José Mayer – Falsa Flag de assédio na Rede Esgoto?

Essa história do assédio está muito mal contada, principalmente toda a repercussão do caso e a nota de desculpa solta pelo mesmo que vem favorecer grandemente o movimento feminista do qual a Globo apoia! Assistam:

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Globeleza está mais bem vestida por causa do cristianismo ou do feminismo?

O pouquinho mais de roupa que vestiu a Globeleza na já famosa vinheta de carnaval da Globo, têm sido motivo de elogios por parte de muitas pessoas, analisando o perfil dessas pessoas nota-se que são pessoas adeptas ou simpatizantes do movimento feminista! O movimento feminista faz parte de uma ideologia anti-cristã fomentada na Escola Filosófica de Frankfurt, tendo como principal expoente o filósofo Antônio Gramsci! Assista o vídeo e entenda mais sobre o feminismo e o marxismo cultura!

Mais:

Marcela Temer, a Veja e o Feminismo!

Que a veja tem se notabilizado em puxar saco do Governo Michel Temer é um fato. Que a impopularidade do Governo Michel é alta é outro fato. Que a primeira dama é bela é outro fato. Mas as críticas feministas contra a 1ª dama não se sustentam se partirem de um viés feminista. É isso que esse vídeo irá mostrar criticando e mostrando na realidade quem foi Simone de Beauvoir que parece ser o ícone feminista de Luciana Oliveira a blogueira que fez a crítica mais pesada ao aparecimento de Marcela Temer na capa da veja numa reportagem que a mostra como uma mulher na melhor acepção da palavra! Assista:

Veja também:

Sobre o “politicamente correto”!

O  “politicamente correto”  é uma doutrina fomentada na escola filosófica de Frankfurt, cujo um dos principais predecessores desse pensamento foi o filósofo italiano Antônio Gramsci, não tinha outro intento senão minar o cristianismo como base da sociedade, já que o marxismo tradicional não conseguiu via luta de classes! Com esse marxismo, agora cultural, somado-se ao pós-modernismo, chega-se: ao feminismo, ao vitimismo, ao “direito dos manos”, ao pluralismo e outros ismos! Trazendo para um linguajar prático, como era bom os anos 80, quando apelido não era bullying, quando no estádio de futebol podia se  chamar um jogador de “negão”, e quando o curso de Direito nas faculdades era o último bastião contra a esquerda, coisa que já não é mais!

IGREJA METODISTA NA LAMA FEMINISTA

A Igreja Metodista aprontou uma propaganda que diz literalmente: “O feminismo nunca matou ninguém.”

Ora, o aborto propositado mata bebês todos os dias, graças ao feminismo, e a Igreja Metodista, numa campanha mentirosa inspirada pelo pai da mentira, quer que creiamos que o feminismo não mata ninguém?
São milhões de bebês assassinados todos os anos por leis feministas. Isso é pouco para a Igreja Metodista? Tinha então de ser bilhões de vidas inocentes?
Feminismo tem tudo a ver com aborto propositado, que é o assassinato no útero de bebês totalmente inocentes e indefesos. É um dos crimes mais covardes, bárbaros e vis que existe.
A maior personalidade metodista hoje é Hillary Clinton, candidata presidencial americana que é totalmente feminista e pró-aborto.
O que a Igreja Metodista fará agora em honra do feminismo? Abrirá clínicas de aborto?

“CAÇA-FANTASMAS” FEMINISTA FRACASSA NOS EUA E NO BRASIL

Comentários de Libertar.in

Imagine se a moda pega: ” A exterminadora do futuro”, “As tartarugas fêmeas ninjas”, “Bradocka”, “Ramba”, “Hulka”, “ThorA”, ets…

Pelo menos desta vez o politicamente correto foi derrotado!

Após seu trailer se tornar o nono vídeo com mais descurtir na história do Youtube, o novo Caça-Fantasmas – onde todas as “caças fantasmas” são mulheres, bem como as fantasmas, e o único homem coadjuvante é um completo idiota – estreou nos cinemas dos EUA e do Brasil com um completo fracasso.

Nos EUA, o lançamento do filme ficou atrás da animação “Pets: A Vida Secreta dos Bichos”, da Universal, arrecadando 46 milhões de dólares (contra 50,6 milhões da animação, que já arrecadou 203 milhões de dólares somente nos EUA), no que foi considerada uma abertura medíocre para uma história que já possui uma legião de fãs. A equipe responsável pelo filme culpou o fracasso da estréia nos cinemas – o momento mais importante para definir o sucesso de um filme – ao “conservadorismo” e “machismo” dos fãs do filme original.

No Brasil, o filme estreou apenas no quarto lugar de bilheteria, levando 382 mil pessoas aos cinemas, ficando atrás de “Procurando Dory” (bilheteria de 715 mil pessoas essa semana – terceira semana nos cinemas), “A Era do Gelo: O Big Bang” (bilheteria de 692 mil pessoas essa semana – segunda semana nos cinemas) e até mesmo do brasileiro “Carrossel 2: O Sumiço de Maria Joaquina”, que levou 408 mil pessoas aos cinemas em sua segunda semana no circuito.

Seja nos EUA ou no Brasil, a livre iniciativa de milhões de pessoas mostra cada vez mais rejeição a filmes que se preocupam mais com fazem politicagem esquerdista barata do que contar uma boa história.

Via: http://www.ilisp.org/noticias

Por que as feministas ocidentais não se preocupam com as mulheres muçulmanas?

Por Ayaan Hirsi Ali

https://www.youtube-nocookie.com/embed/udFyISWJuuc

O texto abaixo é a transcrição do vídeo:

A cultura importa. É a fonte primária de progresso ou retrocesso. Não vemos isso melhor do que ao ver o status das mulheres. A cultura judaico-cristã, ou talvez, numa palavra melhor, sua civilização, produziu através dos tempos um código de leis, linguagem e prosperidade material que elevou grandemente o status das mulheres.

Mas esse progresso não é compartilhado em todo lugar. Há ainda centenas de milhares de pessoas que ainda vivem em uma cultura, a islâmica, por exemplo, que toma a inferioridade da mulher como algo certo. Até recentemente, essas duas culturas, a ocidental e a islâmica, estavam bem separadas. Mas isto está mudando. Drasticamente! Um grande número de homens imigrantes vindos do Oriente Médio, Sul da Ásia e partes da África trouxeram um conjunto diferente de valores para o Ocidente. Especificamente à Europa. Mais de um milhão chegou só em 2015. Mais estão a caminho. Como resultado, os crimes contra mulheres e meninas, apalpadelas, assédios, ataques e estupros, aumentaram demais.

Estes crimes ilustram a diferença gritante que existe entre a cultura ocidental das vítimas e aquela dos agressores. Deixe-me ser clara! Nem todo homem imigrante – nem mesmo a maioria – se envolve em crimes sexuais ou aprovam tais ataques. Mas é um erro grave negar que o sistema de valores dos agressores é radicalmente diferente do sistema de valores do Ocidente. No Ocidente, as mulheres são emancipadas e sexualmente autônomas. A religiosidade e o comportamento sexual são determinados pela vontade individual da mulher. O outro sistema de valores é aquele em que as mulheres são vistas como propriedades, cujo valor depende da virgindade, ou estará ao nível de uma prostituta se culpada de imoralidade pública, ao usar uma saia curta, por exemplo. Eu não acredito que esses dois sistemas de valores possam coexistir. A pergunta é: qual dos dois sistemas vai prevalecer? Infelizmente isso permanece como uma pergunta sem resposta. A situação na Europa é profundamente problemática. Não apenas as mulheres muçulmanas na Europa são oprimidas de muitas maneiras, como também essas normas correm o risco de serem estendidas às mulheres não muçulmanas, que enfrentam assédio de homens muçulmanos.

Alguém poderia pensar que as FEMINISTAS americanas e europeias ficariam perturbadas pela óbvia misoginia. Mas infelizmente – com poucas exceções- esse NÃO parece ser o caso. Muito comum entre muitas feministas ocidentais é uma espécie de confusão moral em que se diz que as mulheres são oprimidas em todo lugar e que esta opressão, nas palavras da feminista Eve Ensler – “é exatamente a mesma em toda parte do mundo, no Ocidente, assim como no Paquistão, Arábia Saudita e Irã”. Para mim, isso é uma overdose de RELATIVISMO MORAL e entendimento inadequado sobre a lei islâmica (sharia).

É verdade que a situação das mulheres no Ocidente não é perfeita. Mas pode alguém sinceramente negar que as mulheres gozam de grande liberdade e oportunidade nos EUA, França, ou Finlândia; do que no Paquistão, Irã ou Arábia Saudita?

Outras feministas também argumentam que as mulheres não ocidentais não precisam ser salvas. E que qualquer sugestão de que elas precisam da ajuda das ocidentais é ofensiva e paternalista com as mulheres não ocidentais.

Minha perspectiva é a da prática. Qualquer esforço que ajude a mulher muçulmana – seja no Ocidente seja sob governos islâmicos – deve ser encorajado. Todo esforço que faça pressão a esses governos a mudarem suas leis injustas deve ser apoiado. Feministas ocidentais e políticos do sexo feminino têm uma escolha simples a fazer. Ou desculpar o indesculpável, ou exigir reformas em culturas e doutrinas religiosas que continuam a oprimir as mulheres. Nada ilustra melhor isso do que o que aconteceu na véspera de ano novo em Colônia, na Alemanha, 2015.

Naquela noite, durante a celebração tradicional da cidade, numerosas mulheres alemãs, 467 pela última contagem – disseram ter sido sexualmente molestadas ou atacadas por homens do Norte da África e de origem árabe. Em dois meses, 73 suspeitos têm sido identificados, a maioria do Norte da África, 12 deles tiveram ligações com crimes sexuais, e mesmo assim, em resposta aos ataques, a feminista prefeita de Colônia Henriette Heker emitiu instruções de “um braço de distância” para as mulheres. “Apenas mantenha distância entre você e um grupo de homens árabes” – foi o conselho que ela deu à população feminina – “e você estará segura”. Os comentários da prefeita Henriette Hecker destacam a seriedade do problema. Um choque de culturas está diante de nós.

O primeiro passo para resolver isso é: defender- sem sentir vergonha – os valores que permitiram que as mulheres prosperassem. As feministas – com suas organizações, redes e poder de pressão – precisam estar na linha de frente dessa batalha. A importância delas depende disso. Assim como o bem estar de incontáveis mulheres – ocidentais ou não.

Eu sou Ayaan Hirsi Ali, da universidade de Harvard para a Universidade de Prager.

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Sobre a autora: Ayaan Hirsi Ali é uma ex-muçulmana nascida na Somália que se tornou famosa ao publicar uma autobiografia intitulada Infiel- a história de uma mulher que desafiou o Islã. Também é autora de outros livros: A Virgem na Jaula eNômade. Porém seu mais novo livro chama-se Herege – por que o Islã precisa de uma reforma imediata. Todos os seus livros são publicados no Brasil pela editora Companhia das Letras. Formada em Ciências Políticas, Ayaan Hirsi Ali é a mais notória das pessoas que criticam o Islã e faz frequentes aparições na mídia em todo o mundo.

Via: Ex-muçulmanos