Michel Temer indeciso e Bancada Evangélica calada com relação ao Aborto!

Michel Temer falou contra e depois voltou atras e ainda está analisando qual será a posição da presidência da república sobre o aborto no qual o PSOL quer a descriminalização até a 12ª semana de gestação! O STF pediu a posição tanto da presidência quanto do Congresso sobre a ação do PSOL, e o mais estranho é que a Bancada Evangélica até agora também não emitiu nenhum pronunciamento!

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Fantástico faz campanha pró-aborto em meio a debate no STF

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Por Jarbas Aragão / GospelPrime

Em meio a um grande debate nacional sobre o tema do aborto, o programa Fantástico, exibido pela Rede Globo, fez uma campanha aberta pela legalização da interrupção da gravidez. Dando destaque a uma pesquisa recente, ouviu especialistas e o ministro da saúde. Mas, o que realmente chamou a atenção foram os relatos de uma mulher que realizou o procedimento.

Para o telespectador comum, seria apenas mais uma matéria mostrando a necessidade de se regulamentar o aborto no país. Afinal, somente em 2015, meio milhão de brasileiras teriam feito um aborto ilegal. Ouvido, o Ministro da Saúde, Ricardo Barros, referiu-se à situação como “caso de saúde pública”. Já o criminalista Paulo Freitas diz que “a decisão do Supremo deve influenciar outros juízes na hora de julgar casos de aborto”. Saiba mais:

https://exateus.com/2016/11/30/na-surdina-stf-libera-aborto-ate-o-3o-mes/

Saiba mais:

Na próxima quarta-feira (7) o Supremo Tribunal Federal voltará a debater a questão do aborto. Julgará uma Ação Direta de Inconstitucionalidade que descriminaliza o aborto para mulheres infectadas pelo vírus da zika, o que pode causar a microcefalia dos bebês. A tendência é que votam a favor, pois em setembro o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, enviou ao STF parecer favorável. Em 2012, o STF havia legislado a favor do aborto nos casos de anencefalia do feto.

O Fantástico dedicou a maior parte do tempo da matéria ouvindo Debora Diniz, do instituto de bioética Anis e da UNB, que são os responsáveis pela pesquisa. Como ainda não foi publicada, nem está disponível no site oficial do Instituto, torna-se impossível uma análise mais detalhada.

Segundo o que foi mostrado na TV:
20% das mulheres brasileiras (entre 19 e 38 anos) teriam feito aborto
67% dessas mulheres já tinham filhos
88% tem religião

Não por acaso, a questão religiosa recebeu grande ênfase. Os apresentadores do programa dominical começaram a reportagem lembrando que o papa Francisco autorizou recentemente os padres a perdoarem as mulheres que praticaram aborto.

Ao dizer que as mulheres entrevistadas eram “cidadãs comuns”, Débora Diniz enfatizou que elas seriam “católicas e evangélicas”. Essa ênfase é relevante uma vez que são os parlamentares da Bancada Evangélica e Católica quem tentam barrar a legalização do aborto e até reverteram a decisão do STF.

Não por acaso, o Fantástico convenientemente ignorou o fato que a antropóloga é uma conhecida ativista pelo aborto, ou como ela prefere dizer, interrupção da gestação. Para ela e seus pares, um feto de até 3 meses não é um ser humano. Defensora da causa, ela escreve sobre o assunto em diversos jornais e liderou o grupo que entrou no Supremo para a descriminalização do aborto de anencéfalos e faz o mesmo para os casos de mães com zika. Dentro da abordagem do programa, não foi apresentado o contraponto, ou seja, alguém que se manifestasse contra.

Hoje, a estátua que representa a justiça e fica em frente ao Supremo Tribunal Federal amanheceu diferente. Ativistas insatisfeitos com a postura da Suprema Corte derramaram tinta vermelha em se colo e colocaram um bebê junto a ela, para simbolizar a decisão.

Segundo uma pesquisa do Datafolha divulgada no ano passado, 67% dos brasileiros são favoráveis à manutenção da lei atual sobre o aborto. Dezesseis por cento acreditam que o aborto deve ser permitido em outros casos e apenas 11% defendem que a prática deve deixar de ser crime em qualquer situação. Ao que parece, a Rede Globo continua empenhada em aumentar os índices de aceitação. Mais:

https://exateus.com/2016/02/05/para-a-rede-globo-pedofilia-nao-e-crime/

Autor da Globo critica ativismo gay em novelas

Camila Pitanga pede orações ao voltar a gravar “Velho Chico”

REDE GLOBO VOLTA A FAZER PROMOÇÃO À AGENDA GAY DURANTE PROGRAMAÇÃO ESPORTIVA

Novela da Globo “Babilônia” escarnece evangélicos com “família conservadora”

Católicos aderem à campanha contra a “Babilônia” da Globo

Assista:

NA SURDINA, STF LIBERA ABORTO ATÉ O 3º MÊS!

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Comentários por Libertar.in

Mais uma vez o STF se oferece como instrumento para estabelecer a agenda esquerdista-globalista da imoralidade e do assassinato de indefesos… Espiritualmente a nação brasileira vai pagar muito caro diante de Deus!

Mais uma vez eu repito, e não me cansarei de dizer enquanto eu estiver vivendo neste país: do que adianta substituir um partido e uma presidente do poder, sendo que todas as instituições, tanto políticas, jurídicas, educacionais e até religiosas, estão desmoralizadas e são ferramenta para a destruição do país. A única solução é uma rendição total à Deus através de um arrependimento genuíno!

A maioria da primeira turma do STF (Supremo Tribunal Federal) firmou o entendimento, nesta terça-feira (29), de que praticar aborto nos três primeiros meses de gestação não é crime. Votaram dessa forma os ministros Luís Roberto Barroso, Rosa Weber e Edson Fachin.

A decisão é sobre um caso específico, em um habeas corpus que revogou a prisão preventiva de cinco pessoas que trabalhavam numa clínica clandestina de aborto em Duque de Caxias (RJ), mas pode ser considerada um passo à frente na descriminalização do ato, desde que no início da gravidez. Saiba mais:

Embora a decisão tenha se dado em um caso específico, outros magistrados, de outras instâncias, poderão, a seu critério, adotar o entendimento da primeira turma do STF.

O relator, ministro Marco Aurélio, já havia concedido liminar em 2014 para soltar os cinco médicos e funcionários da clínica fluminense. Seu fundamento era que não existiam os requisitos legais para a prisão preventiva (como ameaça à ordem pública e risco à investigação e à aplicação da lei). Nesse processo, nenhuma mulher que praticou aborto na clínica foi denunciada.

Em agosto deste ano, quando foi a julgamento o mérito do habeas corpus, Barroso pediu vista. Em seu voto, nesta terça, ele concordou com a revogação das prisões pelos motivos apontados por Marco Aurélio, mas trouxe um segundo fundamento. Para ele, os artigos do Código Penal que criminalizam o aborto no primeiro trimestre de gestação violam direitos fundamentais da mulher.

As violações são, segundo o voto de Barroso, à autonomia da mulher, à sua integridade física e psíquica, a seus direitos sexuais e reprodutivos e à igualdade de gênero. “Na medida em que é a mulher que suporta o ônus integral da gravidez, e que o homem não engravida, somente haverá igualdade plena se a ela for reconhecido o direito de decidir acerca da sua manutenção ou não”, escreveu o ministro sobre o direito à igualdade de gênero.

“O direito à integridade psicofísica protege os indivíduos contra interferências indevidas e lesões aos seus corpos e mentes, relacionando-se, ainda, ao direito à saúde e à segurança. Ter um filho por determinação do direito penal constitui grave violação à integridade física e psíquica de uma mulher”, afirmou também o ministro.

Além disso, segundo Barroso, a criminalização do aborto causa uma discriminação contra as mulheres pobres, que não podem recorrer a um procedimento médico público e seguro, enquanto as que têm condições pagam clínicas particulares.

Ainda de acordo com o voto de Barroso, que foi acompanhado por Weber e Fachin, os principais países democráticos e desenvolvidos, como Estados Unidos, Alemanha, Reino Unido, Canadá, França, Itália, Espanha, Portugal e Holanda, não criminalizam o aborto na fase inicial da gestação. O prazo de três meses foi tirado da comparação com esses países.

Os dois outros ministros da primeira turma, Marco Aurélio e Luiz Fux, não se manifestaram sobre a descriminalização do aborto no início da gravidez. No caso específico, eles também votaram pela revogação das prisões preventivas, com base apenas na ausência dos requisitos legais para mantê-las.

Barroso destaca, em sua decisão, que o aborto não é algo bom, e que o papel do Estado deve ser evitá-lo, mas com educação sexual, distribuição de contraceptivos e apoio às mulheres que desejarem manter a gravidez, mas que não tenham condições.

O que foi julgado na primeira turma foi um habeas corpus para reverter a prisão preventiva dos cinco acusados. O mérito desse caso continua a ser julgado na Justiça do Rio.

No próximo dia 7, o plenário do Supremo julgará a possibilidade de aborto em casos em que mulher for infectada pelo vírus da zika.

Em 2012, a corte decidiu, por 8 votos a 2, que a interrupção de gravidez no caso de fetos com anencefalia comprovada não é crime. Na ocasião, Barroso, que ainda não era ministro, advogou a favor da descriminalização.

Via  Folha
Saiba mais:

ACABAR COM AS CRIANCINHAS PARA DESAQUECER O PLANETA?

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Por Libertar.in

Tubarões assassinos, crocodilos perigosos, javalis predadores ou lobos devoradores de gado: todos eles são espécies protegidas pela estranha religião “verde” ainda que causem danos ao homem e a outros animais.

Mas os homens têm que ser reduzidos em número, em direitos, em condições de vida, segundo decreto dessa mesma religião! Têm de ficar insustentáveis nesta terra!

Eles são os únicos seres que não podem nem devem cumprir o preceito ecológico de se auto-sustentar.

O jornal The Washington Post trouxe esclarecedora matéria a respeito. Militantes contra o “aquecimento global” se mobilizaram para cortar a taxa de nascimentos de crianças nos EUA.

O sofisma arguido, com muito sabor de luta de classe de pobres contra ricos, diz que os países ricos deveriam desencorajar as pessoas que querem ter filhos.

A causa? Para protegê-los contra os danos – fictícios ou montados artificiosamente – do “aquecimento global” num século venturo e também para reduzir emissões que não explicam claramente.

Travis Rieder, diretor do Instituo Berman de Bioética na Universidade Johns Hopkins, disse à National Public Radio (NPR) que derrubar a fertilidade humana global a meio filho por mulher “poderia ser a coisa que vai nos salvar”.

“Eis um pensamento estimulante: tal vez nós salvaremos nossos filhos não os tendo”, disse.

Ele propôs desanimar a procriação com novos impostos impedindo que os pobres tenham crianças, e impondo penalidades tributárias aos ricos. Algo assim como uma ‘taxa carbono aplicada contra os filhos’.

Rieder acrescentou que essas punições funcionariam melhor contra os ricos. Por sua vez os países ricos dariam o exemplo aos pobres de não ter filhos.

A proposta é mais radical que a “política do filho único” – pois seria só “meio filho” – e ficou registrada no livro“Population Engineering and the Fight Against Climate Change” (“Engenharia Populacional e o Combate contra a Mudança Climática”) que Rieder escreveu com mais dois professores da Universidade de Georgetown.

A ONG “Futuro concebível” de New Hampshire também adota como premissa a disparatada tese de que “a crise do clima é uma crise reprodutiva”, escreveu o “Washington Times”.

Enfermeira cuida de recém-nascidos em hospital de Jamestown, EUA.
Na proposta ambientalista, esta profissão deverá ser vista com maus olhos.

Os extremistas tentaram logo dissimular o fundo totalitário de suas propostas, alegando que não propunham medidas coercitivas, nem leis despóticas como fez a China com a famigerada e fracassada “política do filho único”.
Porém, Marc Morano, diretor do site Climate’s Depot especializado em denunciar as fraudes do ambientalismo radical, observou que as normas ditatoriais que esses ativistas negam com a língua, na prática seriam logicamente inevitáveis se se aprovam suas antinaturais premissas.

Morano também observou que os grupos que se dizem contra a “mudança climática” agora insistem que os homens deveriam ter menos contatos sexuais para conseguir um planeta menos cálido, e também para diminuir a natalidade.

“Os aquecimentistas já cansaram de combater as lâmpadas elétricas, as termoelétricas a carvão, os carros 4X4, e agora se assanham para ficar controlando o tamanho das famílias dos outros”.

Rieder anunciou o livro “Toward a Small Family Ethic: How Overpopulation and Climate Change are Affecting the Morality of Procreation” (“Rumo à ética da família pequena: como a superpopulação e a Mudança Climática estão afetando a moralidade da procriação”).

O disparate anticristão e antinatural salta aos olhos.

Publicado no blog Verde: A cor nova do comunismo.

Via http://www.midiasemmascara.org/artigos/ambientalismo/16712-acabar-com-as-criancinhas-para-desaquecer-o-planeta.html

Elas foram estupradas por jihadistas, mas não querem abortar

Elas foram estupradas por jihadistas, mas não querem abortar

por Junior Oliver /GospelPrime

No noticiário internacional são recorrentes as manchetes relacionadas aos ataques covardes do grupo terrorista Estado Islâmico contra diversas minorias. Em um desses casos ficou destacado o sequestro de mulheres e meninas yazidi.

Em meio a tanta dor e incerteza, nada como o regresso para trazer felicidade. Porém, não é isso que tem ocorrido com as vítimas que escapam das garras do terror.

Durante o sequestro essas mulheres foram mantidas como escravas sexuais da milícia terrorista e quando conseguem retornar, muitas vezes estão grávidas. Para o líder local desta comunidade, Baba Sheikh, as vítimas devem ser recebidas sem julgamento tendo em vista o fato de vivenciarem uma experiência “fora do controle delas”. Contudo, a gravidez já não é vista desse modo.

“As vítimas são nossas filhas e irmãs, mas é inconcebível em nossa religião permitir o nascimento de qualquer criança cujos pais não sejam yazidis”, afirmou Baba em entrevista.

Ele ainda mencionou que essa situação não é aceitável na tribo e gera uma fonte de vergonha. “Se essas crianças nascerem, as pessoas não perguntariam quem seriam seus pais? Eles são afegãos? Eles são europeus?”.

Devido a essa situação, o aborto tem sido visto como uma solução. Mesmo a prática sendo ilegal no Iraque, ele é permitido em caso de estupro.

Mesmo com toda essa pressão as mulheres yazidi têm escolhido abdicar do aborto. De acordo com a advogada Rezan Dler, que tem acompanhado os casos das vítimas sequestradas pelo ISIS, não é incomum encontrar mulheres que foram estupradas que escolhem manter seus bebês.

“Uma mulher Yazidi que estava no oitavo mês de gestação quando escapou do EI, desejava manter seu filho, mas seu marido disse que se divorciaria caso ela não fizesse o aborto. O casal se separou e a mulher agora vive em um campo de refugiados com sua filha de 5 meses de idade”, compartilhou Dler.

O desejo de evitar o aborto é tão marcante que de acordo com a advogada, muitas mulheres afirmam que preferiram voltar ao sofrimento da escravidão do EI do que interromper a gestação.

Apesar de todo o esforço das ex-escravas do EI em manter seus filhos, a lei local iraquiana atrapalha o futuro das mulheres pró-vida. De acordo com o Juiz da Corte iraquiana, Xamosh Omar, as leis daquele país afirmam que as crianças que nascerem sobre essas circunstâncias serão tratadas como se tivessem nascido através do adultério, dessa forma, suas mães não teriam o direito de criá-las.

“Eu sou uma mulher e entendo o que as mulheres yazidi estupradas devem estar vivenciando. Mas, paro parlamento iraquiano, esse é um tópico vergonhoso para discussão. Eu duvido que eles permitam esse problema ser debatido”, concluiu Dler. Com informações Christian Today

IGREJA METODISTA NA LAMA FEMINISTA

A Igreja Metodista aprontou uma propaganda que diz literalmente: “O feminismo nunca matou ninguém.”

Ora, o aborto propositado mata bebês todos os dias, graças ao feminismo, e a Igreja Metodista, numa campanha mentirosa inspirada pelo pai da mentira, quer que creiamos que o feminismo não mata ninguém?
São milhões de bebês assassinados todos os anos por leis feministas. Isso é pouco para a Igreja Metodista? Tinha então de ser bilhões de vidas inocentes?
Feminismo tem tudo a ver com aborto propositado, que é o assassinato no útero de bebês totalmente inocentes e indefesos. É um dos crimes mais covardes, bárbaros e vis que existe.
A maior personalidade metodista hoje é Hillary Clinton, candidata presidencial americana que é totalmente feminista e pró-aborto.
O que a Igreja Metodista fará agora em honra do feminismo? Abrirá clínicas de aborto?

Mais novo Lançamento da Série: RAMOS DO SABER E ATEÍSMO: Filosofia versus Ateísmo!

Baixe no site da Amazon.com, o mais novo Lançamento da Série: Ramos do Saber e Ateísmo: Filosofia Versus Ateísmo:

Neste Quinto volume da Série: “Ramos do Saber e ateísmo” – trazemos pensamentos e comparações filosóficas entre alguns pensadores e o cristianismo. Começamos com a comparação entre o pensamento de Sócrates e o pensamento de Jesus, seguindo uma determinada linha cronológica, abordamos o pensamento de Agostinho, de como ele saiu do maniqueísmo ao cristianismo, defendemos as cinco vias de Tomás de Aquino e chagamos na Modernidade com um artigo científico sobre Descartes. Na seqüência abordamos a decadência do pensamento marxista, penetramos na incoerência do niilismo, pontuamos sobre a covardia do pensamento pós-moderno e fechamos opinando sobre temas polêmicos como o feminismo, o homossexualismo e o aborto.

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