Judeus não precisam de Cristo para serem salvos, conclui Vaticano

Por Jarbas Aragão / GospelPrime

Então são duas Salvações agora? E como ficam os teólogos católicos que tanto menosprezavam os judeus e acusavam os evangélicos de bajularem os judeus? Para mim tudo isso não passa de mais uma jogada para agradar os judeus e trazê-los para o ecumenismo!

Segue a notícia:

Os judeus podem garantir a salvação eterna sem se converter ao cristianismo, disseram teólogos católicos em um relatório publicado como resultado de uma longa investigação do Vaticano.

Essa era uma questão que prejudicava, segundo eles, as relações entre as duas religiões. O material também afirma que a Igreja não deve procurar ativamente converter judeus ao cristianismo, algo que já era defendida pelo ex-Papa Bento XVI em seu livro de 2011.

O relatório elaborado pela “Comissão para as relações religiosas com os judeus” da Igreja Católica, afirma ser possível que os judeus sejam salvos da condenação eterna independentemente de Cristo.



“Embora os judeus não creiam em Jesus Cristo como o redentor universal, eles têm direito à salvação porque os dons e a vocação de Deus são irrevogáveis”, conclui o relatório, segundo um resumo divulgado à imprensa.

A crença de que o único caminho para a salvação é através da fé em Cristo é um princípio fundamental do cristianismo. Por isso, ao mesmo tempo que os teólogos católicos dizem que é somente graças à morte e ressurreição de Cristo que todas as pessoas têm oportunidade de salvação, insistem que os judeus são tratados de outra maneira. Seria isso “um mistério insondável no plano salvífico de Deus”.

Essa posição não constitui uma mudança formal da doutrina católica, mas indica a busca do   Vaticano em tentar minimizar os séculos de ensino antissemita, que na Idade Média justificou a perseguição e até morte de judeus.

Desde o Concílio Vaticano II que a Igreja Católica não atribui mais a responsabilidade pela crucificação de Cristo à “comunidade judaica”, destacando ainda o que chama de herança compartilhada das duas religiões.

As relações entre as duas religiões já foram tratadas em outro relatório – de 1998 – da mesma comissão que conclamou os católicos a se arrependerem por não terem feito mais para impedir o Holocausto e recriminou o silêncio da Igreja como instituição. Com informações de Jews News

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PINTOU O FALSO MESSIAS?JOVEM JUDEU DESCONHECIDO IRÁ MEDIAR ACORDO DE PAZ ENTRE ISRAEL E PALESTINA E AJUDAR NA CONSTRUÇÃO DO 3º TEMPLO

Resultado de imagem para Jared Kushner 666

Comentários por Libertar.in

Será que estamos olhando para o futuro presidente da Nova Ordem Mundial, “salvador” e falso messias dos judeus que vencerá os inimigos de Israel, acalmará os muçulmanos extremistas, trará paz à região, e ajudará o Sinédrio a destravar a construção do Terceiro Templo? Lembro-vos que aquele que firmar este acordo de paz, sem sombra de dúvidas se encaixará nos atributos de Falso Messias, falso pacificador, que será o anticristo. É esperarmos para ver…

Desperte-se! Digo aos defensores do falso conservador Donaldo Trump que possivelmente ficarão ofendidos com este artigo: Não siga, confie, e deposite suas esperança em homens! Mas apenas no Messias Yeshua! O Cristo, Filho do Eterno Criador!
Não se iluda com as medidas anti-esquerdistas de Trump, que há pouco tempo atrás era um liberal, e ainda hoje possui alianças com os globalistas/satanistas do Grupo Bilderberg e a Família Rockefeller!
Não se engane com qualquer um que carregue uma bíblia na mão! Qualquer um pode fazer isso, mas outra coisa diferente é cumprir os mandamentos do Eterno e viver santo e irrepreensível, assim como as Escrituras nos aconselha.

Lembre-se também o que Cristo alertou: o anticristo tentará enganar se possível os escolhidos, e para que isso aconteça, ele deve se parecer como um de nós: um homem supostamente conservador, cristão-judeu, boa aparência, e não um louco de turbante, gritando “allahu akbar”.

Jared Kushner posando em frente do seu Edifício, o 666.
O presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou em entrevista publicada pelo jornal britânico “The Times” que irá indicar o genro para mediar um acordo de paz entre israelenses e palestinos no Oriente Médio.

Jared Kushner, de 35 anos, é casado com Ivanka Trump e será um dos conselheiros da Presidência. A oposição já pediu ao Departamento de Justiça que barre a nomeação por violar a lei antinepotismo de 1967.

Ele é amigo do prefeito de Jerusalém e já tentou comprar uma empresa de seguros israelense. Os nomes de seus pais estão gravados em um campus hospitalar, um tributo a doadores generosos. Mas para muitos israelenses e palestinos, Jared Kushner é um mistério.

De repente, Kushner, que também é magnata de negócios, proprietário do edifício 666 em Nova York, surgiu como uma figura potencialmente importante para o futuro dessa região perturbada.

Poucos dos israelenses e palestinos que estão envolvidos há anos no frustrante processo de paz se lembram de ter conhecido Kushner, e muitos correram para saber mais. Mas o tempo passado na mesa de paz mais uma vez não produziu exatamente a paz, e alguns dos que conhecem Kushner disseram que sua juventude e seus laços estreitos com o próximo presidente americano poderão fazer dele um novo ator valioso.

As autoridades israelenses, especialmente as mais chegadas ao primeiro-ministro Benjamin Netanyahu, estavam otimistas, considerando Kushner um aliado.

“Não há dúvida de que ele sente um forte compromisso com a segurança e o futuro de Israel”, disse Ron Dermer, o embaixador israelense nos EUA, que forjou um relacionamento estreito com Kushner.

Os líderes palestinos são mais discretos.

“Não conheço pessoalmente Jared Kushner e nunca o encontrei, mas aprecio a ideia de vê-lo ajudar a romper o impasse nas negociações do conflito”, disse Amin Maqboul, secretário-geral do conselho revolucionário da Fatah, partido que controla a Autoridade Palestina.

Mais:

NEONAZISTAS AMERICANOS PREPARAM MARCHA ARMADA CONTRA JUDEUS

O fundador do site “The Daily Stormer” diz que protesto na cidade-natal do líder da ‘alt-right’ em Montana, convocado para janeiro, já conta com mais de 200 participantes. A polícia local e o FBI já reforçaram patrulhas para estarem alerta no dia do evento antissemita. Grupos da sociedade civil estão a receber ameaças de morte

Há uma semana, Andrew Anglin publicou uma lista de recomendações aos leitores (algumas seguem abaixo) do seu “The Daily Stormer” a propósito do “protesto” convocado para janeiro em Whitefish, no estado de Montana.

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O extremista nazista Richard Spencer nega qualquer ligação com a marcha nazista programada para a cidade onde mora sua mãe

– Escrevam postais com mensagens de ódio negativas e enviem-no para Love Lives Here na morada P. O. Box 204, Whitefish, MT 59937 (O carteiro irá entregá-los)

– Comprem ou peçam emprestadas cópias do “Mein Kampf” e organizem leituras para os filhos de seus vizinhos.

– Arranjem uma bandeira nazi para a sua janela para mostrarem solidariedade com os seus irmãos e irmãs arianos durante o chanucá [festa judaica celebrada entre 24 de dezembro e 1 de janeiro]

– imprimam o logotipo da suástica nazista e ponham-no em seu carro ou casa ou escritório

– enviem emails para info@loveliveshereflathead.org e digam que estão bem cientes dos seus planos para espionar os goyim (não judeus)

Na quinta-feira, um dia depois de ter publicado a lista, Anglin garantiu que 200 pessoas já estão envolvidas na marcha “contra judeus, negócios judeus e todos os que apoiam qualquer um deles”, uma marcha que irá levar os manifestantes “com as suas metralhadoras poderosas” ao centro de Whitefish.

“Vamos trazer skinheads em carros da Bay Area [de São Francisco]. Já acertei a maioria dos detalhes com líderes de grupos locais. Muitos dos nossos principais apoiantes de Silicon Valley já nos ofereceram importantes apoios para a marcha, mas podemos ter de pedir doações para pagar a gasolina e a comida dos skinheads.” Logo a seguir ao anúncio da marcha, Anglin lembrou os leitores que devem evitar “sugestões de violência” contra os judeus de Whitefish. Mais:

https://exateus.com/2016/09/12/lider-islamico-pede-o-exterminio-de-judeus-cristaos-e-falsos-muculmanos/

Tudo começou com uma publicação do “The Daily Stormer” em 16 de dezembro, na qual eram listados os nomes, fotografias, contatos e moradas dos judeus de Whitefish, incluindo de membros do grupo cívico Love Lives Here e da agente imobiliária Tanya Gersh, que declaradamente fez contato com a mãe de Richard Spencer, Sherry, para que vendesse o seu prédio em Whitefish e doasse o dinheiro a grupos anti-ódio, sob pena de enfrentar protestos de ativistas. “É isto que os judeus são”, escreveu Anglin na altura. “São uma raça perversa e maligna de psicopatas cheios de ódio.” O assédio do neonazista abrange ainda o marido e o filho pequeno de Gersh.

Há uma semana, um dia antes da publicação da lista, o “New York Times” noticiou que a polícia local está levando muito a sério a ameaça de uma marcha armada anti-judeus e que já “reforçou as patrulhas” em parceria com o FBI para dar resposta à campanha de Anglin.

“Rachel Carroll-Rivas, a co-diretora [da Human Rights Network em Montana] disse numa entrevista telefônica que tem recebido ameaças por telefone, através dos formulários do seu site e nas redes sociais”, lê-se no artigo do NYT. “Numa das mensagens que citou lê-se: ‘Todos vocês merecem levar balas nos crânios. Engasguem-se em espingardas e morram. Todos serviriam mais a sociedade enquanto fertilizantes humanos do que enquanto cidadãos.”

No dia a seguinte à publicação deste artigo, Anglin lançou a tal lista de recomendações aos que pretendem participar na marcha armada anti-judeus

Por enquanto, ainda não se sabe quando é que a marcha antissemita vai ter lugar. No meio das várias publicações sobre o assunto, Anglin exigiu que Gersh e a associação Love Lives Here peçam desculpa por apoiarem os judeus e garantiu que se a agente imobiliária enviar “um pedido de desculpas por escrito à mãe de Richard Spencer, admitindo que cometeu um erro e dizendo que espera que o negócio da sra. Spencer corra bem”, a marcha “com metralhadoras” será cancelada.

Se isso não acontecer, como é provável que não aconteça, a manifestação xenófoba irá realizar-se numa data ainda a ser definida. “Estamos estudando para a segunda semana de janeiro”, escreveu o neonazista no “The Daily Stormer”.

Assista:

Judeus que acreditam em Jesus são tratados como leprosos em Israel, revela escritora!

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(09 DEZEMBRO DE 2016) -Bobbie Ann Cole foi criada com fortes raízes no judaísmo ortodoxo, crendo que o Messias de seu povo ainda seria revelado ao mundo. No entanto, suas crenças foram transformadas quando ela participou, pela primeira vez, de um culto numa igreja em Londres, na Inglaterra.

Depois de reconhecer que Jesus Cristo é o Messias, ela passou a ser discipulada na Igreja da Santíssima Trindade, no distrito de Brompton, conforme seu relato no site Israel Today.

Sua nova fé aprofundou tanto seu amor por Israel que ela e seu marido, Butch, decidiram fazer a Aliá — termo que designa a imigração judaica para a Israel. No entanto, ela não foi recebida na terra de seus antepassados da forma que esperava.

Bobbie revela que, em geral, a comunidade israelita trata os judeus messiânicos (aqueles que reconhecem Jesus Cristo como Messias) como leprosos — perseguidos da mesma forma que eram os cristãos no primeiro século.

Ela também conta que os formulários de novos imigrantes atualmente incluem ‘judaísmo messiânico’ como opção para ser assinalada, dentre uma variedade de ramos da fé. “Parece que reconhecer judeus que acreditam em Jesus é como uma armadilha que leva a rejeição”, diz Bobbie.

Embora os 20 mil judeus messiânicos ainda representem uma pequena parcela da população de Israel, este movimento tem crescido em todo o mundo nos últimos anos.

Por outro lado, Bobbie ressalta a beleza de Israel e incentiva as pessoas a buscarem enfatizar as raízes judaicas da fé cristã à luz da Bíblia em seu livro “Love Triangles: Discovering Jesus the Jew in Today’s Israel” (“Triângulos de Amor: Descobrindo Jesus, o Judeu, na Israel de Hoje”, em tradução livre).

Na obra, ela escreve sobre como Cristo pode ser visto em toda a Escritura e ressalta a importância da cultura judaica segundo a compreensão bíblica e do próprio Jesus. [FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DE ISRAEL TODAY]

APCNEWS

E quem são os da sinagoga de Satanás? Judeus que se declaram, mas não o são.

Está escrito: “Eis que eu farei aos da sinagoga de Satanás, aos que se dizem Judeus, e não são, mas mentem eis que eu farei que venham, e adorem prostrados a teus pés, e saibam que eu te amo”. (Apocalipse 3: 9)

Isso acontece porque a partir do tempo do fim, começou a ser programado a farsa do Estado moderno da nação de Israel. A partir do ano de 1.798, a família Rothshildcomeçou a ter a hegemonia, não só do mundo financeiro, como também das próprias riquezas do Vaticano. Isso aconteceu a partir do século XVIII. Como podemos ver na declaração de Balford. Assista:

 

Jornal israelita revela quem controla Hillary Clinton

Por Gilad Atzmon

O Jewish Chronicle reportou este fim de semana que os “cinco maiores financiadores da candidata Democrata Hillary Clinton na sua campanha presidencial são todos Judeus”:

– Donald Sussman, hedge fund Manager;

– Jay Robert Pritzker, especulador capitalista

– Haim Saban, magnata mediático Israelita-Americano.

– George Soros, especulador

– Daniel Abraham, fundador da SlimFast

A única questão pendente é: será que os Americanos estão prontos para unir os pontos? Durante os últimos meses temos lido que os Judeus Americanos estão preocupados com o aumento acentuado do antissemitismo na terra dos livres. Saiba mais:
Deduzo que muitos Judeus Americanos já uniram os pontos. Eles apercebem-se que, mais uma vez, a elite Judaica está a jogar um jogo perigoso à sua custa.

Seria de esperar que os Judeus na generalidade, e os oligarcas Judeus em particular, chegassem às conclusões necessárias tendo como base a história do Judeus, mas isso nunca acontece. Os mesmos erros desastrosos são repetidos, e, como sabemos, as consequências são graves.

~ http://bit.ly/2fhgPr6

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O que o Judeu Gilad Atzmon tem em vista é a previsível reacção popular que certamente irá surgir após as massas se aperceberem que o globalismo é, em larga maioria, financiado por oligarcas duma etnia particular.
Via:    http://omarxismocultural.blogspot.com.br/2016/10/jornal-israelita-revela-quem-controla.html
Saiba mais sobre a etnia que controla o mundo:

ONU decide que judeus não tem “laços” com o Monte do Templo

Instituto do Templo está preparado para volta do "Sacrifício Perpétuo”.

Por Jarbas Aragão / GospelPrime

Meu comentário: Esse quebra cabeça não está bem montado – Os judeus do Templo são ligados aos maçons illuminatis e estes é que mandam na ONU através dos Rothschilde. Tanto que EUA e Inglaterra votaram contra. Já que os muçulmanos são apenas joguetes nas mãos dos próprios Judeus sionistas, das duas uma: Ou alguém fez uma “merda” na ONU, pensando que o islamismo tem vida própria, ou é uma jogada que ainda não entendemos por parte dos globalistas que trará o anti-cristo.

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A Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura Nações Unidas (Unesco) anunciou nesta quinta-feira que o Monte do Templo, em Jerusalém, “não tem ligação” com os judeus.

A resolução associa somente nomes muçulmanos aos locais sagrados da Cidade Antiga. Vinte e quatro países-membros assinaram o documento e 26 se abstiveram. Apenas EUA, Reino Unido, Lituânia, Holanda, Estônia e Alemanha votaram contra. Leitura Recomendada:

https://exateus.com/2016/05/22/o-que-e-a-onu-criacao-luciferiana/

https://exateus.com/2016/07/04/crianca-esperanca-plano-da-unesco-ensina-aborto-e-direito-a-masturbacao-para-criancas-de-5-anos/

https://exateus.com/2016/05/09/onu-ignora-400-000-pedidos-em-favor-de-cristaos/

https://exateus.com/2016/07/01/onu-afirma-que-levar-criancas-a-igreja-e-violacao-dos-direitos-humanos/

A determinação foi concluída durante um encontro em Paris, reiterando uma votação similar realizada em abril.  Ao desconsiderar os laços históricos do local, a ONU virtualmente entrega o Muro Ocidental [Muro das Lamentações] aos palestinos.

A decisão foi classificada por Israel como “antissemita e absurda”, sendo severamente criticada pelo que chama de “abusos provocativos que violam a santidade e a integridade” da área.

Esse é um duro golpe diplomático contra Israel, que podia ser antecipado após a decisão no ano passado da UNESCO entregando dois locais sagrados para os judeus ao controle de muçulmanos.

O Túmulo de Raquel, perto de Belém, e a Caverna dos Patriarcas em Hebrom, estão desde outubro de 2015 na mão dos palestinos. Na ocasião, a proposta incluía o Muro das Lamentações, considerando-o uma extensão da mesquita de al-Aqsa. Contudo, foi retirado da proposta final por pressão de países aliados de Israel. Um ano depois, a proposta foi aceita. Mais:

https://exateus.com/2015/10/16/a-construcao-do-templo-judaico-e-os-macons/

https://exateus.com/2016/06/12/rabino-chefe-de-israel-admite-reconstruir-templo-de-jerusalem-junto-a-mesquita-islamica-al-aqsa-ha-muito-espaco-para-judeus-cristaos-muculmanos-todos/

https://exateus.com/2015/04/15/israel-ja-tem-levitas-prontos-para-fazerem-os-sacrificios-no-terceiro-templo/

https://exateus.com/2016/08/30/sinedrio-escolhe-novo-sumo-sacerdote-em-israel-terceiro-templo-devera-ser-construido-ao-lado-de-mesquita/

https://exateus.com/2016/03/24/israel-sacerdotes-reencenam-servico-biblico-do-templo-construcao-do-terceiro-templo-esta-proxima/

https://exateus.com/2016/04/22/judeus-voltam-a-fazer-sacrificios-de-animais-apos-2000-anos/

De acordo com o jornal Ynet News, o Ministério israelense das Relações Exteriores entregou um panfleto mostrando a inegável conexão histórica dos judeus com Jerusalém. Ele foi distribuído a todos os 120 delegados permanentes da UNESCO cujos países têm relações diplomáticas com Israel.

Fugindo da tradição, Israel buscou a ajuda inclusive da Santa Sé, argumentando que isso também iria prejudicar os cristãos. O Vaticano não se manifestou oficialmente.

Os representantes da Palestina estão buscando, entre outras coisas, nomear um observador permanente da UNESCO em Jerusalém. O objetivo seria forçar a condenação das atividades israelenses em territórios disputados.

A julgar pela decisão de hoje, a ONU acabará cedendo à pressão e intervindo em território israelense, forçando o reconhecimento da Palestina como Estado independente, cuja capital seria Jerusalém Ocidental.

“Obviamente, eles nunca leram a Bíblia”

O primeiro-ministro de Israel Benjamin Netanyahu protestou contra a decisão da ONU.  “O teatro do absurdo continua com a UNESCO. Hoje, a organização tomou sua decisão mais bizarra, dizendo o povo de Israel não possui nenhuma ligação com o Monte do Templo e o Muro das Lamentações. Obviamente, eles nunca leram a Bíblia”, disparou.

Foi mais incisivo, pedindo: “gostaria de aconselhar os membros da UNESCO que visitem o Arco de Tito, em Roma, onde poderão ver o que os romanos levaram para Roma após terem destruído e saqueado o Monte do Templo dois mil anos atrás. Poderão ver gravado no Arco, o menorah de sete braços, que é o símbolo do povo judeu, bem como o símbolo do Estado judaico hoje. ”

Cumprimento profético

O Conselho Executivo da UNESCO tem 58 países membros. A maioria deles é de nações muçulmanas, o que garante o apoio aos palestinos. Como a Palestina não é reconhecida como nação e tampouco é membro da comissão, seis Estados árabes apresentaram a proposta em nome dos palestinos: Argélia, Egito, Kuwait, Marrocos, Tunísia e Emirados Árabes Unidos.

Segundo o documento, o Muro das Lamentações passaria a se chamar Al-Buraq Plaza. Buraq é o nome do cavalo alado que teria levado Maomé em sua viagem mística a Jerusalém. Também faria parte desse “complexo palestino” a Porta de Mughrabi, que dá acesso ao local.

Também pedem “ações” da ONU contra o que denominam “a capital ocupada da Palestina”.

Em outras palavras, conseguiriam ampliar o domínio palestino justamente no local mais sagrado para o judaísmo. Ao mesmo tempo, forçariam o reconhecimento que a Autoridade Palestina tem direito a parte Oriental de Jerusalém, conquistada por Israel na Guerra de 1967.

A Esplanada das Mesquitas é o terceiro lugar mais sagrado do islã e a Jordânia tem a custódia deste santuário, segundo o tratado de paz entre ambos países de 1994. Segundo a Bíblia e a arqueologia, é nesse local, no alto no Monte Moriá, que ficava o templo de Salomão e posteriormente foi edificado o Segundo Templo, pelo governador romano Herodes.

Os incidentes e a luta pelo Templo se reascenderam no último ano, após os sucessivos anúncios por parte de judeus religiosos que estaria tudo pronto para a construção do Terceiro Templo no local.

Os judeus veem a reconstrução do Templo como parte do cumprimento das profecias do Antigo Testamento e anúncio da vinda do Messias.

LÍDER ISLÂMICO PEDE O EXTERMÍNIO DE JUDEUS, CRISTÃOS E “FALSOS MUÇULMANOS”

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No mundo árabe está em curso um grande conflito entre líderes islâmicos da Arábia Saudita e do Irã. Milhões de muçulmanos estão esta semana em peregrinação até Meca, cumprindo um ritual sagrado para os seguidores da Maomé, a hajj. No ano passado, o evento foi marcado por uma grande tragédia, quando cerca de 2400 pessoas morreram pisoteadas.

No início do mês, o aiatolá iraniano Ali Khamenei, acusou as autoridades sauditas de matarem muçulmanos durante a peregrinação de hajj de 2015, quando morreram 464 iranianos. Poucos dias depois, o principal líder religioso da Arábia Saudita, o grão-mufti Abdulaziz Al Sheik, rebateu, afirmando que as principais lideranças do país “não são muçulmanas”.

Agora surge um vídeo que parece ser uma declaração de guerra. Na oração diária da Masjid al-Haram, maior mesquita do mundo, um importante imã saudita fez um apelo pelo extermínio judeus, cristãos e “falsos muçulmanos”. No Alcorão já existe essa ordem contra os chamados infiéis (não islâmicos), mas não havia qualquer menção de que os xiitas deveriam ser mortos.
Como o papa falando no Vaticano

A importância da Masjid al-Haram, também conhecida como Mesquita Sagrada, ou a Grande Mesquita de Meca, se dá por ela abrigar o lugar mais sagrado no Islã, a Caaba, uma construção cúbica de 15,24 metros de altura. Ela está no epicentro da fé islâmica, pois é voltado para ela que os muçulmanos praticantes se ajoelham para fazer suas orações 5 vezes ao dia.

Comparativamente, essa declaração é como um pronunciamento do papa no Vaticano.

Transmitida ao vivo pela TV, foi possível se ouvir o imã pedindo: “Ó Alá, conceda a vitória, dignidade e poder aos nossos irmãos que guerreiam no Iêmen, na Síria, no Iraque, e em toda parte”.

A menção é claramente política, pois os sauditas estão envolvidos diretamente nesses conflitos ao lado das forças americanas. Em todas essas frentes, os soldados iranianos estão do lado oposto, junto com a Rússia.

“O Senhor dos Mundos, conceda-lhes a vitória sobre os muçulmanos infiéis [xiitas]. Conceda-lhes a vitória sobre os judeus traiçoeiros, juntamente com os cristãos maldosos, todos os hipócritas indignos de confiança”, entoa o imã, enquanto milhões de pessoas o veem pela TV. Finaliza dizendo: “Ó Alá, conceda-lhes a vitória, a ajuda e a força”.

O vídeo que está sendo divulgado pela internet é do canal de televisão egípcio Al-Qahera Wal Nas:

https://www.youtube.com/watch?v=h1ogI5woVYU

Arábia Saudita compra U$115 bi em armas

Ao mesmo tempo que esse discurso é feito no centro da fé islâmica, a Arábia Saudita negociou a compra recorde de mais armamentos dos Estados Unidos. Desde o início do governo de Barack Obama, Washington já forneceu à Arábia Saudita cerca de $ 115 bilhões em vendas militares, de acordo com um relatório a que a agência de notícia Reuters teve acesso.

Isso inclui armas leves, munições, tanques, helicópteros de ataque, mísseis terra-ar, navios de defesa antimíssil e de combate, além de manutenção e treinamento.

Em agosto, durante a 2ª conferência da ONU sobre o comércio global de armas, a Coalizão para Controle de Armas fez um apelo aos países ocidentais, especialmente os EUA, para que parassem a venda de armas à Arábia Saudita.

Os sauditas são chefiados pelos wahabistas – ramo ultraconsevador dos sunitas – maior subdivisão da religião muçulmana. Eles historicamente consideram os xiitas seus inimigos. Por sua vez, o Irã está anunciando que se prepara para uma 3ª Guerra Mundial, onde a “verdadeira fé” será restaurada pelo messias que liderará seus exércitos. Com informações de Sputnik

Por Jarbas Aragão – Gospel Prime