Avivamento evangélico termina no Brasil e era apocalíptica deve começar!

Veja como o grande crescimento evangélico no Brasil teve o seu apogeu e agora parece que tem esfriado principalmente por causa da política!

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Charles Finney: O homem que redefiniu o caráter dos Estados Unidos

Meu comentário no blog do Júlio Severo:

Júlio, esse artigo para mim serviu como uma confirmação do Senhor, pois estou justamente estudando sobre o grande pregador Charles Finney. E de  já percebo como a Teologia Calvinista tenta desqualificar este que é considerado por muitos como o maior evangelista de todos os tempos, que é inspiração até para Billy Graham. O acusam de Pelagianismo, e de que seu legado foram conversões supérfluas e emocionais,originando movimentos pentecostais e das igrejas à gosto do freguês! Estou lendo a Teologia Sistemática de Finney e vejo que muito das acusações ao Pregador não procedem! Enfim, o Calvinismo gera uma militância, que como toda militância está disposta a massacrar seus adversários, vide o Sínodo de Dort, onde os calvinistas usaram de desonestidades na fomentação e nos debates do Sínodo e ainda perseguiram seus adversários ao ponto de chegar ao massacre de milhares de arminianos!

Finney era realmente pelagiano, mas qual igreja hoje em dia não traz traços do pelagianismo que está ligado ao livre-arbítrio? A própria igreja católica que condenou o pelagianismo como heresia no passado é hoje semi-pelagiana! Até mesmo igrejas calvinistas quando proíbem à prática do batismo infantil, estão agindo de maneira pelagiana!

Se acusam o pentecostalismo, o neopentecostalismo como um fruto mal da Teologia de Finney, qual seria então os frutos do Calvinismo? – Uma igreja fria, em que quase não há conversões, que fecha as portas na Europa, que adere à Maçonaria, ao feminismo, à ordenação de pastores homossexuais, e ao esquerdismo marxista e ao ecumenismo papista!

Richard Klein

Dos muitos pregadores corajosos, mas muitas vezes esquecidos, que cruzaram as regiões selvagens dos EUA, nenhum deles teve um impacto mais profundo do que o poderoso reavivalista Charles Grandison Finney. Numa época de grandes líderes, tanto seculares quanto religiosos, Charles Finney criou um legado que redefiniu o próprio caráter dos Estados Unidos.

Um jovem brilhante e talentoso, Charles Finney demonstrava muito cedo o potencial para grandes realizações em qualquer esfera. Ele escolheu a advocacia e logo se estabeleceu no pequeno vilarejo de Adams, em Nova Iorque. Finney era do tipo que gostava de atividade física, e adorava passear na região de mata imediatamente fora do vilarejo. Muitas vezes ele passava tempo ponderando nas muitas citações da Bíblia que ele havia achado enquanto examinava julgamentos e códigos legais de sua época. Ele havia recentemente começado a ler a Bíblia diariamente para aumentar seu estudo de direito. Para sua surpresa, Finney descobriu que a leitura da Bíblia havia provocado perguntas sérias sobre seu próprio destino eterno. Essa luta sobre seu destino chegou a um ponto crucial em certa manhã de outubro quando um versículo da Bíblia ficava se repetindo na mente de Finney:

“Então me invocareis e chegareis a mim para orar, e Eu vos darei toda a atenção. Vós me buscareis e me encontrareis, quando me buscardes de todo coração.” (Jeremias 29:12-13 King James Atualizada)

A Presença de Deus

De repente, parecia como se Charles Finney estivesse na própria presença de Deus. Preste atenção às suas palavras: “Parecia como se eu tivesse me encontrado com o Senhor Jesus face a face… Prostrei-me a Seus pés e derramei minha alma a Ele… Sem nenhuma recordação de que eu já tivesse ouvido sobre isso mencionado por alguém no mundo, o Espírito Santo desceu sobre mim de uma maneira que parecia atravessar-me, corpo e alma… É impossível expressar com palavras o amor maravilhoso que foi derramado amplamente no meu coração.” Charles Finney abandonou a advocacia para entrar no ministério pastoral e logo recebeu licença oficial para pregar. Mas em vez de assumir residência numa igreja local, ele se sentiu atraído para o evangelismo itinerante, entre famílias pioneiras que estavam se mudando para o Oeste.

Finney era também pioneiro no que se referia à pregação. Em vez de ler a partir de um texto preparado, ele falava de modo improvisado, a partir de seu coração. Ele permitia que as mulheres dirigissem as orações e chamava publicamente os pecadores ao arrependimento — por nome, do púlpito! Suas muitas inovações eram chamadas de “Novas Medidas” e pareciam apavorar os pastores apegados às tradições. Mas seus métodos funcionavam!

Nove Anos de Poder

Uma série de reavivamentos começou a varrer o Nordeste dos EUA no que veio a ser conhecido como “Os Nove Anos de Poder” de evangelismo de Finney. Como um incêndio florestal, se espalhou pelas cidades de Evans Mill, Antwerp, Rome, Utica, Auburn, Troy, Wilmington, Filadéfia, Boston e Nova Iorque. Mas o reavivamento que eclipsou todos os outros ocorreu na cidade de Rochester no ano de 1830. E tudo começou com um simples encontro. A esposa de um proeminente jurista de Rochester havia convidado Finney para seu lar, esperando aprender mais sobre esse pregador que estava se tornando muito famoso. Secretamente, ela se preocupava que esse reavivamento, que parecia seguir o rastro de Finney por toda parte onde ele ia, arruinaria os bailes sociais da cidade. Ao falar com a mulher, Finney observou que o orgulho era a característica mais marcante do caráter dela. Ele sentiu um estímulo do Espírito Santo para repartir com ela um versículo específico da Bíblia: “Com toda a certeza vos afirmo que, se não vos converterdes e não vos tornardes como crianças, de modo algum entrareis no Reino dos céus.” (Mateus 18:3 King James Atualizada)

Conversão da Alta Sociedade

A mulher da alta sociedade se sentiu cativada com o versículo, repetindo-o para si mesma quando Finney a convidou a orar. Silenciosamente, ele pediu que Deus desse a ela uma impressão da necessidade de se tornar filha de Deus e aceitar a salvação. Não demorou muito e ficou claro que a oração de Finney estava sendo respondida, pois a mulher dobrou os joelhos e ficou aos soluços. Quando abriu os olhos, ele viu a face dela cheia de lágrimas voltada para o céu. Finney soube instantaneamente que a Bíblia tinha se tornado viva: ela agora era filha de Deus! O que ele não sabia era o efeito dramático que essa conversão específica acabaria tendo. Em suas memórias, Finney escreveu:

“Deu para ver logo que o Senhor estava querendo a conversão das classes mais elevadas da sociedade. Minhas reuniões logo se encheram de multidões dessa classe… Enquanto o reavivamento ia varrendo a cidade, e convertendo a grande massa das pessoas mais influentes, tanto de homens quanto de mulheres, a mudança na ordem, sobriedade e moralidade da cidade era maravilhosa.”

Cristianismo em todos os lugares

Charles P. Bush, natural da cidade de Rochester, se converteu durante o reavivamento. Mais tarde ele comentou: “A comunidade inteira ficou emocionada. O Cristianismo era o tema das conversas nas casas, nas lojas, nos escritórios e nas ruas… Os bares foram fechados, o domingo era honrado como Dia do Senhor, as igrejas se enchiam de pessoas que louvavam e adoravam com alegria… Houve uma redução maravilhosa nos crimes. Os tribunais tinham pouco trabalho, e a cadeia ficou praticamente vazia por vários anos depois.”

Os historiadores dizem acerca do reavivamento de Rochester que “os alicerces do lugar foram abalados.” Mais de 40 dos novos convertidos entraram no ministério pastoral e pelo menos 1.500 reavivamentos ocorreram em outras cidades como resultado de Rochester. Para seu crédito, Charles Finney deu toda glória a Deus:

“Este é um trabalho grande e glorioso — suficiente para encher os corações do povo de Deus com humildade e gratidão, e suas bocas com ações de graças!”

Traduzido por Julio Severo do original em inglês da CBN: Charles Finney: A Nation’s Character Redefined

Fonte: http://www.juliosevero.com

Avivamento toma conta do norte da África

Por Jarbas Aragão / GospelPrime

Um avivamento está tomando conta do extremo norte da África. Acredita-se que desde o surgimento do islamismo a região não via tantas pessoas confessando sua fé em Jesus.

A CBN mostrou cenas gravadas pelo cineasta cristão Tino Qahoush, que voltou de uma viagem pela região. “O que Deus está fazendo na África do Norte, da Mauritânia até a Líbia é algo sem precedentes na história das missões”, disse.

Qahoush passou anos viajando e captando imagens que serão reunidas em um documentário. “Tive o privilégio de gravar depoimentos e ouvir histórias de homens e mulheres de todas as idades… Eles viveram a presença de Deus de modo real… Alguns contam histórias de como conversaram com ele, não apenas com uma luz que aparece”, comemora.

Especialistas em missões afirmam há mais de uma década que ocorre um profundo mover de Deus em nações predominantemente muçulmanas como Mauritânia, Saara Ocidental, Marrocos, Argélia, Líbia e Tunísia.

O cineasta afirma: “Às vezes eu sinto inveja de como Jesus visita o mundo muçulmano neste momento. Já não ouvimos falar disso nas comunidades tradicionalmente cristãs”.

Os números indicam que o crescimento do cristianismo, especialmente nos últimos 20 anos tem sido sem precedentes. O mais evidente é a mudança na Argélia. O pastor Salah disse no vídeo que nunca pensou que a igreja argelina iria crescer muito. Ele vive e trabalha em um país onde 99% da população é muçulmana.

Atualmente, ele pastoreia uma igreja de 1.200 pessoas. A imensa maioria deles vem do islamismo e sofreram muito por causa de sua decisão de aceitar Jesus.

Youssef Ourahmane, outro pastor da Argélia explica que o governo persegue e intimida os cristãos ocasionalmente. Mesmo assim, eles têm oportunidades de testemunhar toda vez que são detidos.

“Em delegacias de polícia, nos tribunais… Uma vez que eu fui levado por policiais e durante 45 minutos falei-lhes sobre Jesus. Imagine só, todos na delegacia eram muçulmanos. Ficavam dizendo: ‘Conte-nos mais sobre esse Jesus ‘”, comemora.

Para Peter (nome alterado por questões de segurança), missionário estrangeiro que trabalha há anos na região, “Eles sempre foram hostis a qualquer coisa externa e o cristianismo era considerado como a religião dos europeus”, lembra.

Para ele, a chegada de canais de televisão cristãos via satélite e a internet mudaram a percepção das pessoas sobre o cristianismo.

Assista reportagem (espanhol):

Cristãos no Irã oram cinco horas por dia`, diz Saeed Abedini sobre avivamento

 

´Cristãos no Irã oram cinco horas por dia`, diz Saeed Abedini sobre avivamento

Por CPADNEWS

Após passar quatro anos preso no Irã, o pastor Saeed Abedini se deparou com uma nova realidade em seu retorno aos Estados Unidos: uma igreja perdida e que vive um avivamento superficial.

“Quando deixei os Estados Unidos e acabei sendo preso no Irã, eu achava que os americanos não se preocupavam com a política. Mas após quatro anos, vejo que todo mundo está falando sobre política”, avaliou Abedini em uma publicação no Facebook.

Saeed foi liberto em janeiro, quatro anos após receber a sentença de oito anos de prisão em 2012, no Irã. Ele foi acusado de ameaçar a segurança nacional por haver implantado uma rede de igrejas domésticas no país.

“Os americanos perceberam que precisam mudar, mas eles estão procurando no lugar errado. Nenhum político pode trazer a mudança. Só o Senhor Jesus Cristo, pelo poder do Espírito Santo, pode fazer isso acontecer”, acrescentou.

Abedini aponta que estudar a Bíblia, participar de cultos servir ao Senhor através de atividades na igreja são coisas boas, mas não representam o verdadeiro avivamento.

“Os novos cristãos no Irã oram, pelo menos, cinco horas por dia e estão dispostos a dar a vida para manter sua fé. E quando você pergunta a eles se têm vivido o avivamento, eles dizem: ‘Não! Nós não sabemos muito sobre a Bíblia, nós não evangelizamos o suficiente e não pregamos. Não podemos encontrar uma igreja para ir e nos sentimos muito mal por isso’”, relata o pastor.

Ainda que estes cristãos não percebam, Abedini afirma que enxerga neles o avivamento. “Os cristãos americanos têm tanto e são pessoas tão boas, mas ainda precisamos de avivamento em nossos corações. Um tipo de avivamento que nos faz cair com os joelhos no chão para orar”, afirma.

“Então eu vejo que aqueles que pensam que vivem o avivamento, realmente não vivem. E aqueles que acham que não vivem o avivamento, esses vivem”, concluiu Abedini.

Fonte: Guia-me / com informações do Christian Post |