Constantino o protótipo do católico atual!

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A conversão de Constantino foi diferente da conversão de uma pessoa comum da sua época. Quando algum pagão queria aderir ao cristianismo, este era submetido a um longo processo de aprendizado e disciplina que poderia durar até três anos afim de solidificar o novo convertido na sua nova fé antes de ser batizado. Algo muito parecido com o processo de discipulado que ocorre em muitas igrejas evangélicas atuais, apesar do nome desse processo ter sido  catequese, que a igreja católica conserva até hoje, o que vemos na mesma é o batismo infantil antes mesmo de qualquer aprendizado e decisão. Depois do batismo, o novo convertido então seguia seu bispo como pastor para colocar sua fé em prática nas situações concretas da vida.

Constantino nunca se submeteu em nenhum aspecto à autoridade pastoral da igreja. Ele recebia conselhos cristãos através do sábio Lactando e do bispo Óssio de Córdoba, mas sempre se reservou no direito de determinar suas atitudes religiosas, pois se considerava “bispo dos bispos”. Mesmo após sua conversão, Constantino participou de rituais pagãos que eram proibidos aos cristãos, e os bispos não tinham coragem de repreendê-lo.

Atualmente muitos que se dizem católicos procuram centro espíritas e terreiros afros para algum tipo de relacionamento e os adeptos espíritas procuram a Igreja católica e se dizem católicos formando uma espécie de sincretismo religioso.

O imperador apesar de favorecer os cristãos em muitos aspectos e de suas afirmações de crer no poder de Jesus Cristo, tecnicamente não era cristão segundo a tradição da época, pois não quis se submeter ao batismo. Hoje em dia quando perguntamos a algum católico se ele já aceitou Jesus como Senhor e Salvador da sua vida, ele diz que sim, que já fez isso desde que nasceu. Apesar de sabermos que o Senhorio de Jesus passa é longe da sua vida!

Para Constantino era cômodo se manter apenas como um simpatizante do Cristianismo, sem ser batizado ele poderia deslizar em sua fé, sem receber condenação por parte dos dirigentes da igreja, hoje em dia muitos católicos vão à igreja raramente para desencargo de consciência e quando saem de lá principalmente aos domingos, se dizem que já podem tomar sua cerveja e ir para algum tipo de festa mundana, pois já “cumpriram a sua obrigação”!

Por outro lado, dizer que Constantino foi hipócrita ao se declarar cristão é um erro, uma visão revisionista e anacrônica. Do ponto de vista político a conversão de Constantino ocorreu no pior momento possível. Quando Constantino adotou o símbolo do labarum, ele estava nos preparativos para tomar a cidade de Roma, centro das tradições pagãs, onde seus aliados eram membros de diversas seitas pagãs que se consideravam oprimidos por Magêncio. O grau de apoio que os cristão poderiam dar a Constantino era precário, o número de cristãos no exército era pequeno, o número de cristãos ricos que poderia prestar apoio financeiro a Constantino também era pequeno.

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Labarum

O mais certo é dizer que Constantino cria mesmo no poder Jesus Cristo. Para Constantino o Deus dos cristãos era extremamente poderoso que estava disposto a ajudá-lo, na medida em que ele ajudasse os cristãos. Na verdade, Constantino sempre buscou o favor do Deus cristão, não dos cristãos. Esse Deus havia lhe dado vitórias em muitas batalhas, desde que teve o sonho, e até seus inimigos temiam e atribuíam poder sobrenatural ao labarum de Constantino.

Mas Constantino entendia que a Fé em Jesus Cristo não o impedia de adorar outros deuses. Constantino em grande parte de seu governo, pensou que o Sol Invicto e o Deus dos cristãos eram o mesmo ser e que os outros deuses também eram reais  e relativamente poderosos, apesar de serem divindades subalternas e aí fazemos mais um paralelo entre o católico atual e suas venerações aos santos como um tipo de intermediador entre eles e a Divindade.

Constantino consultava o oráculo de Apolo, aceitava o título de sumo-sacerdote de deuses pagãos e participava das cerimônias a esses deuses, sem pensar que assim estava traindo ou abandonando o Deus que lhe tinha dado vitória e poder.

Concluo, então, deixando o alerta para aqueles católicos e qualquer outro cristão que como já falei, freqüentam o espiritismo, consultam adivinhos através de cartas, tarô, búzios, leituras de mão e etc, que consultam astrologia através de horóscopo, para que larguem essas práticas que não conferem a um cristão.

Referência

História Ilustrada do Cristianismo. Justo L. González

 

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Judeus que acreditam em Jesus são tratados como leprosos em Israel, revela escritora!

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(09 DEZEMBRO DE 2016) -Bobbie Ann Cole foi criada com fortes raízes no judaísmo ortodoxo, crendo que o Messias de seu povo ainda seria revelado ao mundo. No entanto, suas crenças foram transformadas quando ela participou, pela primeira vez, de um culto numa igreja em Londres, na Inglaterra.

Depois de reconhecer que Jesus Cristo é o Messias, ela passou a ser discipulada na Igreja da Santíssima Trindade, no distrito de Brompton, conforme seu relato no site Israel Today.

Sua nova fé aprofundou tanto seu amor por Israel que ela e seu marido, Butch, decidiram fazer a Aliá — termo que designa a imigração judaica para a Israel. No entanto, ela não foi recebida na terra de seus antepassados da forma que esperava.

Bobbie revela que, em geral, a comunidade israelita trata os judeus messiânicos (aqueles que reconhecem Jesus Cristo como Messias) como leprosos — perseguidos da mesma forma que eram os cristãos no primeiro século.

Ela também conta que os formulários de novos imigrantes atualmente incluem ‘judaísmo messiânico’ como opção para ser assinalada, dentre uma variedade de ramos da fé. “Parece que reconhecer judeus que acreditam em Jesus é como uma armadilha que leva a rejeição”, diz Bobbie.

Embora os 20 mil judeus messiânicos ainda representem uma pequena parcela da população de Israel, este movimento tem crescido em todo o mundo nos últimos anos.

Por outro lado, Bobbie ressalta a beleza de Israel e incentiva as pessoas a buscarem enfatizar as raízes judaicas da fé cristã à luz da Bíblia em seu livro “Love Triangles: Discovering Jesus the Jew in Today’s Israel” (“Triângulos de Amor: Descobrindo Jesus, o Judeu, na Israel de Hoje”, em tradução livre).

Na obra, ela escreve sobre como Cristo pode ser visto em toda a Escritura e ressalta a importância da cultura judaica segundo a compreensão bíblica e do próprio Jesus. [FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DE ISRAEL TODAY]

APCNEWS

E quem são os da sinagoga de Satanás? Judeus que se declaram, mas não o são.

Está escrito: “Eis que eu farei aos da sinagoga de Satanás, aos que se dizem Judeus, e não são, mas mentem eis que eu farei que venham, e adorem prostrados a teus pés, e saibam que eu te amo”. (Apocalipse 3: 9)

Isso acontece porque a partir do tempo do fim, começou a ser programado a farsa do Estado moderno da nação de Israel. A partir do ano de 1.798, a família Rothshildcomeçou a ter a hegemonia, não só do mundo financeiro, como também das próprias riquezas do Vaticano. Isso aconteceu a partir do século XVIII. Como podemos ver na declaração de Balford. Assista:

 

Cardeal desmente papa: “Cristãos e muçulmanos não adoram o mesmo Deus”

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De acordo com o cardeal Raymond Burke, ex-chefe do Supremo Tribunal da Assinatura Apostólica, a mais alta corte teológica dentro do Vaticano, o papa está errado.

“Muçulmanos e cristãos não adoram o mesmo Deus, uma vez que Alá é um “governante”, enquanto o cristianismo “baseia-se no amor”. Esse é mais um ponto de discórdia entre ele e o pontífice, que estão em meio a uma disputa teológica sobre os ensinamentos morais que envolvem a família. Saiba mais:

https://exateus.com/2016/11/18/cardeais-pedem-que-papa-mude-ensinamentos-sobre-questoes-de-familia/

https://exateus.com/2016/08/02/papa-francisco-volta-defender-o-isla-nao-e-justo-associar-o-isla-a-violencia-enquanto-isso-alcorao-manda-matar-os-infieis/

https://exateus.com/2016/07/28/papa-tenta-desvincular-ataques-terroristas-do-isla-religioes-querem-a-paz/

https://exateus.com/2015/07/07/o-deus-cristao-e-o-mesmo-deus-do-islamismo/

https://exateus.com/2015/11/15/diferencas-entre-o-cristianismo-e-o-islamismo/

https://exateus.com/2016/05/29/jesus-e-superior-a-maome/

https://exateus.com/2015/12/20/o-alcorao-e-a-palavra-de-deus/

https://exateus.com/2016/05/28/ha-milagres-no-islamismo/

https://exateus.com/2015/12/02/campanha-muculmana-diz-que-jesus-e-escravo-de-ala/

Em uma entrevista recente ao jornal Catholic Register, o cardeal norte-americano destacou que essa “crença moderna de que o Islã e o Cristianismo são fundamentalmente os mesmos é muito influenciada por um relativismo religioso”.

Enfatizou ainda que é preciso cautela. “Eu ouço pessoas me dizendo, olha, estamos todos adorando ao mesmo Deus. Nós todos acreditamos no amor. Mas eu digo: ‘pare um minuto, e vamos examinar cuidadosamente o que é o Islã e o que nossa fé cristã nos ensina’. Eu não acredito nisso, pois o Deus do Islã é apenas um governante”, lembra Burke. “A sharia é sua lei, e essa lei, que vem de Alá, acabará sufocando cada homem na terra.”

O cardeal contrasta com o princípio do cristianismo, que possui “uma lei fundamentada no amor”. Para o teólogo, não se pode esquecer que “essa lei [cristã] está escrita em nosso coração, sendo iluminada pelo espírito. Recebemos a graça divina para viver de acordo com essa lei”.  Além disso, não existe no Alcorão uma ligação de Alá com o conceito de amor, que é o centro da mensagem de Jesus aos seus discípulos.

Em seu livro Hope for the World: To Unite All Things in Christ [Esperança para o mundo: Unindo todas as coisas em Cristo], ele aborda essa questão a fundo. O título da obra, baseado em Efésios 1:10, pode parecer enganoso, pois sua abordagem é bem diferente dos ensinamentos do papa Francisco, o qual defende que cristãos e islâmicos são “irmãos” e que os membros de todas as religiões são “filhos do mesmo Deus”.

Burke definitivamente não pensa assim. Conhecedor profundo dos ensinamentos do islamismo, ele sabe que o cristianismo e o Islã diferem na natureza de suas leis, especialmente na abordagem sobre a conquista de convertidos. Temos de lembrar que “o que eles acreditam mais profundamente, aquilo propuseram em seus corações, é a exigência de que governem o mundo”, assevera.

Estado Islâmico: “Matem os descrentes”

Curiosamente, os jihadistas do Estado Islâmico (EI) na última edição de sua revista eletrônica, Dabiq, disseram a mesma coisa. Eles criticaram Francisco por sua afirmação de que “a leitura adequada do Alcorão mostra que o Islã se opõe a toda forma de violência”.

Para os membros do EI, o Papa Francisco “luta contra a realidade” nos seus esforços para retratar o Islã como uma religião de paz. Por isso, lembram a todos os muçulmanos que assumir a espada da jihad é a “maior obrigação” de um fiel verdadeiro.

Argumentam ainda que o líder católico – e todos os cristãos que pensam como ele – “tem lutado contra a realidade” em seus esforços para retratar o Islã como uma religião de paz. Na revista, fazem questão de asseverar: “De fato, a jihad – espalhar a lei de Alá pela espada – é uma obrigação encontrada no Alcorão, a palavra de nosso Senhor”.

“O sangue dos descrentes deve ser derramado obrigatoriamente. A ordem é clara. Matem os descrentes, como disse Alá: “Matai os idólatras, onde quer que os acheis” [Sura 9:5]”, ressalta outra parte do texto.

Morre Fidel Castro, ditador que tratava cristãos como criminosos

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Por Jarbas Aragão / GospelPrime

Fidel Castro morreu, aos 90 anos de idade, na noite desta sexta-feira, 25 de novembro. O anúncio foi dado em cadeia nacional da TV cubana pelo seu irmão Raúl Castro, atual presidente da ilha.

O líder da Revolução que transformou Cuba no primeiro país comunista das Américas, influenciou o pensamento de vários líderes do continente, apesar das amplas demonstrações que o regime não funciona. Mais:

https://exateus.com/2016/03/21/obama-chega-a-cuba-para-visita-historica-o-que-eles-planejam/

https://exateus.com/2016/02/13/ecumenismo-papa-francisco-e-patriarca-russo-fazem-reuniao-historica-em-cuba/

A maior parte da mídia omite que ele foi um ditador, sendo presidente durante décadas sem nunca ter recebido um voto. Na Cuba dos irmãos Castro não há liberdade de imprensa e nem religiosa. Embora desde 2006 Fidel tenha abandonado a presidência, por problemas de saúde, continuava a frente do regime, como presidente do Conselho de Estado e do Conselho de Ministros.

Do ponto de vista da religião, a morte de Fidel não trata mudanças significativas, uma vez que o ideais do partido governante continuam os mesmos.

Perseguição religiosa

Em 1985, o escritor brasileiro Frei Betto entrevistou por mais de 23 horas o então presidente Fidel Castro. Isso resultou no livro “Fidel e a religião”, lançado em mais de 30 países e mostra como a religião sempre foi um problema dentro da visão comunista de poder.

Há fotos das guerrilha comandada por ele, onde Fidel aparece com um crucifixo no pescoço. Contudo, ao assumir o comando político da nação, mostrou a influência soviética e decretou que o Estado e o partido presidido por ele seriam oficialmente ateus.

Por causa disso, cristãos sempre foram impedidos de se filiar ao Partido Comunista e de exercer profissões como filósofo, psicólogo, professor. Segundo conta Frei Betto em seu livro, “desde 1959 Fidel não se considerava mais cristão”. Visitado pelos papas João Paulo II e Francisco, gostava de dizer que suas relações com o Vaticano eram “ótimas”. Sua morte foi lamentada pelo atual pontífice.

Se para o exterior Fidel tentava mostrar a imagem de tolerância religiosa, os cristãos sempre sofreram constantes perseguições do governo cubano por causa de sua fé. Desde 1969, por exemplo a produção e importação de Bíblias eram proibidas. Isso só voltou ao normal alguns meses atrás.

O pastor Mário Feliz Barroso, que mantém o blog cubanoconfesante.com relata alguns desses problemas. Pastores presos e igrejas sendo fechadas ou destruídas ainda são fatos corriqueiros. “A igreja cubana enfrenta grandes desafios desde o passado. Nos anos 60, por exemplo, o regime político vigente declarou guerra ao cristianismo, e literalmente declarou que a religião era a coisa mais danosa que podia existir debaixo do céu”, lembra. Explica ainda que o governo “colocou muitos cristãos em campos de concentração, denominados de Unidades Militares de Apoyo a la Producción (UMAP)”.

Mês passado, o pastor Juan Carlos Nuñez foi preso por faze cultos “ilegais”. Ele tenta recorrer, uma vez que não houve julgamento, mas segue na cadeia. “Nossa missão é pregar o evangelho de nosso Senhor Jesus Cristo, e estamos sofrendo por essa causa”, desabafou Nuñez. Deixou claro que, em Cuba, na grande maioria, os cristãos são “tratados como criminosos e inimigos do governo”. “Somos filhos de Deus injustamente acusados e condenados”, lamenta.

Cristãos e conservadores estão migrando em massa para “zona segura” no Noroeste dos Estados Unidos e chama a atenção da mídia!

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Por que tantos conservadores, preppers e os cristãos estão se movendo para o grande Noroeste?

Milhares de americanos estão migrando para o país “Big Sky”, e esse movimento tornou-se tão importante que tem ainda chamou a atenção da mídia.

Nas últimas semanas, tanto o Chicago Tribune e The Economist têm feito grandes artigos sobre este fenómeno. De todo o país, conservadores, preppers e cristãos que crêem na Bíblia estão se movendo para Montana, Wyoming, Idaho e as porções orientais do Oregon e Washington. Como você verá abaixo, a região tornou-se conhecida como o “Redoubt americano”, e por uma variedade de razões, é considerado por muitos survivalistas a ser uma das principais “zonas seguras” para quando as coisas começam a desmoronar nesta nação.

Muitos de vocês que estão lendo este artigo pode pensar que é muito estranho que as famílias estão parando seus trabalhos, arrumando tudo o que possuem e que se deslocam para o meio do nada, mas para aqueles que estão fazendo isso realmente faz sentido perfeito. Um recente artigo do Chicago Tribune sobre esse fenômeno começou por perfilar um casal de ex-Califórnia, que decidiu fugir do estado para os confins amigáveis do norte de Idaho…

Don e Jonna Bradway recentemente retirados do mercado de ações e investiu em ouro e prata. Eles têm armazenadas alimentos e munições no caso de um colapso econômico total ou alguma outra calamidade vulgarmente conhecido por aqui como “The End of the World As We Know It” ou “SHTF” – o dia algo atinge o ventilador.

Os Bradways fugiu Califórnia, um estado que eles disseram é executado por “esquerdistas e não-constitucionalistas e as pessoas anti-liberdade”, e estabeleceu-se em vários acres arborizadas do norte Idaho há cinco anos. Eles vivem entre vizinhos conservadores afins, anfitrião de segunda-feira com o estudo da Bíblia em torno de sua fogueira, caminhada nas montanhas e peixes de seu barco. Eles derreter chumbo para fazer suas próprias balas para tiro desportivo e de caça – ou para se defenderem contra saqueadores em um cataclismo finalizador deste mundo.

E, claro, os Bradways estão longe de estar sozinhos. Ao longo dos últimos 10 anos, cerca de cinco milhões de pessoas fugiram do estado da Califórnia. Se eu estava vivendo lá, eu gostaria de sair também. Era uma vez, um número incontável de jovens foram “California Dreaming”, mas esses dias estão muito longe. Neste ponto, o sonho da Califórnia se tornou um California Nightmare.

Apenas uma pequena percentagem dos que deixar a Califórnia vêm-se para a Grande Noroeste, mas é um número considerável o suficiente para ter um impacto enorme. Infelizmente, muitos daqueles que vieram da Califórnia quer transformar suas novas áreas em outra versão do que eles apenas à esquerda, e que muitas vezes é firmemente resistiu pelos moradores.

Mas não é apenas Califórnia – há pessoas que fluem para o “Redoubt americano” de todo o país, e muitos deles são algumas das melhores pessoas que você nunca poderia esperança de se reunir.
Um artigo no The Economist pontua para um manifesto publicado em 2011 por James Wesley Rawles como o início do movimento de “American Redoubt”…

Em um manifesto lido publicado em 2011 em seu survivalblog.com, Sr. Rawles, um ex-oficial de inteligência do exército, pediu deinclinação cristãos e judeus para se deslocar para Idaho, Montana, Wyoming e uma tira de estados ocidentais de Oregon e Washington, um refúgio ele chamou de “American Redoubt”.

Milhares de famílias responderam à chamada, movendo-se para o que o senhor chama de Rawles última grande fronteira da América e terrenos mais facilmente defensável. Foram hordas de sede, fome, em pânico americanos a fluir para fora das cidades depois de, digamos, o colapso da rede nacional, alguns saqueadores atingiria a maior parte montanhosa, florestal e, no inverno, muito frio no Redoubt. As grandes cidades estão muito longe. Mas o movimento é impulsionado por mais de dia do juízo final “redoubters”, ansiosos para se apropriar de terras com muita água, peixe e grande jogo nas proximidades. A idéia é também para trazer os eleitores fortemente conservadores suficientes para manter a regulamentação fluência abafamento liberdade em lugares como a Califórnia, um estado muitas redoubters referem desdenhosamente como “a C-palavra”.

Quem não gostaria de viver onde o ar está limpo, a água é limpa e o céu é realmente brilhante azul e não o lavado azul acinzentado que você obtenha na maioria das grandes cidades?

E apenas ter algum espaço para respirar é motivo suficiente para algumas pessoas a mover-se para a Grande Noroeste. Se você pode obter pelo menos alguns acres, você vai logo descobrir a alegria de não ter vizinhos amontoados em torno de você de todos os lados.

Outros desejam se deslocar para uma área com baixa densidade populacional, por razões mais práticas. Como o New York Times relatou recentemente, o crime está a aumentar nas grandes cidades em toda a América…

As taxas de homicídio subiram significativamente em 25 dos 100 maiores cidades do país no ano passado, de acordo com uma análise do New York Times de novos dados compilados a partir de departamentos de polícia individuais.

As conclusões confirmam uma tendência que foi rastreado recentemente em um estudo publicado pelo Instituto Nacional de Justiça. “O aumento de homicídios em grandes cidades do país era real e quase sem precedentes”, escreveu o autor do estudo, Richard Rosenfeld, professor de criminologia da Universidade de Missouri-St. Louis que explorou os dados de homicídios em 56 grandes cidades americanas.

Infelizmente, este é apenas o começo. O caos que temos visto em Dallas, Baton Rouge, Milwaukee, Ferguson, Baltimore, Chicago e em outros lugares vai ficar muito pior. Enquanto a economia continua a se desfazer, vamos ver a agitação civil em uma escala que nenhum de nós já viu antes.

Quando esse tempo chegar, aqueles que se mudaram para o meio do nada vai ser muito grato que eles saíram, enquanto a ficar era bom.

Ao longo dos últimos anos, minha esposa e eu conheci um número incontável de pessoas que se mudaram-se para a Grande Noroeste. Todas as suas histórias são diferentes, mas há um tema comum que temos notado.

Na grande maioria dos casos, as famílias dizem-nos que eles se mudaram para o Grande Noroeste porque sentiram que Deus estava chamando-os a fazê-lo. Indivíduos de várias igrejas e denominações diferentes têm todos sentimos a mesma chamada, e que cria uma espécie de parentesco que é bastante incomum nos dias de hoje.

Algo grande está acontecendo no Grande Noroeste. Se você nunca esteve aqui, você pode querer verificar por algum tempo.

E uma vez que você chega aqui, você nunca pode querer ir para casa novamente.

Via: UND / http://www.chicagotribune.com / LIBERTAR.in

LÍDER ISLÂMICO PEDE O EXTERMÍNIO DE JUDEUS, CRISTÃOS E “FALSOS MUÇULMANOS”

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No mundo árabe está em curso um grande conflito entre líderes islâmicos da Arábia Saudita e do Irã. Milhões de muçulmanos estão esta semana em peregrinação até Meca, cumprindo um ritual sagrado para os seguidores da Maomé, a hajj. No ano passado, o evento foi marcado por uma grande tragédia, quando cerca de 2400 pessoas morreram pisoteadas.

No início do mês, o aiatolá iraniano Ali Khamenei, acusou as autoridades sauditas de matarem muçulmanos durante a peregrinação de hajj de 2015, quando morreram 464 iranianos. Poucos dias depois, o principal líder religioso da Arábia Saudita, o grão-mufti Abdulaziz Al Sheik, rebateu, afirmando que as principais lideranças do país “não são muçulmanas”.

Agora surge um vídeo que parece ser uma declaração de guerra. Na oração diária da Masjid al-Haram, maior mesquita do mundo, um importante imã saudita fez um apelo pelo extermínio judeus, cristãos e “falsos muçulmanos”. No Alcorão já existe essa ordem contra os chamados infiéis (não islâmicos), mas não havia qualquer menção de que os xiitas deveriam ser mortos.
Como o papa falando no Vaticano

A importância da Masjid al-Haram, também conhecida como Mesquita Sagrada, ou a Grande Mesquita de Meca, se dá por ela abrigar o lugar mais sagrado no Islã, a Caaba, uma construção cúbica de 15,24 metros de altura. Ela está no epicentro da fé islâmica, pois é voltado para ela que os muçulmanos praticantes se ajoelham para fazer suas orações 5 vezes ao dia.

Comparativamente, essa declaração é como um pronunciamento do papa no Vaticano.

Transmitida ao vivo pela TV, foi possível se ouvir o imã pedindo: “Ó Alá, conceda a vitória, dignidade e poder aos nossos irmãos que guerreiam no Iêmen, na Síria, no Iraque, e em toda parte”.

A menção é claramente política, pois os sauditas estão envolvidos diretamente nesses conflitos ao lado das forças americanas. Em todas essas frentes, os soldados iranianos estão do lado oposto, junto com a Rússia.

“O Senhor dos Mundos, conceda-lhes a vitória sobre os muçulmanos infiéis [xiitas]. Conceda-lhes a vitória sobre os judeus traiçoeiros, juntamente com os cristãos maldosos, todos os hipócritas indignos de confiança”, entoa o imã, enquanto milhões de pessoas o veem pela TV. Finaliza dizendo: “Ó Alá, conceda-lhes a vitória, a ajuda e a força”.

O vídeo que está sendo divulgado pela internet é do canal de televisão egípcio Al-Qahera Wal Nas:

https://www.youtube.com/watch?v=h1ogI5woVYU

Arábia Saudita compra U$115 bi em armas

Ao mesmo tempo que esse discurso é feito no centro da fé islâmica, a Arábia Saudita negociou a compra recorde de mais armamentos dos Estados Unidos. Desde o início do governo de Barack Obama, Washington já forneceu à Arábia Saudita cerca de $ 115 bilhões em vendas militares, de acordo com um relatório a que a agência de notícia Reuters teve acesso.

Isso inclui armas leves, munições, tanques, helicópteros de ataque, mísseis terra-ar, navios de defesa antimíssil e de combate, além de manutenção e treinamento.

Em agosto, durante a 2ª conferência da ONU sobre o comércio global de armas, a Coalizão para Controle de Armas fez um apelo aos países ocidentais, especialmente os EUA, para que parassem a venda de armas à Arábia Saudita.

Os sauditas são chefiados pelos wahabistas – ramo ultraconsevador dos sunitas – maior subdivisão da religião muçulmana. Eles historicamente consideram os xiitas seus inimigos. Por sua vez, o Irã está anunciando que se prepara para uma 3ª Guerra Mundial, onde a “verdadeira fé” será restaurada pelo messias que liderará seus exércitos. Com informações de Sputnik

Por Jarbas Aragão – Gospel Prime

Muçulmanos invadem universidade e tentam queimar cristãos vivos

Muçulmanos invadem universidade e tentam queimar cristãos vivos

Por Jarbas Aragão / GospelPrime

Uma pessoa foi morta a tiros e duas outras ficaram feridas durante um ataque a uma universidade cristã na Tanzânia. Perto da meia-noite do dia 2 de setembro, vários homens armados atearam fogo a um prédio da Universidade Memorial Sebastian Kolowa.

O campus pertence à Igreja Evangélica Luterana da Tanzânia, e seu nome é uma homenagem ao primeiro bispo luterano africano ordenado naquela região. Testemunhas disseram à imprensa local que os terroristas discutiam em alta voz como iriam fuzilar os estudantes antes de atear fogo ao local. Há suspeitas que sejam membros do grupo extremista Al Shabaab.

Felizmente os seguranças chegaram a tempo de impedir um massacre. Os homens não identificados, que se identificaram como muçulmanos, derramaram gasolina no alojamento estudantil e atearam fogo, na tentativa de queimar todos vivos. As chamas se espalharam rapidamente, obrigando os estudantes a pularem pelas janelas e fugirem para uma floresta próxima.

Logo a equipe de segurança do local chegou. Houve troca de tiros. Um guarda foi morto pelos jihadistas e dois outros ficaram gravemente feridos. Várias pessoas sofreram intoxicação leve por causa da inalação de fumaça. Os assassinos conseguiram escapar.

A universidade fica perto da fronteira com o Quênia. Em abril do ano passado, mais de 150 pessoas, a maioria estudantes, morreram quando militantes da Al Shabaab atacaram a Universidade Garissa. Os sobreviventes falaram de execuções impiedosas pelos extremistas, que literalmente caçaram durante horas os alunos não-muçulmanos em salas de aula e dormitórios. Com informações dePremier e Open Doors