Cabo Daciolo x Bancada Evangélica!

A Bancada Evangélica resolveu responder Daciolo que disse que a mesma foi sua maior decepção no Congresso! Assistam!

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Michel Temer indeciso e Bancada Evangélica calada com relação ao Aborto!

Michel Temer falou contra e depois voltou atras e ainda está analisando qual será a posição da presidência da república sobre o aborto no qual o PSOL quer a descriminalização até a 12ª semana de gestação! O STF pediu a posição tanto da presidência quanto do Congresso sobre a ação do PSOL, e o mais estranho é que a Bancada Evangélica até agora também não emitiu nenhum pronunciamento!

Victório Galli afirma que existe uma orquestração “vermelha” contra evangélicos

Victório Galli afirma que existe uma orquestração contra evangélicos

Por Jarbas Aragão / GospelPrime

Desde seu surgimento, o canal Porta dos Fundos fez vários vídeos onde provocava os cristãos e ridicularizava propositalmente símbolos sagrados. Isso levou vários grupos a propor um “boicote” e resultou em processos judiciais. Esse “pseudohumor”, que visa atacar pessoas e suas crenças, em especial o cristianismo, é apenas um dos exemplos da intolerância que vemos todos os dias no país. Para o deputado federal Victório Galli (PSC/MT) isso está evidenciado na orquestração de movimentos de esquerda contra bancada evangélica

Membro de um partido que leva Cristão no nome, o parlamentar acredita que possui autoridade para dizer que isso é fruto da doutrinação ideológica conhecida como marxismo cultural que foi francamente incentivada durante os 13 anos de governo petista. Embora reconheça que o humor é marca do ethos brasileiro, defende que muitos estão extrapolando a prerrogativa da liberdade de expressão.

A indignação do brasileiro médio é seletiva, pois dependendo do enfoque dado a um determinado assunto, “o silêncio é que fala mais alto”, sublinha Galli. Embora 86,8% da população brasileira, seja formada por católicos e evangélicos (IBGE -2010), “estes pretensos artistas não se privam de atacar-nos”, desabafa.

O exemplo mais recente disso foi o recente episódio do debate no rádio protagonizado pelo seu colega Marco Feliciano (PSC/SP) e o humorista Gregório Duvivier, durante o Programa Pânico da Rádio, da Jovem Pan. Atacado pelos membros do Porta dos Fundos que estavam divulgando seu filme, odeputado e pastor ligou para defender-se.

Duvivier, assumidamente um ateu ‘militante da esquerda’ e comunista, passou a ridicularizar a fé cristã. Ao ouvir o argumento de que Maria era virgem, perguntou: “Você viu o hímen de Maria?”. Também ironizou o pastor Feliciano e toda Frente Parlamentar Evangélica. Tentando desqualificar o trabalho da bancada, admitiu que não suporta vê-los defender pautas conservadoras. Notório defensor do aborto e da legalização das drogas, ao classificar a postura de “retrocesso”, ele apenas fez eco ao que declarou durante a Parada do Orgulho LGBT este ano Viviany Beleboni, a mesma transexual que desfilou crucificada em 2015.

Na tentativa de criar constrangimento, o humorista afirmou que possui vários amigos evangélicos que “têm vergonha” de políticos como Feliciano. Para Galli, “O marxismo, ideologia defendida por Duvivier, é essencialmente antagônico ao cristianismo. O modo de vida defendido pelo “artista” tem como objetivo a destruição dos valores judaico-cristãos”. Logo, o desprezo pela fé alheia lhe é característico, como de todos os que seguem essa linha.

O político mato-grossense reconhece que os membros da bancada “não são perfeitos” e defende que todos paguem pelos seus eventuais erros. O que afirma lhe incomodar é o “silêncio obsequioso” da mídia, sempre reproduzido nas redes sociais, quando são realizadas ações que visam claramente os cristãos. Lembra de ataques que foram feitos no Oriente Médio contra aldeias ou locais de culto cristão e a imprensa trata o assunto como “conflito étnico” ou “disputas políticas”.

Ressalta ainda que recentemente a ONU se negou a reconhecer o genocídio de cristãos por muçulmanos em seus relatórios oficiais. Assevera que os valores do cristianismo estão sendo constantemente combatidos, seja através de vídeos, postagens nas redes sociais, passando por reportagens nos principais canais e até manifestações públicas.

“Em nome do politicamente correto, tentam nos taxar de reacionários, fundamentalistas e outros termos derrogatórios. Se eles fazem a ameaças, usando o ‘não passarão’, convido a todos os homens e mulheres cristãos do país e responderem como eu: ‘não nos calarão’”, encerra.

Fantástico tenta rotular bancada evangélica de homofóbica

Fantástico tenta rotular bancada evangélica de homofóbica

Por Jarbas Aragão / GospelPriime

O caso do atirador na boate gay em Orlando serviu para fomentar na última semana um imenso debate na mídia sobre crimes de homofobia.

Estranhamente, ignora-se o fato que, segundo o próprio Omar deixou claro nas gravações que fez à polícia, sua motivação era religiosa. Jurando lealdade ao Estado Islâmico, ele afirma que o atentado era uma retaliação pelos bombardeios dos EUA ao Afeganistão, onde ele nasceu.

Mesmo assim, tanto nos Estados Unidos quanto no Brasil, a imprensa motivada pelo discurso politicamente correto do presidente Obama, evitou associar os termos “islã” e “terrorismo” ao caso. Sem um grande esforço de lógica, parte da mídia passou a culpar os cristãos pelas mortes. Protestos foram inclusive feitos nas redes sociais e na frente da Catedral da Sé, em São Paulo.

Como geralmente acontece, o programa dominical Fantástico da Rede Globo, abordou de forma tendenciosa um assunto que está em evidência. Ao tentar mostrar casos de intolerância aos homossexuais no Brasil, apresentou uma série de estatísticas alarmantes, como: “Só em 2015, o Disque 100 recebeu quase 2 mil denúncias de agressões contra gays. Desde o início de 2016, 132 homossexuais já foram assassinados no Brasil”.

Cerca de um terço da matéria foi voltada a questão da legislação brasileira sobre o assunto. O destaque maior foi para o Projeto de Lei 7582/2014, apresentado pela deputada Maria do Rosário (PT/RS) em parceria com o Conselho Nacional LGBT, que tipifica e criminaliza os crimes de ódio e intolerância, bem como de incitação a esses crimes, dentre eles os motivados pelo preconceito e discriminação contra LGBTs. A pena prevista é “Prisão de um a seis anos e multa”.

Como a lei não usa termos específicos, ela sequer traz o termo “homofobia”. O artigo 5º afirma, que incorre em crime quem: “Praticar, induzir ou incitar a discriminação ou preconceito, por meio de discurso de ódio ou pela fabricação, comercialização, veiculação e distribuição de símbolos, emblemas, ornamentos, distintivos ou propaganda, por qualquer meio, inclusive pelos meios de comunicação e pela internet, em razão de classe e origem social, condição de migrante, refugiado ou deslocado interno, orientação sexual, identidade e expressão de gênero, idade, religião, situação de rua e deficiência”.

No Fantástico, a jornalista Renata Ceribelli afirma “Deputados evangélicos são contra o projeto de lei”. Logo em seguida, apresenta a entrevista com o deputado pastor Marco Feliciano (PSC/SP). Ele esclarece que não é contra o projeto de lei, apenas que a proposta “não consegue definir o que é homofobia”.

Enfatiza que, nos termos atuais, “não consegue separar o preconceito da liberdade de expressão”. Conclui dizendo que quando a linguagem for revista e esclarecida “Aí vamos criminalizar a homofobia”.

Não por coincidência, a figura de Marco Feliciano é colocada num contexto onde se debate crimes de ódio e homofobia, numa tentativa de associá-lo ao tema. Logo após as mortes em Orlando ele foiapontado como um dos incentivadores disso no Brasil, embora não exista nenhum tipo de comprovação que o tenha feito em algum momento.

Discurso copia repressão americana

A estratégia da esquerda no país por várias vezes une questões religiosas e de gênero. No caso da lei que o Fantástico defendeu como boa para o país, fica claro que os termos propositalmente amplos poderiam criar problemas sobretudo para os evangélicos.

Ou seja, se uma igreja possui, por exemplo, um programa de rádio ou TV (mesmo que pela internet) e se pronuncie contra a homossexualidade, poderá ser denunciada. Se disser algo que possa ofender um praticante de religião afro-brasileira, vale a mesma premissa.

A ideia de ‘discurso de ódio’ é mais um termo emprestado dos americanos. Em 2007, uma lei aprovada na Califórnia afirmava que o ensinamento bíblico era essencialmente “discurso de ódio”.

Não por coincidência, além de mostrar isso claramente em seus programas, a Globo usou o portal G1 para publicar uma matéria no sábado (19) onde deu voz a Ilan Meyer, pesquisador sênior de lei para políticas públicas e orientação sexual da Universidade da Califórnia, em Los Angeles.

Ele afirma: “na comunidade cristã evangélica dos Estados Unidos, por exemplo, você pode aprender coisas terríveis ao ir à igreja toda semana.”

A reportagem tenta mostrar ainda que existe uma tolerância de ramos do Islã ao público LGBT, o que é, no mínimo, tendencioso.

PARADA GAY CHAMA BÍBLIA E BANCADA EVANGÉLICA DE RETROCESSO

 

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Em 1987, cristãos começaram a reunir-se em Londres para andar pela cidade, intercedendo e cantando louvores. A iniciativa de missionários evangélicos ganharia o nome de “Marcha para Jesus” e se espalharia pelo mundo todo nos anos seguintes.

No Brasil, teve início em 1993 e agregou elementos típicos do país como trios elétricos e apresentações musicais. Hoje se configura no maior evento do tipo no planeta, chegando a reunir mais de dois milhões de pessoas.

Nas ruas de Nova York ocorreu em 1969 a primeira “Pride Parade”, reunindo algumas dezenas de homossexuais que tinham uma agenda política de luta pelos que consideravam seus direitos. Esse tipo de manifestação também assumiu proporções mundiais e no Brasil desde 1996 é realizada anualmente com o nome de “Parada do Orgulho LGBT”. Assim como foi com a Marcha para Jesus, a versão brasileira ganhou trios elétricos e um inegável tom político.

Na sua 20ª edição, a Parada do Orgulho LGBT ocorre apenas 3 dias depois da Marcha para Jesus. Ambas na mesma cidade, com aproximadamente o mesmo número de participantes e num clima que reflete o que ocorre no Brasil nesse momento.

Oficialmente, o tema da Parada é “Lei de Identidade de Gênero, já! Todas as pessoas juntas contra a Transfobia!” Todos os 17 trios elétricos levam uma bandeira com a letra T, em referência às mulheres transexuais, homens trans e travestis. A organização do evento afirma que o objetivo é fazer uma grande mobilização para que seja aprovada no Congresso a “Lei de Identidade de Gênero”, de autoriade Jean Wyllys (PSOL/RJ).

Um dos destaques na avenida paulista este ano é Viviany Beleboni, a transexual que desfilou crucificada em 2015.

Após as diversas polêmicas no ano passado, incluindo protestos dos deputados, sua fantasia este ano é uma provocação aos evangélicos. “O meu protesto este ano é contra os fundamentalistas que barram as nossas leis. Vou falar de religião quantas vezes forem necessárias”, afirmou.

Com uma mordaça na boca e uma balança sobre os ombros, ela colocou uma Bíblia com os dizeres “retrocesso” e “bancada evangélica”. Desse modo, faz uma provocação a todos os cristãos, que certamente não acreditam que o conteúdo das Escrituras representa um retrocesso para a sociedade.

Apesar as críticas que a bancada evangélica seguidamente recebe, o foco da Parada esse ano mostra que os movimentos liberais, em especial os de cunho marxista, escolheram os que lutam pelas bandeiras cristãs na política como seus principais inimigos.

Uma constante no governo Dilma, essa associação fica clara com as dezenas de faixas e cartazes empunhados na Paulista. Muitas eram palavras contra o presidente da República em exercício, Michel Temer, pedindo a saída dele do cargo.
Resposta da Bancada

Procurado pelo Portal Gospel Prime, o deputado Sóstenes Cavalcante (DEM/RJ), falou em nome da Frente Parlamentar Evangélica (FPE). Lembrou que a Bíblia é um símbolo de fé para todos os cristãos do país, portanto atinge também os católicos.

“Não existe um embate contra a população LGBT, nós defendemos o que cremos. Contudo, acreditamos que esse tipo de provocação é apenas um reconhecimento de que a bancada tem feito seu trabalho de lutar pela família e os valores cristãos”. Para Cavalcante, que também é pastor, nas próximas eleições a bancada evangélica irá aumentar pois a população está mais consciente do que acontece no país.

Ezequiel Teixeira, apóstolo do Projeto Vida Nova e deputado federal (PTN/RJ), foi categórico: “Trata-se de um contrassenso. Os LGBT pedem respeito, mas a recíproca não é verdadeira. Seus atos de intolerância relevam a verdadeira natureza desse grupo. Acredito que isso é intolerância religiosa!”.

“Eu estranharia se eles tivessem outro posicionamento sobre a Bíblia, os cristãos e a bancada evangélica que não esse”, asseverou o deputado Roberto de Lucena (PV/SP). Ele afirma que “A máxima do movimento é procurar desqualificar os argumentos contrários e quem os defenda por falta de substância na sustentação de suas convicções.”

Para ele, “essas declarações sinalizam apenas que estamos no caminho certo e nossa agenda em defesa da vida e da família tradicional deve continuar! ”

O deputado Victório Galli (PSC/MT), também membro da FPE, foi categórico: “Jamais se viu na Marcha para Jesus um ataque contra os homossexuais. Porém, a recíproca não é verdadeira”.

Finalizou dizendo que os LGBT é quem estão atacando os cristãos. “Graças a Deus a sociedade elegeu deputados católicos e evangélicos para fazer frente ao relativismo moral e a tentativa de destruição de valores cristãos. Esses militantes sonham com uma ditadura da opinião, mas isso não irá ocorrer”.

Por Jarbas Aragão

Via Gospel Prime

Ezequiel Teixeira avisa governo: “Não tem conversa sobre aborto”

Por Jarbas Aragão / GospelPrime

A luta contra o aborto foi uma bandeira constante da bancada evangélica durante o governo petista, que tentou por várias vezes legalizá-lo no país. Contudo, mal o novo governo assumiu o assunto já voltou a pauta de discussões públicas.

O ministro da Saúde, Ricardo Barros, disse durante entrevistaesta semana que o aborto está novamente na pauta. Divulgou que algo precisa ser feito pois no Brasil já são feitos 1,5 milhão de abortos por ano, sendo que 250 mil mulheres ficam com alguma sequela e 11 mil vão a óbito.

“A maneira como vamos abordar isso [aborto] vai depender de discussões. Vamos ter de conversar com a Igreja. A decisão do ministério não deve provocar resistência ou discussão”, insistiu Barros.  “Vou ver com o governo qual será nossa diretriz para agir nessa direção. Essa é uma decisão de governo”, garantiu.

O pastor Ezequiel Teixeira (PTN/RJ) se pronunciou pouco tempo depois. “Não tem conversa! Para nós, cristãos, o direito à vida é intocável e inegociável”, lembrou o parlamentar em nota.

“Se a vontade do governo prevalecer, poderá recair sobre o Brasil uma grande maldição”, alertou. Lembrando uma série de versículos bíblicos, o parlamentar que é apóstolo do Projeto Vida Nova, no Rio de Janeiro, também citou a Constituição. Terminou fazendo um apelo “o apoio do povo cristão é fundamental para a defesa da vida, sobretudo dos indefesos”.

Secretária dos Direitos Humanos quer a descriminalização

Além do ministro da saúde, a nova secretária de Direitos Humanos, Flávia Piovesan, também quer um debate sobre o assunto. Ela defende uma “revisão da legislação do aborto”. “É consenso que o aborto deve ser visto como caso de saúde pública e não como caso de polícia”, insiste a professora de direito constitucional e de direitos humanos da PUC-SP.

Na nova configuração de governo, a secretaria de Direitos Humanos estará subordinada ao Ministério da Justiça. Como só toma posse na semana que vem, Flávia explica que essa é uma opinião pessoal, não é a posição do governo do presidente Michel Temer.

Ela também avisa que uma de suas pautas prioritárias é “o combate à discriminação por orientação sexual”. Aliás, fez questão de dizer que uma das condições para assumir a secretaria é a liberdade de “lutar contra a homofobia”.

Embora não tenha esmiuçado como pretende fazer isso, se repetir o discurso do governo petista, encontrará a resistência dos deputados evangélicos. Ezequiel Teixeira foi secretário de Direitos Humanos do governo do Rio de Janeiro.

Acusado de intolerante, por dizer que Deus pode mudar uma pessoa [em relação a sua opção sexual], acabou sendo exonerado do cargo por pressão da comunidade LGBT. Na ocasião, afirmou que foiperseguido pela militância por sua postura conservadora.

Bancada evangélica obtém vitórias contra aborto e ideologia de gênero

Bancada evangélica obtém vitórias contra aborto e ideologia de gênero

Por Jarbas Aragão / GospelPrime

A bancada evangélica obteve uma importante vitória no plenário da Câmara dos Deputados nesta quinta (18). Conseguiu alterações no texto da medida provisória (MP) 696/2015, em que a presidente Dilma reduz e reagrupa o número de ministérios do governo. Dos 39 existentes, agora são 31. O texto agora segue para votação no Senado.

No capítulo que trata do ministério das Mulheres, Igualdade Racial e Direitos Humanos, essas três pastas foram unificadas. O objetivo da emenda da MP, de autoria do deputado Alan Rick (PRB-AC) – membro da bancada evangélica – era ressaltar as diretrizes não só do Programa Nacional dos Direitos Humanos, mas também da Convenção Americana sobre Direitos Humanos. Com isso, o texto fala do direito à vida “desde o momento da concepção”.

Um importante argumento contra as tentativas de movimentos esquerdistas em ampliar a legalização do aborto no país. No Brasil a interrupção da gravidez não é crime em casos de estupro, risco de morte da mãe e nos casos de fetos anencéfalos. Os aliados do governo petista têm feito diversas tentativas para sua descriminalização.

O presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), aprovou a emenda mesmo sem a realização de votação nominal, baseando-se apenas na manifestação dos deputados presentes no plenário. As bancadas contrárias ao texto, de modo especial a do PT tentaram impedir, mas não fizeram o pedido para votação a tempo.

A segunda mudança foi a retirada da MP a previsão que o ministério das Mulheres, Igualdade Racial e Direitos Humanos planeje “a incorporação da perspectiva de gênero” no tocante a promoção da igualdade entre mulheres e homens. Ou seja, retira da pauta as tentativas de se impor a agenda gay sobre a sociedade.

O assunto provocou intenso debate. O deputado João Campos (PSDB-GO), presidente da bancada evangélica, ressaltou que o texto como estava tentava destruir a família brasileira.  Ele defende que o ministério promova políticas direcionadas à comunidade LGBT. Contudo frisou: “ter a ideologia de gênero como diretriz é que não dá”.

A proposta de mudança foi para votação e aprovada por 188 votos contra 166. Os deputados da base governista ficaram inconformados. “Esse fundamentalismo tem que acabar no Congresso Nacional”, ameaçou Jandira Feghali (PC do B-RJ). Com informações de Folha de SP