PINTOU O FALSO MESSIAS?JOVEM JUDEU DESCONHECIDO IRÁ MEDIAR ACORDO DE PAZ ENTRE ISRAEL E PALESTINA E AJUDAR NA CONSTRUÇÃO DO 3º TEMPLO

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Comentários por Libertar.in

Será que estamos olhando para o futuro presidente da Nova Ordem Mundial, “salvador” e falso messias dos judeus que vencerá os inimigos de Israel, acalmará os muçulmanos extremistas, trará paz à região, e ajudará o Sinédrio a destravar a construção do Terceiro Templo? Lembro-vos que aquele que firmar este acordo de paz, sem sombra de dúvidas se encaixará nos atributos de Falso Messias, falso pacificador, que será o anticristo. É esperarmos para ver…

Desperte-se! Digo aos defensores do falso conservador Donaldo Trump que possivelmente ficarão ofendidos com este artigo: Não siga, confie, e deposite suas esperança em homens! Mas apenas no Messias Yeshua! O Cristo, Filho do Eterno Criador!
Não se iluda com as medidas anti-esquerdistas de Trump, que há pouco tempo atrás era um liberal, e ainda hoje possui alianças com os globalistas/satanistas do Grupo Bilderberg e a Família Rockefeller!
Não se engane com qualquer um que carregue uma bíblia na mão! Qualquer um pode fazer isso, mas outra coisa diferente é cumprir os mandamentos do Eterno e viver santo e irrepreensível, assim como as Escrituras nos aconselha.

Lembre-se também o que Cristo alertou: o anticristo tentará enganar se possível os escolhidos, e para que isso aconteça, ele deve se parecer como um de nós: um homem supostamente conservador, cristão-judeu, boa aparência, e não um louco de turbante, gritando “allahu akbar”.

Jared Kushner posando em frente do seu Edifício, o 666.
O presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou em entrevista publicada pelo jornal britânico “The Times” que irá indicar o genro para mediar um acordo de paz entre israelenses e palestinos no Oriente Médio.

Jared Kushner, de 35 anos, é casado com Ivanka Trump e será um dos conselheiros da Presidência. A oposição já pediu ao Departamento de Justiça que barre a nomeação por violar a lei antinepotismo de 1967.

Ele é amigo do prefeito de Jerusalém e já tentou comprar uma empresa de seguros israelense. Os nomes de seus pais estão gravados em um campus hospitalar, um tributo a doadores generosos. Mas para muitos israelenses e palestinos, Jared Kushner é um mistério.

De repente, Kushner, que também é magnata de negócios, proprietário do edifício 666 em Nova York, surgiu como uma figura potencialmente importante para o futuro dessa região perturbada.

Poucos dos israelenses e palestinos que estão envolvidos há anos no frustrante processo de paz se lembram de ter conhecido Kushner, e muitos correram para saber mais. Mas o tempo passado na mesa de paz mais uma vez não produziu exatamente a paz, e alguns dos que conhecem Kushner disseram que sua juventude e seus laços estreitos com o próximo presidente americano poderão fazer dele um novo ator valioso.

As autoridades israelenses, especialmente as mais chegadas ao primeiro-ministro Benjamin Netanyahu, estavam otimistas, considerando Kushner um aliado.

“Não há dúvida de que ele sente um forte compromisso com a segurança e o futuro de Israel”, disse Ron Dermer, o embaixador israelense nos EUA, que forjou um relacionamento estreito com Kushner.

Os líderes palestinos são mais discretos.

“Não conheço pessoalmente Jared Kushner e nunca o encontrei, mas aprecio a ideia de vê-lo ajudar a romper o impasse nas negociações do conflito”, disse Amin Maqboul, secretário-geral do conselho revolucionário da Fatah, partido que controla a Autoridade Palestina.

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“PEGUE A SUA BÍBLIA E LEIA” – RESPOSTA DE MINISTRO ISRAELENSE AO PÉRFIDO DISCURSO DE JOHN KERRY

Naftali Bennet, ministro da Educação em Israel, respondeu ao discurso de ontem do secretário de estado norte-americano John Kerry, ao serviço do anti-semita Hussein Obama, em que este insistiu constantemente na viabilidade de uma “solução 2 estados.”

Na sua resposta, Bennet afirmou: “No seu discurso, Kerry mencionou-me de forma anônima por três vezes, querendo demonstrar que nos opomos a um estado palestino.”

“Assim, vou ser claro” – prosseguiu Bennet.

“Sim, se depender de mim, não iremos estabelecer nenhum estado terrorista no coração do nosso país. À custa da utópica ideia de um estado palestino, os cidadãos de Israel já pagaram com milhares de vítimas, dezenas de milhares de foguetes, e inúmeras condenações. Chegou a altura de uma nova política, e por aí que nós iremos avançar.” Mais:

https://exateus.com/2016/11/19/candelabro-e-azeite-para-o-terceiro-templo-ja-estao-prontos/

https://exateus.com/2016/11/11/sinedrio-pede-a-trump-e-putin-ajuda-para-construir-terceiro-templo-em-jerusalem/

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Antes desta resposta de Bennet ao demagógico discurso de Kerry, já Bennet lhe tinha enviado um forte recado: “Há poucos dias atrás, o Conselho de Segurança da ONU votou a favor de uma vergonhosa resolução que menciona que Jerusalém é território ocupado.”

“Jerusalém é a capital judaica há 3.000 anos. Isso está na Bíblia. Abra-a, e leia. Nós, os judeus, temos andado a acender o menorá (candelabro) há 2.170 anos, em Jerusalém. Em cada Páscoa, nós dizemos: ‘No próximo ano, em Jerusalém’. Há 1.000 anos que acendemos o menorá na Rússia e em Marrocos, e dissemos: ‘No próximo ano, em Jerusalém’. Há 72 anos atrás, acendemos o menorá junto ao crematório de Auschwitz e dissemos: ‘No próximo ano, em Jerusalém.’

“Sr. secretário: Nenhuma decisão da ONU nem nenhum discurso mudará o fato de que Jerusalém foi e sempre será a capital israelense.”

Fonte: Shalom, Israel!

PRESIDENTE TURCO AMEAÇA ISRAEL E CONVOCA MUÇULMANOS PARA LUTAREM PELA PALESTINA

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O presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, exortou recentemente todos os muçulmanos do mundo para que defendam a causa palestiniana, assumindo uma posição dura contra Israel. O anúncio veio de forma inesperada, agora que se encaminhava a normalização das relações entre os dois países, rompidas desde 2010.

Em um simpósio sobre Al Quds – termo islâmico para se referir a Jerusalém – realizada em Istambul, Erdogan disse que “todos os muçulmanos têm o dever de apoiar a causa palestina e proteger Jerusalém”, acrescentando que a segurança da mesquita Al-Aqsa não deveria ser deixada nas mãos de “crianças armadas com pedras”. Mais:

https://exateus.com/2016/12/02/erdogan-declara-guerra-contra-assad-decisao-pode-colocar-russia-em-guerra-contra-a-otan/

https://exateus.com/2016/07/28/turquia-ditador-erdogan-manda-fechar-130-veiculos-de-comunicacao-e-prender-62-criancas-por-traicao-ao-governo-inacreditavel/

https://exateus.com/2016/05/11/o-sujo-e-o-mal-lavado-erdogan-diz-que-europa-e-local-seguro-para-alas-politicas-de-grupos-terroristas/

https://exateus.com/2016/07/16/fim-do-conflito-com-mais-poder-erdogan-ira-islamizar-o-exercito-e-implantar-a-lei-islamica-sharia-na-turquia-e-isso-com-o-apoio-da-midia-e-da-esquerda/

https://exateus.com/2016/02/19/guerra-inevitavel-moscou-ameaca-bombardear-tropas-da-turquia-pais-sunita-e-acusado-de-apoiar-jihadistas/

https://exateus.com/2016/04/26/governo-mundial-islamico-lideres-arabes-se-reunem-com-erdogan-para-unir-a-fe-de-17-bilhao-de-muculmanos/

Segundo o site turco TRT, que reproduziu o discurso, ele fez críticas à ONU por não intervir diretamente em solo israelense e afirmou: “A única maneira de alcançar uma paz duradoura no Oriente Médio é o estabelecimento de um Estado palestino independente e soberano, tendo como capital Jerusalém Oriental. É, portanto, necessário que a comunidade internacional aumente o seu apoio à Palestina”.

Durante o evento, Erdogan também deu “pistas” que pretende aproveitar sua presença na Síria para anexar partes do território, numa visível demonstração que continua com seus planos de restaurar o Império Otomano, estendendo seu domínio para o Sul, em direção a Israel.

No final de novembro, o ministro da Defesa de Israel, Avigdor Lieberman, pediu aos europeus que adotem uma política mais dura em relação à Turquia. Sublinhou que desde a fracassada tentativa de golpe, em julho, o presidente Erdogan recebeu poderes legislativos que lhe permitem controlar os meios de comunicação, além demitir juízes e professores.
Barbarismo

No último domingo, Erdogan criticou um projeto de lei debatido em Israel, que proíbe o uso de alto-falantes das mesquitas para chamar os muçulmanos para a oração desde a meia-noite até as primeiras horas da manhã do dia. Isso irritou os islâmicos, pois todos os dias ao nascer do sol os praticantes são chamados a fazer suas preces.

Em um telefonema para o presidente de Israel Reuven Rivlin, Erdogan atacou a iniciativa, dizendo ser “inapropriada, pois fere a liberdade de expressão e a liberdade de religião”. Estranhamente, nenhuma das duas coisas estão presentes na Turquia governada por ele há mais de uma década.

No ano passado, quando a lei sequer existia, ele já falava em invadir Israel para tomar Jerusalém em nome de “todos os muçulmanos”.

Em entrevista recente à televisão israelense, o presidente da Turquia chamou o tratamento dado por Israel aos palestinos de “barbarismo”. Também insiste que o governo de Israel precisa “respeitar a santidade” do monte do Templo, onde fica atualmente a “esplanada das mesquitas”.

A fala também ecoa o que vem sendo imposto pela UNESCO, que nega os vínculos dos judeus com o local. Com informações de Times of Israel

Por Jarbas Aragão – Gospel Prime
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ONU decide que judeus não tem “laços” com o Monte do Templo

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ONU DIZ QUE ISRAEL NÃO PODE ADMINISTRAR JERUSALÉM

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Esta semana, a 71ª sessão da Assembleia Geral da ONU tomou mais seis resoluções contra Israel. Declarou-se que a “todas as ações tomadas por Israel para impor as suas leis, jurisdição e administração na Cidade Santa de Jerusalém são ilegais e, portanto, nulas e sem validade”. Também foi exigido que fosse devolvido para a Síria o controle das Colinas de Golã. As outras quatro medidas favorecem os palestinos de diferentes maneiras.

Chamou atenção o fato de o novo presidente da Assembleia Geral, Peter Thompson, ser visto usando um lenço típico palestino enquanto participava de uma audiência. Agora, espera-se que o Conselho de Segurança tomará mais três medidas contra o Estado judeu.

Peter Thompson

Em todas as resoluções o Brasil votou com o bloco liderado pelos países muçulmanos. Os documentos podem ser lidos na íntegra AQUI

As resoluções questionam a soberania de Israel sobre seu território. Novamente chamado de “força ocupante” pela ONU, são feitas exigências para que haja a retomada imediata das negociações de paz entre a Síria, o Líbano e Israel, que incluiria a entrega da região de Golã, conquistada durante a Guerra de 1967. Segundo a ONU, isso seria um “obstáculo” para a paz regional. Nenhuma menção foi feita sobre o fato de haver no local acampamentos de grupos ligados ao Estado Islâmico, que tentaram uma invasão recentemente.

Ao se referir a Jerusalém, os documentos da ONU são claramente pró-Palestina, ignorando os laços milenares dos judeus com o local, ecoando os termos usados nas resoluções recentes da UNESCO.

A representante de Israel na Assembleia da ONU afirmou após a votação que “era uma vergonha como alguns país ainda insistem em não reconhecer a existência de Israel e usam a Assembleia Geral para espalhar acusações infundadas”. Classificou ainda o texto das resoluções de “narrativa tendenciosa”. Mais:

https://exateus.com/2016/10/14/onu-decide-que-judeus-nao-tem-lacos-com-o-monte-do-templo/

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Ela continuou, lembrando que “desde 2015, ataques terroristas contra israelenses tiraram a vida de 42 pessoas e deixaram mais de 600 cidadãos feridos. Mesmo assim as resoluções não fazem nenhuma menção a essas vítimas.” Subindo o tom, reclamou que a ONU se nega a mencionar a organização terrorista Hamas que controla boa parta da Palestina.

O delegado dos Estados Unidos, um dos únicos países a votar em favor de Israel, acrescentou que as decisões preocupam. “É manifestamente injusto que as Nações Unidas, uma instituição fundada na noção de que todas as nações devem ser tratados igualmente, por tantas vezes trata Israel de forma desigual.”

Criticando a ONU, enfatizou que “três organismos das Nações Unidas refletem, em especial, o preconceito e os custos desnecessários de tais resoluções. Custando cerca de US$ 6,1 milhões em 2015, nada fizeram para contribuir com a paz na região”.

Próxima rodada: Conselho de Segurança da ONU

Agora, o Ministério do Exterior de Israel está se preparando para uma luta dura no Conselho de Segurança da ONU. Há várias resoluções que serão votada antes do final do ano e teme-se que o presidente Obama possa acelerar algumas delas para não deixar na mão de seu sucessor, Donald Trump, que prometeu um apoio maior à Israel.

Há três iniciativas que preocupam Israel. Uma delas, proposta pela França, é a realização de uma “conferência internacional de paz”, onde as Nações Unidas serviriam como intermediário, não deixando a decisão para Israel nem a Autoridade Palestina.

Ao mesmo tempo, o governo francês já anunciou que se um acordo não for alcançado, irá reconhecer “automaticamente” um Estado palestino e pedirá que outras nações façam o mesmo.

Autoridade Palestina ameaça romper acordos de paz

Contrariando as expectativas, o presidente da Autoridade Nacional Palestina (ANP), Mahmoud Abbas, reeleito durante o congresso do movimento nacionalista Fatah que pretende “anular” o reconhecimento que sua Organização fez do Estado israelense em 1993, como parte dos Acordos de Oslo.

Base da OLP (Organização pela Libertação da Palestina), o Fatah oficialmente governa a Cisjordânia. Sendo ao mesmo tempo um partido político e um grupo militar, seu líder reiterou que se os israelenses continuarem se recusando a reconhecer a Palestina como Estado, a paz não virá. Controversamente, garantiu que “nunca reconhecerá Israel como Estado judeu”, uma das exigências do primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, para retomar as negociações de paz.

Atualmente na ONU a Palestina tem o status de “estado observador não membro”, mas Abbas diz que isso irá mudar em breve. “Iremos ao Conselho de Segurança exigir a filiação plena à ONU como Estado membro”. Garantiu também que “2017 será o ano da Palestina”.

Com informações de YNet News e Times of Israel

Por Jarbas Aragão – Gospel Prime
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NETANYAHU CONSIDERA A OFERTA DE PUTIN PARA SEDIAR NEGOCIAÇÕES DE PAZ ENTRE ISRAEL E PALESTINA EM MOSCOU

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Por Libertar.in

Benjamin Netanyahu está considerando a oferta da Rússia para sediar as negociações entre israelenses e palestinos em Moscou, um comunicado do serviço de imprensa do israelita do PM disse.
” [Netanyahu] apresentou a posição de Israel em que ele está sempre pronto para atender [Abbas] sem pré-condições e, portanto, está a considerar a proposta do presidente russo e do calendário para uma possível reunião “, diz a declaração, citado pela agência de notícias Reuters.

A declaração veio depois de Netanyahu se reuniu com o vice-ministro da Rússia Exterior e enviado especial para o Oriente Médio, Mikhail Bogdanov.

Se acordado, as conversações seria a primeira entre os dois líderes em vários anos, em meio a fenda em curso na região.
O porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov disse que não há atualmente nenhum acordo sobre as negociações.

O ministro do Exterior palestino Riyad al-Maliki disse que ele duvida Netanyahu está pronto para cumprir as condições necessárias para as conversações a ter lugar. Israel deve parar a construção de assentamentos na Cisjordânia, bem como lançar um número de prisioneiros palestinos, disse ele.

” Neste contexto, não se opõem a realização da reunião […] entre o presidente palestino, Mahmoud Abbas e Benjamin Netanyahu, sob a égide da Rússia. Mas parece-nos que Netanyahu não está neste momento pronto para um tal passo, ” al-Maliki disse, de acordo com o jornal Al Ayam, conforme citado por Sputnik.

As negociações de paz entre Israel e Palestina ter sido parado desde os últimos esforços dos EUA entrou em colapso há dois anos. Partes não conseguiram chegar a concessões depois de Abbas ter forjado um pacto de unidade inesperado com o Hamas rival, que Israel vê como uma organização terrorista que não reconhece o direito de Israel de existir.

ISRAEL PODE FECHAR EM BREVE ACORDO DE PAZ COM PALESTINOS

Esta semana dois grande eventos podem estar mudando o rumo da situação de tensão entre o Estado de Israel e a Autoridade palestina. Estaríamos bem próximos de um acordo de paz?

Dois eventos repentinos poderão estar influenciando mais do que nunca a aproximação entre israelenses e palestinos, o primeiro deles foi a viagem de Benjamin Netanyahu ao continente africano, visto que muitos dos países ali são de governos muçulmanos e segundo os meios de comunicação houve um encontro secreto do Primeiro Ministro de Israel com um chefe de estado islâmico.

Ainda esta semana, o Presidente do Egito em exercício, o Abdel Fattah el-Sisi que já tem se mostrado um excelente administrador do país e um homem comprometido com as forças moderadas enviou ao Estado de Israel nada menos do que o Ministro das Relações Exteriores do Egito, o Sr. Sameh Shoukry para re-atar as conversações para normalização com o Estado de Israel.

Same Showery trouxe ao Primeiro Ministro de Israel um convite de Abdel Fattah el-Sisi para visitar o país das pirâmides, o que poderá se tornar uma visita histórica. Ainda, segundo os meios de comunicação e especialistas políticos, o Presidente do Egito teria sugerido a Benjamin Netanyahu de participar de uma cerimônia histórica tripla com o Presidente do Egito e o Presidente da Autoridade Palestina.

Segundo especialistas políticos, o Primeiro Ministro do Estado de Israel, Sr. Benjamin Netanyahu demonstrou interesse em dar uma resposta positiva ao presidente do Egito, raramente os Primeiros Ministro de Israel se recusam a conversações de paz, mesmo que seja com os seus maiores inimigos, só não realizam conversações direitas com líderes de grupos terroristas como o Hamas e o Hezbollah.

Mediante as informações acima, parece que a bola está no campo do presidente da Autoridade Palestina, Mahmoud Abbas ( Abu Mazen ) que já se mostrou temeroso diante de convites como este, afinal de contas, o medo de morrer pelas mãos de seus próprios conterrâneos é muito grande, palestinos confiam menos em palestinos do que em Israelenses. Mas se a pressão interna dos moderados aumentar e o tão conhecido orgulho árabe funcionar, ele pode acabar aceitando a proposta. Se assim for, esta poderá ser uma cerimônia surpresa de um podium para a PAZ no Oriente Médio, o último deste tipo ocorreu somente em 1999 em Camp David nos Estados Unidos. Naquele tempo, o fracasso das negociações levou ao mais sangrento conflito entre israelenses e árabes, a Segunda Intifada Palestina.

Se ambos os líderes agirem com sabedoria, podemos estar bem próximos de um acordo de paz, bem mais do que esperávamos.

“Pois que, quando disserem: Há paz e segurança, então lhes sobrevirá repentina destruição, como as dores de parto àquela que está grávida, e de modo nenhum escaparão.” 1 Tessalonicenses 5:3

Via: Cafetorah e https://blogaultimatrombeta.wordpress.com/

Atirador de elite palestino se converte e abandona terrorismo

Atirador de elite palestino se converte e abandona terrorismo

Seu apelido na juventude era “Açougueiro”, considerado homem da mais alta confiança do falecido líder palestino Yasser Arafat. Tass Saada explica que a fama veio por ser um sniper altamente treinado, o melhor do grupo Fatah, cujo alvo preferencial eram soldados israelenses.

Nascido em Gaza, Saada se juntou à Organização pela Libertação da Palestina (OLP) quando tinha apenas 17 anos. De família muçulmana, desde cedo aprendeu a odiar Israel. Ele fugiu de casa para ser um terrorista. Recebendo o treinamento adequado, ele foi um soldado leal de Arafat, a quem considerava um “herói”.

Cansado de lutar contra as forças israelenses e ver muita corrupção entre os palestinos, Saada foi para os Estados Unidos na década de 1970, no auge do levante palestino. Ele tinha perto de 40 anos e estava decidido a começar uma nova vida, longe do terror.

Contudo, essa mudança só veio quando o extremista islâmico teve um encontro com Jesus Cristo e abandonou a trajetória de ódio. Não foi uma experiência que envolveu visões ou sonhos. Ele simplesmente nunca tinha ouvido o Evangelho antes.

Quando isso aconteceu, através de amigos evangélicos, ele nasceu de novo – aos 42 anos de idade. A partir de então vem se dedicando a contar o que está por trás de movimentos como a antiga OLP, o Fatah a agora o Estado Islâmico. Afirma não ter dúvidas que todos eles têm como motivação principal a luta pelo poder e a religião é usada como um meio para isso.

Hoje ele é um ardoroso defensor de Israel. Fundou o ministério Esperança para Ismael, e escreveu livros sobre sua vida pregressa e a necessidade de intercessão pelos palestinos que vivem enganados. Sua biografia, “Era uma vez um homem de Arafat”, está disponível no Brasil.

Agora, ele está promovendo um novo livro, chamado “The Mind of Terror” [A mente do Terror], onde analisa os grupos extremistas e como a Igreja deveria responder. Baseado em sua própria experiência, relata como se formam os extremistas islâmicos e analisa o que seria necessário para haver uma solução pacífica neste intenso conflito religioso no Oriente Médio.

O apelo que ele faz à Igreja é: “pregar ódio aos muçulmanos não vai nos ajudar a espalhar as boas novas”. Tass explica que muitos radicais não conhecem outra vida, aprenderam desde que nasceram a odiar.

A única solução é eles conhecerem o amor de Deus. Por isso, escolheu o nome de “esperança para Ismael”. Seu desejo é ensinar que, por causa dos ensinamentos do Alcorão, a maioria dos islâmicos não possuem a esperança da vida eterna, que só pode ser encontrada em Jesus. Embora os escritos de Maomé falem sobre ele, o ódio que pregam a todos os judeus impede os islâmicos até mesmo de ouvirem sua mensagem de salvação. Com informações Christian Today e CBN