Nota da Sociedade Criacionista Brasileira contra a Terra Plana!

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Parabéns, terraplanistas! Vocês conseguiram em muito menos tempo fazer o que os evolucionistas ateus têm tentado há décadas: associar o Criacionismo a ideias absurdas e insustentáveis. Estão conseguindo fazer com que os desavisados encarem a Bíblia como um livro terraplanista, afastando ainda mais os seres pensantes. Exatamente do jeito que o diabo quer. Não conheço um criacionista sério que defenda essa insanidade. A Sociedade Criacionista Brasileira, entidade reconhecida por suas pesquisas e publicações respeitadas, com uma história de quase meio século em nosso país, é frontalmente contrária a qualquer ideia terraplanista. Finalmente, é bom que se diga que o principal nome desse movimento defensor da Terra plana é, na verdade, um evolucionista. Parece realmente o tipo de coisa feita propositalmente para denegrir a reputação dos criacionistas, como já aconteceu no passado. [MB] 

Michelson Borges

Michelson Borges é pastor adventista do sétimo dia, jornalista formado pela UFSC e mestre em teologia pelo Unasp. Autor de vários livros sobre criacionismo, história e mídia, é editor da revista Vida e Saúde (www.revistavidaesaude.com.br) e mantém também o site http://www.criacionismo.com.br. Tem participado como palestrante em seminários criacionistas no Brasil e no exterior, e é membro da Sociedade Criacionista Brasileira (www.scb.org.br)

Expoentes históricos da Terra Plana:

Antoine-Jean Letronne (1787-1848) – um historiador ateu, foi responsável por atribuir ao “Topografia Cristã” de Cosmas Indicopleustes uma importância histórica que ele nunca teve, concluindo que todos na Idade Média acreditavam que a Terra era plana, quando filósofos como Santo Agostinho já diziam que a Terra era esférica nessa mesma época.

Washington Irving (1783-1859) – Estava mais para um romancista do que para um historiador propriamente dito, foi o autor da Lenda do Cavaleiro sem cabeça. 

Samuel Rowbotham (1816–1884) Um excelente argumentador sofista, mestre nos debates, mas ele também estava supostamente usando o nome “Dr. Samuel Birley”, morando em uma bela casa de 12 quartos, vendendo segredos para prolongar a vida humana e curando todas as doenças imagináveis.

John Draper (1811-1882), um físico violentamente anti-religioso, publicou em 1873 o livro “A História do conflito entre a Ciência e a Religião”, utilizando o mito da “Terra plana” como exemplo de que as crenças religiosas eram “estúpidas” e “atrasadas” e necessariamente “se opunham ao progresso da ciência”. Através de Draper o mito da “Terra plana” chegou como verdade absoluta até o início do século XX, e só nos anos 20 começou a ser questionado.

John Hampden, um polemista cristão, ganhou notoriedade ao se envolver em debates públicos estridentes com cientistas líderes do dia. Uma aposta envolvendo o proeminente naturalista Alfred Russel Wallace no famoso experimento do nível Bedford levou a vários processos judiciais por fraude e injúria e prisão de Hampden.

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