O fim do Golpe? Assim como Romero Jucá, Renan Calheiros e José Sarney, Michel Temer também foi gravado por Sérgio Machado

Por APCNEWS

Possibilidades de novos áudios preocupa muito a gestão Temer.

temer-telefone

Sérgio Machado, ex-presidente da Transpetro, também gravou Michel Temer.

Ainda não há detalhes sobre o teor da conversa, mas, ao que tudo indica, o encontro deve ter sido motivado pela conspiração do, agora, presidente interino contra a Presidenta e contra os avanços da Lava Jato.

A gravação se encontra na PGR e aguarda homologação do Ministro do STF, Teori Zavascki, para anexá-la ao acordo de delação premiada de Sérgio Machado.

Segundo fontes próximas ao Planalto, assessores de Michel Temer confirmaram o encontro do interino com Sérgio Machado.

 

Palácio do Planalto se preocupa com situação de Renan Calheiros.

Reproduções do Globo online e da Folha de S.Paulo online

Reproduções do Globo online e da Folha de S.Paulo online

Reproduções do Globo online e da Folha de S.Paulo online

Comentário: Claro que as gravações das conversas com Romero Jucá, Renan Calheiros e José Sarney têm forte impacto político e junto à opinião pública. Mas a maior preocupação do Palácio do Planalto está na delação premiada de Sérgio Machado, que segundo informações publicadas por toda a imprensa, relataria com detalhes os esquemas de propinas de contratos da Transpetro, que teria beneficiado Renan Calheiros e outros parlamentares. A se confirmar, Renan Calheiros pode ficar numa situação insustentável e se afastar da presidência do Senado. É um cenário que atormenta Temer. O presidente em exercício contava com Eduardo Cunha para comandar o rolo compressor na Câmara dos Deputados, apesar de todo o desgaste da aliança perante a opinião pública. Hoje tem que conviver com Waldir Maranhão (PP-MA) e sua “gestão compartilhada” na Câmara, claro, com Eduardo Cunha por trás. No Senado e nas sessões conjuntas do Congresso Nacional, Temer conta com outro rolo compressor que é Renan Calheiros, basta ver como conduziu a sessão que aprovou a nova meta fiscal. E se Renan não aguentar? Aí o governo fica numa situação ainda mais difícil no Senado do que na Câmara. O vice-presidente do Senado é Jorge Viana (PT-AC). Na Câmara Temer sabe que mesmo com Waldir Maranhão e sua situação sui generis dá para negociar com Eduardo Cunha mais um cargo aqui, outro ali, e mesmo aos trancos e barrancos ter um controle da pauta. Mas na hipótese de ter o petista Jorge Viana no comando do Senado a situação ficará muito mais complicada para o governo atropelar a oposição. 

 

A Lava Jato na visão de José Sarney e Renan Calheiros.

Comentário: A revelação de novos diálogos gravados pelo ex-presidente da Transpetro, Sérgio Machado com José Sarney e Renan Calheiros deixam claro que ambos estavam articulando uma forma de chegar ao ministro Teori Zavascki para conter a Lava Jato. Para Renan, o Procurador Geral da República, Rodrigo Janot é “mau caráter”. Já Sarney tem o desplante de dizer que Sérgio Moro está “perseguindo por besteira. Os diálogos revelam também uma conversa com caciques do PSDB para acertar o “pacto” para abafar a Lava Jato. E vem mais por aí. Há várias horas gravadas que ainda não foram divulgadas e a delação de Sérgio Machado embora homologada ainda ficará em sigilo por mais algum tempo para não atrapalhar novas investigações que estão em curso. E por tudo o que foi revelado o “pacto” negociado incluía poupar Lula também, ou seja, um acordão para todo mundo se safar.

Reprodução do Jornal Nacional

Reprodução do Jornal Nacional

Reprodução do Jornal Nacional

>> Leia também: Romero Jucá derruba discurso do impeachment e escancara razões do golpe; Crise se agrava e Romero Jucá pede licença

Teste de fogo para Michel Temer.

Eduardo Paes bate foto do VLT

Eduardo Paes bate foto do VLT

Eduardo Paes bate foto do VLT

Comentário: A princípio o primeiro teste público de popularidade do presidente em exercício Michel Temer está marcado para o domingo (5 de Junho). É quando o prefeito do Rio Eduardo Paes vai inaugurar o primeiro trecho do VLT no Centro do Rio. O problema é que o PT, PCdoB e os movimentos sociais que apoiam Dilma e Lula marcaram uma grande manifestação na Candelária. Por isso Michel Temer ainda não confirmou a presença. A questão é que alguma hora Michel Temer vai ter que sair do Palácio do Planalto e enfrentar o povo. Nessa hora seja onde for é elementar que o PT e companhia vão realizar protesto. Não tem escapatória. Já soube que Paes quer montar uma operação de guerra com o Secretário Estadual de Segurança José Mariano Beltrame para impedir que Temer passe constrangimento, inclusive usando a Juventude do PMDB-RJ, que na época da CPI dos Ônibus na Câmara dos Vereadores (2013) foi usada para agredir manifestantes e repórteres. É bom lembrar a Paes que é uma faca de dois gumes. Em todo o caso por enquanto permanece o dilema de Temer: Ir ou não ir à inauguração do VLT no Rio?

FONTE: PLANTÃO BRASIL

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A FARSA MBL CAIU POR TERRA DE VEZ: Áudios mostram que partidos financiaram MBL em atos pró-impeachment

Comentários por APCNEWS

Os coxinhas (tucanos e aliados) acusam os mortadelas (oposição ao PT) de receberem dinheiro para as manifestações pró-Dilma. Mas como mostra reportagem do UOL, o principal movimento que atuou nas Redes Sociais convocando manifestações pró-impeachment recebeu dinheiro do PMDB, DEM, Solidariedade e da Juventude do PSDB. No final a origem do dinheiro que irrigou os dois lados é a mesma, veio dos cofres públicos e do exterior. E convenhamos que “nova política” com dinheiro do PMDB, PSDB, DEM e Solidariedade, aqui para nós, é coisa velha.
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O MBL (Movimento Brasil Livre), entidade civil criada em 2014 para “combater a corrupção” e lutar pelo impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT), recebeu apoio financeiro de origem escusas.

Reprodução do UOL

Reprodução do UOL

Reprodução do UOL

Quando fundado, o movimento se definia como apartidário e sem ligações financeiras com siglas políticas. Em suas páginas em redes sociais, fazia campanhas permanentes para receber ajuda financeira das pessoas, sem ligação com partidos.

Em uma gravação de fevereiro de 2016 a que o UOL teve acesso, Renan Antônio Ferreira dos Santos, um dos três coordenadores nacionais do MBL, diz em mensagem a um colega do MBL que tinha fechado com partidos políticos para divulgar os protestos do dia 13 de março usando as “máquinas deles também”.
Renan diz ainda que o MBL seria o único grupo que realmente estava “fazendo a diferença” na luta em favor do impeachment de Dilma Rousseff.
Ouça a gravação abaixo.

RENAN SANTOS FALA SOBRE A LIGAÇÃO DO MBL COM PARTIDOS POLÍTICOS

Em nota enviada ao UOL, Renan Santos confirmou a autenticidade do áudio e informou que o comitê do impeachment contava com lideranças de vários partidos, entre eles, DEM, PSDB,  SD e PMDB.
“As manifestações não são do MBL. 13 de Março pertence a todos os brasileiros, e nada mais natural que os partidos de oposição fossem convidados a usar suas redes de divulgação e militância para divulgar a data. Não houve nenhuma ajuda direcionada ao MBL. Pedimos apenas que divulgassem com toda energia possível. Creio que todos o fizeram”, informa nota do MBL.
O movimento negociou também com a Juventude do PSDB ajuda financeira a suas caravanas, como pagamento de lanches e aluguel de ônibus, e teria tido apoio da “máquina partidária” do DEM.
Os coordenadores do movimento, porém, negociaram e pediram ajuda a partidos pelo menos a partir deste ano. Atualmente, o MBL continua com as campanhas de arrecadação nos seus canais de comunicação, mas se define como “suprapartidário”. Aliás, a contribuição financeira concedida é vinculada ao grau de participação do doador com o movimento. A partir de R$ 30, o novo integrante pode ter direito a votos.
Já os partidos políticos que teriam contribuído com o MBL têm versões distintas para explicar o caráter e a forma desses apoios, chegando em alguns casos a negá-los. Conheça cada caso.

PMDB e os panfletos

Em imagem de dezembro de 2015, coordenadores do MBL (entre eles, Fernando Holiday, coordenador nacional, abaixo, à direita) posam para foto ao lado de Eduardo Cunha (PMDB-RJ), então presidente da Câmara dos Deputados.

O PMDB teria custeado a impressão de panfletos para o MBL divulgar as manifestações pró-impeachment ocorridas pelo país no último dia 13 de março. O presidente da Juventude do PMDB, Bruno Júlio, informou ao UOL que solicitou ao presidente da Fundação Ulysses Guimarães, Moreira Franco, que custeasse R$ 20 mil em panfletos de divulgação dos atos, com a inscrição “Esse impeachment é meu”. A assessoria de Moreira Franco nega.
O dirigente da JPMDB afirma que o material foi pago pelo partido e entregue ao MBL, que distribuiu para suas sedes regionais e espalhou por todo o país. “O MBL auxiliou na logística, distribuindo os panfletos e colando cartazes, mas a Fundação Ulysses Guimarães pagou porque se tratava de uma campanha nossa, da Juventude do PMDB, que nós encampamos”, explica.
O lema “Esse impeachment é meu”, no entanto, pertence ao MBL, que estampou a frase em camisetas, faixas e cartazes, além de tê-lo utilizado em discursos e vídeos gravados por suas lideranças.
Procurada, a assessoria do atual secretário-executivo do PPI (Programa de Parcerias e Investimentos) do governo interino, Moreira Franco, disse, no primeiro momento, que o ex-ministro da Aviação Civil do governo Dilma não se recordava se teria pago ou não pela impressão. Posteriormente, negou que o pagamento tenha ocorrido e afirmou que nem Moreira Franco nem o PMDB jamais trabalharam em parceria com o MBL.
Questionado sobre o apoio, o MBL não confirmou o custeio dos panfletos, disse apenas que o PMDB fazia parte da comissão pró-impeachment.

 Solidariedade e DEM

Braulio Moraes, presidente da Juventude do DEM no DF, entrega camiseta do MBL ao senador Ronaldo Caiado (DEM-GO)

A assessoria de imprensa do Solidariedade confirmou a parceria em nota ao UOL: “O apoio do Solidariedade ao MBL foi com a convocação da militância para as manifestações do impeachment, carro de som nos eventos e divulgação dos atos em nossas redes.”
Já o DEM informou que atuou em conjunto com o MBL, mas negou qualquer tipo de ajuda financeira ou apoio material ao movimento. “O Democratas se uniu aos movimentos de rua em favor do impeachment. Não houve nenhum tipo de apoio financeiro, apenas uma união de forças com os movimentos de rua, dentre eles o MBL”, disse o partido.

PSDB

MBL e os partidos: da esquerda para a direita, Bráulio Moraes, da Juventude do DEM, Fernando Holiday, do MBL, Victor Vilela Pupupim, da Juventude do PSDB, e Alexandre Neves, da Juventude do Democratas.

Em gravação feita no dia 5 deste mês a que o UOL teve acesso, o secretário de Mobilização da Juventude do PSDB do Rio de Janeiro, Ygor Oliveira, dá detalhes a seus colegas de partido sobre uma “parceria com o MBL” para financiar uma manifestação que veio a ocorrer no dia 11 de maio, em Brasília, durante a votação no Senado que resultou no afastamento de Dilma Rousseff da Presidência da República.
Ouça a gravação.
 YGOR OLIVEIRA, DA JUVENTUDE DO PSDB-RJ, FALA DE PARCERIA COM MBL

Oliveira confirmou ao UOL a autenticidade da mensagem, mas disse que a “parceria” acabou por não se concretizar. “Isso foi um rascunho de uma parceria, que acabou não dando certo”, afirmou.

Ele disse também que essa fora a primeira iniciativa conjunta entre a Juventude do PSDB e o MBL, e que não pretende realizar outras: “Foi o primeiro projeto conjunto (de financiar a viagem de manifestantes a Brasília), e por ora não existe nenhuma outra iniciativa em vista.”

Procurado pela reportagem, o MBL confirmou a “aproximação ao PSDB”, mas não informou se a parceria com o partido para pagar o lanche e o transporte de manifestantes no dia 11 de maio efetivamente se concretizou.

Em nota, Renan Santos, coordenador nacional do movimento e filiado ao PSDB entre os anos 2010 e 2015, afirmou que “o MBL não criminaliza a política nem os políticos. A aproximação com as lideranças (políticas) foi fundamental para pavimentar o caminho do impeachment.”

FONTE: UOL

Deputado Galli critica postura pró-LGBT do governador do MT

Deputado Galli critica postura pró-LGBT do governador do MT

Por Jarbas Aragão /GospelPrime

Com a saída de Dilma Rousseff do poder, a luta contra a imposição da chamada ideologia de gênero ficou mais acirrada no nível estadual. Diversos governadores têm anunciado que manterão (e ampliarão) as chamadas “conquistas” dos movimentos LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais e Transgêneros).

O problema é que isso mostra claramente que se está privilegiando uma parcela da sociedade em detrimento do todo.

No Mato Grosso, o governador Pedro Taques (PSDB) assinou um decreto que visa regulamentar a criação de um grupo de combate a homofobia. Ligado à Secretaria de Segurança Pública, seu objetivo é investigar crimes cometidos contra homossexuais.

A justificativa para tal foi relatórios que apontam 318 assassinados de LGBTs em todo o país ano passado. Embora o estudo revela que foram 6 mortes em Mato Grosso, o governo do estado insiste que foram 53 casos de violências considerados homofóbicos.

O deputado federal Victório Galli (PSC/MT) criticou a decisão, defendendo ser “fundamental um debate com a sociedade”. Para ele, embora seja justo que se investiguem e punam todas as mortes e violências, “Devemos tratar de políticas sociais de forma global e, não podemos entrar em questões ideológicas e fomentar a luta de classes, segregando e fragmentando a sociedade numa eterna luta social”.

Galli acredita que existia até recentemente uma forte pressão do Governo Federal, desde o início da gestão do PT, para que os governos estaduais fomentassem políticas pró-LGBTs. Portanto, o parlamentar crê que este assunto deveria parar de ser tratado no campo ideológico. Sugere a criação de um “Conselho para o Combate à Violência”, que discutiria de forma ampla e igualitária as políticas para toda população.

Para embasar sua postura, cita um estudo realizado pelo Governo Federal sobre a criminalidade no Brasil. Os dados presentes no chamado Mapa da Violência mostram que “Os números recordes relacionados à violência no país atingem todos os brasileiros, não apenas um grupo social específico”.

Para efeitos de comparação, é sabido que o Brasil ocupa o alto do ranking mundial de violência, com 64,3 mil pessoas assassinadas anualmente.

Sem menosprezar a vida dos que foram mortos “em nome do preconceito”, o deputado cristão lança um questionamento: “O problema do Brasil é a “homofobia” ou um sistema de segurança pública falido? Qual política pública está sendo aplicada para diminuir os altos índices de homicídio?”.

Ele, que é um crítico contumaz da gestão petista, afirma que “Os relatórios do Governo Federal sobre violência são confusos. Somente é possível fazer destaques aos estudos, cruzando os dados dos vários anos. São materiais que precisam ser feitos com mais seriedade e isenção ideológica”.

Usando como exemplo Cuiabá, afirma ser alarmante o número de homicídios na capital do seu estado. Embora a grande mídia geralmente dê destaques para a criminalidade no eixo Rio-São Paulo, ele acredita que existe, de modo geral, pouca preocupação dos governadores com a questão da segurança pública.

O temor do deputado é que a instalação de grupos específicos de combate à homofobia, gerem uma ‘cortina de fumaça’, que evita uma percepção desse problema de uma maneira mais ampla.

“É ingênuo afirmar que não há preconceito no Brasil. Mas não podemos confundir um ato preconceituoso, que reflita desaprovação de conduta com de um ato deliberadamente homofóbico”, sublinha. “Essas são questões distintas, que devem ser avaliadas, mas não confundidas”, enfatiza.

Sem preocupação que sua postura pareça ser “politicamente correta”, Victório Galli lembra que defende a busca de justiça social, mas que separar um determinado grupo dos demais “é um equívoco, pois não contempla a participação de toda sociedade. Não vejo como positiva uma ação de inclusão social que precisa ter a exclusão do restante da sociedade”, finalizou.

Michel Temer forneceu informações à inteligência dos EUA, segundo WikiLeaks

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Por APCNEWS

O presidente interino do Brasil, Michel Temer, foi um informante da inteligência e Defesa dos Estados Unidos há dez anos, segundo informou o site WikiLeaks.

Segundo a organização, nos meses de janeiro e junho de 2006, o presidente do PMDB enviou documentos ao Conselho de Segurança Nacional dos EUA e ao Comando do Sul, em Miami, descrevendo sua visão sobre a unidade do partido e as eleições que seriam realizadas naquele ano.

“Novo presidente brasileiro, #Temer, foi um informante da embaixada para a inteligência e as Forças Armadas dos EUA”, disse o WikiLeaks através do seu Twitter.

Temer, escolhido como vice-presidente de Dilma Rousseff nas eleições de 2011 e 2014, assumiu a presidência do Brasil, após o afastamento da chefe de Estado legitimamente eleita, contra a qual foi instaurado um processo de impeachment.

FONTE: Sputnik News

EM UM BRASIL PÓS-DILMA, QUAL SERÁ O PLANO GLOBALISTA PARA A NOVA ORDEM MUNDIAL?

As coisas estão ocorrendo como eu imaginava, mas ainda é cedo para se afirmar. A proposta marxista para a América Latina parece estar se desgastando e não “colando mais”. Os verdadeiros articuladores do jogo de xadrez, os GLOBALISTAS, estão tratando de mudar a maneira de encaminhar a AL para a NOM. Usaram os marxistas para esticarem o máximo possível a corda, sem deixar com que ela arrebentasse (arrebentar a corda implica no surgimento de uma verdadeira oposição de viés nacionalista, que não esteja fazendo parte do grande esquema).

Agora, provavelmente, adotarão políticas mais “moderadas”, com melhorias econômicas que façam com que o povão volte a poder fazer seu churrasquinho de domingo na lage, ou ainda com que a classe média consiga fazer sua viagenzinha ao exterior (e muitas compras, claro) financiadas em 10x.

O que quero dizer? Quero dizer que neste jogo, onde não existem oponentes, e sim colaboradores e aliados, o que muda é apenas o ritmo das coisas: marxistas pisaram fundo no acelerador; agora é a vez dos globalistas coordenarem diretamente e acelerarem bem menos, através da nova onda LIBERAL-LIBERTÁRIA que estão tentando promover a todo custo através de figurinhas como Gloria Alvarez, movimentos “sociais” como o MBL, ou ainda partidos políticos como o “NOVO”.

Enquanto consertam as economias (obviamente colocando tudo nas mãos das empresas globalistas e vendendo o país, literalmente), continuarão uma agenda cultural silenciosa, destruindo os valores de família e a moral cristã, para que o povo se torne cada vez mais gado para aceitar a NOM. Quem disse que você não pode virar um escravo com uma televisão de LCD de 48 polegadas e um iphone de última geração?

Algumas provas disso é que os principais jornais latinoamericanos (americanos e europeus também), nitidamente ESQUERDISTAS, já estão escancarando as falcatruas petistas. O PT nada mais é que um boi de piranha que pode ser sacrificado em pro de algo muito maior. Nas eleições de 2018 teremos alguns candidatos ditos de “direita” (que não farão nem questão de se intitularem como tal), como Caiado e alguém do NOVO, justamente para dividir os votos da Direita. Nenhum deles tem chances; apenas Jair Messias Bolsonaro; e eles sabem disso. Bolsonaro deve ser impedido por eles a qualquer custo, pois não é peça do tabuleiro. Eu repito: ele é o ÚNICO.

George Soros e a CIA por trás da Revolução Popular Brasileira


The Real Agenda News

Durante os últimos anos, os brasileiros começaram a entender que eles não são livres. Agora, eles estão começando a compreender que eles são governados por uma elite despótica e não por um governo que quer tirá-los da pobreza e da miséria.

O que o brasileiro ainda não entende é que o seu país é como uma fazenda. A maioria das pessoas não entende que eles não têm um governo, mas que eles têm proprietários.

O Brasil tem estado sob o domínio de um movimento socialista / comunista durante as últimas quatro administrações e as pessoas estão cansadas disso. Agora, os eleitores querem mudar, mas a verdade é que não há alternativa à situação atual.

É verdade que o Partido dos Trabalhadores e seus líderes, Luiz Inácio da Silva eDilma Rousseff, ajudaram a destruir o sonho brasileiro de se tornar um país desenvolvido. No entanto, é preciso perguntar qual é a alternativa ao PT e sua elite corrupta.

A resposta é que não há alternativa.

As partes que formam a oposição na política brasileira têm sido cúmplices dos crimes cometidos pelo governo no Brasil. Neste momento, todos os líderes da oposição estão, em uma forma ou de outra, envolvidos nos escândalos políticos que abalam o povo brasileiro.

Um fato que é muitas vezes esquecido por aqueles que se opõem à administração atual é que, nos níveis mais altos, aqueles que procuram tirar a Dilma Rousseff do poder estão sendo financiados por interesses estrangeiros. Isso não significa que Dilma não deve ser julgada ou que o PT não deve sair do poder. Mas remover a elite política corrupta é apenas o primeiro passo para os brasileiros recuperar o seu país.

Infelizmente, devido à novidade do ativismo no Brasil, a revolução popular brasileira, que resultou dos escândalos de corrupção que agora estão sendo discutidos, foram sequestrados por interesses estrangeiros que, como aconteceu na Ucrânia, Líbia, Síria e outros países, capturaram os movimentos de oposição populares para levar a cabo uma revolução controlada.

Apesar de que o desconforto das pessoas é real e que os movimentos de oposição ao PT começaram organicamente em todo o país, esses movimentos têm sido infiltrados por pessoas e organizações que não querem desaproveitar a crise brasileira sem expandir seus tentáculos na politica e a economia. As pessoas por trás da oposição popular no Brasil são profissionais que têm alimentado revoluções em todo o mundo e por um longo, longo tempo.

Duas cabeças proeminentes sempre aparecem quando um país como o Brasil sofre de agitação popular. Uma dessas duas cabeças é o da Agência Central de Inteligência (CIA). A segunda cabeça é a de um instigador profissional que financia movimentos de oposição para assumir importantes setores da sociedade. No caso do Brasil, essa segunda cabeça é o bilionário George Soros.

Tanto a CIA quanto Soros são parceiros desestabilizadores em vários países, como por exemplo a Alemanha nazista. No caso do Brasil, como acontece em outros países, é fácil saber quando uma revolução é real e quando é uma fraude. Uma das maneiras de saber se uma revolução é controlada é seguindo a cobertura da mídia tradicional.

No Brasil, todos os meios de comunicação têm sido fundamentais para abastecer o movimento pró-impeachment. Milhares de páginas foram impressas e centenas de artigos foram escritos sobre a necessidade de tirar a Dilma Rousseff e o PT do poder.

Como mostra a história, é uma certeza matemática de que um movimento popular tem sido sequestrado quando a mídia corporativa passa horas no ar e imprime centenas de artigos sobre o assunto. Não é necessário enfatizar que a mídia no Brasil também são cúmplices da corrupção desenfreada que governa o país hoje.

Segundo o jornalista e ex-agente de inteligência, Wayne Madsen, os controladores como George Soros financiam os protestos através das “maiores federações empresariais do Brasil e conglomerados de mídia de propriedade corporativa, e todos eles têm links com organizações sem fins lucrativos domésticos.” Essas organizações incluem Vem Pra Rua e o Movimento Brasil Livre.

Além de George Soros e da CIA, movimentos populares controlados no Brasil também são apoiados pelo National Endowment for Democracy (NED), bem como a Agência Americana para o Desenvolvimento Internacional (USAID).

Protestos de rua contra Rousseff, desde que começaram em 2014, tem se tornado em movimentos típicos das revoluções temáticas do Soros. O mesmo aconteceu com os protestos da Primavera Árabe apoiados por Soros e a CIA no Egito, Líbia, Síria, Tunísia e o Euromaidan na Ucrânia “, explica Madsen.

O movimento atual para tirar a Dilma Rousseff da presidência, que começou como um grupo legítimo para se livrar de um partido político que tem destruido o país, é agora uma operação comandada por organizações estrangeiras, como a CIA e a Agência de Segurança Nacional dos Estados Unidos (NSA).

O movimento popular que já foi cooptado por interesses estrangeiros também conta com o apoio do Comando Sul dos EUA, localizado em Miami, uma organização que tem estado envolvida em golpes de estado em lugares como Honduras, Guatemala e outros países da América Central.

De acordo com Madsen, as conversas telefônicas que foram reveladas pelo juiz Sergio Moro “podem ter se originadas pela NSA e seu banco de dados XKEYSCORE que inclui intercepções das comunicações do governo brasileiro e comunicações corporativas realizadas através de operações de escuta chamadas KATEEL, POCOMOKE e SILVERZEPHYR.”

A intervenção estrangeira no Brasil não se limita a alguns juízes ou líderes de movimentos sociais. A CIA entrou em contato com membros do Partido dos Trabalhadores, funcionários da Petrobras, funcionários do Banco Central do Brasil e oficiais da inteligência militar que haviam sido treinados pela inteligência dos Estados Unidos para obter informações sobre Rousseff e Lula.

A luta atual no Brasil não é nada mais do que uma luta entre dois grupos de poder cuja intenção é manter o poder e controle do país. De um lado, está o grupo tradicionalmente corrupto e fora de controle composto pela elite política brasileira que cresceu organicamente devido à ignorância, a preguiça e o descuido dos brasileiros, e, por outro, há um grupo de pessoas de fora que são astutos e verdadeiramente experientes no negócio de provocar revoluções ou absorver movimentos populares para destruir países de dentro para fora.

Os brasileiros estão certo em mostrar sua insatisfação devido ao estado atual do país, no entanto, as pessoas precisam ser mais sofisticadas para evitar que seu presente e futuro não caiam nas mãos de interesses estrangeiros que querem enganar uma população muito ignorante com uma alternativa que será pior do que o que eles têm agora.

Fontes:
The Real Agenda News: George Soros e a CIA por trás da Revolução Popular Brasileira

BOLSONARO TEM DIREITO DE HOMENAGEAR QUEM QUISER, DIZ VIÚVA DE USTRA

Maria Joseíta Silva Brilhante Ustra tem 79 anos e muitas memórias. Professora aposentada, ela conta dedicar o tempo livre à pesquisa sobre a história do Brasil, em especial sobre a ditadura militar, período durante o qual seu marido foi um dos personagens principais ─ e também uma das figuras mais controversas.

Deputado justificou voto a favor de impeachment de Dilma pela “memória do coronel Brilhante Ustra” acusado de tortura durante ditadura militarFoto: BBCBrasil.com

Maria Joseíta foi casada com o coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra. Chefe do DOI-Codi de São Paulo, ele foi acusado pelo desaparecimento e morte de pelo menos 60 pessoas. Outras 500 teriam sido torturadas nas dependências do órgão durante seu comando. Único militar considerado torturador pelo MPF (Ministério Público Federal), Ustra morreu de câncer aos 83 anos, em outubro do ano passado.

No último domingo(17), Ustra voltou ao debate nacional após ter sido homenageado pelo deputado federal Jair Bolsonaro (PSC-RJ) durante votação pela aprovação da abertura do processo de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff.

“Fiquei profundamente emocionada”, disse Maria Joseíta em entrevista àBBC Brasil . “Ele foi de uma felicidade muito grande”, acrescentou.

A menção ao torturador feita por Bolsonaro provocou forte reação de indignação manifestada principalmente nas redes sociais. Mais de 17 mil pessoas reclamaram da conduta do deputado diretamente à procuradoria-geral da União, que prometeu analisar os pedidos.

Por outro lado, a principal página no Facebook relacionada ao coronel Ustra ganhou quase 3 mil curtidas em três dias.

Muitos comentários alegam que a homenagem feita por Bolsonaro seriam equivalentes às referências elogiosas, feitas por um outro deputado, Glauber Braga (PSOL-RJ), ao votar contra o impeachment, a Carlos Marighella, morto por organizar resistência ao regime militar.

De sua casa em Brasília, ela conversou por telefone com a BBC Brasil .

BBC Brasil: Durante votação pela abertura do processo de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff no último domingo, o deputado federal Jair Bolsonaro (PSC-RJ) dedicou o voto ao seu marido. O que a senhora achou da homenagem?

Maria Joseíta Silva Brilhante Ustra: Fiquei profundamente emocionada. Acho que ele foi de uma felicidade muito grande. Acredito que Bolsonaro tem o direito de prestar homenagem a quem ele quiser porque outros deputados homenagearam terroristas, como Marighella e Lamarca, que pregaram durante toda a vida a luta armada, a violência e a separação do país. Se eles têm esse direito, por que o deputado Bolsonaro não tem?

BBC Brasil: Mas o seu marido foi considerado pela Justiça como torturador. Isso é motivo de homenagem?

Maria Joseíta: Meu marido nunca foi condenado pela Justiça em última instância. O processo está parado. Não há prova nenhuma, só testemunhal. Interessante notar que prova testemunhal serve para considerar meu marido torturador, mas prova testemunhal não serve para condenar os corruptos da Lava Jato ( Operação Lava Jato, que investiga o esquema de corrupção na Petrobras ).

Vereador Gilberto Natalini diz ter sido torturado por UstraFoto: (Divulgação / BBCBrasil.com

BBC Brasil: Mas o vereador Gilberto Natalini (PV-SP) disse, em entrevista à BBC Brasil, que foi torturado pelo seu marido…

Maria Joseíta: Natalini passou uma única noite lá no DOI-Codi. Ele foi detido para averiguação. Quando declarou ter sido torturado, meu marido enviou-lhe uma carta aberta pedindo informações sobre essa suposta tortura. Nunca obteve resposta.

O problema é que muita gente usou isso, e continua usando, para se eleger, para conseguir cargos públicos e ganhar indenizações do governo. Não estou dizendo que a ditadura militar foi um mar de rosas. Não foi.

Sofro pelas famílias que perderam seus entes queridos do outro lado. Vejo com tristeza uma mãe que não sabe onde o filho está. Jovens que tinham a vida pela frente e que podiam lutar pelo Brasil de outra maneira, mas que foram iludidos por alguns grupos mais antigos de raposas velhas que tentavam implantar o comunismo no país.

BBC Brasil: A senhora diz que a ditadura não foi um “mar de rosas”. O coronel Ustra cometeu erros?

Maria Joseíta: Não sei se ele cometeu erros. A mídia retrata meu marido como se ele fosse onipresente, onipotente e onisciente. Parece que ele foi um super-homem.

Quem começou isso tudo não foram as Forças Armadas. Houve apenas uma reação ao caos que já estava sendo implantando no Brasil. O grupo de militantes que estava se organizando já ia para China, para Cuba, para a União Soviética para fazer treinamento de guerrilha.

Era preciso tomar uma providência. Agora, por que o meu marido é um símbolo de tudo de ruim que aconteceu no regime militar?

BBC Brasil: Porque relatos documentados indicam que o seu marido torturou pelo menos 60 pessoas…

Maria Joseíta: Não posso jurar que o meu marido não cometeu nenhum deslize. Deslize na vida todo mundo comete. Eu presenciei muita coisa. Certa vez acompanhei seis presas lá dentro ( DOI-Codi ). Uma delas estava grávida e não sabia. Fiquei tocada pela situação.

Tanto insisti que meu marido me permitiu um contato com ela para ver se eu podia ajudar em alguma coisa. Ela fez questão de ficar lá com as companheiras porque tinha assistência, era atendida no Hospital das Clínicas, fazia pré-natal e tinha toda a atenção possível.

Chegamos inclusive a fazer enxoval para o bebê. Minha empregada fazia tortas para elas lancharem. Coisas gostosas. No entanto, quando ela teve o bebê e saiu de lá ─ até porque já não podia ficar mais, pois se tratava de uma concessão por pedido dela própria, passou a dizer que foi torturada todos os dias.

Já o filho de um outro preso me acusava de ir ao DOI-Codi para curar as feridas delas. Além disso, segundo ele, eu atuava como interrogadora.

Vejam como supervalorizavam a família Ustra. Há muita fantasia nessa história. Acredito que nem todo mundo tenha sido tratado como “pão de ló” como eu fazia.

BBC Brasil: A senhora sempre defendeu publicamente seu marido. Por quê?

Maria Joseíta: Eu não fui defensora do meu marido. Ele não precisava de defesa. Fui uma defensora da verdadeira história e não da história que está sendo contada. Decidi me manifestar publicamente porque eu sou uma cidadã brasileira. Passei minha juventude e minha maturidade durante o período do regime militar. Vi, vivi e tenho conhecimento de muitas coisas que aconteceram naquela época. Aquela época era semelhante ao que estava acontecendo agora.

BBC Brasil: Por que aquela época era semelhante ao que está acontecendo agora?

Maria Joseíta: Porque era um caos. Um grupo de jovens ─ alguns idealistas outros iludidos ─ queria tomar o poder. A maioria desse grupo está no governo agora e pertencia àquelas organizações. E deu no que deu. Uma das maiores empresas do mundo ( Petrobras ) foi sucateada, o dinheiro desapareceu de tudo o que foi maneira. O desejo deles é permanecer no poder.

BBC Brasil: A senhora é a favor do impeachment da presidente Dilma Rousseff?

Maria Joseíta: Acho que vamos passar um momento difícil. Não há vejo outra solução melhor. Ela poderia renunciar. Haveria uma solução melhor?