Os homens que espancaram o ambulante até a morte eram eleitores de Bolsonaro!

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Antes de tudo quero deixar minhas condolências e pêsames à família enlutada!
A tática da esquerda agora é essa associar a violência à candidatura de Jair Bolsonaro! Todo caso que viraliza eles tentam associar a prática ao voto em Bolsonaro. Foi assim no caso do rapaz que espancou a guarda em Minas Gerais e no caso dos torcedores do Fluminense que humilharam os torcedores do internacional no metrô! E o autor dessa ideia foi o esquerdista e ateu Juca Kfouri, outro que é mestre nessa tática é o deputado esquerdista Jean Wyllys! Assistam:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Impunidade de Jean Wyllys pode levar a surto de cusparadas no Congresso

Ao que tudo indica, Jean Wyllys deve mesmo aplicar o truque do Pernalonga em Bolsonaro e sair impune do processo no Conselho de Ética. Deve pegar uma suspensão de 120 dias, ou até menos. Dado que a punição mínima aceitável seria sua cassação, ele estará, enfim, impune.

Resta saber que consequências isso trará à Câmara dos Deputados, pois a tática do cuspe poderá se tornar um padrão. Deputados podem se sentir motivados a cuspir uns nos outros sem que sejam punidos, com tal precedente aberto. Mais:

https://exateus.com/2016/12/09/midia-abusa-das-fake-news-para-esconder-cuspe-de-jean-wyllys-e-fingir-que-assunto-e-outro/

Petista quer responsabilizar igrejas por atos individuais de membros

Jean Wyllys tenta ligar mortes em boate gay a Marco Feliciano e Jair Bolsonaro

Por exemplo, e se Jair Bolsonaro resolvesse cuspir no rosto de Jean Wyllys durante uma discussão mais ferrenha? Ele poderia também sair impune?

Seja lá como for, a provável decisão do Conselho de Ética de não aplicar punição a Jean Wyllys – e sempre lembrando que suspensão não é punição, que seria visualizada apenas na cassação – abre um precedente perigosíssimo.

Como quase tudo em política, esta é uma escolha tomada pelo Conselho de Ética.

Fonte: http://www.ceticismopolitico.com/impunidade-de-jean-wyllys-pode-levar-a-surto-de-cusparadas-no-congresso/

Mais:

 

Mídia abusa das “fake news” para esconder cuspe de Jean Wyllys e fingir que assunto é outro

A tese deste blog segue mais forte do que nunca: a grande mídia provavelmente tem feito teste de psicopatia em boa parte de seus jornalistas. Aquele que tiver traços de psicopatia, é contratado. Caso contrário, está fora. Só isso explica o nível de mendacidade dessa gente.

O truque do momento é inventar que Jean Wyllys está sendo julgado no Conselho de Ética por “premeditação”, quando o caso é bem outro: ele está sendo julgado por cuspir em outro deputado. O cuspe é similar ao estupro, uma vez que é o lançamento de secreção sobre outra pessoa. É caso de prisão.

Daí, a mídia mudou o assunto e, como vemos nesta matéria do Estadão (e a onda começou com Lauro Jardim), o tema virou outro: agora Jean Wyllys é tratado como “inocente” porque Eduardo Bolsonaro teria utilizado um vídeo da Record que mostrava o deputado comunista supostamente premeditando o ato.

Mas a perícia mostrou que não houve premeditação. O momento em que Wyllys conversava com Chico Alencar, ele disse “eu cuspi em Bolsonaro”. Ou seja, foi um comentário “após o fato”. Mas isso é irrelevante, dado que não o inocenta do cuspe. A coisa piora, pois em vez de ter a “premeditação”, Wyllys agora possui a vangloriação como novo agravante.

É como se alguém estuprasse uma mulher. O que seria agravante maior? Um vídeo com a pessoa dizendo que premeditou o estupro, ou um vídeo mostrando a pessoa dando risada e comentando, com amigo, que estuprou, como se fosse uma grande vitória? É difícil escolher o que funcionaria como agravante maior. A única certeza é que temos um agravante.

O truque da mídia agora é fingir que Jean Wyllys é inocente de “premeditação”, mas esconder que isso era só um agravante. Este agravante foi substituído por outro: a vangloriação. O fato é que, independentemente do agravante, Jean Wyllys está sendo julgado por cuspir. Não há atenuante algum para evitar sua punição.

Fonte: http://www.ceticismopolitico.com/midia-abusa-das-fake-news-para-esconder-cuspe-de-jean-wyllys-e-fingir-que-assunto-e-outro/

mais:

https://exateus.com/2016/03/05/petista-quer-responsabilizar-igrejas-por-atos-individuais-de-membros/

https://exateus.com/2016/06/13/jean-wyllys-tenta-ligar-mortes-em-boate-gay-a-marco-feliciano-e-jair-bolsonaro/

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Jean Wyllys diz que nem a família de Jesus era tradicional

Jean Wyllys diz que nem a família de Jesus era tradicional

Por Jarbas Aragão / GospelPrime

O deputado Jean Wyllys (PSOL-RJ) continua se atritando com os cristãos por causa de agressões gratuitas. Contrariando seu discurso vitimista característico, ele partiu para o ataque, condenando o Estatuto da Família – proposto pela Bancada Evangélica – com uma declaração no mínimo bizarra.

Na noite desta quinta-feira (28), o ex-BBB participou de um seminário sobre gênero e diversidade no parlamento. Afirmou ainda que não acredita na aprovação do projeto de Lei que classifica família apenas como a união entre um homem e uma mulher.

“Nem mesmo a Sagrada Família é uma família tradicional. Porque pelo que consta nas narrativas bíblicas, Maria concebeu do Espírito Santo. Jesus não é filho de José. Então já começa aí uma família não tradicional formada por uma mulher que engravidou do Espírito Santo e o filho foi criado por um homem que não era necessariamente pai dele. Então mesmo na narrativa bíblica esse projeto não encontra amparo. A diversidade de arranjos familiares já estava presente ali”, disparou segundo o Jornal do Comércio.

Um dos primeiros membros da bancada evangélica a se se manifestar sobre o assunto foi Victório Galli (PSC/MT), que usou as redes sociais para dizer que Wyllys está desinformado. “Como ele mesmo diz, José não era o pai biológico de Jesus, mas era…. HOMEM. Ademais a sagrada família continuou sendo formada por homem, mulher e sua prole”, escreveu o mato-grossense. Considera ainda que o “argumento de Jean é fruto de um analfabetismo teológico. E, o pior, afronta um dos pilares da fé cristã”.

A redação do portal Gospel Prime também ouviu o deputado federal Marco Feliciano (PSC/SP) sobre o assunto. O pastor acredita que a fala de Wyllys mostra que o psolista desconhece o conteúdo do Estatuto da Família. “Ele não participou da comissão especial que debateu exaustivamente o tema e não deixou de reconhecer os arranjos familiares, categoria na qual se encaixaria a sagrada família”.

Sem meias-palavras, chamou Jean de “parlamentar de mídias sociais”. Feliciano foi enfático: “Ele se aproveita da ausência de deputados sérios e mente. Não aceita debater com conhecedores da matéria, vive das luzes da ribalta e do reflexo dos seus 15 minutos de fama concedidos pela toda poderosa Rede Globo”.

Finalizou dizendo que Wyllys “não merece credibilidade, é uma caricatura parlamentar. Sua pirotecnia ilude alguns, mas não a todos”.

Dois pesos e duas medidas

Embora afirme não ter nada contra a representação de evangélicos no Congresso, em Recife Jean Wyllys fez a ressalva que os deputados da bancada não deveriam legislar a partir de seus “dogmas”.  Algo que ele parece não fazer, tendo dificuldade em discernir o que é Estado Laico quando defende a taxação de igrejas.

Curiosamente, sua trajetória parlamentar é marcada por tentativas de incluir o estudo de religiões “não cristãs” nos currículos escolares. Em 2011, emitiu um voto em separado na Comissão De Educação e Cultura, onde sugeria que a matéria “Ensino Religioso” passasse a se chamar “Direitos Humanos e Diversidade Religiosa” e deveria incluir uma abordagem das religiões minoritárias, de matriz africana – Candomblé, Umbanda, Xangô, Tambor-de-Mina, Batuque, Jurema.

No mesmo ano, apresentou o projeto de Lei 1780/11, que propunha incluir no currículo oficial da rede de ensino “a obrigatoriedade da temática “cultura árabe e tradição islâmica”.  Posteriormente, retirou a proposta.

Já em 2013, Wyllys participou de um programa na TV Brasil onde afirmou literalmente que “os orixás me colocaram neste mandato”.

Mais recentemente, afirmou em entrevista que usa, há muitos anos no pulso direito uma pulseira de contas com muitas voltas: “É uma guia de proteção, dos meus orixás, Oxum e Oxóssi”.

PARA JEAN WYLLYS, PERSEGUIÇÃO RELIGIOSA A CRISTÃOS É “FANTASIA IMAGINÁRIA”

O deputado federal e ativista gay Jean Wyllys (PSOL-RJ) comentou a aprovação, na Câmara Municipal de São Paulo, do projeto de lei que cria o Dia do Combate à Cristofobia na cidade, e afirmou que não existem casos de perseguição a cristãos que justifiquem a data.

Em um artigo publicado em seu site, Wyllys acusou os vereadores paulistanos deaprovarem a data para atacarem a militância LGBT: “A Câmara de Vereadores de São Paulo aprovou mais uma data comemorativa sem relevância, desta vez para atacar a livre expressão de LGBT’s: o dia de combate à ‘cristofobia’. Essa legislação faz parte de um discurso desonesto, defendido há tempos por fundamentalistas ultraconservadores, segundo o qual a defesa de direitos e liberdades civis para LGBT’s configura uma forma de discriminação contra os praticantes do cristianismo”, afirmou o deputado.

Para Jean Wyllys, uma data que alerte sobre a perseguição religiosa contra cristãos é um gesto de “desonestidade intelectual” por supostamente querer atribuir à comunidade LGBT uma aversão aos cristãos: “A acusação (sic) de ‘cristofobia’ (uma fobia que não existe) é absurda e aviltante. É evidente que gays, lésbicas, bissexuais, travestis e as pessoas trans não têm ‘fobia’ de Cristo ou do cristianismo. Há, inclusive, muitos que praticam o cristianismo em diferentes igrejas, da mesma forma que há os que praticam outras religiões e também os ateus. Insinuar que a crítica dirigida aos discursos de ódio e preconceito contra os LGBT é uma crítica à religião é mais um ato de má-fé e desonestidade intelectual”, disse o ex-BBB.

Em um gesto hostil, Wyllys classificou de “fantasia imaginária” a perseguição religiosa a cristãos, que ele recusa a reconhecer, e afirmou que a lei, no fundo, é uma perseguição dos cristãos aos judeus: “A lei aprovada pela Câmara Municipal mira na comunidade LGBT, mas pode em pouco tempo ter como alvo também a comunidade judaica, já que os judeus não acreditam que Jesus seja o Cristo nem o Messias; logo, essa tal ‘cristofobia’ não passa do velho antissemitismo disfarçado. Se há hoje, no Brasil, religiosos perseguidos e discriminados, estes são os das religiões de matriz africana (Candomblé, Umbanda e Batuque)”, acusou.
Perseguição religiosa

Frequentemente chegam notícias de diversos cantos do mundo em que cristãos sofrem por sua fé em Jesus. Não são poucos os casos de pessoas que perdem a vida por entregarem sua fé ao Filho de Deus.

Quando Wyllys se recusa a reconhecer que existe perseguição contra cristãos, ele ignora o fato de que, diariamente, dez cristãos perdem a vida em todo o mundo por acreditarem no sacrifício da cruz.

O ativista gay, reduzido à busca por privilégios para a comunidade LGBT e à defesa de projetos de lei que obrigariam o governo a custear cirurgias de mudanças de sexo para crianças sem necessidade da aprovação dos pais, desconhece o triste caso da cristã iraquiana que foi feita de escrava sexual por militantes do Estado Islâmico, com quem era obrigada a “casar” e se “divorciar” nove vezes por noite, em um legalismo usado pelos terroristas para driblar a lei sharia, que rege a lei da própria religião que seguem.

Ao dizer que não existe cristofobia, o deputado rejeita o fato de a Nigéria, atualmente, enfrentar uma guerra civil iniciada por extremistas muçulmanos do Boko Haram, que prega a aniquilação da fé cristã no país africano. Uma das mortes causadas por esse pensamento intolerante foi registrada recentemente, quando um cristão foi morto por linchamento sob a acusação de supostamente ter blasfemado contra Maomé.

A criança que foi queimada viva, e nos últimos suspiros clamou a Deus para que perdoasse seus algozes também é uma “fantasia” para Jean Wyllys. Isso, para listar apenas alguns dos casos que, com dor, frequentemente são registrados neste portal. Com informações Gospel Mais

Imprensa culpa Feliciano, Malafaia, Macedo e Bolsonaro por massacre em boate gay

por Jarbas Aragão / GospelPrime

Eu cantei a jogada que a Galera LGBT não têm coragem de acusar o Islã e fica usando de subterfúgios, acusando quem não tem nada a ver com isso. O assassino votava no Partido Democrata (esquerdista dos EUA) e frequentava a própria Boate!

Imprensa culpa Feliciano, Malafaia, Macedo e Bolsonaro por massacre em boate gayCharge culpa Feliciano e Malafaia por massacre em boate gay

Após ter sido usada pelo deputado Jean Wyllys (PSOL/RJ), a tentativa de associar os evangélicos brasileiros com omassacre na boate gay em Orlando (EUA), passou a ser tema de uma espécie de campanha nas redes sociais.

Uma imagem que diz “Se você acha que ser LGBT é pecado, você também puxou o gatilho” começou a ser usada em comentários do Facebook quando se fala sobre o tema. Uma série de outras frases sobre essa estranha associação circulam nas redes sociais.

fobia

O assunto saiu do virtual e chegou à imprensa. O jornal O Dia, do Rio de Janeiro, publicou como charge do dia de hoje (14). O desenho lembra o pôster do filme “Os Suspeitos”. Nela estão representados: o pastor Silas Malafaia, o bispo Edir Macedo, o deputado pastor Marco Feliciano (PSC/SP) e o deputado Jair Bolsonaro (PSC/RJ). Acima, a frase: “Não sei, foi tudo muito rápido… poderia ter sido qualquer um deles, ou todos, sei lá”.

Embora essa associação não faça o mínimo sentido, pois as pessoas representadas no desenho não estavam no local nem existe qualquer registro que tenham pedido a morte de homossexuais, a ideia parece estar se espalhando.

Marco Feliciano desabafa: “Geralmente admiro charges, são provocativas e engraçadas. Neste caso demonstra preconceito, inverdades e desonestidade intelectual. O crime foi promovido por um terrorista que planejou primeiro a Disney. E informações novas mostram que ele frequentava a boate. Isso sim é disseminação de ódio. Repudio está charge”.

Já o pastor Malafaia preferiu gravar um vídeo sobre o assunto. “Imprensa sectária… Eu quero ver o jornal O Dia fazer uma charge do Estado Islâmico…. Opinião não é homofobia, nem crime. Eu tenho o direito de dizer que uma prática é pecaminosa, nem por isso estou motivando o assassinato ou a morte… 115 mil cristãos foram assassinados no mundo ano passado, alguém falou sobre isso?”.

Ao falar da imprensa de modo em geral, que se calou diante de outras situações no passado, disparou: “São um bando de covardes e preconceituosos. Têm raiva do crescimento da igreja evangélica no país. Não somos promotores de ódio nem do assassinato de ninguém”.

Embora não esteja presente no desenho, mas tendo sido igualmente citado por Jean Wyllys, o deputado pastor Eurico (PHS/PE) também se manifestou sobre o assunto: “Cristãos morrem todos os dias vitimados por extremistas islâmicos em todo mundo. Eu nunca vi ele [Jean] defender ou demonstrar nenhum sentimento por nenhuma das famílias vitimadas. Nós, cristãos evangélicos não defendemos nem apoiamos nenhum ato de violência contra qualquer ser vivente, quer seja racional ou irracional”.

Afirmou ainda que “ ele carrega entranhado em sua alma contra os cristãos e evangélicos, ele não passa de um verdadeiro EVANGELICOFÓBICO. Deus tenha misericórdia de sua alma e liberte-o da escravidão que ora vive”.

O islã ensina a morte de homossexuais

Entre as imagens usadas na internet, algumas usam versículos bíblicos e imagens da Bíblia, afirmando que seu ensinamento estimula os cristãos a matarem homossexuais. Contudo, em nenhum momento foi lembrado que o atirador era muçulmano e que a ideia de se exterminar os gays é algo profundamente enraizado na lei islâmica.

Por exemplo, nos países onde a sharia [lei religiosa islâmica] é lei, os homossexuais são constantemente perseguidos e mortos. O Washington Post listou recentemente 10 países muçulmanos onde a prática pode ser punida com a morte. (Iêmen, Irã, Mauritânia, Nigéria, Qatar, Arábia Saudita, Somália, Sudão, Emirados Árabes Unidos e Iraque).

Conforme registrado pela BBC, os extremistas do Estado Islâmico jogam homossexuais do alto dos prédios, os que não morrem assim, são apedrejados em praça pública, muitas vezes sob aplausos das multidões que acompanham o evento.

No ano passado, o estudante de medicina Taim (nome fictício), de 24 anos, que vivia no Iraque saiu do país por causa disso.

“O Islã se opõe à homossexualidade. Meu pai me fez estudar a sharia (lei islâmica) por seis anos porque queria que fosse religioso como ele. Há um hadith (narrativas e pregações atribuídas ao profeta Maomé) que recomenda que homens gays sejam jogados de desfiladeiros, e depois que um juiz ou um califa decida se devem ser queimados ou apedrejados até a morte”, conta.

Jean Wyllys tenta ligar mortes em boate gay a Marco Feliciano e Jair Bolsonaro

Jean Wyllys tenta ligar mortes em boate gay a Marco Feliciano e Jair Bolsonaro

Por Jarbas Aragão / GospelPrime

Nas primeiras horas após o atentado que matou 50 pessoas e deixou pelo menos mais 54 feridos, várias informações divulgadas pela grande mídia eram incompletas ou simplesmente tendenciosas. Embora várias declarações de autoridades ligassem o terrorista Omar Saddiqui Mateen com grupos muçulmanos, insistia-se na tese de que era “cedo” para afirmar. Algumas horas depois, o Estado Islâmico assumiu a responsabilidade pelas mortes.

Mesmo assim, parte da mídia repetia o discurso do politicamente correto, tentando desvincular a motivação do assassino com suas convicções religiosas. Estranhamente, alguns veículos de comunicação tentaram fazer uma associação de crime com “fundamentalistas cristãos”.

As mortes das pessoas que estavam no clube gay Pulse foram a notícia principal durante todo o dia. Nas redes sociais, uma postagem gerou grande repercussão pelo seu conteúdo absurdo. O deputado Jean Wyllys (PSOL/RJ) escreveu um “textão” no Facebook, que logo foi comentado e compartilhado milhares de vezes.

Para Wyllys, homossexual assumido e famoso por ter vencido o programa Big Brother Brasil (BBB), a motivação do atentado “foi a aversão que ele [Omar] tinha pelo modo de vida dos gays, bissexuais e lésbicas”. Prosseguiu afirmando que “o fundamentalismo religioso (islâmico nesse caso, mas que existe também em outras religiões, como bem sabemos no Brasil) está na origem do ódio… contra as pessoas LGBT”.

Imediatamente tentou fazer uma ligação com várias personalidades evangélicas conhecidas. Citou nominalmente os deputados pasto Marco Feliciano (PSC/SP), pastor Eurico (PHS/PE), além do pastor Silas Malafaia, a psicóloga Marisa Lobo e a pastora/cantora Ana Paula Valadão.

Mencionou ainda Jair Bolsonaro (PSC/RJ), que é católico, mas defende a agenda conservadora da Frente Parlamentar Evangélica no Congresso.

Embora não tenha nenhuma prova do que diz, segundo Jean Wyllys, as pessoas citadas por ele possuem um “discurso de ódio” que “pode levar pessoas de bem a praticar atos de violência física – assassinatos e agressões físicas – contra membros da comunidade LGBT”.

Pouco tempo depois, Marco Feliciano usou a sua conta do Facebook para rebater as acusações infundadas do colega deputado.

“É lamentável o grau de psicopatia dos seres humanos neste século. O Estado Islâmico é responsável também pelo assassinato de mais de 150 mil cristãos”, lembrou ele. Logo em seguida, ressaltou que “o deputado ex-BBB me ataca, e também ataca outros cristãos dizendo ser nossa culpa, mas ele nunca se pronunciou sobre estas mortes, para ele, cristãos são uma subespécie e não merecem atenção”.

O deputado cristão anexou ainda cópia do projeto de Lei 1780/11, de autoria do psolista, que prevê o ensino do islamismo nas salas de aula do Brasil. Feliciano ressaltou que lamentava a morte das pessoas na boate, “peço que Deus conforte suas famílias, em oração peço que haja paz neste mundo”. Encerrou com um recado “ao ex-BBB peço, MENOS ÓDIO e seja mais sério, mais responsável com suas postagens”.

Procurado pelo portal Gospel Prime, o deputado pastor Eurico emitiu a seguinte nota:

“Uma pessoa como o citado deputado Jean Wyllys, que se diz representante do ativismo homossexual, nada mais é do que frustado. É uma pessoa que, por sofrer de distúrbios emocionais, tenta se esconder por traz de uma bandeira que não lhe garante um total respaldo. Dessa maneira, sai atirando em todos que não comungam com suas frustrações. Cristãos morrem todos os dias vitimados por extremistas islâmicos em todo mundo, e eu nunca vi ele defender nenhuma família vitimada. Nós, cristãos evangélicos, não defendemos nem apoiamos nenhum ato de violência contra qualquer ser vivente, seja racional ou irracional. Que Deus tenha misericórdia de sua alma e o liberte-o da escravidão que ora vive.
Dep Pastor Eurico-PHS/PE”