Avivamento evangélico termina no Brasil e era apocalíptica deve começar!

Veja como o grande crescimento evangélico no Brasil teve o seu apogeu e agora parece que tem esfriado principalmente por causa da política!

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E o Olavo começa a acertar!

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Existe uma frase usada por seguidores de Olavo de Carvalho que diz: “E Olavo tinha razão”! O Júlio Severo que é um blogueiro evangélico que sigo, já explanou as táticas que Olavo usa para acertar em suas previsões. É uma tática parecida com a de um astrólogo tapiador, o que não é mera coincidência, pois o filósofo já foi astrólogo! Mas agora Olavo começa a acertar, já entendeu que existe uma elite oculta, ou não tão oculta assim, que costuma dominar e influenciar a política e a economia mundial. Eu gosto de chamar esse elite de Illuminatis, outros a chamam de globalistas e outros a tratam de banca sionista. Assista o vídeo e entendam o resto do texto!

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Jean Wyllys diz que nem a família de Jesus era tradicional

Jean Wyllys diz que nem a família de Jesus era tradicional

Por Jarbas Aragão / GospelPrime

O deputado Jean Wyllys (PSOL-RJ) continua se atritando com os cristãos por causa de agressões gratuitas. Contrariando seu discurso vitimista característico, ele partiu para o ataque, condenando o Estatuto da Família – proposto pela Bancada Evangélica – com uma declaração no mínimo bizarra.

Na noite desta quinta-feira (28), o ex-BBB participou de um seminário sobre gênero e diversidade no parlamento. Afirmou ainda que não acredita na aprovação do projeto de Lei que classifica família apenas como a união entre um homem e uma mulher.

“Nem mesmo a Sagrada Família é uma família tradicional. Porque pelo que consta nas narrativas bíblicas, Maria concebeu do Espírito Santo. Jesus não é filho de José. Então já começa aí uma família não tradicional formada por uma mulher que engravidou do Espírito Santo e o filho foi criado por um homem que não era necessariamente pai dele. Então mesmo na narrativa bíblica esse projeto não encontra amparo. A diversidade de arranjos familiares já estava presente ali”, disparou segundo o Jornal do Comércio.

Um dos primeiros membros da bancada evangélica a se se manifestar sobre o assunto foi Victório Galli (PSC/MT), que usou as redes sociais para dizer que Wyllys está desinformado. “Como ele mesmo diz, José não era o pai biológico de Jesus, mas era…. HOMEM. Ademais a sagrada família continuou sendo formada por homem, mulher e sua prole”, escreveu o mato-grossense. Considera ainda que o “argumento de Jean é fruto de um analfabetismo teológico. E, o pior, afronta um dos pilares da fé cristã”.

A redação do portal Gospel Prime também ouviu o deputado federal Marco Feliciano (PSC/SP) sobre o assunto. O pastor acredita que a fala de Wyllys mostra que o psolista desconhece o conteúdo do Estatuto da Família. “Ele não participou da comissão especial que debateu exaustivamente o tema e não deixou de reconhecer os arranjos familiares, categoria na qual se encaixaria a sagrada família”.

Sem meias-palavras, chamou Jean de “parlamentar de mídias sociais”. Feliciano foi enfático: “Ele se aproveita da ausência de deputados sérios e mente. Não aceita debater com conhecedores da matéria, vive das luzes da ribalta e do reflexo dos seus 15 minutos de fama concedidos pela toda poderosa Rede Globo”.

Finalizou dizendo que Wyllys “não merece credibilidade, é uma caricatura parlamentar. Sua pirotecnia ilude alguns, mas não a todos”.

Dois pesos e duas medidas

Embora afirme não ter nada contra a representação de evangélicos no Congresso, em Recife Jean Wyllys fez a ressalva que os deputados da bancada não deveriam legislar a partir de seus “dogmas”.  Algo que ele parece não fazer, tendo dificuldade em discernir o que é Estado Laico quando defende a taxação de igrejas.

Curiosamente, sua trajetória parlamentar é marcada por tentativas de incluir o estudo de religiões “não cristãs” nos currículos escolares. Em 2011, emitiu um voto em separado na Comissão De Educação e Cultura, onde sugeria que a matéria “Ensino Religioso” passasse a se chamar “Direitos Humanos e Diversidade Religiosa” e deveria incluir uma abordagem das religiões minoritárias, de matriz africana – Candomblé, Umbanda, Xangô, Tambor-de-Mina, Batuque, Jurema.

No mesmo ano, apresentou o projeto de Lei 1780/11, que propunha incluir no currículo oficial da rede de ensino “a obrigatoriedade da temática “cultura árabe e tradição islâmica”.  Posteriormente, retirou a proposta.

Já em 2013, Wyllys participou de um programa na TV Brasil onde afirmou literalmente que “os orixás me colocaram neste mandato”.

Mais recentemente, afirmou em entrevista que usa, há muitos anos no pulso direito uma pulseira de contas com muitas voltas: “É uma guia de proteção, dos meus orixás, Oxum e Oxóssi”.

Marco Feliciano debate Bíblia e Constituição no Pânico

Feliciano no Pânico

Por Jarbas Aragão / GospelPrime

O Programa Pânico no Rádio, da Jovem Pan, é um dos mais populares da rádio brasileira. Transmitido de segunda a sexta entre o meio-dia e as 14h, seu público são os jovens. Além do humor, uma de suas marcas é a pluralidade dos entrevistados.

Nesta terça-feira (28), enquanto recebia os humoristas do Porta dos Fundos, o nome do deputado Marco Feliciano foi citado. Ele ligou para o rádio reclamando das declarações eprotagonizou um embate com Gregório Duvivier que teve grande repercussão na mídia em todo o país.

Convidado para estar ao vivo nesta sexta-feira (01), ele foi sabatinado pelos integrantes do programa. Durante quase duas horas, Feliciano respondeu a perguntas, desmentiu boatos e pregou o evangelho. Alternando momentos que falou como deputado federal e outros em que se posicionou como pastor evangélico, ele fez uma série de esclarecimentos sobre suas posturas públicas.

Além de contar sobre as dificuldades vividas na infância e como teve a vida transformada pelo evangelho. Relembrou a perseguição que passou a viver após assumir a presidência da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara, em 2013.

Listando uma série de declarações polêmicas feitas no passado e que tem sido usada contra ele até hoje, fez questão de explicar que se arrepende de muitas delas. Justificou que foram ditas em um contexto específico e que era “muito imaturo”. Asseverou que não as faria novamente hoje.

O pastor Marco revelou que por causa da perseguição política de grupos LGBT acabou forçado a fechar igrejas de sua denominação, Catedral do Avivamento. Como teve bastante tempo para se posicionar, aproveitou para esmiuçar várias acusações falsas feitas contra ele, que incluíram a “derrubada” de cerca de 150 páginas de internet feitas para atacá-lo.

Apesar das eventuais provocações de alguns membros do Pânico, acabou elogiado inclusive por Evandro Santo, um homossexual assumido. Ele chamou o pastor de “civilizado” e “educado”, dizendo no final da entrevista: “muitas ideias minhas sobre você mudaram”.

No decorrer do programa, o parlamentar acabou falando em diferentes momentos sobre as questões que o estigmatizaram por conta do enfoque negativo que a mídia geralmente apresenta. Voltou a explicar que não é homofóbico e que não votou contra a criminalização da homofobia pois o assunto sequer foi para o Plenário da Câmara.

Insistiu que defende a Constituição, que não reconhece a união de pessoas do mesmo sexo como família, sublinhando que sua atuação política sempre foi conservadora. Sendo assim, como político defende o direito de todos se manifestarem e lutarem pelos seus direitos, incluindo os LGBT.

Fazendo um contraponto, usou a questão da ‘cura gay’ para ilustrar como a intolerância muitas vezes parte das próprias minorias. Traçou um paralelo com a postura de grupos que não permitiram mudanças na PL 122, que criminalizaria, por exemplo, um pastor que afirmasse que homossexualidade “é pecado”.

Além de usar vários versículos para mostrar em que se baseia nas questões de foro íntimo, lembrou a todos que a maioria dos brasileiros é conservador e que a “guerra cultural” que divide o país hoje foi iniciada e é instigada por movimentos de esquerda.

“Nós estamos no país da corrupção”, afirmou ele, observando que esse é um aspecto que infelizmente está entranhado na cultura nacional. Ao responder sobre a atuação de alguns colegas do Congresso, deixou claro que isso não significa que todos sejam assim. “Tenho muitos defeitos, mas não sou corrupto”, sublinhou.

Por fim, explicou que não será candidato a prefeitura de São Paulo, mas entende que os 4% de intenção de votos atribuídos a ele por uma pesquisa recente mostram que o povo deseja políticos com um perfil diferente.

Comparou isso à ascensão da pré-candidatura de Jair Bolsonaro, a qual mostra que, apesar das declarações polêmicas, a postura conservadora na política tem recuperado sua força no cenário nacional.

Victório Galli afirma que existe uma orquestração “vermelha” contra evangélicos

Victório Galli afirma que existe uma orquestração contra evangélicos

Por Jarbas Aragão / GospelPrime

Desde seu surgimento, o canal Porta dos Fundos fez vários vídeos onde provocava os cristãos e ridicularizava propositalmente símbolos sagrados. Isso levou vários grupos a propor um “boicote” e resultou em processos judiciais. Esse “pseudohumor”, que visa atacar pessoas e suas crenças, em especial o cristianismo, é apenas um dos exemplos da intolerância que vemos todos os dias no país. Para o deputado federal Victório Galli (PSC/MT) isso está evidenciado na orquestração de movimentos de esquerda contra bancada evangélica

Membro de um partido que leva Cristão no nome, o parlamentar acredita que possui autoridade para dizer que isso é fruto da doutrinação ideológica conhecida como marxismo cultural que foi francamente incentivada durante os 13 anos de governo petista. Embora reconheça que o humor é marca do ethos brasileiro, defende que muitos estão extrapolando a prerrogativa da liberdade de expressão.

A indignação do brasileiro médio é seletiva, pois dependendo do enfoque dado a um determinado assunto, “o silêncio é que fala mais alto”, sublinha Galli. Embora 86,8% da população brasileira, seja formada por católicos e evangélicos (IBGE -2010), “estes pretensos artistas não se privam de atacar-nos”, desabafa.

O exemplo mais recente disso foi o recente episódio do debate no rádio protagonizado pelo seu colega Marco Feliciano (PSC/SP) e o humorista Gregório Duvivier, durante o Programa Pânico da Rádio, da Jovem Pan. Atacado pelos membros do Porta dos Fundos que estavam divulgando seu filme, odeputado e pastor ligou para defender-se.

Duvivier, assumidamente um ateu ‘militante da esquerda’ e comunista, passou a ridicularizar a fé cristã. Ao ouvir o argumento de que Maria era virgem, perguntou: “Você viu o hímen de Maria?”. Também ironizou o pastor Feliciano e toda Frente Parlamentar Evangélica. Tentando desqualificar o trabalho da bancada, admitiu que não suporta vê-los defender pautas conservadoras. Notório defensor do aborto e da legalização das drogas, ao classificar a postura de “retrocesso”, ele apenas fez eco ao que declarou durante a Parada do Orgulho LGBT este ano Viviany Beleboni, a mesma transexual que desfilou crucificada em 2015.

Na tentativa de criar constrangimento, o humorista afirmou que possui vários amigos evangélicos que “têm vergonha” de políticos como Feliciano. Para Galli, “O marxismo, ideologia defendida por Duvivier, é essencialmente antagônico ao cristianismo. O modo de vida defendido pelo “artista” tem como objetivo a destruição dos valores judaico-cristãos”. Logo, o desprezo pela fé alheia lhe é característico, como de todos os que seguem essa linha.

O político mato-grossense reconhece que os membros da bancada “não são perfeitos” e defende que todos paguem pelos seus eventuais erros. O que afirma lhe incomodar é o “silêncio obsequioso” da mídia, sempre reproduzido nas redes sociais, quando são realizadas ações que visam claramente os cristãos. Lembra de ataques que foram feitos no Oriente Médio contra aldeias ou locais de culto cristão e a imprensa trata o assunto como “conflito étnico” ou “disputas políticas”.

Ressalta ainda que recentemente a ONU se negou a reconhecer o genocídio de cristãos por muçulmanos em seus relatórios oficiais. Assevera que os valores do cristianismo estão sendo constantemente combatidos, seja através de vídeos, postagens nas redes sociais, passando por reportagens nos principais canais e até manifestações públicas.

“Em nome do politicamente correto, tentam nos taxar de reacionários, fundamentalistas e outros termos derrogatórios. Se eles fazem a ameaças, usando o ‘não passarão’, convido a todos os homens e mulheres cristãos do país e responderem como eu: ‘não nos calarão’”, encerra.

Fantástico tenta rotular bancada evangélica de homofóbica

Fantástico tenta rotular bancada evangélica de homofóbica

Por Jarbas Aragão / GospelPriime

O caso do atirador na boate gay em Orlando serviu para fomentar na última semana um imenso debate na mídia sobre crimes de homofobia.

Estranhamente, ignora-se o fato que, segundo o próprio Omar deixou claro nas gravações que fez à polícia, sua motivação era religiosa. Jurando lealdade ao Estado Islâmico, ele afirma que o atentado era uma retaliação pelos bombardeios dos EUA ao Afeganistão, onde ele nasceu.

Mesmo assim, tanto nos Estados Unidos quanto no Brasil, a imprensa motivada pelo discurso politicamente correto do presidente Obama, evitou associar os termos “islã” e “terrorismo” ao caso. Sem um grande esforço de lógica, parte da mídia passou a culpar os cristãos pelas mortes. Protestos foram inclusive feitos nas redes sociais e na frente da Catedral da Sé, em São Paulo.

Como geralmente acontece, o programa dominical Fantástico da Rede Globo, abordou de forma tendenciosa um assunto que está em evidência. Ao tentar mostrar casos de intolerância aos homossexuais no Brasil, apresentou uma série de estatísticas alarmantes, como: “Só em 2015, o Disque 100 recebeu quase 2 mil denúncias de agressões contra gays. Desde o início de 2016, 132 homossexuais já foram assassinados no Brasil”.

Cerca de um terço da matéria foi voltada a questão da legislação brasileira sobre o assunto. O destaque maior foi para o Projeto de Lei 7582/2014, apresentado pela deputada Maria do Rosário (PT/RS) em parceria com o Conselho Nacional LGBT, que tipifica e criminaliza os crimes de ódio e intolerância, bem como de incitação a esses crimes, dentre eles os motivados pelo preconceito e discriminação contra LGBTs. A pena prevista é “Prisão de um a seis anos e multa”.

Como a lei não usa termos específicos, ela sequer traz o termo “homofobia”. O artigo 5º afirma, que incorre em crime quem: “Praticar, induzir ou incitar a discriminação ou preconceito, por meio de discurso de ódio ou pela fabricação, comercialização, veiculação e distribuição de símbolos, emblemas, ornamentos, distintivos ou propaganda, por qualquer meio, inclusive pelos meios de comunicação e pela internet, em razão de classe e origem social, condição de migrante, refugiado ou deslocado interno, orientação sexual, identidade e expressão de gênero, idade, religião, situação de rua e deficiência”.

No Fantástico, a jornalista Renata Ceribelli afirma “Deputados evangélicos são contra o projeto de lei”. Logo em seguida, apresenta a entrevista com o deputado pastor Marco Feliciano (PSC/SP). Ele esclarece que não é contra o projeto de lei, apenas que a proposta “não consegue definir o que é homofobia”.

Enfatiza que, nos termos atuais, “não consegue separar o preconceito da liberdade de expressão”. Conclui dizendo que quando a linguagem for revista e esclarecida “Aí vamos criminalizar a homofobia”.

Não por coincidência, a figura de Marco Feliciano é colocada num contexto onde se debate crimes de ódio e homofobia, numa tentativa de associá-lo ao tema. Logo após as mortes em Orlando ele foiapontado como um dos incentivadores disso no Brasil, embora não exista nenhum tipo de comprovação que o tenha feito em algum momento.

Discurso copia repressão americana

A estratégia da esquerda no país por várias vezes une questões religiosas e de gênero. No caso da lei que o Fantástico defendeu como boa para o país, fica claro que os termos propositalmente amplos poderiam criar problemas sobretudo para os evangélicos.

Ou seja, se uma igreja possui, por exemplo, um programa de rádio ou TV (mesmo que pela internet) e se pronuncie contra a homossexualidade, poderá ser denunciada. Se disser algo que possa ofender um praticante de religião afro-brasileira, vale a mesma premissa.

A ideia de ‘discurso de ódio’ é mais um termo emprestado dos americanos. Em 2007, uma lei aprovada na Califórnia afirmava que o ensinamento bíblico era essencialmente “discurso de ódio”.

Não por coincidência, além de mostrar isso claramente em seus programas, a Globo usou o portal G1 para publicar uma matéria no sábado (19) onde deu voz a Ilan Meyer, pesquisador sênior de lei para políticas públicas e orientação sexual da Universidade da Califórnia, em Los Angeles.

Ele afirma: “na comunidade cristã evangélica dos Estados Unidos, por exemplo, você pode aprender coisas terríveis ao ir à igreja toda semana.”

A reportagem tenta mostrar ainda que existe uma tolerância de ramos do Islã ao público LGBT, o que é, no mínimo, tendencioso.