições, os apóstolos não paravam de anunciar o poderoso nome de Jesus e os sinais e maravilhas os acompanhavam. A Palavra diz que ninguém conseguia resistir e disputar com Estevão que estava cheio do Espírito Santo.

Que estejamos selados como o sangue do Cordeiro naquele Grande Dia em que Jesus arrebatará à sua Igreja. Assim estaremos salvos da morte e da destruição como foi nos tempos de Moisés quando o exterminador não atingiu os filhos de Israel no Egito, pois estavam com a marca do sangue do Cordeiro.

 

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