Estado Islâmico ameaça atacar os Estados Unidos no dia da posse de Donald Trump – False Flag Attack?

Os ataques teriam ajudado a promover vitória de Trump (Foto: Rick Wilking/Reuters)

O Estado Islâmico afirmou que o dia da posse de Trump (20 de janeiro) será também conhecido como “Bloody Friday” (“Sexta-feira sangrenta”).

Estado Islâmico. (Foto: Reuters)

Ao promover sua campanha no início deste ano, o presidente eleito Donald Trump afirmou que, imediatamente depois de tomar posse (no dia 20 de janeiro, nos EUA), irá convocar seus generais para elaborar um plano para destruir o Estado Islâmico“dentro de 30 dias”.

O grupo radical islâmico fez sua própria ameaça no último fim de semana, afirmando que o dia da posse de Trump (‘Inauguration Day’ / ‘Dia da Inauguração’, como os americanos chamam a posse presidencial), será, na verdade, a ‘Bloody Friday’ (‘Sexta-Feira Sangrenta’ nos EUA).

O jornal ‘Express’, do Reino Unido, também relatou que as forças especiais dos EUA estão em alerta e a comunidade de inteligência está investigando as declarações do grupo terrorista. Mais:

https://exateus.com/2015/11/19/mais-um-ataque-false-flag/

https://exateus.com/2016/12/11/arquitetando-um-golpe-obama-pede-investigacao-completa-de-ataques-virtuais-durante-eleicoes-para-cia-e-fbi-russia-teria-agido-em-eleicoes-nos-eua-para-promover-vitoria-de-trump/

CONHEÇA A FEMA: A AGÊNCIA FEDERAL DE GESTÕES DE EMERGÊNCIAS DO GOVERNO DOS ESTADOS UNIDOS

PREPARAÇÃO PARA O “INFERNO” AMERICANO? FÁBRICAS E SUPERMERCADOS ESTÃO VIRANDO CAMPOS DE CONCENTRAÇÃO DA FEMA

ANÚNCIO DE EMERGÊNCIA: A 3ª GUERRA MUNDIAL JÁ ESTÁ POR AÍ; LEI MARCIAL E O COG

A organização terrorista islâmica teria recrutado uma série de novos agentes de língua inglesa nos últimos meses em uma importante tentativa de emitir suas mensagens e comandos antes do evento.

As forças especiais norte-americanas estarão em alerta máximo quando o Trump assumir o cargo de presidente dos Estados Unidos na sexta-feira, 20 de janeiro de 2017, em Washington.

Mas analistas de segurança têm acompanhado as comunicações entre membros do grupo que estão planejando ataques em grande escala para o dia da posse de Trump, segundo o ‘Express’.

Relatórios também apontam que o Estado Islâmico ampliou a produção de edições especiais de seus vídeos oficiais com legendas em inglês nas últimas semanas, para reforçar os alvos em solo americano.

Os canais da agência Amaq (ligada ao Estado Islâmico) no Telegram, voltaram à ativa, depois de serem temporariamente desligados após um ataque terrorista nos EUA, na última segunda-feira.

O ‘Express’ não informou detalhes sobre as suas fontes. Os Estados Unidos estão atualmente envolvidos na luta para retomar a cidade de Mosul, no norte do Iraque, das mãos de terroristas do Estado Islâmico. A organização tinha reivindicado a cidade como a capital de seu ‘Califado’, o que seria a concretização do Estado Islâmico, de fato.

Genocídio

Durante este ano de 2016, o Parlamento Europeu e o Secretário de Estado dos EUA reconheceram que o Estado Islâmico tem sistematicamente cometido crimes bárbaros contra minorias religiosas e étnicas (incluindo cristãos) no Oriente Médio, o que configura genocídio contra estes grupos minoritários.

Crucificações, degolações e até mesmo queimar suas vítimas até a morte estão entre as muitas práticas dos terroristas deste grupo. [FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DO EXPRESS]

Informação: A realidade, a verdade dos fatos que tem ocorrido na Síria…

VIA: OPERA MUNDI – (12/08/2014) – Wikileaks: EUA armaram Estado Islâmico e se recusaram a ajudar Síria no combate ao grupo. Presidente Bashar al-Assad tentou se aproximar de Washington em 2010, mas governo Obama continuou armando seus opositores e grupos islâmicos.

Os Estados Unidos se recusaram a ajudar o governo da Síria a combater grupos radicais islâmicos como a Al-Qaeda e o ISIS (Exército Islâmico do Iraque e da Síria, que recentemente mudou de nome para Estado Islâmico). Além disso, segundo revelações feitas pelo site Wikileaks, o governo norte-americano armou grupos como o ISIS. Os quase 3 mil documentos sobre essa questão foram vazados pelo site dirigido por Julian Assange na última sexta-feira (08/08).

Em 18 de fevereiro de 2010, o chefe da inteligência síria, general Ali Mamlouk, apareceu de surpresa em uma reunião entre diplomatas norte-americanos e Faisal a-Miqad, vice-ministro das relações exteriores da Síria. A visita de Mamlouk foi uma decisão pessoal de Bashar al-Assad, presidente sírio, em mostrar empenho no combate ao terrorismo e aos grupos radicais islâmicos no Oriente Médio, assinala o documento.

Neste encontro com Daniel Benjamin, coordenador das ações de contra-terrorismo dos EUA, “o general Mamlouk enfatizou a ligação entre a melhoria das relações EUA-Síria e a cooperação nas áreas de inteligência e segurança”, afirmam os diplomatas norte-americanos em telegrama destinado à CIA, ao Departamento de Estado e às embaixadas dos EUA em Líbano, Jordânia, Arábia Saudita e Inglaterra.

Para Miqad e Mamlouk, essa estratégia passava por três pontos: com o apoio dos EUA, a Síria deveria ter maior papel na região, a política seria um aspecto fundamental para ações de cooperação contra o terrorismo e a população síria deveria ser convencida dessa estratégia com a suspensão dos embargos econômicos contra o país. Para Imad Mustapha, embaixador sírio em Washington, “os EUA deveriam retirar a Síria da lista negra”. Nas palavras de George W. Bush, o país fazia parte do “eixo do mal”, junto com Coreia do Norte e Afeganistão.

Armados pelos EUA, militantes do Estado Islâmico conseguiram lutar em cinco frentes concomitantemente.

Apesar da discordância entre EUA e Síria quanto ao apoio de Assad a grupos como Hezbollah e Hamas, os dois países concordavam quanto à necessidade de interromper o fluxo de guerrilheiros estrangeiros para o Iraque e impedir a proliferação de grupos radicais, como a Al-Qaeda, o ISIS e o Junjalat, uma facção palestina com a mesma orientação política. Para Benjamin, as armas chegavam ao Iraque e ao Líbano contrabandeadas pelo território sírio.

Mamlouk reforçou a “experiência síria em combater grupos terorristas”. “Nós não ficamos na teoria, tomamos atitudes práticas”, foram as palavras do chefe de inteligência de Assad. Segundo o general, o governo sírio não mata ou ataca imediatamente esses grupos. “Primeiro, nós nos infiltramos nessas organizações e entendemos o funcionamento delas”. De acordo com Damasco, “essa complexa estratégia impediu centenas de terroristas de entrarem no Iraque”.

Guerra do Iraque e surgimento do Estado Islâmico.

No entanto, apesar de afirmarem cooperar com a Síria para combater o terrorismo, os EUA também trabalharam para armar os opositores sírios e isso causaria um problema maior na região: a criação do atual Estado Islâmico. Segundo documentos obtidos pelo jornal britânico Guardian, grande parte do armamento utilizado pelo ISIS (antigo nome do Estado Islâmico) veio de grupos armados pelos EUA e cooptados por Abu Bakr al-Baghdadi, líder do Califado Islâmico, que hoje controla territórios na Síria e no Iraque.

No Iraque, veja retomada de Mossul, cidade ocupada pelo Estado Islâmico. Assista a Matéria na íntegra aqui: GLOBO PLAY

https://www.youtube-nocookie.com/embed/ZUBTxkdi05I

Saddam al-Jammal, líder do Exército de Libertação da Síria, outro grupo anti-Assad, também jurou lealdade ao Estado Islâmico desde novembro de 2013. Para garantir tal apoio, o ISIS mudou a sua estratégia de controle: dava autonomia a essas autoridades locais em vez de controlar diretamente a governança das cidades. Como resultado, o ISIS se expandiu e conseguiu lutar em cinco frentes: contra o governo e os opositores sírios, contra o governo iraquiano, contra o Exército libanês e milícias curdas.

O armamento começou a ser enviado para os opositores sírios em setembro de 2013. Na época, analistas davam o ISIS como terminado e a alegação para fortalecer esses grupos era a de que o governo Assad havia usado armas químicas. Para enviar as armas, o governo Obama usou bases clandestinas na Jordânia e na Turquia. Aliados dos EUA na região, como Arábia Saudita e Catar, também forneceram ajuda financeira e militar.

Ironicamente, os EUA sabem inclusive a real identidade do líder do Califado. Durante um ataque à cidade iraquiana de Falluja em 2004, os norte-americanos prenderam alguns dos militantes pelos quais procuravam. Entre eles, estava um homem de 30 e poucos anos e pouco importante na organização: Ibrahim Awad Ibrahim al-Badry. 10 anos depois, ele se tornaria líder da mais radical insurgência islâmica contra o Ocidente, segundo informações de um oficial do Pentágono.

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Em Aleppo as mulheres se matam mas é a mando dos rebeldes!

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Na Síria existem vários grupos de mercenários e terroristas todos patrocinados pelos EUA, dentre eles: Frente Al Nusra, Al qaeda e Estado Islâmico. Na Iminência desses grupos serem expulsos de Aleppo, pelo exercito sírio com a ajuda da Rússia, surgem na mídia notícias que as mulheres sírias estão se matando para não serem estupradas pelo exército de seu próprio país! Como conhecemos o modus operandi da mídia globalista esquerdista patrocinada pelos neocons americanos via George Soros, acabamos desconfiando desses relatos! O vídeo cortou no final, assistam!

A propaganda falsa dos EUA sobre a Síria e contra a Rússia agora está falhando abertamente!

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A administração Obama, e especialmente a CIA e o Departamento de Estado, parecem estar em apuros. Eles gritam tudo o que podem contra a Rússia e alegam que a purificação do leste de Aleppo da Al-Qaeda terrorista é genocida. Enquanto isso nenhuma menção é feita ainda da fome dos Houthis no Iêmen, que os bombardeamentos dos sauditas e dos EUA e seu bloqueio provocam diretamente. Leia também:

https://exateus.com/2015/10/10/a-origem-da-al-qaeda-e-do-estado-islamico-pela-cia/

A chance de Putin se vingar dos EUA na Síria

“RÚSSIA CRIA UMA NOVA ORDEM INTERNACIONAL REDUZINDO INFLUÊNCIA DOS EUA”

EUA: As eleições preparam a guerra!

RÚSSIA REALIZA MOVIMENTOS TÍPICOS DE PREPARAÇÃO PARA UMA GUERRA

‘Número de tropas inimigas ao redor da Rússia é sem precedentes’

CHINA E RÚSSIA INICIAM GRANDES MANOBRAS MILITARES

 

Mas cada vez mais importantes relatos de notícias apoiam a alegação russa de que os “rebeldes moderados” que os EUA estão mimando na Síria estão realmente em conluio com a Al-Qaeda se não são a própria Al-Qaeda.

https://www.youtube-nocookie.com/embed/2nc2bF1DVEE

Reuters informa (embora apenas no final de uma longa estória):

Em Aleppo, os rebeldes do Exército Livre da Síria estão compartilhando planejamento operacional com Jaish al-Fatah, uma aliança de grupos islâmicos que inclui a antiga ala síria da Al-Qaeda.

 #Vídeo – O que o desenvolvido Ocidente tem promovido na Síria. Parabéns EUA, vocês são o engenheiro da obra.

https://www.facebook.com/plugins/video.php?href=https%3A%2F%2Fwww.facebook.com%2FTheIndependentOnline%2Fvideos%2F10153387826906636%2F&show_text=0&width=560
 https://www.facebook.com/cibele.oliveira

Enquanto isso, nas proximidades da província de Hama, grupos FSA armados com mísseis anti-tanque feitos nos EUA estão participando de uma grande ofensiva com o grupo Jund al-Aqsa inspirado pela Al-Qaeda.

The Wall Street Journal é mais direto e entitulou: Rebeldes sírios se aproximam de grupo ligado à Al Qaeda.

Algumas das maiores facções rebeldes da Síria estão reforçando sua aliança com um grupo ligado à Al Qaeda, apesar de um aviso dos EUA para dividir os extremistas ou o risco de serem alvos de ataques aéreos.

Alguns grupos rebeldes já alinhados com a Syria Conquest Frontresponderam renovando sua aliança. Mas outros, como Nour al-Din al-Zinki, um grupo antes apoiado pela CIA e uma das maiores facções em Aleppo, prometeu lealdade, pela primeira vez à frente nos últimos dias.

Na verdade, o afiliado da Al-Qaeda, Fateh al-Sham, anunciou publicamente que Nour el-Din Zinki e Suqour al-Sham da CIA se juntaram a sua Jihad.

Um pouco antes, em Agosto, o Departamento de Estado defendeu Zinki depois de alguns de seus membros haver sequestrado um menino palestino de um hospital perto de Aleppo e decapitado ele na frente de uma câmera de vídeo:

Nos informativos do Departamento de Estado, [..] O porta-voz Mark Toner minimizou os incidentes, ou a possibilidade de que os EUA cessariam de armar Nour al-Din al-Zinki só porque eles decapitaram uma criança.

Toner insistiu [..] “um incidente aqui e ali não necessariamente torna-os um grupo terrorista.”

Os novos relatórios de notícias seguem depois de uma entrevista pelo ex-político e jornalista alemão Jürgen Todenhöfer com um comandante da Al-Qaeda publicado em Inglês neste site. O comandante disse que a Nusra (al-Qaeda) foi fornecido diretamente, através de um subgrupo, com mísseis TOW dos EUA. Ele acrescentou sobre tais grupos:

Eles estão todos com a gente. Somos todos a Frente al-Nusra. Um grupo é criado e chama-se “Exército Islâmico”, ou “Fateh al-Sham”. Cada grupo tem o seu próprio nome, mas sua acredito é homogêneo. O nome genérico é Frente al-Nusra. Uma pessoa tem, por exemplo, 2.000 combatentes. Então ele cria a partir destes um novo grupo e o chama de “Ahrar al-Sham”. Irmãos, de quem se acredita, pensamentos e objetivos são idênticos aos da Frente al-Nusra.

Outra entrevista publicada recentemente pelo ex-militar Jack Murphy, que esteve com um soldado boina verde que serviu na Turquia e Síria. Os Boinas Verdes são as forças especiais do exército dos EUA. Eles são especialistas em formação e lutam com grupos guerrilheiros indígenas contra os governos desafetos aos EUA. O soldado entrevistado foi condenado a treinar “rebeldes sírios moderados” na Turquia. Partes da entrevista (paywalled) são citadas aqui:

“Ninguém no chão acredita nessa missão ou nesse esforço”, escreve um ex-Boina Verde sobre programas secretos e clandestinos da América para treinar e armar os rebeldes sírios, “eles sabem que estamos apenas realizando a formação da próxima geração de jihadistas, então eles estão sabotando isso, dizendo: “Dane-se, quem se importa?”. “Eu não quero ser responsável por caras Nusra dizendo que eles foram treinados pelos americanos”, acrescentou o Boina verde.

Murphy afirma sem rodeios: “distinguir entre a FSA e al-Nusra é impossível, porque eles são praticamente a mesma organização. Já em 2013, os comandantes da FSA desertaram com suas unidades inteiras para se juntar a al-Nusra. Lá, eles ainda mantêm o apelido FSA, mas é apenas para mostrar, para dar a aparência do secularismo, para que eles possam manter o acesso às armas fornecidas pela CIA e os serviços de inteligência sauditas. A realidade é que a FSA é pouco mais que uma capa para o al-Nusra filiados da Al-Qaeda.

É uma coisa quando a Rússia diz algo, mas outra quando Reuters, WSJ, e independentes especialistas no assunto alemães e norte-americanos relatam isso como fatos. O primeiro pode ser evitado como “Putin mente”, mas os outros são extremamente difíceis de refutar.

Os russos estão certos. Os EUA não separam os “rebeldes moderados” da Al-Qaeda, como tinham acordado no acordo de cessar-fogo, porque os “moderados” e Al-Qaeda são os mesmos. Os “moderados” são a Al-Qaeda. Isto não era desconhecido. A 2012 Defense Intelligence Analysis disse isso. A CIA, claro, sabia disso o tempo todo. Mas a ferramenta Saudita encabeçada pela CIA, John Brennan, não pode admitir que são eles mesmos tanto os mestres da Al-Qaeda no Golfo como também aqueles que financiam a Al-Qaeda.

Eles compram as armas do pessaol de Brennan e entregam à al-Qaeda. O “usuário final” de acordo com este certificado para uma arma comprada na Ucrânia é a Arábia Saudita. Mas quem vai acreditar que os ditadores sauditas precisam, por exemplo, de 100 obsoletos tanques T-55? As armas do certificado, por cerca de US$ 300- 500 milhões, são, obviamente, para a Al-Qaeda no Iêmen e na Síria. (Será que Joe Biden ou seu filho, ambos fortemente envolvidos na Ucrânia, conseguiram uma provisão do acordo?)

Conforme os fatos estão a se acumular quanto tempo podem o New York Times e Washington Post manter com suas reivindicações de propaganda. Uma coisa precisamos admitir, eles realmente tentam o melhor. Infelizmente para eles, o melhor é apenas medíocre. O NYT hoje descobri que Vladimir Putin aprecia sua função como um Disrupter. Como é que o NYT sabe o que Putin “aprecia”? O repórter não perguntou a Putin. Mas fez perguntas a alguns especialistas experientes com conhecimento sobre a mente interior de Putin e aqueles garantiram ao autor que este é realmente o caso. Eles sabem exatamente como Putin sente. Eles são Richard Haass, presidente doCouncil on Foreign Relations, James R. Clapper Jr., diretor nacional de inteligência, James B. Comey, diretor do F.B.I. e Robert Kagan, a voz principal dos neoconservadores e promotor de Clinton. Alguns “especialistas”.

Acrescentar que dezenas de histórias sobre a forma como “A Rússia indiscriminadamente bombardeia civis/hospitais/padarias no leste de Aleppo”, mas nunca atinge nenhum “rebelde” porque absolutamente isso não acontece nessas histórias. Um artigo recente do NYT desse tipo tinha 14 “vozes” na mesma. Oito pertenciam a vários propagandistas associados com os “Capacetes Brancos”, quatro eram diplomatas “ocidentais”, um funcionário do governo sírio e um porta-voz russo foram citados no final. Nenhum militar russo e ninguém do oeste de Aleppo, onde, de longe, a maioria das pessoas na cidade vive sob proteção do governo e recebe chuva de foguetes diariamente pelos “rebeldes”, nem mesmo foram entrevistados.

Mas todos esses contos que ouvimos sobre os russos diabólicos deve ser verdade! Até mesmo de Bana Alabebnow de 7 anos de idade do leste de Aleppo com seus tweets sobre seu destino trágico sob os ataques russos indiscriminados. Esta em Inglês perfeito e com uma excelente conexão Wi-Fi com a Internet como seus muitos “Capacetes Brancos” anexos de fotos e seus vídeos atestam. Mas toda a cidade está devastada e em ruínas, ela diz, com bombas de fósforo indo bem em frente de sua casa.

Mas Bana é uma mocinha muito responsável:

Bana Alabed @AlabedBana

” Querido mundo, é melhor começar a terceira guerra mundial em vez de deixar a Rússia & assad cometer o #HolocaustAleppo

1:53 PM – 29 de setembro de 2016 ”

Aqui a “mãe” ligou para o Daily Mail de um “exclusivo” e assegura-nos que tudo isso é verdade. The Telegraph tem ela em um slideshow com música triste e o Guardian promoveu-a também. Outra menina alegre na mídia de Damasco falha. Em 2011, o Guardian também era parte dessa farsa. Se essa menina de 7 anos de idade está no leste de Aleppo e não na Dinamarca ou no Reino Unido, eu devo estar em Marte. Nenhum leitor sadio irá levar tal golpe como sério. Que companhia de Relações Públicas surgiu com esta desculpa esfarrapada?

Como a fantasia “rebeldes moderados”, tais contos e o absurdo da tomada de propaganda que “Capacetes Brancos” distribui, estão começando a falhar. A EAU Nacional, um jornal internacional bem estabelecido, recentemente escavou um pouco sobre o criador do Capacete Branco, um “antigo” agente militar britânico trabalhando por razões de defesa no Golfo. Isso não soa caridade. Este é o relatório notável, ao mesmo tempo que ainda carece de todos os detalhes, pois é o primeiro em um documento principal que mostra alguns bons auspícios contra essa iniciativa.

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Nós salvamos 60.000 – Alegações falsas dos ‘Capacetes Brancos’ da Síria levantam ainda mais perguntas.

As mentiras da administração Obama sobre os “rebeldes moderados” estão agora sendo discutidas abertamente na grande mídia. A propaganda do #HolocaustAleppo (não é abusar do meme holocausto anti-semita?) Está se transformando em motivo de chacota.

A Rússia está aumentando sua participação na Síria. O adicional de jatos russos SU-24, SU-25 e SU-34 estão chegando. Cerca de 6.000 soldados russos estão no terreno. Os “rebeldes” da al-Qaeda da CIA estão perdendo no leste de Aleppo e estão em impasse e sob pressão em outros lugares. Eles serão bombardeados em pedacinhos. Alguns novos vários lançadores de mísseis BM-21 e a mais pesada artilharia anti-aérea foram entregues a eles. Mas esses são apenas band-aids em feridas letalmente em sangramento. Mesmo MANPADs (sistemas portáteis de defesa aérea) não vão mudar a situação nem um pouco.

Os EUA, os sauditas e especialmente a CIA de Brennan têm perdido essa luta. Será que Obama e Kerry vão admitir isso? Ou eles vão lançar outro Ave Maria e fazer algo louco?

Traduzido para publicação em Dinâmica Global.

[FONTE: Strategic Culture]

TERRORISTA DO ESTADO ISLÂMICO É ‘PREMIADO’ COM ESCRAVAS SEXUAIS CRISTÃS, APÓS DENUNCIAR O IRMÃO

Terroristas do Estado Islâmico expõem escravas sexuais à venda na rua. (Foto: sheikyermami)

“Denuncie um desertor e seja recompensado com escravas sexuais”. Esse tipo de ‘promoção’ macabra e chocante já é uma realidade dentro dos domínios do Estado Islâmico na Síria. Mais:

https://exateus.com/2016/06/09/mulheres-sao-queimadas-vivas-apos-recusarem-relacoes-sexuais-com-homens-do-estado-islamico/

https://exateus.com/2016/08/29/elas-foram-estupradas-por-jihadistas-mas-nao-querem-abortar/

Além de incutir medo entre os seus membros que estão planejando desertar, por meio de tortura e execução pública de desertores, o Estado Islâmico (ISIS) encontrou outra maneira de parar com a evasão de seus ‘soldados’.

Como revelado em uma confissão feita por um lutador do Estado Islâmico capturado, o grupo jihadista está agora oferecendo recompensas para seus membros que dão informações sobre seus ‘colegas’ jihadistas que podem estar planejando desertar ou deixar o grupo. As informações são do jornal britânico ‘The Sun’.

O terrorista do Estado Islâmico, identificado como Abu Al-Mughaira Al-Muhajer, que foi capturado durante a batalha na cidade síria de Aleppo, revelou que os líderes do grupo extremista estão dando escravas sexuais como recompensas aos membros leais ao EI, que fornecem informações sobre quem estaria planejando ‘desertar’.

Em uma entrevista recente a uma emissora dos Emirados Árabes Unidos, que também foi divulgada em parte pelo Instituto de Pesquisa de Mídia do Oriente Médio, Muhajer disse que recebeu três mulheres (duas cristãs e uma Yazidi) para usá-las como suas escravas sexuais, depois de dar informações sobre o próprio irmão, que seria supostamente um desertor.

“Depois que eu informei sobre o meu irmão, que queria deixar o Estado Islâmico, eu fui recompensado com as escravas – uma [Yazidi] de Damasco e duas [cristãs], vindas de Homs”, disse ele.

Ele mesmo confirmou que as mulheres tinham sido maltratadas, dizendo que elas levaram pancadas em suas costas.

O terrorista também informou que os líderes do Estado Islâmico estão separando uma quantidade de escravas sexuais, exclusivamente para entregá-las aos seus “soldados”.

Em um relatório anterior, do dia 20 de setembro, o jornal ‘The Sun’ revelou mulheres cristãs e Yazidis capturadas por militantes do Estado Islâmico estão sendo vendidas em leilões na Arábia Saudita.

Isto foi descoberto quando um jihadista foi morto em combate na cidade iraquiana de Al-Shirqat, que foi havia sido tomada pelo grupo terrorista em 2014.

Forças do governo iraquiano recuperaram o telefone celular do combatente, no qual foram encontradas imagens de uma das meninas sequestradas e outras informações sobre a tráfico de escravas sexuais.

“Nossos investigadores ficaram consternados ao se depararem com o conjunto de imagens, envolvendo o que acreditamos ser uma Yazidi iraquiana, sendo vendida como escravo sexual”, disse uma porta-voz militar iraquiano ao ‘The Sun’.

“As imagens eram de um leilão na Arábia Saudita, onde a mulher estava sendo explicitamente vendida”, acrescentou a fonte oficial.

A Arábia Saudita é parte da coalizão internacional que está combatendo o Estado Islâmico. Apesar disso, muitos dos sauditas ricos foram acusados de patrocinar o grupo terrorista durante anos.

Via GUIAME, COM INFORMAÇÕES DO CHRISTIAN TODAY

Terroristas do ISIS aproveitando às benesses do Tio Sam!

 

Via Topete GLZ

Síria – (em algum lugar ao lado do rio Eufrates) como podem ver estes terroristas do Isis não passam nenhuma fome nem necessidade como o resto do povo sob controle terrorista, até cocas têm… 😉

Supostamente o Isis tem um bloqueio em todas as suas fronteiras, pela parte Síria do governo nada entra e nada sai nas zonas controladas pelo Isis, pelo Iraque muito menos, só resta a fronteira com a Turquia, a qual está ocupada por tropas turcas e “Moderadas” DA FSA…. (como cuida o tio Sam de suas tropas)

Via Topete GLZ

mais:

Elas foram estupradas por jihadistas, mas não querem abortar

Elas foram estupradas por jihadistas, mas não querem abortar

por Junior Oliver /GospelPrime

No noticiário internacional são recorrentes as manchetes relacionadas aos ataques covardes do grupo terrorista Estado Islâmico contra diversas minorias. Em um desses casos ficou destacado o sequestro de mulheres e meninas yazidi.

Em meio a tanta dor e incerteza, nada como o regresso para trazer felicidade. Porém, não é isso que tem ocorrido com as vítimas que escapam das garras do terror.

Durante o sequestro essas mulheres foram mantidas como escravas sexuais da milícia terrorista e quando conseguem retornar, muitas vezes estão grávidas. Para o líder local desta comunidade, Baba Sheikh, as vítimas devem ser recebidas sem julgamento tendo em vista o fato de vivenciarem uma experiência “fora do controle delas”. Contudo, a gravidez já não é vista desse modo.

“As vítimas são nossas filhas e irmãs, mas é inconcebível em nossa religião permitir o nascimento de qualquer criança cujos pais não sejam yazidis”, afirmou Baba em entrevista.

Ele ainda mencionou que essa situação não é aceitável na tribo e gera uma fonte de vergonha. “Se essas crianças nascerem, as pessoas não perguntariam quem seriam seus pais? Eles são afegãos? Eles são europeus?”.

Devido a essa situação, o aborto tem sido visto como uma solução. Mesmo a prática sendo ilegal no Iraque, ele é permitido em caso de estupro.

Mesmo com toda essa pressão as mulheres yazidi têm escolhido abdicar do aborto. De acordo com a advogada Rezan Dler, que tem acompanhado os casos das vítimas sequestradas pelo ISIS, não é incomum encontrar mulheres que foram estupradas que escolhem manter seus bebês.

“Uma mulher Yazidi que estava no oitavo mês de gestação quando escapou do EI, desejava manter seu filho, mas seu marido disse que se divorciaria caso ela não fizesse o aborto. O casal se separou e a mulher agora vive em um campo de refugiados com sua filha de 5 meses de idade”, compartilhou Dler.

O desejo de evitar o aborto é tão marcante que de acordo com a advogada, muitas mulheres afirmam que preferiram voltar ao sofrimento da escravidão do EI do que interromper a gestação.

Apesar de todo o esforço das ex-escravas do EI em manter seus filhos, a lei local iraquiana atrapalha o futuro das mulheres pró-vida. De acordo com o Juiz da Corte iraquiana, Xamosh Omar, as leis daquele país afirmam que as crianças que nascerem sobre essas circunstâncias serão tratadas como se tivessem nascido através do adultério, dessa forma, suas mães não teriam o direito de criá-las.

“Eu sou uma mulher e entendo o que as mulheres yazidi estupradas devem estar vivenciando. Mas, paro parlamento iraquiano, esse é um tópico vergonhoso para discussão. Eu duvido que eles permitam esse problema ser debatido”, concluiu Dler. Com informações Christian Today

AMIGA DO CÃO: HILLARY CLINTON NÃO QUER COMBATER O ESTADO ISLÂMICO!

A candidata à presidência norte-americana pelo Partido Democrata, Hillary Clinton, declarou que nesta segunda-feira (15) que não pretende enviar tropas dos EUA para a luta contra o grupo terrorista Daesh (Estado Islâmico).
Anteriormente, Trump havia afirmado que é possível vencer o grupo terrorista “Estado Islâmico” com um número não muito grande de tropas terrestres, mas usando um serviço de inteligência ‘sofisticado’, que os EUA ainda não têm.

“Nós pretendemos declarar guerra ao Estado Islâmico e eliminar esse grupo da face da terra”, disse Trump em entrevista ao canal CBS.
Hillary Clinton, por sua vez, afirmou que aguarda a declaração de Trump sobre sua estratégia em relação ao Daesh, mas advertiu que isso pode não ter nada de concreto.
“Ele constantemente fala que quer manter seu plano ‘em segredo’, mas a realidade é que o ‘segredo’ é que não existe plano”, disse Clinton.
Atualmente, os EUA lideram uma coalizão que realiza operações de ataques aéreos contra o Estado Islâmico na Síria e no Iraque. A Administração Obama declarou repetidamente que não enviaria tropas para operações terrestres contra o Daesh.

Via: sputniknews