Minha opinião sobre o Documentário Brasil Paralelo!

Minha opinião sobre o Fórum Brasil Paralelo, na minha opinião o problema maior ainda é que existe um governo mundial paralelo que é capitalista mas que patrocina o marxismo cultural visando o caos para que se implante a Nova Ordem Mundial! Assista:

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Caso dos Exploradores de Cavernas – Minha análise e Voto!

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Exploradores de Cavernas-Caso

 

Trabalho apresentado à Disciplina Filosofia do Direito

 

Concordo com algumas coisas que  escreveu o Juiz Foster, mas isso não quer dizer que votarei de acordo com ele, pode até ser, mas para a minha decisão precisei balizar mais alguns pontos que explicitarei depois de analisar os argumentos do Juiz Foster.

            Também sou afeito ao Direito Natural, que para mim é aquele senso de certo ou errado, que não precisa de grandes divagações ou complicações filosóficas para se atingir o ponto! Esse ponto é atingido e supera quaisquer acusações contrárias, inclusive as de utilitarismo, quando estamos diante dos chamados “atos super-rogatórios” que são aqueles atos de heroísmo que um sujeito comete aparentemente sem ganhar nada em troca, muito pelo contrário, como por exemplo, o ato de entrar na frente de outrem e tomar uma bala, ou pular em um rio para salvar a vida de outrem mesmo correndo o risco de morrer junto.

            Então não vejo para que se invocar o Direito Natural nesse caso dos Exploradores de Cavernas! Não sabemos até que ponto um sujeito resistiria a sua fome para que não comesse o seu semelhante! O certo é que têm sujeitos que fazem greve de fome em prol de uma causa, e até mesmo em países da África, mãe e filhos morrem por inanição sem que pratiquem o canibalismo.

            Também não creio que esses homens passaram para uma jurisdição da “Lei da Natureza” no momento em que eles foram fechados pelas Rochas! A meu ver, esses homens ainda mantinham direitos e garantias civis dentro daquele recinto como objetou tão bem o juiz Tatting a respeito disso.

            Acho irrelevante a questão do Contrato Social ser uma ficção ou não, pois como já falaram, depois da Grande Espiral, chegou-se a um tipo de pirâmide normativa “kelseana” com uma lei posta e um tipo de constituinte pressuposta na Commonwealth.

            Por outro lado, concordo com o juiz Foster no que se refere ao objetivo da Lei Penal que é a prevenção. Valorizo o próprio texto da lei que diz “Quem quer que intencionalmente prive a outrem da vida será punido com a morte”. N.C.S.A. (n.s.) § 12-A.

            Não concordo com a pressão de outros países e organismos internacionais para abolirmos essa punição quando invocam o princípio da dignidade humana que dizem ser contra penas severas como esta que é uma pena de morte. No meu entendimento o maior bem a ser tutelado é a própria vida, portanto, uma punição no mesmo valor inibe práticas de homicídios.

            Quando até mesmo, grupos religiosos se levantam contra a pena de morte, pois dizem que ninguém tem o direito de tirar a vida de alguém, eles estão sendo contraditórios, pois não estão dando valor retributivo ao maior bem tutelado como já falei.

            Então sem saber, esses grupos religiosos engrossam o côro do marxismo cultural que está impregnado em ONGS de direitos humanos, e em dirigentes desses organismos internacionais.

            Só frisando que a crítica aqui é contra alguns grupos de Direitos Humanos, e não contra os Direitos Humanos em si e sua história que se confunde com a própria história das religiões, desde a escolha de Davi como representante de Deus e não como um Deus, passando pelos avanços espirituais, sociais e psicológicos que o cristianismo trouxe, como a valorização da mulher e a inclusão de todas as classes sociais como semelhantes.

            Por isso que digo que os grupos religiosos não pode fazer côro com o marxismo cultural que visa a ruína dos valores da Sociedade Judaico-Cristã.

            Concordo com o juiz Foster que também devemos sair da letra da Lei em alguns casos, para dar mais efetividade à vontade do Legislador, e os casos que ele citou como a própria legítima defesa foram pertinentes ao assunto de interpretação jurídica, mas também não vejo como aplicar nesse caso dos Exploradores de Cavernas.

            Então fico por aqui em minha análise sobre a análise do Juiz Foster, já elencando os “contras” que me baseei principalmente olhando a análise do juiz Tatting, e assim encerramos aqui no meu voto a discussão sempre inacabada entre direito natural e direito positivo, entre letra e propósito da lei, discussões essas que advém do próprio modo de como está organizado o nosso espírito das Leis na divisão tripartite de poderes.

            Por mais que Montesquieu buscou nesse modelo, um sistema de freios e contrapesos, nunca sabemos quando um poder está freiando de mais o outro e desta feita interferindo demais nos outros.

            Também concordo com o modelo de uma suprema-corte sendo a guardiã da Constituição! Mas há algo de podre no modo em como os juízes chegam ou são escolhidos para essa Corte, que envolve a própria maneira de como os outros integrantes dos dois poderes também chegam lá, tudo isso regado ao que o lado mais sóbrio do Capitalismo tem a oferecer, desde as campanhas políticas patrocinadas por empresas que depois irão cobrar os seus quinhões dos políticos eleitos, políticos esses que darão o aval para os juízes de tribunais superiores ingressarem lá.

            Partiremos agora para o que chamarei de um segundo momento na análise do meu voto. Analisarei agora outra parte do acontecimento na Caverna que foi o contrato celebrado entre as partes. E nesse momento me basearei nos argumentos do último juiz a votar que foi o Meritíssimo Handy. A questão do Contrato já traz implícito o princípio do Pacta Sunt Servanda que diz que os contratos assumidos devem ser cumpridos. Mas sabemos que mesmo dando a idéia do pacto, WhetMore desistiu e não participou dele. Então a impressão que fica é que os outros participantes, assassinos de WhetMore executaram um contrato abusivo. Por outro lado, se WhetMore fica de fora do sorteio, a meu ver isso não seria ético ou moralmente justo. A sugestão que daria analisando de fora e com mais tempo e menos pressão do que os presos na Caverna é que fizessem dois sorteios: Um com os participantes que aceitaram o acordo e outro com o perdedor do primeiro sorteio com o participante que ficou de fora. Desta feita o principio democrático da maioria estaria resguardado junto com a própria proteção da minoria.

            O mal que complicou tudo, foi o revés da sorte ter caído justamente em WhetMore, se não fosse isso, talvez não estaríamos aqui argumentando e tentando encontrar soluções para esse “hard case”. E  meus nobres colegas já falaram que um caso como esse não deverá se repetir nunca mais, afirmação que também corroboro.

            E por causa desse hard case, para não lembrarmos apenas de Hart, estamos aqui em uma tarefa quase que de Hércules para lembrarmos também Dworkin, evocando conhecimentos que já fomos buscar no próprio Direito, na história, na filosofia, na religião e até mesmo no transcendental.

            Mas apesar de tentar se utilizar de todos esses conhecimentos elencados, faremos também como o juiz Handy e sairemos um pouco da Academia para ouvir a voz das ruas no que é chamado de senso-comum. Lembro agora a aula de um professor meu que disse que a falha ou a fraqueza de alguns teóricos do Direito é que os mesmos não possuem prática, nunca decidiram um caso concreto do dia – a –dia.

            Na verdade, eu possuo um pé atrás com os “especialistas”, pois quando esses especialistas na verdade não estão defendendo algum interesse econômico, estão defendendo ideologias que muitas vezes são patrocinadas por grupos econômicos sem que esses mesmos “especialistas” saibam disso. E só para ilustrar o que estou falando, volto na questão do Marxismo Cultural que já me referi nesse texto de pronunciamento de voto. Longe de ser uma “Teoria da Conspiração” O marxismo cultural é uma doutrina filosófica surgida ou catalisada na Escola Filosófica de Frankfurt, tendo como precursor o também Filósofo Antônio Gramsci.

            Explicando rapidamente qual a ideologia ou objetivo da filosofia de Frankfurt, é que teóricos como Max Horkheimer, Theodor W. Adorno, Herbert Marcuse e outros vendo que o marxismo em sua forma tradicional de Luta de Classes não conseguiu seus intentos de tomada de poder, resolveram mesclar o socialismo com outras áreas do conhecimento, principalmente a psicanálise e então resolveram substituir a luta armada pela luta na mente das pessoas, cujo o inimigo seria a cultura judaico-cristã enraizada na mente das pessoas do Ocidente.

            A maioria desses filósofos já morreram, mas hoje restam uma 2ª ou 3ª geração desses pensadores que já não sabem mais qual o verdadeiro intento da Escola de Frankfurt e pregam o chamado “politicamente correto” como se fosse a verdade e para isso se utilizam de revisionismos históricos que explodem em movimentos de ONGs que lutam para a Liberação do aborto, a legalização das drogas, e outras temáticas sempre ligadas ao que chamamos de esquerdismo no nosso país.

            E a minha maior crítica a esses movimentos, não é nem por suas ideologias em si, mas é porque muitas vezes esses grupos ou ONGs são patrocinados por próprios conglomerados capitalistas (que eles também combatem) como as Fundações Ford e Rockefeller. Mas a ressalva é que 95% dos participantes desses movimentos como o Feminista, não sabem de onde vem as verbas que patrocinam seus atos.

            E o motivo porque o Grande Capital financia esses movimentos e intelectuais de esquerda não é o momento adequado para se dizer aqui, o certo é que essas ideologias penetraram também nos cursos de Direito que eram o último bastião contra o “politicamente correto” do marxismo cultural da Escola de Frankfurt.

            Um exemplo que temos disso no Direito é o revisionismo que faz Zaffaroni do conceito de inimigo que ao meu ver  é ontológico, até mesmo arquetípico, mas não histórico, apesar desse conceito metafísico penetrar na história e no cotidiano.

            Então analisando a vontade do chamado senso-comum nesse caso, percebemos que a vontade da maioria da população é pela absolvição dos réus, mesmo que isso se faça de uma forma camuflada para assim não se desobedecer a Lei.

            Então como preconizou o juiz Handy, esse caso não têm muitas complicações assim, nós é que o estamos complicando. Bastaria que analisássemos a questão do Contrato que foi feito na Caverna e seguíssemos a voz do Povo. Só quero deixar claro ainda que a meu ver o contrato feito na Caverna foi nulo e os motivos já expus em parte, que é a não participação no contrato do próprio assassinado. Então, na questão do Contrato concluo que foi um contrato abusivo.

            Concluindo todo esse meu texto, para depois pronunciar o meu voto, digo mais uma vez que passeamos por toda controvérsia entre Direito natural versus Direito Positivo, passamos a falar de qual seria a finalidade da Lei penal que a meu ver realmente é a prevenção, demos uma pitadinha de Hart versus Dworkin na simples menção dos termos hard case e juiz Hércules. Adentramos a questão dos Contratos que como já disse a meu ver foi nulo, passamos para a questão dos especialistas e catedráticos que não possuem a experiência do dia a dia nos julgamentos e abordamos também a questão de se ouvir a população que os especialistas costumam rotular de senso-comum. Diante de todas essas análises e levando em conta a minha própria opinião de direito natural, de convicção do que é certo ou errado no sentido Kantiano, profiro meu voto pela Condenação dos Réus. E só para deixar claro essa última parte que falei da minha própria convicção, ela também entrou num tipo de ponderação estilo Alexy, menos sofisticada é claro, para a decisão final do meu voto. Então fiz a seguinte ponderação:

Nesse caso deve:

Se aplicar o direito positivo, eles não estavam foram de jurisdição nem geográfica nem moral – condena-se de acordo com a Lei de Homicídio do país. +1

Não pode-se alegar legítima defesa, então condena-se +1

O contrato que eles fizeram foi nulo, então condena-se +1

O Clamor do povo quer a absolvição, então não condena-se – 1

A lei moral dentro de mim diz para conenar, então + 1

O resultado foi + 3 para a condenação!

Só uma última ressalva quando utilizei a minha própria convicção é que aprendi com um professor amigo meu que também é promotor, que diz “O Estado é laico mas eu não sou”! Então se eu ouvi a voz do povo para ponderar nesse julgamento, também vai para a ponderação a minha própria voz interna.

Marxismo na Assembleia de Deus? Alerta!

O Marxismo que se infiltra no meio evangélico através da Teologia da Missão Integral tenta alargar seus flancos e penetrar no meio pentecostal! Antes restrita aos meios calvinistas, agora a TMI avança! O blogueiro conservador Júlio Severo faz um alerta às Assembleias de Deus que promoverá uma tal de aula magna sobre TMI ministrada pelo marxista René Padilha na Faculdade teológica da Assembleia de Deus no Rio de Janeiro! Assistam:

Mais:

Globeleza está mais bem vestida por causa do cristianismo ou do feminismo?

O pouquinho mais de roupa que vestiu a Globeleza na já famosa vinheta de carnaval da Globo, têm sido motivo de elogios por parte de muitas pessoas, analisando o perfil dessas pessoas nota-se que são pessoas adeptas ou simpatizantes do movimento feminista! O movimento feminista faz parte de uma ideologia anti-cristã fomentada na Escola Filosófica de Frankfurt, tendo como principal expoente o filósofo Antônio Gramsci! Assista o vídeo e entenda mais sobre o feminismo e o marxismo cultura!

Mais:

Marcela Temer, a Veja e o Feminismo!

Que a veja tem se notabilizado em puxar saco do Governo Michel Temer é um fato. Que a impopularidade do Governo Michel é alta é outro fato. Que a primeira dama é bela é outro fato. Mas as críticas feministas contra a 1ª dama não se sustentam se partirem de um viés feminista. É isso que esse vídeo irá mostrar criticando e mostrando na realidade quem foi Simone de Beauvoir que parece ser o ícone feminista de Luciana Oliveira a blogueira que fez a crítica mais pesada ao aparecimento de Marcela Temer na capa da veja numa reportagem que a mostra como uma mulher na melhor acepção da palavra! Assista:

Veja também:

Rede Globo: “Fantástico” tenta desconstruir arca de Noé!

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Por jornalista Michelson Borges

De vez em quando, a mídia popular secular escancara seus preconceitos, suas contradições e seus paradoxos. A título de comparação, quando a rede Globo de televisão veicula reportagens sobre espiritismo,astrologia e/ou festas católicas que envolvem romarias, adoração de imagens e coisas afins, geralmente o faz em tons positivos, quase com reverência. Certa vez, em um programa matinal, a emissora expôs a fé da apresentadora em sua peregrinação religiosa e em suas demonstrações de penitência. A matéria foi exibida sem críticas, com todo o respeito que, evidentemente, essas coisas merecem. Ocorre que esse respeito e essa “imparcialidade” são relativos, e isso pode ser visto claramente quando o assunto em questão são eventos ou conceitos bíblicos e, pior, quando o tema em pauta é o criacionismo. Aí realmente mudam de tom, deixando claro que preferem respeitar a crença na suposta influência dos astros e dos búzios, nas aparições de supostas almas penadas e na pretensa energia mística de pedaços de madeira, a acreditar que o Universo tenha sido criado pelo Deus da Bíblia e que as histórias de Gênesis sejam factuais. Mais:

https://exateus.com/2015/05/24/a-biblia-fala-de-dinossauros/

https://exateus.com/2015/05/10/de-onde-surgiu-a-ideia-dos-milhoes-de-anos/

https://exateus.com/2015/12/08/formas-transicionais-que-os-evolucionistas-mais-informados-ja-nao-usam-na-defesa-da-sua-fe/

https://exateus.com/2015/05/02/evolucionistas-recusam-se-a-fazer-ciencia-que-pode-colocar-em-causa-a-tua-fe/

Vimos um claro exemplo disso ontem à noite. Em pleno “Natal“, o programa semanal de variedades “Fantástico” levou ao ar uma reportagem sobre a réplica da arca de Noé construída no Estado do Kentucky, nos Estados Unidos. A seguir, vamos analisar alguns pontos da reportagem que pode ser vista aqui. Confira também os links fornecidos ao longo do texto e que proveem conteúdo adicional.

  1. O vídeo começa com a frase “qualquer criança conhece essa história”, numa possível tentativa de logo de cara infantilizar o assunto. Sim, as crianças conhecem a história de Noé, mas adultos também se dedicam ao estudo do tema, e há muitas pesquisas sobre isso que poderiam ter sido mencionadas na matéria (confira aqui e aqui).
  1. O repórter Felipe Santana mostra a cozinha da arca e diz que seus criadores acreditam que a família de Noé era vegetariana, “apesar de ter muitos animais dentro da arca”. Mas é evidente que deveriam ser vegetarianos, afinal, os animais mantidos na embarcação (um par de animais “impuros” e sete pares de animais “limpos”) eram um verdadeiro patrimônio, e, naquele momento, uma raridade. Se a família de Noé se pusesse a comê-los, poderia acabar por extinguir algumas espécies. É bom lembrar que a dieta originalmente determinada por Deus para os seres humanos e para os animais foi a vegetariana. A permissão para comer carne veio somente após o dilúvio, em caráter de emergência. Daí a quantidade maior de animais liberados para consumo humano (ou “limpos”).
  1. O repórter diz, também, que os criadores da arca não acreditam que animais possam ter sido extintos pela seleção natural. Não sei de onde ele tirou isso, pois os criacionistas acreditam, sim, nos efeitos da seleção natural e em seu potencial de eliminar organismos menos adaptados às condições em que vivem. Não acreditam é no poder “criador” às vezes atribuído à seleção natural, como mecanismo promotor de evolução. Como o nome já diz, ela apenas seleciona o que já existe, mas não promove aprimoramentos que dependeriam de novos aportes de informação complexa e específica, o que é cientificamente improvável, pois informação depende de uma fonte informante.
  1. A matéria comete o erro clássico de confundir ciência com cientistas, e afirma que a evolução é “a teoria mais aceita pela ciência”. A ciência não “aceita” nada, não “pensa” nada, não “supõe” nada. Ciência é método, é ferramenta, é um ótimo recurso não inventado pelo ser humano, mas usado por ele para compreender a realidade que o cerca. Os cientistas (com toda a sua subjetividade, suas crenças e seus pressupostos) é que “aceitam”, “pensam” e “supõem”. Assim, o correto seria dizer que a evolução é a teoria mais aceita por muitos cientistas, não todos, afinal, há aspectos dessa teoria que sequer são científicos (são filosóficos) e há muitos cientistas que não aceitam todos os aspectos do evolucionismo, justamente por não serem científicos. A matéria do “Fantástico” simplifica demais a questão e promove o clássico ufanismo darwinista.
  1. Citam o conhecido exemplo do pescoço da girafa e afirmam que as mais altas foram selecionadas pelo fato de conseguirem alcançar as folhas verdes do alto das árvores. E os animais que não dispunham de pescoções, como “se viravam”? Por que não se tornaram extintos? E os mecanismos complexos de que a girafa dispõe para poder viver com aquele pescoção (confira aqui)? Teriam “surgido” assim complexos nas girafas altas e não nas mais baixas? Nas baixas seria desnecessário. Nas altas seria vital desde o princípio, pois a girafa não sobreviveria sem esses mecanismos. Fica fácil apresentar uma teoria simplificando tudo como se fosse uma historinha para crianças(e tiveram a coragem de começar a matéria dizendo que a arca de Noé é história infantil!).
  1. Em seguida, Santana diz que o “pessoal” (intenção de descredibilização?) que criou a arca acredita no criacionismo, segundo o qual “tudo” e “todos” foram feitos por Deus. Outra simplificação generalista. Criacionistas não acreditam, por exemplo, que Deus criou o tubarão, o leão e o mosquito Aedes aegypti do jeito que são. Deus criou os tipos básicos de animais e estes passaram por modificações morfológicas, fisiológicas e comportamentais. Sofreram diversificação de baixo nível, de modo que os seres vivos que hoje habitam a Terra (nós, inclusive) são descendentes modificados das primeiras criaturas. Criacionistas não são fixistas, como tenta afirmar nas entrelinhas a matéria do “Fantástico” (confira material adicional aqui, aqui, aqui e aqui).
  1. Santana diz que, para trabalhar na arca do Kentucky, é proibido ter outra religião, ser a favor do aborto ou ser gay. É evidente que é preciso haver identificação do funcionário com a ideologia que ele vai defender. Ou são permitidos em universidades públicas professores criacionistas para lecionar a cadeira de Evolução, por exemplo? Michael Behe, em seu livro A Caixa Preta de Darwin, conta o caso de um cientista que perdeu a chance de assinar uma coluna sobre ciência em um grande jornal norte-americano pelo simples fato de ter dito que acredita no Gênesis. Por que a reportagem tenta destacar o que seria um tipo de preconceito criacionista, ao passo que ignora situações semelhantes “do outro lado”?
  1. Pouco depois da metade do vídeo, é apresentada aquela que é considerada a maior polêmica relacionada com a réplica da arca: a presença de dinossauros a bordo. Na sequência do erro cronológico de dizer que a Bíblia localiza a história da arca há seis mil anos vem outro erro conceitual: Santana diz com ênfase na narração que “a ciência acredita que os dinossauros foram extintos há 65 milhões de anos”. Já vimos que a ciência não acredita em nada. Quem acredita são os cientistas. Pelo menos Santana utilizou o verbo correto: “acredita”. Sim, porque, apesar do relativo consenso, não é unanimidade entre os cientistas que os dinossauros tenham vivido e se tornado extintos há tantos milhões de anos. O “Fantástico” perdeu a oportunidade de discutir e esclarecer esse assunto. Na verdade, acabaram por complicar ainda mais. Depois de Santana afirmar categoricamente que “isso aqui nunca aconteceu”, referindo-se à presença de dinossauros na arca, a matéria exibe enquetes com pessoas mal informadas sobre criacionismo, que dão respostas superficiais, e, em seguida, traz uma entrevista com o doutor em biologia genética pela Universidade de Harvard Nathanael Jeanson. Ele menciona a descoberta de tecidos moles em fósseis de dinossauros e pergunta como isso é possível, se esses fósseis têm tantos milhões de anos? Na busca de resposta, Santana entrevistou Alexander Kellner, pesquisador do Museu Nacional do Rio de Janeiro, que simplesmente se limitou a explicar o processo de fossilização, quando matéria orgânica é substituída por minerais. Nada disse ou explicou sobre a presença de tecidos moles não fossilizados nesses fósseis supostamente tão antigos – isso, sim, é fantástico! Mas o “Fantástico” ficou devendo essa explicação aos seus telespectadores. (Leia mais sobre os achados de tecidos moles em fósseis de dinossauros. Clique aqui.)
  1. Santana afirma também que, “segundo a ciência, o homem nunca viveu no mundo dos dinossauros”. Nem vou repetir que a ciência não diz nada (ops! Já repeti), vou apenas dizer que existem, sim, evidências da convivência entre humanos e dinos (confira aqui e aqui). O que ocorre é que, infelizmente, os cientistas evolucionistas e setores da mídia comprometidos com a cosmovisão naturalista-darwinista ou ignoram essas evidências ou as minimizam, porque não se encaixam em seu modelo conceitual preestabelecido.
  1. Santana diz que a instituição que construiu a arca quer que o criacionismo e o evolucionismo sejam ensinados nas escolas, a fim de que os alunos conheçam os argumentos de ambos os lados e possam decidir em que acreditar. Há algo de errado nisso? Não é no ensino do contraditório que realmente se pode aprender, e aprender a pensar, inclusive? Por que esse receio de promover a discussão crítica das insuficiências da teoria da evolução? (Na verdade, essa é exatamente a proposta de entidades como a SCB e deste blog, que não apoiam o ensino do criacionismo em escolas públicas. Saiba por quê.)
  1. A reportagem termina com estas palavras do repórter: “Com uma estrutura deste tamanho[a arca], eles querem tentar convencer que a deles é a história certa. E você? Em qual você acredita?” Mas o que a matéria passa é a seguinte ideia: “O evolucionismo é sinônimo de ciência, o criacionismo é essa bobagem que lhe mostramos. Em que você acredita?” A reportagem comete o clássico equívoco “vendedor de jornais” de apresentar a ciência em conflito com a religião, sem mencionar que ambas podem andar juntas e em harmonia, mesmo com metodologias distintas (confira aqui, aqui, aqui, aqui e aqui).

O lado bom da matéria (porque nem tudo são espinhos) é que deram certa visibilidade ao criacionismo e chamaram a atenção dos telespectadores para o assunto do dilúvio e da arca de Noé. Que cada um busque as informações corretas a fim de formar sua opinião. Para a infelicidade de certos setores da mídia, hoje a informação e os dados estão mais disponíveis para os que desejam conhecer a verdade. [FONTE: Criacionismo]

Assista:

 

 

E o Olavo começa a acertar!

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Existe uma frase usada por seguidores de Olavo de Carvalho que diz: “E Olavo tinha razão”! O Júlio Severo que é um blogueiro evangélico que sigo, já explanou as táticas que Olavo usa para acertar em suas previsões. É uma tática parecida com a de um astrólogo tapiador, o que não é mera coincidência, pois o filósofo já foi astrólogo! Mas agora Olavo começa a acertar, já entendeu que existe uma elite oculta, ou não tão oculta assim, que costuma dominar e influenciar a política e a economia mundial. Eu gosto de chamar esse elite de Illuminatis, outros a chamam de globalistas e outros a tratam de banca sionista. Assista o vídeo e entendam o resto do texto!

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