Sobre as mutações

Mutações são prejudiciais e traumáticas, visto que são cópias de defeitos. Apenas uma cópia perfeita de uma informação existente é desejável. Qualquer coisa, além disso, se torna uma cópia de defeitos, e isso significa que a cópia será pior, e não melhor com o passar do tempo.

Mutações são raras, e não se tem conhecimento de alguma que tenha sido benéfica. Não se obtém algo melhor do que já é perfeito.

As mutações não geram novos órgãos, apenas modificam os que já existem. O que acontece na realidade são órgãos já existentes tornando-se deformados e inúteis pelas mutações.

Mutações não são cumulativas, ou seja, não possuem um efeito aditivo, um a um. Toda mudança que venha a acontecer é diluída na próxima geração de forma que acaba não acontecendo um efeito em cadeia ao longo do tempo.

Nas mutações só vemos deteriorização, e nunca um acúmulo de informações e de estrutura.

As Leis da Genética não se aplicam numa ascendência progressiva através do acaso, ou acidentalmente, como as teorias da evolução querem afirmar. As Leis da Genética foram escritas pelo Criador para manter e preservar as informações que Ele codificou nas espécies originais, conforme está escrito no Livro de Gêneses.

Referência

Criação X Evolução. Dr. Grady S. McMurtry

Anúncios

O Falso caso evolucionista da Mariposa Pimenta da Inglaterra

Existe uma estória evolucionista criada para aliciar pessoas, a respeito de alterações evolucionárias que supostamente teriam  ocorrido na Mariposa Pimenta da Inglaterra. Os evolucionistas declararam que essa estória “provou” que a evolução estava acontecendo plenamente na natureza.

A estória é a seguinte: durante a revolução industrial do século XIX, a espécie de Mariposa Pimenta se alterou de um tipo de população de poucas mariposas brancas com manchas pretas para uma grande população de mariposas completamente pretas. A hipótese era de que com a queima de carvão, as árvores, os prédios e as casas da Inglaterra ficaram escuros, expondo as mariposas brancas aos pássaros e camuflando as mariposas pretas no ambiente.

A estória, porém é uma mentira, nos anos 80 foi provado que tudo era uma grande montagem, feita pelo físico britânico Bernard Kettlewell que escreveu um artigo sobre o assunto para a Revista Scientific American e declarou que essa era uma evidência das previsões de Darwin. A verdade é  que as mariposas pimentas da Inglaterra são noturnas, e jamais voam durante o dia, quando os pássaros poderiam atacá-las. Esse tipo de mariposa jamais pousa em tronco de árvores, onde elas poderiam ser facilmente vista pelos predadores, se fossem diurnas, mas sim habitam dentro das copas das árvores, onde vivem muito bem escondidas. As fotografias de mariposas pousadas nos troncos de árvores reproduzidas em milhares de livros escolares pelo mundo eram montagens feitas com mariposas mortas coladas nas árvores para que as fotos pudessem ser tiradas.

Referência

Criação x Evolução. Dr Grady S. McMurtry

Como as cosmovisões influenciam as sociedades

Vejam com a aceitação da criação ou evolução pode influenciar a nossa sociedade:

Evolução Criação
Aborto e eutanásia Significado e valor da vida
Pornografia e ética circunstancial Absolutos e padrão de conduta
Homossexualidade e perversão Casamento e Família
Ausência de lei, Anarquia, socialismo Leis, regras, função e propósito
Naturalismo e Nova Era Conservadorismo Cristão

 

Referência

Criação x Evolução. Dr Grady S. McMurtry

Trecho da Carta de Dr. Patterson reconhecendo a ausência de fósseis transicionais

Dr. Patterson (Paleontologista) é autor do livro “Evolução”, o qual foi escrito para o museu de História Natural da Inglaterra. Dr Patterson solicitou que os leitores o enviassem cartas com comentários a respeito do conteúdo do livro. Um leitor o questionou em uma carta, perguntando por que ele não colocou nenhuma imagem de um fóssil transicional em seu livro.

Eis a sua resposta em abril de 1979:

Eu concordo completamente com seus comentários sobre a falta de ilustração precisa de transições evolucionárias em meu livro. Se eu soubesse de qualquer exemplo, seja esse fóssil ou ainda vivo, com certeza o teria incluído. Você sugere que um artista deve ser usado para visualizar tais transformações, mas de onde ele receberia essas informações? Eu não poderia, honestamente, fornecê-la, e se eu fosse deixá-la à licença artística, isso não enganaria o leitor? Eu escrevi o texto do meu livro há quatro anos. Se eu fosse escrevê-lo agora, acho que o livro seria um pouco diferente. O Gradualismo evolutivo é um conceito em que eu acredito, não apenas por causa da autoridade de Darwin, mas porque o meu entendimento da genética parece exigi-lo. No entanto, é difícil contradizer o dr. Sthephen J. Gould e o povo do Museu Americano quando dizem que não há fósseis de transição. Como um paleontólogo, estou muito ocupado com os problemas filosóficos da identificação de formas ancestrais no registro fóssil. Você diz que eu deveria pelo menos “mostrar uma foto do fóssil do qual cada tipo de organismo foi derivado.” Vou ser bem franco – um fóssil com o qual alguém poderia fazer um argumento inequívoco não existe…

Os olhos complexos evoluíram dos mais simples?

Os olhos empregam diversos sistemas para formar imagens. Nos humanos, existe uma lente na frente do olho para focalizar a luz que chega sobre a retina sensível à luz do fundo, construindo uma imagem perfeita. Nos argonautas não existe lente, há apenas um buraquinho que  ajuda a encontrar a luz em várias partes da retina. Os insetos utilizam “tubos” chamados omatídeos que apontam em direções diferentes até formarem um quadro. As libélulas chegam a possuir 28.000 omatídeos em seus olhos protuberantes. Um pequeno caranguejo possui um sistema ocular que forma uma imagem parecida como um sistema de televisão faz, por escaneamento rápido.

Todos esses intricados arranjos, com partes interdependentes, confrontam a idéia de que os diferentes tipos de olhos são formados por pequenas alterações graduais.  Grande parte dos evolucionistas reconhecem as diferenças básicas e aceitam que o olho evoluiu independentemente para cada sistema. No entanto, outros evolucionistas como Dawkins e Futuyama usam o argumento de que como os olhos desde o mais simples ao mais complexo são funcionais, devem ter um valor de sobrevivência. Este argumento deixa de lado a questão da complexidade irredutível, ou seja, sistemas incompletos não funcionam enquanto não estiverem presentes todas as partes necessárias.

A capacidade do olho de distinguir cores, não seria útil sem um cérebro capaz de interpretar as diferentes cores.  O grau de complexidade dos olhos nos animais não segue um padrão evolutivo, a minhoca marinha tem um olho bastante avançado, e o molusco argonauta já citado possui um olho muito simples. Os olhos das Lulas são semelhantes ao dos humanos. Os olhos dos trilobitos são bastante sofisticados e eles não parecem ter nenhum tipo de ancestral evolutivo.

O artigo de Nilson e Pelger publicado na Sociedade Real

Dois pesquisadores Dan – E Nilson e Susanne Pelger da Universidade de Lund na Suécia chegaram a surpreendente conclusão  de que o olho poderia ter evoluído em apenas 1829 passos, e que teria levado menos de 364 mil anos para que um olho com um pequeno orifício evoluísse de um ponto sensível à luz, segundo esses cálculos há tempo suficiente para que os olhos evoluíssem mais de 1500 vezes desde a era cambriana.

Dawkins como sempre publicou uma resenha favorável na revista “Nature”, dizendo que os resultados de Nilson e Pelger eram rápidos e decisivos. O enigma da evolução do olho é o chamado “calafrio de Darwin”,essa pesquisa  deu um pouco de animo aos evolucionistas, um deles até comentou que o olho se tornou a melhor prova da evolução.

O problema é que esse modelo ignora todos os sistemas complexos dos olhos como já foi mostrado, e não considera todos os dados disponíveis.  Estudos como o de Nilson e Pelger acabam abalando a teoria da evolução e a ciência como um todo. Sir Isaac Newton que foi presidente da Sociedade Real por mais de vinte anos, e que foi tão exigente e metódico em seu trabalho, provavelmente não aprovaria um artigo como esse publicado na revista de sua estimada Sociedade Real.

Referência 

A ciência descobre Deus. Ariel A. Roth

Qual o papel dos vírus na Evolução?

Os vírus, não possuem qualidades de organismos vivos, sendo apenas um arranjo inerte de DNA ou RNA e proteínas. Eles não podem representar as primeiras formas de vida sobre o planeta, pois não reproduzem por si. Uma vez surgido um vírus, esse seria o final. Os vírus dependem de células vivas em que parasitam para se duplicarem.

Os estudiosos fizeram varias teorias para a origem e evolução dos vírus, mas todas elas com grandes falhas:

Em 1920, surgiu a idéia de que os vírus evoluíram junto com as células de moléculas primitivas. O problema dessa hipótese é o mesmo da complexidade irredutível, pois não pode haver replicação sem células, nem vírus anterior às células.

Teorias atuais sobre a origem dos vírus como a da Compartimentação e a Teoria da Regressão, também possuem grandes lacunas.

Portanto, os vírus se tornam uma “pedra” na teoria da Evolução, quebrando uma possível seqüência lógica de evolução da vida!

A Evolução é um fato?

A microevolução é observável, mas não há evidencias para a  macroevolução. Segundo alguns pesquisadores existem limites internos à mudança no material genético. As alterações de  características fisiológicas dos organismos nem sempre dependem de mudanças genéticas (conforme a mensuração da substituição de nucleotídeos no DNA). Entretanto, segundo a macroevolução as mudanças genéticas são pressupostos para as alterações morfológicas dos organismos.

De difícil explicação é a complexidade irredutível, algumas estruturas como o coração de quatro ventrículos  e o olho são úteis somente quando toda estrutura está completa. Uma estrutura incompleta não seria operável.

Para encerrar, concluímos o assunto com a citação do cientista PhD em bioquímica Michael Denton:

“ A excessiva supremacia do mito (da evolução darwiniana) criou uma ilusão generalizada de que a teoria da evolução foi quase provada há cem anos, e que todas as subseqüentes pesquisas biológicas – paleontológicas, zoológicas e as nos ramos mais recentes da genética e da biologia molecular – forneceram evidencias crescentes a favor das idéias darwinianas. Nada poderia estar mais longe da verdade. O fato é que as evidências eram tão desiguais há cem anos que o próprio Darwin via avolumar suas dúvidas quanto à validade de seus pontos de vista, e o único aspecto de sua teoria que recebeu algum apoio durante o século 19 é o que se refere a fenômenos microevolutivos. Sua teoria geral – a de que toda a vida na terra se originou e evoluiu através de uma acumulação gradual de sucessivas mutações fortuitas – é ainda, como era no tempo de Darwin, uma hipótese altamente especulativa, totalmente destituída  de suporte factual direto e muito longe desse axioma evidente que alguns de seus defensores mais agressivos querem nos fazer crer”.

Referências

Racionalidade da Fé Crista. J.P Moreland

Denton, Evolution, p 77.