REAL MADRID RETIRA CRUZ DE ESCUDO PARA NÃO DESAGRADAR MUÇULMANOS

O escudo do Real Madrid foi alterado por causa de um acordo comercial com o grupo varejista Marka, dos Emirados Árabes Unidos, que recebeu direitos exclusivos para “produzir, distribuir e vender produtos do Real Madrid”, em países como Dubai, Arábia Saudita, Catar, Kuwait, Bahrein e Omã.

Como são predominantemente muçulmanos, o tradicional símbolo cristão, foi eliminado para não ferir “sensibilidades culturais”. O vice-diretor da Marka, Khaled al-Mheiri, afirmou: “Temos de levar em conta que em partes do Golfo as pessoas são sensíveis a produtos que tem a cruz”.

A empresa acredita que as vendas de produtos do Real Madrid podem ser alteradas com a mudança. O acordo renderá aos cofres do time cerca de 50 milhões de euros nos próximos cinco anos.

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Escudo Real Madrid sem cruz.

O símbolo cristão faz parte do escudo do time desde 1920. Ele já foi retirado outras vezes por causa do mercado islâmico. Em 2014, o Real removeu a pequena cruz de seu escudo quando passou a usar camisas com patrocínio do Banco Nacional de Abu Dhabi.

Na mesma época, o Barcelona, que também possui uma cruz no escudo, anunciou que se recusaria a alterá-lo. O time já teve patrocínio de instituições do Oriente Médio, como a Qatar Aiways e o United Arab Bank, mas sempre manteve o escudo original, criado em 1910.

Por Jarbas Aragão – Gospel Prime
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A realidade por trás do ídolo Ayrton Senna

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Documentário do canal do youtube “Encarando o Sobrenatural”, contando a trajetória, a vida e a morte do grande ídolo brasileiro Ayrton Senna. Confesso que não sabia da ligação forte de Senna com Deus e como isso gerou raiva nos chefões da F1, sendo até um dos motivos da sua morte. Conta a própria manipulação da Rede Globo para passar a imagem de Ayrton como a de um cara chato, arrogante, playboy e era justamente o que achava dele até descobrir esse documentário, pois na época de sua morte eu era apenas um adolescente e não imaginava nada do que ocorria nos bastidores podres desse esporte. Como a F1 gera muito dinheiro, os chefões desse esporte são tratados pelo autor do vídeo como Illuminatis, não encontrei ligações entre os vilões da F1 e o grupo Illuminati, mas não duvido que tenham, afinal se as grandes redes de televisões tem, se  Hollywood tem, se os grandes estúdios musicais tem, se muitos grandes esportistas tem, a máfia da F1 deve ter também. Deixarei só a primeira parte de seis, assistam e depois sigam as outras partes no próprio canal! Ah ia esquecendo que esse documentário já sumiu “misteriosamente” da internet uma vez!

 

Leitura recomendada:

https://exateus.com/2016/02/19/kelly-slater-filosofa-sobre-monsanto-o-11-de-setembro-e-politica/

https://exateus.com/2016/03/26/van-damme-nao-tem-medo-de-nada-expoe-publicamente-os-rothschilds-e-rockefellers-na-televisao-francesa/

https://exateus.com/2016/01/05/cristiano-ronaldo-e-o-rico-insensato/

Para entender a história dos Illuminatis:

Jornalista esportivo esquerdista José Trajano fala sobre Bolsonaro!

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Por

http://crentenoesporte.blogspot.com.br

Em entrevista ao UOL Esportes, o jornalista esportivo da ESPN, José Trajano falou sobre sua vida, suas polêmicas e sua profissão! No fim da entrevista, naquele estilo “para quem você tira o chapéu”, perguntado sobre o que achava sobre algumas personalidades, veja o que ele disse sobre o candidato Jair Bolsonaro:

“Ah, isso… É uma coisa de retroagir. É um passo atrás ou muitos passos atrás. É uma demência, um escárnio. Triste o país que tem um Bolsonaro.”

Atraso, seu José Trajano é o seu esquerdismo marxista, seu partidarismo vermelho, seus xingamentos, seu alcoolismo, seu tabagismo, seus adultérios,  suas brigas, suas ranzinzices com seus comandados, como foi relatado por você mesmo nessa entrevista!

Bolsonaro é cristão, tem disciplina militar, defensor da família e já disse em entrevistas que nunca traiu sua esposa!

Já quanto ao também esquerdista e ateu Juca Kfouri, ele diz que é seu irmão siames!

Eis aqui a entrevista:

http://www.uol/esporte/especiais/jose-trajano.htm#falo-logo-existo

Comitê Olímpico protesta contra faixa “100% Jesus” de Neymar

Comitê Olímpico protesta contra faixa “100% Jesus” de Neymar

Por Jarbas Aragão / GospelPrime

Ao longo dessa edição dos Jogos Olímpicos, vários atletas cristãos agradeceram a Deus pelas conquistas de suas medalhas. Contudo, o jogador Neymar foi o único que subiu ao pódio com uma inegável referência religiosa.

Quando recebeu a medalha de ouro na noite deste sábado (20), usava uma faixa na cabeça com os dizeres “100% Jesus”. A imagem foi transmitida para o mundo todo e a escolha de termos possibilitava que fosse entendida sem necessidade de tradução.

O fato chamou atenção da imprensa, uma vez que a cobertura dos jogos é gerada pela rede oficial das Olimpíadas e pela popularidade do futebol, teve grande audiência. Contudo, há países que censuram várias imagens de competições, por exemplo, de mulheres com pouca roupa.

Em diversas nações muçulmanas, é proibido que o nome de Jesus seja exibido publicamente. Por ser uma transmissão ao vivo, não foi possível ignorar a imagem nem deixar de mostrar o jogador mais conhecido da Seleção no momento. Sua atuação no Barcelona lhe conferiram o status de ídolo mundial do esporte, uma vez que está em várias listas de melhores do mundo.

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Porém, existem regras do Comitê Olímpico Internacional (COI) proibindo qualquer “sinal político, comercial ou religioso” durante a cerimônia de medalhas nos Jogos Olímpicos. Por isso, os dirigentes da entidade tiveram uma reunião na manhã deste domingo, onde classificaram a manifestação religiosa de “um deslize” do jogador e de seus superiores. Embora o jogador pudesse ser passível de punição, a decisão foi fazer “vista grossa” para não estragar a imagem da entidade e dos Jogos.

Segundo o Estado de São Paulo, o diretor-executivo do COI  Christoph Dubi, a entidade irá enviar uma carta à delegação brasileira, anunciando um protesto oficial pelo ocorrido e relembrando os dirigentes que tais procedimentos não são aceitáveis.

Vários jogadores deram glórias a Deus após a conquista do ouro, mas foram manifestações pessoais, fora do pódio. Uma das que mais chamou atenção foi a do goleiro Weverton, que defendeu o pênalti decisivo para o título inédito.

Sinal profético

Embora fora de campo o jogador Neymar não tenha uma vida condizente com o que ensinam os evangélicos, incluindo um filho fora do casamento e a promoção de festas com muitas mulheres e regadas a bebida, ele voltou a exibir publicamente a faixa branca com uma declaração de fé.

Criado numa família evangélica, o jogador já usava os dizeres quando criança, log que deu os primeiros passos jogando futsal na Baixada Santista. Ele frequentava a Igreja Batista Peniel, em São Vicente, liderada pelo pastor Newton Lobato. Em uma entrevista ao site espanhol “Protestante Digital”, o líder religioso conta que batizou Neymar em 2008.

Além disso, deu uma palavra profética ao atacante da Seleção muito antes da fama mundial. Diante de várias testemunhas, anunciou que o jovem seria um jogador importante no mundo do futebol e um instrumento nas mãos de Deus.

O pai de Neymar sempre disse que o filho era muito religioso. “Ele ouve muitas músicas com mensagens bíblicas. É daí que ele tira inspiração. Sempre que ele pode vai a cultos. Ele puxou isso da sua mãe que é muito devota”, contou. O próprio atleta já disse em entrevistas que costumava orar antes de tomar decisões e que sua carreira era dirigida por Deus.

Além de ter várias tatuagens com imagens e frases cristãs, o capitão da Seleção costuma falar sobre sua fé nas redes sociais. Após a conquista de ontem, postou uma foto sua ajoelhado apontando para o céus e escreveu “A ti [Deus] toda honra e toda glória”. Foram mais de 1, 2 milhão de “reações” no Facebook. A maioria dos comentários mostram que a manifestação foi bem vista pelos fãs do jogador, que o parabenizaram pela atitude.

“Ouro é nosso, mas a glória é de Deus”, disse herói da Seleção. Assista!

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Por Jarbas Aragão / GospelPrime

E o Galvão Bueno ainda comentou não sei se cinicamente, ou por falta de informação: “fazia tempo que o Neymar não usava essa faixa” – Claro, a FIFA intolerante proibiu  em nome da chamada “Tolerância”!

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O futebol masculino brasileiro possuía três pratas (Los Angeles 1984, Seul 1988 e Londres 2012) e dois bronzes (Atlanta 1996 e Pequim 2008). Este ano, em casa, veio o esperado ouro.

Desde o início desta Olimpíada, havia uma grande cobrança sobre o time, por que era o único ‘título’ que a seleção não possuía. Nos dois primeiros jogos, nenhum gol marcado e parte da imprensa já falava com pessimismo sobre a ambição de medalha.

Para os jogadores, as críticas eram injustas. A vitória sobre a Alemanha veio nos pênaltis, após o empate no tempo regulamentar e na prorrogação.

Na saída do campo, o repórter Eric Faria, da Rede Globo, chamou vários jogadores para comentar o jogo. O primeiro a falar foi o zagueiro Marquinhos. Em tom de desabafo, lembrou das críticas que o time vinha recebendo.

“Os humilhados serão exaltados”, disse, uma citação parcial do versículo de Ezequiel 21:26. Em seguida, o técnico Rogério Micale também agradeceu a Deus pelo título.

Contudo, ninguém comemorou mais que o goleiro Weverton. Ele não estava na convocação oficial para os Jogos Olímpicos. Foi chamado três dias antes, após o titular Fernando Prass ser cortado por lesão. Acabou sendo o grande “herói” desta conquista inédita para a Seleção.

Eric Faria afirmou que “o destino” quis que ele fosse o escolhido para defender a meta do Brasil. Corrigindo o repórter, o arqueiro deu um belo testemunho de fé.

“Não foi o destino, foi Deus. Ouro é nosso, mas a glória é de Deus. Deus me trouxe aqui para falar o que Ele fez”, comemorou. Para a SporTV, afirmou: “Muita gente tentou, mas Deus botou essa geração  para fazer história e a gente fez”.

Disse ainda que havia conversado com Neymar, que é de família evangélica, que Deus havia lhe dado uma segunda chance. Neymar foi medalha de prata em Londres 2012.

Para a imprensa especializada, Weverton se transformou em herói ao pegar o último pênalti batido por Petersen, o último dos alemães. Sua defesa foi fundamental, pois garantiu a vitória do Brasil sobre a Alemanha – seleção que foi algoz no histórico 7 a 1 da Copa de 2014.

100% Jesus

No pódio, chamou atenção o fato de Neymar voltar a usar a faixa branca com os dizeres “100% Jesus”. O jogador usava uma similar quando era criança e ainda jogava futebol de salão. Quando foi campeão paulista pelo Santos, em 2012, a exibiu-a pela primeira vez como jogador profissional. Na Europa, causou polêmica no ano passado, na comemoração da Champions League, campeonato de futebol mais importante da Europa.

Seu time, o Barcelona, venceu a Juventus por 3 a 1. Depois do encerramento da partida, o craque foi visto orando no meio do campo. Alguns meios de comunicação apagaram digitalmente a inscrição. Em vídeos da FIFA, a mensagem foi “censurada” após as críticas de que o jogador tentava “impor sua religião”.

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REDE GLOBO VOLTA A FAZER PROMOÇÃO À AGENDA GAY DURANTE PROGRAMAÇÃO ESPORTIVA

Comentário por Libertar.in

A Rede Globo que já estimulou até o incesto em novela, aproveitou sua programação esportista da olimpíada carioca, para fazer novamente promoção à causa gay, realizando ‘beijaço’ entre suas apresentadoras.

Reportagem na Veja:

Culpem o espírito olímpico ou o clima de corrente-pra-frente: Acontece que, em matéria de situações inusitadas, a Olimpíada do Rio já merece ouro. No programa ExtraOrdinários, por exemplo, uma cena curiosa acabou chamando a atenção dos espectadores: Maitê Proença eAstrid Fontenelle acabaram se beijando na boca durante a atração da SporTV.

O momento “íntimo” ocorreu depois que Astrid abraçou Maitê por trás e disse que ela estava cheirosa. Maitê se animou com o carinho e beijou a colega por alguns segundos, deixando desconcertados os apresentadores Claudio Manoel e Felipe Andreoli. “É ouro, é gol!”, festejou Claudio. Assista:

Nas redes sociais, Astrid comentou a cena: “É gooollllll!!!!! Maitê e eu causando no Sportv. Como negar um pedido dela? Galera do mau humor ou da Liga das Senhoras Católicas: é tudo brincadeirinha”, escreveu.

Via Veja

Derrotado, judoca muçulmano se recusa a cumprimentar judeu

Derrotado, judoca muçulmano se recusa a cumprimentar judeu

Por Jarbas Aragão / GospelPrime

Como seu nome indica, o judoca egípcio Islam El Shehaby é muçulmano. Ele esteve no centro de uma polêmica olímpica na manhã desta sexta-feira (12). Na luta contra o israelense Or Sasson, válida na categoria peso pesado (acima de 100 kg), ele foi derrotado por ippon e se recusou a cumprimentar o atleta judeu.

Imediatamente após o final da disputa, Sasson se aproximou de El Shehaby e estendeu a mão, algo tradicional no esporte. Contudo, o egípcio se afastou do tatame. Pela atitude antidesportiva ele foi chamado de volta pelo árbitro. Fez a costumeira saudação japonesa enquanto ouvia sonoras vaias das arquibancadas.

Nicolas Messner, porta-voz da Federação Internacional de Judô, minimizou o ocorrido. “No passado, uma luta entre esses dois atletas talvez sequer tenha acontecido. Já é um grande avanço que países árabes competir contra Israel”. Fez ainda uma ressalva: “Não há obrigação de apertar as mãos ao final da luta, mas a saudação é obrigatória, por isso ele foi chamado de volta”.

Devido às queixas, a atitude de El Shehaby será reavaliada após os Jogos para decidir se alguma medida será tomada. Ele foi medalhista de bronze no Mundial de Tóquio-2010.

O presidente do Comitê Olímpico egípcio, Hesham Hatab, afirmou que não retiraria o judoca da competição. “Não misturamos política e esporte”, justificou. Contudo, sabe-se que logo após o sorteio que decidiu o confronto, El Shehaby, 34 anos, foi pressionado a desistir da luta numa campanha de grupos islamistas em redes sociais.

No final da tarde, Sasson fez a semifinal contra o francês Teddy Riner e acabou perdendo. O israelense ficou com a medalha de bronze após derrotar o cubano Alex Garcia Mendoza.

Antissemitismo nas Olimpíadas

Este foi o terceiro caso de antissemitismo explícito na Rio 2016. Na noite abertura dos Jogos, atletas do Líbano e de Israel deveriam dividir o mesmo ônibus que levaria todos à cerimônia de inauguração, no Maracanã. Segundo denunciou o técnico da equipe israelense de vela, Udi Gal, os libaneses se negaram a dividir os assentos do veículo com os israelenses.

Brigando com o motorista, exigiram que a porta do veículo fosse fechada. Foi preciso encontrar um ônibus exclusivo para a delegação de Israel. A ministra do Esporte de Israel, Miri Reguev, chamou os atletas libaneses de “racistas” e “antissemitas” e exortou o Comitê Olímpico Internacional (COI) para que condenasse a conduta.

No domingo (7), a judoca Joud Fahmy, da Arábia Saudita, simplesmente não apareceu para sua luta. Ela tinha um confronto contra a romena Christianne Legentil. O comitê olímpico saudita justifica que a lutadora não compareceu pois teve lesões nas pernas e nos braços durante o treinamento.

Contudo, o motivo teria sido outro. Caso vencesse, a árabe enfrentaria a israelense Gili Cohen. Com sua desistência, a israelense lutou com a romena. Cohen acabou perdendo