Vacina contra o Zika modificará o DNA humano!

Assista o meu comentário sobre a vacina contra o virus Zika que modificará o DNA humano!

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PÂNICO ECO-CHATO: STEPHEN HAWKING PROPÕE FUGIR DO PLANETA TERRA

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Louvado pela moda, o físico e cosmólogo britânico Stephen Hawking encheu de gáudio o catastrofismo ambientalista em debate organizado pela Oxford Union Society.

Segundo esse militante do ateísmo, nós só teremos 1.000 anos para fazer as malas e migrarmos para outro astro. Desse destino fatídico adviria a necessidade de acelerar a conquista espacial.

Ele explicou a causa de sua predição apocalíptica: “Eu acredito que não sobreviveremos mais 1.000 anos sem fugirmos de nosso frágil planeta”, informou o jornal londrino “The Independent”.

Para identificar os cânceres que devorarão esse “frágil planeta”, ele apelou para os pânicos ambientalistas:

O primeiro é a mudança climática; o segundo é o desenvolvimento da energia nuclear; e, por fim, o progresso da inteligência artificial.

O físico apoiou-se em sua visão materialista do homem, qualificado por ele de “mera partícula elementar da natureza”. Após rebaixar assim o ser humano, que tem uma alma imortal dotada de inteligência e vontade, Stephen Hawking apelou para o precipício dos blefes ambientalistas.

Não é a primeira vez que o cosmólogo apela para pânicos irracionais com vistas a influir sobre o futuro da espécie humana. Em abril de 2015 ele apresentou um projeto de nave espacial para tentar atingir Alpha Centauri, o grupo de estrelas mais próximo da Terra.

Nenhuma tecnologia permite entrever como essa viagem seria possível. Levar-se-ia toda a humanidade, ou se escolheria uma casta de “seletos” que iriam iniciar uma nova humanidade enquanto os restantes ficariam condenados à extinção pelo aquecimento global?

Quanto duraria essa viagem monstruosa? Alpha Centauri se encontra nada mais, nada menos a quatro anos-luz e é astronomicamente imensa. E ir para onde? A ciência e a tecnologia espacial não têm a menor ideia se há algum astro habitável naquele sistema.

Muitos físicos criticam Hawking, argumentando que ele age mais como um astro pop do que como cientista.

Eles alegam que o britânico defende teses muito embombadas pela imprensa, mas que nunca demonstra.

Acrescentam que é muito difícil discutir com ele pela ausência de documentação para suas suposições e pelo barulho midiático que o circunda (cfr. verbete Stephen Hawking, Wikipedia).

Falando no programa “Live from space”, Hawking pontificou que os terrícolas deveriam colonizar a Lua num prazo de “50 anos”, por causa de um suposto supercrescimento da população.

Na verdade, a humanidade, com todas suas atividades, ocupa por volta de 11% da Terra, existindo ainda imensidades por conquistar para a cultura e para a civilização.

As novas tecnologias prometem tornar essa estreita percentagem aproveitada do planeta ainda mais rica e produtiva. Mais, expandir essa parcela para regiões agora consideradas inaproveitáveis, como é o caso de muitas que hoje são prósperas graças ao trabalho dos homens.

Para isso vale, aliás, o conselho final que ele mesmo deu:

“Lembrai-vos de olhar para as estrelas, e não para os vossos pés. Tentai entender o que vós vedes e vos interrogar sobre as razões de ser do universo. Sede curiosos. Pouco importa até que ponto a vida parece complicada, sempre haverá alguma coisa que vós podereis fazer e obter sucesso. O importante é não entregar os pontos.”

A conquista do espaço não precisa de pânicos irracionais que induzam a pular no vazio de um sistema remotíssimo, inacessível e essencialmente ignorado. Esse pulo soa a suicídio coletivo em nave perdida.

O homem precisa é de sabedoria. Isso é o que está faltando. Ele poderá assim dar lugar a proezas no domínio da Terra, garantindo uma vida livre e plena, realizando o plano de Deus.

Mas apelando para o contrário da sabedoria, que é a característica da revolução verde-vermelha, nós nos jogaremos num precipício inimaginável.

Luis Dufaur edita o blog ‘Verde: a cor nova do comunismo’ – https://ecologia-clima-aquecimento.blogspot.com.br/

CIENTISTAS MISTURAM HOMEM E PORCO E CRIAM ANIMAL “HÍBRIDO”

Resultado de imagem para quimeras humanas

As quimeras eram criaturas míticas da Grécia Antiga, formadas da mistura de dois ou mais animais. Agora, cientistas tentam criar embriões híbridos, reunindo genes de humanos e porcos. O projeto tem como objetivo fazer crescer órgãos humanos em animais para que possam ser usados em transplantes.

Juan Carlos Izpisua Belmonte, pesquisador do Instituto Salt para Estudos Biológicos, na Califórnia, explica: “O principal objetivo é criar tecidos ou órgãos funcionais e que possam ser transplantados, mas ainda estamos longe disso. Mesmo assim, trata-se de um importante primeiro passo”.

Para a comunidade científica esse seria um avanço importante na produção de órgãos humanos, saudáveis e compatíveis com os pacientes. Belmonte e seus demais colegas pensam que estes órgãos também poderiam ser usados para testar medicamentos e tratamentos de forma segura.

De acordo com o material publicado pela equipe do Instituto Salt na revista científica Cell, foram colocadas células estaminais de humanos em embriões de porcos. O resultado foram dois mil híbridos, imediatamente implantados nos suínos. O artigo afirma que se desenvolveram mais de 150 embriões maioritariamente porco, que continham cerca de 10 mil células humanas.

Como a gestação dos porcos é de apenas 112 dias, Belmonte explica que os embriões foram retirados ao 28º dia, no fim do primeiro trimestre de gravidez. “Isto foi o suficiente para tentarmos entender como as células humanas e suínas se misturam no princípio, sem levantarmos questões éticas sobre animais quiméricos adultos”, explicou ao The Washington Post.

Como precaução, as células quiméricas foram todas destruídas, logo não há possibilidade de que nasça uma criança-porco. O objetivo da equipe é conseguir “desativar” determinados genes dos porcos para obterem órgãos com tecido celular totalmente humano, que seria usado para transplante.

Obviamente a divulgação do estudo renova as discussões éticas e os conhecidos receios sobre os animais híbridos. Em especial por que usa células humanas.

Este não é o único tipo de experimento no mundo para gerar uma quimera. Um artigo da revista Nature deste mês mostra que cientistas tiveram sucesso em gerar órgãos de um camundongo dentro de um rato. Depois, fizeram um transplante para um camundongo doente, mostrando que o transplante inter espécies é uma realidade.

* Imagem ilustrativa
Por Jarnas Aragão – Gospel Prime
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“Relógio do Juízo Final” marca dois minutos e meio para o fim do mundo

O Doomsday Clock ou Relógio do Juízo Final, em tradução livre, foi criado em 1947, quando o mundo vivia a Guerra Fria e o temor de novos ataques nucleares como os que puseram fim à 2ª Guerra Mundial dois anos antes. Um grupo de cientistas da Universidade de Chicago, Estados Unidos, calculava então que o mundo estaria, em contagem simbólica, a sete minutos para a meia-noite, a hora final da humanidade.

Desde então, os ponteiros desse relógio foram movidos para a frente e para trás, dependendo das políticas adotadas pelos líderes mundiais e a relevância de acontecimentos de escala global.

Anunciado anualmente pelo Bulletin of the Atomic Scientists, o relógio em 2017 está marcando dois minutos e meio para a meia-noite. Ele não estava tão próximo assim desde 1984. Durante o anúncio, parte da culpa dessa mudança foi colocada sobre Donald Trump que, segundo o comunicado, fez “irrefletidos comentários sobre o arsenal nuclear dos Estados Unidos”.

Nos últimos dois anos, o relógio manteve-se parado nos três minutos para a meia-noite. Os especialistas que estabelecem a contagem alertavam apenas que a “probabilidade de uma catástrofe global era muito alta e que era necessário tomar decisões para reduzir os riscos de um desastre”. Neste ano, o Bulletin insiste que “o risco ainda é maior e a necessidade de agir mais urgente”.

Para os especialistas, também fizeram o relógio andar os programas de modernização do armamento nuclear de Coreia do Norte, Índia, Paquistão e Rússia. Curiosamente, o relatório não faz menção aos projetos do Irã, que recentemente comprou urânio suficiente para produzir 10 bombas nucleares.

Em 1991, quando EUA e URSS assinaram o Tratado de Redução de Armas Estratégicas, foi o mais distante que o relógio esteve da meia-noite. Com informações de The Washington Post

Mais:

https://exateus.com/2016/03/28/o-relogio-do-juizo-final/

Onda de frio extremo toma conta de quase todos os países da Europa e Estados Unidos!

Quando será mesmo que vai começar o Aquecimento Global heim?

Assista:

A onda de frio que atinge a Europa, da Rússia à Grécia, com temperaturas mínimas históricas e fortes nevascas, já deixou 24 mortos e cobriu de branco até mesmo as ilhas gregas e o sul da Itália. Entre as mortes, 10 foram registradas na Polônia, oito na Itália, três na República Tcheca, duas em Bulgária e uma na Grécia.

Na Polônia, com temperaturas chegando a 25 graus negativos, morreram dez pessoas, de acordo com o centro de segurança do Governo. Desde novembro, o frio já matou 55 pessoas, às quais se somam 24 mortes por inalação de monóxido de carbono por aquecedores que tinham ascendido para combater as baixas temperaturas. As autoridades alertaram para o perigo do uso de estufas antigas.
Alunos cantam durante as celebrações da Epifania em dia com temperatura de -12ºC, em Varsóvia, na Polônia (Foto: AP Photo/Alik Keplicz)

Alunos cantam durante as celebrações da Epifania em dia com temperatura de -12ºC, em Varsóvia, na Polônia (Foto: AP Photo/Alik Keplicz)

Mulher caminha sobre estrada coberta de neve em Sarajevo, na Bósnia (Foto: AP Photo/Amel Emric)

Mulher caminha sobre estrada coberta de neve em Sarajevo, na Bósnia (Foto: AP Photo/Amel Emric)

Na Itália, o Departamento de Proteção Civil mantém neste domingo (08/01/2017), a alerta por onda de frio que afeta todo o país, com intensidade especial no centro e no sul, onde os acessos por rodovias, trem, avião e mar sofrem as consequências em forma de cancelamentos e atrasos. Os aeroportos da Sicília, Bari e Brindisi reabriram depois de estarem fechados no sábado, e os acessos por trem voltaram hoje à normalidade, exceto na Sicília, onde as fortes nevascas dificultavam o serviço entre Palermo e Catania durante a manhã de domingo, embora o tráfego tenha se restabelecido progressivamente ao lado do dia. Espera-se que as escolas da região continuem fechadas durante a segunda-feira (09/01/2017). Mais:

https://exateus.com/2016/11/14/a-mentira-do-aquecimento-global/

https://exateus.com/2016/10/07/acordo-de-paris-contra-mudancas-climaticas-entrara-em-vigor-em-30-dias-o-terrorismo-climatico-vai-comecar/

PAÍSES ASSINAM ACORDO DO CLIMA DE PARIS NESTA SEXTA, NA SEDE DA ONU; TRATADO ABRE ESPAÇO PARA A CRIAÇÃO DE UMA AUTORIDADE ÚNICA MUNDIAL

Aquecimento Global: O maior escândalo científico dos Estados Unidos e do Mundo

ACABAR COM AS CRIANCINHAS PARA DESAQUECER O PLANETA?

O Mito do Aquecimento Global

NASA: Gelo na Antártica não Cessa de Crescer e faz Descer Níveis dos Oceanos

Papa Francisco adverte a vinda de um evento catastrófico mundial durante evento no G20

O Vaticano e os planos de despopulação do planeta

AMBIENTALISMO RADICAL PEDE O AUXILIO DO VATICANO PARA A REVOLUÇÃO “VERDE”

NASA Exposta: Novas Fraudes sobre Mudanças Climáticas

 

A previsão é de que as baixas temperaturas continuem, e que as nevascas, já menos intensas que no sábado (07/01/2017), comecem a parar neste domingo (08/01/2017). O Departamento de Proteção Civil recomenda que os moradores só utilizem seus carros em casos de extrema necessidade. As previsões indicam que uma nova incidência acontecerá sobretudo sobre a costa adriática (no leste) e a região sul, com “persistência de temperaturas muito baixas e ventos fortes”. As temperaturas continuaram abaixo de zero durante a noite em muitas cidades, sobretudo no norte, com 7 graus negativos em Verona e 2 negativos em Florença; na Sicília, a cidade de Catania (ao nível do mar) teve uma mínima de 3 graus, e na capital da ilha, Palermo, os termômetros apontaram 4 graus. Outras áreas, especialmente nas montanhas, registraram valores ainda mais baixos, como os 14 graus negativos de Cascia, no centro, e os 10 graus negativos de Accumoli, ambas na área atingida pelos fortes terremotos que causaram a morte de quase 300 pessoas

em agosto do ano passado.

A situação nas áreas afetadas pelos tremores é especialmente complicada porque a neve dificulta a mobilidade, e as autoridades anunciaram que é obrigatório o uso de pneus de inverno e correntes nos locais próximos a Amatrice, uma das zonas destruídas pelos terremotos. Na capital Roma, a temperatura no início da tarde era de apenas dois graus e, com um céu encoberto, a sensação térmica é ainda menor, devido ao vento – um cenário que manteve congelada a água em parte de algumas fontes da Piazza Navona, da Fontana de Trevi e da Piazza Barberini.

Por enquanto, não há notícias de mais mortes como consequência do frio. Até o sábado (07/01/2017), as informações davam conta de oito mortes, a maioria entre moradores de rua entre 46 e 66 anos. Duas das vítimas eram sem-tetos poloneses, além de um romeno, um indiano e os demais italianos, entre eles uma mulher que sofreu uma queda após escorregar no gelo. A última morte registrada foi a de um homem de 81 anos, que sofria do Mal de Alzheimer e havia saído de casa sem avisar ninguém, e apareceu morto por hipotermia em Capriano, no norte de Milão.

A Turquia também tem sido gravemente afetada, com o estreito de Bósforo fechado para trânsito depois de uma forte tempestade de neve que atingiu Istambul. O temporal obrigou a Turkish Airlines a cancelar 633 voos nacionais e internacionais no país neste domingo, a maior parte em Istambul. Cerca de 10.000 passageiros que viajavam para Istambul tiveram de se hospedar em hotéis devido a desvios em seus voos, e outras 5.000 pessoas não puderam sair da cidade e também tiveram de se alojar até que a situação melhore. De acordo com a mídia local, a Turkish Airlines cancelou todos os voos nacionais até as 19h locais (14h de Brasília). Várias conexões internacionais foram afetadas, a maioria do centro da Europa.

Garota anda sob árvores durante nevasca em Istambul (Foto: REUTERS/Osman Orsal)

Garota anda sob árvores durante nevasca em Istambul (Foto: REUTERS/Osman Orsal)

A Rússia viveu seu fim de ano mais frio nos últimos 120 anos. Na capital Moscou, o termômetro marcou 28,5 graus negativos na noite de sábado, segundo a agência Tass. De acordo com os meteorologistas, as temperaturas estão entre 12 e 15 graus abaixo da média normal para esta época do ano, mas a previsão era ainda pior, em torno de 40 graus negativos. Nos aeroportos de Sheremetievo e Domodedovo, em Moscou, mais de 80 voos foram cancelados. As previsões indicam que, a partir de segunda-feira, a temperatura voltará a subir.

Na Grécia, onde o inverno geralmente é suave, foram registradas temperaturas de até 15 graus negativos no norte do país, onde um imigrante afegão morreu de frio na semana passada, e as estradas foram palco de inúmeros acidentes. Em Atenas, os termômetros não passam de 0 grau, enquanto várias ilhas, algumas cheias de campos de refugiados, estão cobertas de neve. O ministro de Migração grego, Yannis Muzalas, assegura que já não há “refugiados ou imigrantes vivendo no frio“.

A capital da República Tcheca, Praga, teve a noite mais fria do inverno até agora, de acordo com as autoridades, e três pessoas morreram, duas delas sem-teto. A temperatura mais baixa, de 34 graus negativos, foi registrada em Sumava, perto da fronteira com a Alemanha. Na Bulgária, dois imigrantes iraquianos foram encontrados mortos em um parque no sudeste do país.

Na Alemanha, a frente fria, chamada de Axel, fez a temperatura despencar para 31 graus negativos e cobriu de gelo principalmente o norte do país, causando inúmeros acidentes. Em Marienberg-Kühnhaide, na Saxônia, foram registrados 31,4 graus negativos, enquanto na Bavária, nas cidades de Reit im Winkl e Schorndorf, os termômetros mostraram 26 graus abaixo de zero. “Não saiam de casa!”, foi o aviso do serviço meteorológico estatal de Mecklemburgo-Pomerania Ocidental à população. Em Braunlage, na Baixa Saxônia, um grupo de jovens aproveitou a rua congelada para fazer derrapagens com um carro – a brincadeira acabou com o atropelamento de duas mulheres; uma delas está internada em estado grave. Para o início da semana, espera-se um aumento na temperatura, com exceção do leste e do sudeste do país, onde o gelo continuará.

Na Hungria, o frio já causou a morte de 80 pessoas até o fim de dezembro, contra 45 no mesmo período do ano anterior, de acordo com os dados da ONG Foro Social Húngaro. Embora durante este inverno nenhuma onda de frio tenha sido registrada, os serviços de meteorologia advertem que, a partir deste domingo até o fim da semana, haverá temperaturas de até 24 graus abaixo de zero nas regiões do leste do país. O Serviço Nacional de Meteorologia decretou estado de alerta por frio extremo em cinco das 19 províncias do país, e os ventos gelados chegaram à marca de 90 quilômetros por hora. [FONTES: EL PAÍS / G1]

Asteroide do tamanho da Estátua da Liberdade pode atingir a Terra em 2017!

De 40 metros, a pedra gigante pode causar consequências graves dependendo de onde atingir o planeta.

Uma astrônoma alertou que um asteroide do tamanho da Estátua da Liberdade está em direção à Terra e pode colidir com o planeta em outubro de 2017. As informações são do The Mirror.

Segundo Judit Györgyey-Ries, do Observatório McDonald da Universidade do Texas, a pedra gigante poderá trazer um impacto maior do que aquele causado na Rússia, em fevereiro de 2013, quando o país foi atingido por este fenômeno e mais de 1.200 pessoas tiveram de ser hospitalizadas.

“O tamanho é estimado pelo seu brilho, mas não sabemos exatamente a refletividade. Assim, pode ser maior ou menos do que esperamos, tendo entre 10 e 40 metros”, afirmou.

A astrônoma americana afirmou que é possível enxergar o asteroide 2012 TC4 que poderá causar janelas quebradas e certo caos, dependendo de onde ele bater. De acordo com ela, há uma chance em um milhão de sermos atingidos.

Um asteroide gigante parecido a este quase atingiu o planeta em outubro de 2012, quando passou a 94,800 km de distância. [FONTE: terra]

Assista também:

Rede Globo: “Fantástico” tenta desconstruir arca de Noé!

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Por jornalista Michelson Borges

De vez em quando, a mídia popular secular escancara seus preconceitos, suas contradições e seus paradoxos. A título de comparação, quando a rede Globo de televisão veicula reportagens sobre espiritismo,astrologia e/ou festas católicas que envolvem romarias, adoração de imagens e coisas afins, geralmente o faz em tons positivos, quase com reverência. Certa vez, em um programa matinal, a emissora expôs a fé da apresentadora em sua peregrinação religiosa e em suas demonstrações de penitência. A matéria foi exibida sem críticas, com todo o respeito que, evidentemente, essas coisas merecem. Ocorre que esse respeito e essa “imparcialidade” são relativos, e isso pode ser visto claramente quando o assunto em questão são eventos ou conceitos bíblicos e, pior, quando o tema em pauta é o criacionismo. Aí realmente mudam de tom, deixando claro que preferem respeitar a crença na suposta influência dos astros e dos búzios, nas aparições de supostas almas penadas e na pretensa energia mística de pedaços de madeira, a acreditar que o Universo tenha sido criado pelo Deus da Bíblia e que as histórias de Gênesis sejam factuais. Mais:

https://exateus.com/2015/05/24/a-biblia-fala-de-dinossauros/

https://exateus.com/2015/05/10/de-onde-surgiu-a-ideia-dos-milhoes-de-anos/

https://exateus.com/2015/12/08/formas-transicionais-que-os-evolucionistas-mais-informados-ja-nao-usam-na-defesa-da-sua-fe/

https://exateus.com/2015/05/02/evolucionistas-recusam-se-a-fazer-ciencia-que-pode-colocar-em-causa-a-tua-fe/

Vimos um claro exemplo disso ontem à noite. Em pleno “Natal“, o programa semanal de variedades “Fantástico” levou ao ar uma reportagem sobre a réplica da arca de Noé construída no Estado do Kentucky, nos Estados Unidos. A seguir, vamos analisar alguns pontos da reportagem que pode ser vista aqui. Confira também os links fornecidos ao longo do texto e que proveem conteúdo adicional.

  1. O vídeo começa com a frase “qualquer criança conhece essa história”, numa possível tentativa de logo de cara infantilizar o assunto. Sim, as crianças conhecem a história de Noé, mas adultos também se dedicam ao estudo do tema, e há muitas pesquisas sobre isso que poderiam ter sido mencionadas na matéria (confira aqui e aqui).
  1. O repórter Felipe Santana mostra a cozinha da arca e diz que seus criadores acreditam que a família de Noé era vegetariana, “apesar de ter muitos animais dentro da arca”. Mas é evidente que deveriam ser vegetarianos, afinal, os animais mantidos na embarcação (um par de animais “impuros” e sete pares de animais “limpos”) eram um verdadeiro patrimônio, e, naquele momento, uma raridade. Se a família de Noé se pusesse a comê-los, poderia acabar por extinguir algumas espécies. É bom lembrar que a dieta originalmente determinada por Deus para os seres humanos e para os animais foi a vegetariana. A permissão para comer carne veio somente após o dilúvio, em caráter de emergência. Daí a quantidade maior de animais liberados para consumo humano (ou “limpos”).
  1. O repórter diz, também, que os criadores da arca não acreditam que animais possam ter sido extintos pela seleção natural. Não sei de onde ele tirou isso, pois os criacionistas acreditam, sim, nos efeitos da seleção natural e em seu potencial de eliminar organismos menos adaptados às condições em que vivem. Não acreditam é no poder “criador” às vezes atribuído à seleção natural, como mecanismo promotor de evolução. Como o nome já diz, ela apenas seleciona o que já existe, mas não promove aprimoramentos que dependeriam de novos aportes de informação complexa e específica, o que é cientificamente improvável, pois informação depende de uma fonte informante.
  1. A matéria comete o erro clássico de confundir ciência com cientistas, e afirma que a evolução é “a teoria mais aceita pela ciência”. A ciência não “aceita” nada, não “pensa” nada, não “supõe” nada. Ciência é método, é ferramenta, é um ótimo recurso não inventado pelo ser humano, mas usado por ele para compreender a realidade que o cerca. Os cientistas (com toda a sua subjetividade, suas crenças e seus pressupostos) é que “aceitam”, “pensam” e “supõem”. Assim, o correto seria dizer que a evolução é a teoria mais aceita por muitos cientistas, não todos, afinal, há aspectos dessa teoria que sequer são científicos (são filosóficos) e há muitos cientistas que não aceitam todos os aspectos do evolucionismo, justamente por não serem científicos. A matéria do “Fantástico” simplifica demais a questão e promove o clássico ufanismo darwinista.
  1. Citam o conhecido exemplo do pescoço da girafa e afirmam que as mais altas foram selecionadas pelo fato de conseguirem alcançar as folhas verdes do alto das árvores. E os animais que não dispunham de pescoções, como “se viravam”? Por que não se tornaram extintos? E os mecanismos complexos de que a girafa dispõe para poder viver com aquele pescoção (confira aqui)? Teriam “surgido” assim complexos nas girafas altas e não nas mais baixas? Nas baixas seria desnecessário. Nas altas seria vital desde o princípio, pois a girafa não sobreviveria sem esses mecanismos. Fica fácil apresentar uma teoria simplificando tudo como se fosse uma historinha para crianças(e tiveram a coragem de começar a matéria dizendo que a arca de Noé é história infantil!).
  1. Em seguida, Santana diz que o “pessoal” (intenção de descredibilização?) que criou a arca acredita no criacionismo, segundo o qual “tudo” e “todos” foram feitos por Deus. Outra simplificação generalista. Criacionistas não acreditam, por exemplo, que Deus criou o tubarão, o leão e o mosquito Aedes aegypti do jeito que são. Deus criou os tipos básicos de animais e estes passaram por modificações morfológicas, fisiológicas e comportamentais. Sofreram diversificação de baixo nível, de modo que os seres vivos que hoje habitam a Terra (nós, inclusive) são descendentes modificados das primeiras criaturas. Criacionistas não são fixistas, como tenta afirmar nas entrelinhas a matéria do “Fantástico” (confira material adicional aqui, aqui, aqui e aqui).
  1. Santana diz que, para trabalhar na arca do Kentucky, é proibido ter outra religião, ser a favor do aborto ou ser gay. É evidente que é preciso haver identificação do funcionário com a ideologia que ele vai defender. Ou são permitidos em universidades públicas professores criacionistas para lecionar a cadeira de Evolução, por exemplo? Michael Behe, em seu livro A Caixa Preta de Darwin, conta o caso de um cientista que perdeu a chance de assinar uma coluna sobre ciência em um grande jornal norte-americano pelo simples fato de ter dito que acredita no Gênesis. Por que a reportagem tenta destacar o que seria um tipo de preconceito criacionista, ao passo que ignora situações semelhantes “do outro lado”?
  1. Pouco depois da metade do vídeo, é apresentada aquela que é considerada a maior polêmica relacionada com a réplica da arca: a presença de dinossauros a bordo. Na sequência do erro cronológico de dizer que a Bíblia localiza a história da arca há seis mil anos vem outro erro conceitual: Santana diz com ênfase na narração que “a ciência acredita que os dinossauros foram extintos há 65 milhões de anos”. Já vimos que a ciência não acredita em nada. Quem acredita são os cientistas. Pelo menos Santana utilizou o verbo correto: “acredita”. Sim, porque, apesar do relativo consenso, não é unanimidade entre os cientistas que os dinossauros tenham vivido e se tornado extintos há tantos milhões de anos. O “Fantástico” perdeu a oportunidade de discutir e esclarecer esse assunto. Na verdade, acabaram por complicar ainda mais. Depois de Santana afirmar categoricamente que “isso aqui nunca aconteceu”, referindo-se à presença de dinossauros na arca, a matéria exibe enquetes com pessoas mal informadas sobre criacionismo, que dão respostas superficiais, e, em seguida, traz uma entrevista com o doutor em biologia genética pela Universidade de Harvard Nathanael Jeanson. Ele menciona a descoberta de tecidos moles em fósseis de dinossauros e pergunta como isso é possível, se esses fósseis têm tantos milhões de anos? Na busca de resposta, Santana entrevistou Alexander Kellner, pesquisador do Museu Nacional do Rio de Janeiro, que simplesmente se limitou a explicar o processo de fossilização, quando matéria orgânica é substituída por minerais. Nada disse ou explicou sobre a presença de tecidos moles não fossilizados nesses fósseis supostamente tão antigos – isso, sim, é fantástico! Mas o “Fantástico” ficou devendo essa explicação aos seus telespectadores. (Leia mais sobre os achados de tecidos moles em fósseis de dinossauros. Clique aqui.)
  1. Santana afirma também que, “segundo a ciência, o homem nunca viveu no mundo dos dinossauros”. Nem vou repetir que a ciência não diz nada (ops! Já repeti), vou apenas dizer que existem, sim, evidências da convivência entre humanos e dinos (confira aqui e aqui). O que ocorre é que, infelizmente, os cientistas evolucionistas e setores da mídia comprometidos com a cosmovisão naturalista-darwinista ou ignoram essas evidências ou as minimizam, porque não se encaixam em seu modelo conceitual preestabelecido.
  1. Santana diz que a instituição que construiu a arca quer que o criacionismo e o evolucionismo sejam ensinados nas escolas, a fim de que os alunos conheçam os argumentos de ambos os lados e possam decidir em que acreditar. Há algo de errado nisso? Não é no ensino do contraditório que realmente se pode aprender, e aprender a pensar, inclusive? Por que esse receio de promover a discussão crítica das insuficiências da teoria da evolução? (Na verdade, essa é exatamente a proposta de entidades como a SCB e deste blog, que não apoiam o ensino do criacionismo em escolas públicas. Saiba por quê.)
  1. A reportagem termina com estas palavras do repórter: “Com uma estrutura deste tamanho[a arca], eles querem tentar convencer que a deles é a história certa. E você? Em qual você acredita?” Mas o que a matéria passa é a seguinte ideia: “O evolucionismo é sinônimo de ciência, o criacionismo é essa bobagem que lhe mostramos. Em que você acredita?” A reportagem comete o clássico equívoco “vendedor de jornais” de apresentar a ciência em conflito com a religião, sem mencionar que ambas podem andar juntas e em harmonia, mesmo com metodologias distintas (confira aqui, aqui, aqui, aqui e aqui).

O lado bom da matéria (porque nem tudo são espinhos) é que deram certa visibilidade ao criacionismo e chamaram a atenção dos telespectadores para o assunto do dilúvio e da arca de Noé. Que cada um busque as informações corretas a fim de formar sua opinião. Para a infelicidade de certos setores da mídia, hoje a informação e os dados estão mais disponíveis para os que desejam conhecer a verdade. [FONTE: Criacionismo]

Assista: