WW3: Grã-Bretanha está enviando centenas de soldados e equipamentos militares para as fronteiras da Rússia – Seguindo a Inglaterra, Alemanha também envia tropas

A Grã-Bretanha (ilha onde ficam Inglaterra, País de Gales e Escócia) está enviando centenas de soldados e equipamentos militares para as fronteiras da Rússia. É a maior mobilização militar desde a Guerra Fria.

(26/10/2016) – Cerca de 800 soldados, aviões e tanques de guerra estão se movendo para a Estônia com o objetivo de fortalecer as tropas da OTAN na fronteira com a Rússia. Saiba mais:

A propaganda falsa dos EUA sobre a Síria e contra a Rússia agora está falhando abertamente!

A Origem da Al-Qaeda e do Estado Islâmico pela CIA

A chance de Putin se vingar dos EUA na Síria

“RÚSSIA CRIA UMA NOVA ORDEM INTERNACIONAL REDUZINDO INFLUÊNCIA DOS EUA”

EUA: As eleições preparam a guerra!

RÚSSIA REALIZA MOVIMENTOS TÍPICOS DE PREPARAÇÃO PARA UMA GUERRA

‘Número de tropas inimigas ao redor da Rússia é sem precedentes’

CHINA E RÚSSIA INICIAM GRANDES MANOBRAS MILITARES

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A estratégia ocorre depois do aumento das tensões entre o Ocidente e a Rússia nesses últimos meses.

No início de Outubro, cerca de 40 milhões de civis teriam realizado simulações de guerra depois que autoridades russas advertiram que o Ocidente poderia atacar a qualquer momento,

A OTAN está pressionando os aliados, incluindo os EUA e a Grã-Bretanha para que fortaleçam sua presença militar em um possível conflito com Moscou.

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Na último dia 19, um porta-aviões russo atravessou um canal inglês (no sentido da Síria) com o objetivo de ostentar forças militares ao longo das costas da Europa.

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Os EUA já estão em negociação com países da Europa e pretendem enviar 4 mil soldados para consolidar a Aliança da OTAN.

França, Dinamarca, Itália e outros aliados também são esperados para se juntar aos grupos de combate liderados por Estados Unidos, Alemanha, Grã-Bretanha e Canadá.

Jens Stoltenberg, Secretário-Geral da OTAN, disse que será “uma clara demonstração de força promovida pela Organização do Tratado do Atlântico Norte”.

OTAN diz que não quer conflito mas instala mais 4.000 soldados na Europa!

A Aliança Atlântica não procura um confronto com a Rússia ou uma nova Guerra Fria, porque de fato a aliança aspira a cooperar com a Rússia, informou Jens Stoltenberg.

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O secretário-geral da OTAN fez esta declaração à BBC, destacando que, em vez de hostilidade relativamente a Rússia, a aliança militar continua “aspirando a ter relações mais cooperativas e construtivas” com o país.

Falando sobre a instalação de 4 mil militares adicionais da aliança militar no Leste Europeu, Stoltenberg disse que a medida visa prevenir e não provocar um possível conflito.

“Nós temos que fazer isso com base na defesa coletiva”, notou.

Na quarta-feira (26) os ministros da Defesa dos países-membros da Aliança Atlântica se reuniram em Bruxelas (Bélgica) para discutir o reforço da defesa do flanco leste do bloco, em particular, a instalação de quatro batalhões multinacionais adicionais nos países bálticos e na Polônia. [FONTES: Diário do Brasil / Sputnik News]

Seguindo a Inglaterra, Alemanha envia tropas para fronteira da Rússia.

Proteger a Lituânia contra a Rússia, será responsabilidade da Alemanha, de acordo com os novos planos de defesa da OTAN que surgiram na cimeira desta semana em Bruxelas.

27 de outubro de 2016 –

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O Ministério da Defesa alemão mostrou na quarta-feira à noite o quão sério ele está levando essa tarefa ao confirmar a agência de notícias DPA que no próximo ano estará enviando tanques Leopard 2 para a fronteira da russa com os países Bálticos.

Serão 650 soldados, bem mais do que foi planejado, embora ele não ter esclarecido a quantidade total a ser enviada.

A medida faz parte do plano mais amplo da OTAN para proteger seus
membros bálticos, que têm demonstrado preocupação sobre as ambições russas após a anexação da Crimeia em 2014 e a subsequente guerra no
leste da Ucrânia.

Um batalhão da OTAN com cerca de 1.000 soldados será estacionado na Lituânia a partir de junho do próximo ano e depois haverá um rodizio a cada seis meses.

Cerca de 450 a 650 destas tropas estão a ser fornecido pela Bundeswehr (Forças Armadas da Alemanha, enquanto os outros virão da França, Bélgica e Croácia.

A mídia alemã informou que as unidades treinadas em combate também serão equipadas com tanques, veículos blindados, atiradores e engenheiros.

Alemanha está a desempenhar um papel importante na missão da OTAN na região do Báltico.

Defendendo as medidas defensivas, cada uma das grandes potências da aliança irá enviar tropas para reforçar as defesas dos países que fazem fronteira com a Rússia:

Cada pais báltico, terá a sua defesa responsabilizada por cada uma abaixo:

  • * Lituânia será protegida pelas forças armadas da Alemanha;
  • * Polônia será protegida por forças dos EUA;
  • * Letônia terá seu território defendido por forças do Canada
  • * Grã-Bretanha irá ajudar a reforçar a defesa da Estônia.

Os planos são susceptíveis de antagonizar ainda mais a Rússia, cujo o governo tem criticado os planos militares da OTAN na região.

“A aliança está concentrando suas forças em limitar uma ameaça inexistente do Oriente”, o Ministério do Exterior russo disse no verão.

A Ministra da Defesa alemão Ursula von der Leyen defendeu as medidas, chamando a implantação de “exatamente apropriado” e “defensiva”.

“Este é um sinal claro de que um ataque a um país da OTAN será considerado um ataque contra todos os 28 países membros”, disse ela. 

Já o Secretário Geral da OTAN, Jens Stoltenberg também indicou que a missão foi uma resposta à agressão russa.

“A Rússia está preparada para usar seu poder militar”, disse ele em Bruxelas.

“É necessário que a OTAN esteja preparada para responder a isso.” 

Gustav Gressel, especialista em Rússia no Conselho Europeu de Relações Exteriores, acredita que os novos planos da OTAN são realmente bastante medida de defesa, dadas as circunstâncias.

“A Rússia ainda goza de superioridade militar nessa área de cerca de cinco-para-um”, disse à DW. 

“Não é de todo uma ameaça ofensiva contra os russos, mas sim uma cautelosa reação em pequena escala para o acúmulo e mobilização militar na qual a Rússia tem vindo a sofrer. Isso não muda o equilíbrio militar no Báltico”. 

Stoltenberg disse que a OTAN não tinha outra escolha a não ser responder aos avanços da Rússia.

De fato, os Estados Bálticos gostaram da atitude da OTAN e esperam mais tropas para as suas zonas fronteiriças, argumentou Gressel.

[FONTES: CONFLITOS E GUERRAS / lbc Vikings News]

 

 

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