ONU decide que judeus não tem “laços” com o Monte do Templo

Instituto do Templo está preparado para volta do "Sacrifício Perpétuo”.

Por Jarbas Aragão / GospelPrime

Meu comentário: Esse quebra cabeça não está bem montado – Os judeus do Templo são ligados aos maçons illuminatis e estes é que mandam na ONU através dos Rothschilde. Tanto que EUA e Inglaterra votaram contra. Já que os muçulmanos são apenas joguetes nas mãos dos próprios Judeus sionistas, das duas uma: Ou alguém fez uma “merda” na ONU, pensando que o islamismo tem vida própria, ou é uma jogada que ainda não entendemos por parte dos globalistas que trará o anti-cristo.

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A Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura Nações Unidas (Unesco) anunciou nesta quinta-feira que o Monte do Templo, em Jerusalém, “não tem ligação” com os judeus.

A resolução associa somente nomes muçulmanos aos locais sagrados da Cidade Antiga. Vinte e quatro países-membros assinaram o documento e 26 se abstiveram. Apenas EUA, Reino Unido, Lituânia, Holanda, Estônia e Alemanha votaram contra. Leitura Recomendada:

https://exateus.com/2016/05/22/o-que-e-a-onu-criacao-luciferiana/

https://exateus.com/2016/07/04/crianca-esperanca-plano-da-unesco-ensina-aborto-e-direito-a-masturbacao-para-criancas-de-5-anos/

https://exateus.com/2016/05/09/onu-ignora-400-000-pedidos-em-favor-de-cristaos/

https://exateus.com/2016/07/01/onu-afirma-que-levar-criancas-a-igreja-e-violacao-dos-direitos-humanos/

A determinação foi concluída durante um encontro em Paris, reiterando uma votação similar realizada em abril.  Ao desconsiderar os laços históricos do local, a ONU virtualmente entrega o Muro Ocidental [Muro das Lamentações] aos palestinos.

A decisão foi classificada por Israel como “antissemita e absurda”, sendo severamente criticada pelo que chama de “abusos provocativos que violam a santidade e a integridade” da área.

Esse é um duro golpe diplomático contra Israel, que podia ser antecipado após a decisão no ano passado da UNESCO entregando dois locais sagrados para os judeus ao controle de muçulmanos.

O Túmulo de Raquel, perto de Belém, e a Caverna dos Patriarcas em Hebrom, estão desde outubro de 2015 na mão dos palestinos. Na ocasião, a proposta incluía o Muro das Lamentações, considerando-o uma extensão da mesquita de al-Aqsa. Contudo, foi retirado da proposta final por pressão de países aliados de Israel. Um ano depois, a proposta foi aceita. Mais:

https://exateus.com/2015/10/16/a-construcao-do-templo-judaico-e-os-macons/

https://exateus.com/2016/06/12/rabino-chefe-de-israel-admite-reconstruir-templo-de-jerusalem-junto-a-mesquita-islamica-al-aqsa-ha-muito-espaco-para-judeus-cristaos-muculmanos-todos/

https://exateus.com/2015/04/15/israel-ja-tem-levitas-prontos-para-fazerem-os-sacrificios-no-terceiro-templo/

https://exateus.com/2016/08/30/sinedrio-escolhe-novo-sumo-sacerdote-em-israel-terceiro-templo-devera-ser-construido-ao-lado-de-mesquita/

https://exateus.com/2016/03/24/israel-sacerdotes-reencenam-servico-biblico-do-templo-construcao-do-terceiro-templo-esta-proxima/

https://exateus.com/2016/04/22/judeus-voltam-a-fazer-sacrificios-de-animais-apos-2000-anos/

De acordo com o jornal Ynet News, o Ministério israelense das Relações Exteriores entregou um panfleto mostrando a inegável conexão histórica dos judeus com Jerusalém. Ele foi distribuído a todos os 120 delegados permanentes da UNESCO cujos países têm relações diplomáticas com Israel.

Fugindo da tradição, Israel buscou a ajuda inclusive da Santa Sé, argumentando que isso também iria prejudicar os cristãos. O Vaticano não se manifestou oficialmente.

Os representantes da Palestina estão buscando, entre outras coisas, nomear um observador permanente da UNESCO em Jerusalém. O objetivo seria forçar a condenação das atividades israelenses em territórios disputados.

A julgar pela decisão de hoje, a ONU acabará cedendo à pressão e intervindo em território israelense, forçando o reconhecimento da Palestina como Estado independente, cuja capital seria Jerusalém Ocidental.

“Obviamente, eles nunca leram a Bíblia”

O primeiro-ministro de Israel Benjamin Netanyahu protestou contra a decisão da ONU.  “O teatro do absurdo continua com a UNESCO. Hoje, a organização tomou sua decisão mais bizarra, dizendo o povo de Israel não possui nenhuma ligação com o Monte do Templo e o Muro das Lamentações. Obviamente, eles nunca leram a Bíblia”, disparou.

Foi mais incisivo, pedindo: “gostaria de aconselhar os membros da UNESCO que visitem o Arco de Tito, em Roma, onde poderão ver o que os romanos levaram para Roma após terem destruído e saqueado o Monte do Templo dois mil anos atrás. Poderão ver gravado no Arco, o menorah de sete braços, que é o símbolo do povo judeu, bem como o símbolo do Estado judaico hoje. ”

Cumprimento profético

O Conselho Executivo da UNESCO tem 58 países membros. A maioria deles é de nações muçulmanas, o que garante o apoio aos palestinos. Como a Palestina não é reconhecida como nação e tampouco é membro da comissão, seis Estados árabes apresentaram a proposta em nome dos palestinos: Argélia, Egito, Kuwait, Marrocos, Tunísia e Emirados Árabes Unidos.

Segundo o documento, o Muro das Lamentações passaria a se chamar Al-Buraq Plaza. Buraq é o nome do cavalo alado que teria levado Maomé em sua viagem mística a Jerusalém. Também faria parte desse “complexo palestino” a Porta de Mughrabi, que dá acesso ao local.

Também pedem “ações” da ONU contra o que denominam “a capital ocupada da Palestina”.

Em outras palavras, conseguiriam ampliar o domínio palestino justamente no local mais sagrado para o judaísmo. Ao mesmo tempo, forçariam o reconhecimento que a Autoridade Palestina tem direito a parte Oriental de Jerusalém, conquistada por Israel na Guerra de 1967.

A Esplanada das Mesquitas é o terceiro lugar mais sagrado do islã e a Jordânia tem a custódia deste santuário, segundo o tratado de paz entre ambos países de 1994. Segundo a Bíblia e a arqueologia, é nesse local, no alto no Monte Moriá, que ficava o templo de Salomão e posteriormente foi edificado o Segundo Templo, pelo governador romano Herodes.

Os incidentes e a luta pelo Templo se reascenderam no último ano, após os sucessivos anúncios por parte de judeus religiosos que estaria tudo pronto para a construção do Terceiro Templo no local.

Os judeus veem a reconstrução do Templo como parte do cumprimento das profecias do Antigo Testamento e anúncio da vinda do Messias.

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4 comentários sobre “ONU decide que judeus não tem “laços” com o Monte do Templo

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