Bolsonaro acerta: pensar 200 vezes antes de privatizar a Petrobrás!

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Quando é pra criticar eu critico, quando é pra elogiar eu elogio, e critiquei Bolsonaro depois dele dizer nos EUA que é preciso retirar mais direito do trabalhador para que se crie mais emprego (mais que o Temer já retirou e pretende), Bolsonaro agora merece elogio quando diz que é preciso pensar 200 vezes antes e privatizar a Petrobrás! Porque segundo ele, colocando a estatal na mão de estrangeiros, perder-se-ia o controle do preço dos combustíveis! Certo Bolsonaro! Isso é nacionalismo de verdade!

Eu costumo dizer que em um país sério, seria punidos os corruptos mas não comprometido as empresas brasileiras como fez a Lava Jato! Que acabou com as nossas grandes empresas da Construção Civil e a própria Petrobrás, agravando a crise do desemprego no Brasil, mas a Lava Jato esta aí para isso mesmo, para desestabilizar o país, a mando dos neocons americanos!

Bolsonaro diz que antes de se pensar em vender, o que é preciso é acabar o aparelhamento político na Empresa,que acaba sendo usado para patrocinar campanhas e enriquecimento ilícito.

E isso aí Bolsonaro, continue diminuindo seu neoliberalismo que acabo me decidindo por votar em você! Pois o neoliberalismo é contrário ao Nacionalismo! E pense 1000 vezes antes de privatizar a Caixa Econômica, a Eletrobrás etc!

Na verdade, se Bolsonaro tivesse mantido uma postura dura em relação ao Governo Temer, tivesse rompido mesmo, ele já estaria muito a frente de Lula nas pesquisas eleitorais. Mas ainda há tempo de se redimir!

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Sérgio Moro não quis ouvir as denúncias de Cunha sobre Temer?

O juiz “imparcial” ídolo dos coxinhas o Sérgio sem provas Moro terá de explicar as falas de Temer que relembrou o acontecimento que a mídia não fez questão de repercutir que foi o cerceamento ou abafamento das perguntas de Cunha e sua defesa que incriminariam o presidente Michel Temer! Moro não deixou Cunha falar e utilizou o seu jargão já conhecido “isso não vem ao caso”! Sérgio Moro um dia pode ser acusado dele mesmo estar obstruindo a Lava Jato! Assistam:

Por que os EUA estão investigando as principais empresas brasileiras envolvidas na Lava Jato? Funcionário da empresa Camargo Corrêa faz denúncia bombástica!

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Por APCNEWS

Um funcionário Empresa Camargo Corrêa disse ter sido contatado para negociar uma possível colaboração com autoridades americanas.

Mais de 10 empresas brasileiras estão sendo investigadas nos Estados Unidos…

Resposta: Porque aplicando multas às empresas e as sufocando economicamente, elas não terão como se reerguer e acabarão sendo passadas para trás e o mercado brasileiro fica entregue ao capital internacional, como o que fizeram no Iraque e outros países do Oriente. Estamos deixando de ser um país que firma parcerias econômica e estratégica com vários países pelo mundo para se tornar o quintal-colônia dos norte-americanos…

(02/12/2016) – A revelação de que um executivo brasileiro condenado na Operação Lava Jato teria sido procurado por autoridades americanas para negociar um acordo de cooperação nos Estados Unidos levou políticos do PT e advogados a protestar contra uma suposta interferência estrangeira na soberania nacional.

Em depoimento à Justiça Federal em Curitiba no último dia 21/11/2012, Eduardo Leite, ex-funcionário da empreiteira Camargo Corrêa, disse ter sido contatado pelo governo americano por intermédio da força-tarefa da Lava Jato para negociar uma possível colaboração com autoridades dos EUA. Saiba mais:

https://exateus.com/2016/12/01/sergio-moro-pede-afastamento-apos-a-lava-jato-para-estudar-nos-eua-o-que-moro-fara-nos-eua-depois-de-possivelmente-prender-lula-e-cumprir-a-missao/

Por que o juiz Sergio Moro viaja tanto aos EUA, meu Deus?

A SERVIÇO DO TIO SAM: Wikileaks vaza bilhete sobre cooperação entre o juiz Sergio Moro e EUA

EUA estão por trás da Lava Jato, investigação que paralisou projetos estratégicos

RECENTE CRIAÇÃO DA CIA: A REVOLUÇÃO DO PATO AMARELO NO BRASIL

Enéas Carneiro falando sobre privatizações e manipulação da mídia- “bem atual”!

DOCUMENTÁRIO BOMBÁSTICO: QUEM PATROCINA O GOLPE NO BRASIL?

Questionado por um advogado do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Leite não deu detalhes sobre a negociação e disse que não havia fechado nenhum acordo com autoridades dos EUA, mas que poderia vir a fazê-lo.

Após protestos do procurador Diogo Castor de Mattos, o juiz Sérgio Moro interrompeu o depoimento por conta de um possível acordo de confidencialidade entre autoridades brasileiras e americanas.

A BBC Brasil elaborou um questionário com perguntas e repostas sobre a cooperação entre Brasil e Estados Unidos em torno da Lava Jato.

Quais são as críticas à cooperação?

Advogados de Lula dizem que a cooperação entre autoridades americanas e o Ministério Público Federal em torno da Lava Jato não parece estar seguindo um acordo entre Brasil e Estados Unidos que rege a colaboração judicial.

O pacto define o Ministério da Justiça como autoridade central para tratar da cooperação pelo lado brasileiro. Segundo os advogados, porém, o processo estaria ocorrendo à margem do ministério.

Outra crítica é a de que a colaboração buscaria municiar processos contra a Petrobras nos Estados Unidos. A empresa é investigada pelo Departamento de Justiça americano e pela SEC (agência que regula os mercados de capitais nos EUA) por conta das denúncias de corrupção que vieram à tona na Lava Jato.

Segundo o deputado Paulo Pimenta (PT-RS), os contatos entre procuradores brasileiros e americanos são uma “afronta à soberania” nacional e têm o objetivo de enfraquecer a Petrobras, favorecendo petrolíferas dos EUA.

Para o procurador Vladimir Aras, secretário de Cooperação Internacional do Ministério Público Federal, as críticas são “absolutamente infundadas”.

Ele diz à BBC Brasil que a legislação sobre a cooperação só exige que o Ministério da Justiça seja acionado para efetuar procedimentos burocráticos –como pedidos de extradição ou a validação de provas coletadas em outros países– e não impede que policiais e procuradores brasileiros dialoguem livremente com colegas estrangeiros.

Como se dá a cooperação entre investigadores brasileiros e americanos?

Um acordo firmado em 1997 e aprovado no Congresso brasileiro em 2000 rege a troca de informações entre autoridades dos dois países sobre assuntos penais.

Segundo Aras, há diálogo constante entre procuradores brasileiros e americanos a respeito de investigações nos dois países, incluindo a Lava Jato.

O FBI (a polícia federal americana) mantém um analista cibernético em Brasília e oferece apoio a autoridades brasileiras nas áreas de criptografia, telefonia móvel e dados em nuvem.

O procurador afirma que, além dos EUA, o MPF dialoga sobre a Lava Jato com outros 32 países e recebeu pedidos de informações de 16 nações. Aras diz que o contato entre procuradores brasileiros e estrangeiros é tão frequente que, em alguns casos, o diálogo se dá por meio de grupos no Whatsapp.

Quantas empresas brasileiras envolvidas na Lava Jato estão sendo investigadas nos Estados Unidos?

Segundo uma reportagem da agência de notícias Bloomberg publicada em maio, autoridades americanas estão investigando mais de 10 empresas envolvidas na Lava Jato. Não há informações oficiais sobre as companhias, já que o governo americano mantém os casos sob sigiloso.

Duas dessas empresas seriam a Petrobras e a Eletrobras, que têm ações negociadas nos EUA.

Outra companhia na lista seria a Odebrecht. Na semana passada, jornais relataram que a assinatura do acordo de delação premiada entre executivos da empresa e a força-tarefa da Lava Jato havia atrasado por conta do feriado americano de Ação de Graças. Isso teria ocorrido porque a empresa também negocia um acordo com autoridades americanas e desejaria concluir as negociações simultaneamente.

Por que os EUA investigam empresas e indivíduos estrangeiros por atos de corrupção ocorridos em outros países?

A principal legislação nos EUA contra a corrupção de empresas é a Foreign Corrupt Practices Act (FCPA), que busca coibir que companhias (americanas ou estrangeiras) façam pagamentos a funcionários de governos em troca de vantagens a seus negócios.

Os atos de corrupção investigados podem ter ocorrido em qualquer país, desde que a empresa mantenha vínculos –ainda que mínimos– com os EUA. Enquadram-se na lei empresas que tenham ações em bolsas americanas, investimentos ou contas bancárias nos EUA.

Se condenadas pela Justiça dos EUA, essas empresas podem ser multadas, perder a licença para operar no país e ter bens apreendidos. Nos casos mais graves, a Justiça pode pedir que outros países extraditem executivos condenados para os EUA, para que cumpram pena em prisões americanas.

Críticos dizem que a lei dificulta que empresas americanas compitam com companhias estrangeiras em países onde a corrupção é natural. Defensores da legislação argumentam, porém, que ela ajuda a combater práticas nocivas e fez com que vários países adotassem leis semelhantes.

Quem realiza essas investigações nos EUA?

Na maioria dos casos, o Departamento de Justiça, órgão subordinado à Casa Branca e que, nos EUA, tem funções semelhantes às do Ministério Público Federal no Brasil.

Quando as empresas investigadas têm ações em bolsas americanas, também pode haver participação da SEC.

Como essas investigações terminam?

Normalmente, autoridades americanas e as empresas investigadas fecham a um acordo para que o caso não seja resolvido na Justiça. Nesses acordos, as companhias costumam se comprometer a pagar uma multa, cooperar com as investigações e mudar suas práticas. Em troca, as autoridades abrem mão de denunciá-las judicialmente e manter sob sigilo irregularidades descobertas nas investigações.

Em palestra na Procuradoria-Geral da República em São Paulo em maio, um representante do FBI disse que, desde 2005, a lei anticorrupção americana já levou ao pagamento de US$ 6,2 bilhões (R$ 21 bilhões) em multas.

Segundo especialistas, boa parte do dinheiro vai para o Tesouro americano. Em alguns casos, o montante é usado para indenizar acionistas lesados pelas práticas das empresas.

Para Michael Koehler, especialista na lei anticorrupção e professor da Southern Illionis University School of Law, esses casos são altamente lucrativos para o Tesouro americano. Ele diz que empresas estrangeiras respondem pelas multas mais altas negociadas com autoridades americanas por violações.

Entre as empresas que já negociaram acordos com o Departamento de Justiça estão a alemã Siemens, a brasileira Embraer e a francesa Alcatel-Lucent.

Já Matt Kelly, consultor especializado em ética corporativa, diz que a lei não tem objetivos secretos e que empresas americanas também são punidas pela legislação.

“Alguns críticos dirão que a lei é uma máquina de dinheiro, mas eu acho que a corrupção é ruim e precisa ser erradicada. As pessoas que são corruptas precisam sofrer as consequências, e a punição financeira é uma forma de conseguir a atenção delas.” [FONTE: BBC BRASIL]

“Você pode enganar algumas pessoas o tempo todo ou todas as pessoas durante algum tempo, mas você não pode enganar todas as pessoas o tempo todo.”

O juiz Sergio Moro confessa que tem “acordo de cooperação” com EUA, mas que não iria falar disso.

Sergio Moro

NOVEMBER 28, 2016 – Em audiência do lobista Milton Pascowitch, juiz federal impede novamente perguntas sobre acordo de cooperação entre delatores da Lava Jato com Departamento de Justiça dos EUA, com ajuda informal da força-tarefa. >> 

Jornal GGN – O juiz federal Sergio Moro impediu mais uma testemunha do caso triplex de falar sobre o elo suspeito entre a Lava Jato e os Estados Unidos. Na audiência de Milton Pascowitch, na semana passada, Moro disse que não iria colocar em risco um eventual acordo de delação do lobista com autoridades americanas por um “mero capricho” da defesa de Lula.

A frase foi disparada após o advogado Cristiano Zanin Martins fazer uma série de perguntas sobre esse possível acordo de cooperação internacional sem que Pascowitch tivesse obrigação de responder. A defesa de Moro suspeita que a força-tarefa da Lava Jato fez uma ponte informal com o Departamento de Justiça dos EUA, para exportar delatores sem o devido companhamento do Ministério da Justiça brasileiro.

Alegando que estava sob o manto de um acordo de confidencialidade, Pascowitch não quis responder as questões de Zanin. O advogado protestou, alegando que a defesa de Lula estava sendo cerceada. Moro, então, pediu que o advogado explicasse qual a relevância dessas perguntas sobre os Estados Unidos, feitas a todos os delatores de porte da Lava Jato, para o julgamento do caso triplex.

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Zanin respondeu que só poderia adiantar “um dos aspectos” que tornam as questões relevantes para a defesa: “Eu queria saber se ele está fazendo colaboração em relação aos fatos tratados nessa ação.”

“E qual a relevância disso?”, rebateu Moro, ao que Zanin retrucou: “A relevância, para a defesa, vai ser exposta no momento adequado.”

Moro riu da resposta de Zanin e asseverou que a defesa não tem conseguido defender “minimamente a pertinência dessas perguntas” e, por isso, elas foram indeferidas. “Não vou colocar em risco uma eventual tratativa que a testemunha tenha no exterior por um mero capricho da defesa”, disparou Moro.

“Vossa Excelência já usou ‘retórica’, já usou que ‘não tem argumento’ e, agora, ‘capricho’. Se a Vossa Excelência vê a defesa dessa forma, eu lamento muito”, retribuiu Zanin.

Os advogados de Lula alegam que não são “obrigados a antecipar a estratégia de defesa” quando abordam esse elo suspeito entre a Lava Jato e os Estados Unidos. Mas há a indicação de que a defesa buscará a nulidade de algumas delações que tenham sido compartilhadas com autoridades estrangeiras sem obediência às regras.

O DEPOIMENTO

Ao Ministério Público Federal, Milton Pascowitch disse que intermediou o pagamento de propina sob contratos da  Petrobras com a Engevix. Esses depósitos eram destinados ao “grupo político” de José Dirceu, responsável pela indicação de Renato Duque para uma diretoria da estatal. Ele cita especificamente a Pedro Barusco e Fernando Moura como seus interlocutores com Dirceu. João Vaccari Neto teria recolhido uma parte para o caixa do PT. Entre as obras citadas está a REPAR, também conhecida como refinaria Getúlio Vargas.

Pascowitch não implicou Lula em seu depoimento e não soube fornecer nenhum dado sobre o apartamento triplex no Guarujá, que a Lava Jato diz que o ex-presidente recebeu da OAS em troca de três contratos com a Petrobras. [FONTE: http://falandoverdades.com.br]

Câmara dos deputados aprovou texto-base para privatização da Petrobras que a deixará nas mãos das empresas mais corruptas do mundo e sem exclusividade na exploração do Pré-Sal

Graças a Moro, Temer, PSDB, Globo, entregaram o Pré-Sal que vale US$ 30 trilhões á empresas americanas.

Entrega do Pré-Sal será o maior crime de Lesa-Pátria da história.

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‘Privatização vai deixar BR nas mãos das empresas mais corruptas do mundo’.

(05-10-2016) – A Petrobras começa a sondar interessados na compra da BR Distribuidora. O negócio, avaliado em US$ 6 bilhões, começa a atrair o interesse de grandes corporações no Brasil e no exterior. Considerada uma das joias da coroa da estatal, a BR é a maior distribuidora de combustíveis do Brasil.

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A empresa tem uma rede de 7.500 postos de combustíveis em todo o país e mais de 10 mil grandes clientes entre indústrias, termelétricas, companhias de aviação e gás. A intenção da Petrobras é oferecer 51% do capital. Se for bem sucedida, a venda deve se concretizada em 2017. O Citibank está assessorando a estatal no negócio que já atraiu interesse de grandes nomes da indústria petrolífera mundial, como a francesa Total, o Vitol Group, maior trading internacional da commodity no mundo, e até a Itaúsa, holding que controla o Itaú, maior banco privado brasileiro. Saiba mais sobre o Governo Temer e seu entreguismo, e as ações de Sérgio Moro ligadas à CIA :

https://exateus.com/2016/04/17/golpe-no-brasil-preparem-se-para-o-governo-do-espinheiro/

https://exateus.com/2016/09/18/por-que-o-juiz-sergio-moro-viaja-tanto-aos-eua-meu-deus/

https://exateus.com/2016/10/06/governo-temer-lanca-programa-para-esclarecer-o-povo-avanca-brasil-macons/

https://exateus.com/2016/03/25/a-servico-do-tio-sam-wikileaks-vaza-bilhete-sobre-cooperacao-entre-o-juiz-sergio-moro-e-eua/

https://exateus.com/2016/09/27/rede-globo-libera-faustao-para-bater-nessa-desse-governo-temer/

https://exateus.com/2016/04/05/eua-estao-por-tras-da-lava-jato-investigacao-que-paralisou-projetos-estrategicos/

https://exateus.com/2016/09/24/o-governo-camaleao-de-michel-temer/

https://exateus.com/2016/05/15/michel-temer-forneceu-informacoes-a-inteligencia-dos-eua-segundo-wikileaks/

https://exateus.com/2016/10/02/auditoria-cidada-a-farsa-da-crise-e-do-rombo-da-previdencia-social/

https://exateus.com/2016/04/06/recente-criacao-da-cia-a-revolucao-do-pato-amarelo-no-brasil/

https://exateus.com/2016/09/18/eneas-carneiro-falando-sobre-privatizacoes-e-manipulacao-da-midia-bem-atual/

https://exateus.com/2016/04/17/documentario-bombastico-quem-patrocina-o-golpe-no-brasil/

 

O negócio, porém, deve enfrentar forte resistência de várias centrais sindicais, movimentos civis e petroleiros, contrários aos planos de desmobilização de ativos já anunciada pela Petrobras que vai incluir também venda de unidades nas áreas de biocombustíveis, fertilizantes e área química. Em setembro, um grupo liderado pelo Brookfield Asset Management fechou acordo para compra de participação de 90% na Nova Transportadora do Sudeste, unidade de distribuição de gás natural da Petrobras, por cerca de US$ 5,2 bilhões.

Em entrevista exclusiva à Sputnik Brasil, o vice-presidente da Associação dos Engenheiros da Petrobras (Aepet), Fernando Siqueira, diz que o governo Temer enfim consegue colocar um projeto que vinha alimentando há muitos anos.

“Vamos ficar na mão das empresas mais corruptas e corruptoras do mundo. Elas depõem e matam presidentes. Exemplos mais antigos: Mohamed Mossadeg, no Irã, deposto e preso em perpétua; O Enrico Mattei foi assassinado, porque nacionalizou a Internazionale de Hidrocarbura, na Itália; o Jaime Roldós, do Equador. Os mais recentes foram o assassinato do Saddam Hussein, no Iraque; o Muammar Kadafi, da Líbia; e está tentado derrubar na Síria (Bashar Assad). Esse cartel internacional são as empresas que causam as guerras mundiais, desde a Primeira Guerra, e que vão assumir o pré-sal.”

Siqueira afirma que todos os países que entregaram o seu petróleo para essas empresas estão na miséria: Gabão, Angola e Nigéria, e o Brasil agora corre esse o risco.

“O Parente (Pedro Parente, atual presidente da Pertrobras), como presidente do Conselho, fazia parte do plano de desnacionalizar a Petrobras, chegando inclusive tentando mudar o nome para Petrobrax. O Parente veio agora para continuar a obra: ele não vai privatizar a Petrobras; vai desmontá-la e deixa-la como uma empresa sem nenhum objetivo. Ele está vendendo a BR, um dos ativos mais importantes e que gera o melhor fluxo de caixa para a Petrobras e que leva combustíveis aos confins do Brasil, lugares onde as outras não vão.”

6057507dfgSiqueira lembra que, quando o combustível nacional está mais caro no Brasil do que no exterior, as outras distribuidoras compram lá fora, enquanto a BR compra da Petrobras. Segundo ele, se a BR for privatizada, os novos donos vão comprar no exterior, deixando as refinarias ociosas e prejudicando imensamente o emprego no país. É um absurdo completo a venda da BR.

“O Parente vendeu a malha de gasoduto do Sudeste. Malha de gasoduto é monopólio natural, porque ninguém constrói segunda malha para concorrer com aquela. Então você vende um monopólio natural para uma empresa de especulação estrangeira, a Brookfield, empresa investidora de mercado de ações, que pertence a um grupo de fundos de pensão do Canadá e dos EUA. A Petrobras vai agora pagar aluguel para um monopólio estrangeiro.”

Para o vice-presidente da Aepet, o objetivo de Parente é desmontar a Petrobras e inviabilizá-la. Com isso, coloca o pré-sal à disposição do cartel internacional.

“A Noruega administrou perfeitamente seu petróleo, se transformou do segundo país mais pobre da Europa em país mais desenvolvido do mundo. Nos últimos cinco anos, a Noruega foi o melhor Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) do planeta. Tudo isso com as reservas de petróleo que eles têm. O Brasil, que descobriu agora uma província petrolífera que o coloca entre a segunda e a terceira reservas mundiais, está abrindo mão disso, porque o José Serra apresentou um projeto ao Congresso que desobriga a Petrobras de ser operadora do pré-sal. Como o Pedro Parente vendeu o segundo melhor campo do pré-sal, o Carcará, qual o interesse que ele vai ter em participar dos futuros leilões não sendo mais obrigado?”

O coordenador da Federação Nacional dos Petroleiros (FNP), Emanuel Cancela, segue a mesma linha de raciocínio do vice-presidente da Aepet.

“Esse pacote da maldade, dos tucanos, foi tentado ser implementado no governo Fernando Henrique na década de 90. Primeiro eles tentaram privatizar a Petrobras, enfrentaram uma greve de 32 dias, a maior da história da empresa, e recuaram. Conseguiram sim quebrar o monopólio estatal do petróleo, e nas unidades de negócio que eles transformaram a Petrobras, para vender fatiado, eles só conseguiram vender 30% da refinaria do Sul (Refap), que depois foi retomada pelo governo Lula, percentual que estava na mão da Repsol.”

Para Cancela, o anúncio anúncio da venda de controle da BR não tem nada de novo.

“É o velho entreguismo, a privataria tucana que está de volta. Como fizemos na década de 90, vamos enfrentar esses entreguistas. Há cerca de 20 dias, fizemos uma caravana da FNP, que foi muito exitosa, teve uma participação grande das unidades das refinarias de São Paulo, São José dos Campos e do litoral paulista, atrasando a entrada do expediente. Agora estamos aprovando, além da greve em discussão com a FUP (Federação Única dos Petroleiros), ocupações em todas as unidades, denunciando esse entreguismo do governo Michel ‘Shell’ Temer e do Pedro Parente, ‘o gerente do atrasão’.” [FONTES: Brasil 247 e Sputnik News]

O PRÉ-SAL, AGORA, É DELES!

– Segundo estimativas, 93% das reservas de petróleo do planeta estão nas mãos de empresas estatais. Entre os maiores produtores mundiais, apenas o Kuwait e o Iraque privatizaram suas reservas. Coincidência?

* Esses dois países foram invadidos pelos Estados Unidos e como pena de guerra tiveram que ceder suas reservas às empresas norte-americanas…

“Já aqui no Brasil, o governo golpista de Temer e um Congresso entreguista fizeram o serviço sujo para as multinacionais, entregando o nosso pré-sal de graça”.

14595829_1164683370278641_3470280208711542320_ndfgSaiba mais: Brasil 247

EUA estão por trás da Lava Jato, investigação que paralisou projetos estratégicos

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Por APCNEWS

Uma reportagem da revista Época, do grupo Globo, mostrou inadvertidamente que os Estados Unidos estão ajudando Operação Lava Jato, ao menos dando subsídios de investigação.

A reportagem tenta criminalizar uma possível viagem do ex-presidente Lula para criar empregos no Brasil e ampliar internacionalmente o alcance da empreiteira Odebrecht.

A informação da ação dos EUA na Lava Jato está na reportagem “PF acha prova de que Lula, presidente, atendeu a pedido de lobista da Odebrecht”. O texto diz que o Departamento de Justiça dos Estados Unidos recuperou dados da caixa de emails de Alexandrino Alencar, ex-diretor da Odebrecht, que foram entregues à força-tarefa brasileira:

“A caixa de e-mails de Alexandrino havia sido apagada, mas foi recuperada graças a uma investigação do Departamento de Justiça dos Estados Unidos, motivada pela Lava Jato. Os dados foram enviados à PF no início de março. “O e-mail supra aponta indícios de que Luiz Inácio Lula da Silva era incentivado a atender compromissos de interesse do Grupo Odebrecht ainda quando ocupava a cadeira de presidente”, diz o relatório da polícia enviado ao juiz Sergio Moro e obtido por ÉPOCA. O texto curto constitui um novo elemento na investigação sobre a suspeita de que Lula fez tráfico de influência para a Odebrecht – não só após deixar o cargo, mas desde que era presidente da República.”

A reportagem mostra a relação entre a investigação do juiz Sérgio Moro e dos promotores do Paraná, conhecida como República do Paraná, com o governo dos Estados Unidos. Sérgio Moro já foi classificado por publicação norte-americana como um nerd treinado nos Estados Unidos.

Há também nos EUA processos judiciais milionários contra a Petrobras, que poderão enfraquecê-la e levar milhões de dólares da petroleira brasileira para especuladores de fundos norte-americanos, chamados de abutres.

“Desde o início da Operação Lava Jato, o setor de engenharia brasileiro praticamente quebrou. A Odebrecht, sozinha, demitiu 70 mil funcionários e pode reestruturar dívidas de R$ 100 bilhões. Além disso, foram paralisados projetos estratégicos como a construção dos submarinos nucleares, a cargo da Odebrecht e do grupo francês DCNS, que visam patrulhar a fronteira marítima do Brasil, onde estão as reservas do pré-sal. Outra possível consequência da operação é abertura do pré-sal à exploração de grupos estrangeiros”, anotou reportagem do 247. (VejaTexto Integral). Com Informações de Carta Campinas

O outro lado da moeda:CARTA DE ALERTA A POPULAÇÃO BRASILEIRA: “TOMANDO O PODER NO BRASIL NA INFAME PRIMAVERA TUPINIQUIM”

APCNEWS

por Luiz Carlos Fernandes

E, proclamando-se a si mesmos como sábios, perderam completamente o bom senso… (Romanos 1:22)

53º Hangout: “Tomando o Poder no Brasil na Infame Primavera Tupiniquim” (assista na próxima terça, dia 23 de Março de 2016)

O problema NÃO É O PROPRIAMENTE O GRAMPO… Na verdade nem mesmo a GRAVAÇÃO e sim a EXPOSIÇÃO da mesma que teve a clara intenção de INCENDIAR O POVO BRASILEIRO e de forma PERVERSA ACENTUAR O CAOS CONTRA TODA A NAÇÃO! 

 

CARTA DE ALERTA A POPULAÇÃO BRASILEIRA
(se ama o Brasil, a você mesmo e a sua família, compartilhe!)

O Brasil está debaixo de ataque e violações em uma infame “Primavera Tupiniquim”.

Não se trata de acusar ou defender partido A ou B, trata-se de defender o Estado Democrático de Direito e do que deveria ser a: “Inviolável Soberania Nacional”.

Fico a imaginar se o que está acontecendo aqui fosse na América, invadindo-se a Casa Branca como invade-se o Planalto do Planalto, ou grampeando-se Obama… Com certeza pessoas seriam levadas a Guantánamo e a chave jogada no abismo…

Nossa população composta por uma grande massa de pessoas desinformadas e memória curta, manipulável por um grande veículo de informação escuso que no passado foi decisivo para interferir no rumo de nosso país em várias oportunidades, estão sendo incitadas a violência e agir pela justiça com suas próprias mãos enquanto isso, nosso país ruma aceleradamente ao caos completo, literalmente:
“Do jeito que o Diabo gosta”!

Não é de hoje que prevenimos sobre esses acontecimentos, em várias oportunidades passadas alertamos sobre os acontecimentos fatídicos que estão diante de nós e a grande maioria das pessoas não tem a menor noção dos desdobramentos a que isso nos levará.

Creio que sobre todos nós brasileiros está uma Justiça Superior que nos observa e lamenta pelo que está porvir, se por um lado não tenho em minhas mãos um veículo de massa para dar essa alerta, não posso me furtar a dar a VOCÊ que nos acompanha.

No próximo dia 23 de março de 2016, interromperei uma série de mensagens que tenho dado e farei um Hangout Especial (TODOS PODERÂO ACOMPANHAR DENTRO DESSA MATÉRIA OU DIRETAMENTE NO YOUTUBE) sobre os desdobramentos dessa crise e quero convidá-lo a estar conosco.

Convide seus amigos, familiares e todos que conhece, acredito sinceramente que Deus falará as nossas mentes e corações. Deus o abençoe e até lá! -por Luiz Fernandes

Programado para 23 de março de 2016 –

HANGOUTMinistério Irmãos do Rei – A Batalha Final

Assista: 53º Hangout: “Tomando o Poder no Brasil na Infame Primavera Tupiniquim” (assista na próxima terça, dia 23 de Março) -por Luiz Fernandes

https://www.youtube-nocookie.com/embed/YyBF_ZqI3X8Dia 23 de Março de 2016 às 20h, assista a transmissão ao VIVO direto no YouTube também, acesse AQUI!

Assista na íntegra! ACESSE: https://youtu.be/YyBF_ZqI3X8

OU
https://www.youtube.com/watch?v=YyBF_ZqI3X8

 

CONTEXTUALIZAÇÃO DO TEMA DO HANGOUT ACIMA

Comentário: E a república explode de vez, me preocupa muito esse monopólio da Globo e suas “revistas”, no qual existe uma obscura seletividade de informação, e nesse contexto, o público fica refém das “verdades” impostas pela emissora, a situação se agravou tanto que hoje a emissora dos Marinhos antecipa operações da PF e ações do judiciário, antes mesmo das Instituições do Ordenamento Jurídico Brasileiro se pronunciar a respeito, seria um quarto poder disfarçado de emissora? Fica a reflexão aos amigos. Notavelmente, para descobrir de fato a verdade neste país, o cidadão deve pesquisar a fundo os fatos, deixar de assistir JN e ler revista Veja e comparar informações baseado e fundamentado na legislação do Brasil em todos os ramos do Direito. Pois quem é capaz de perceber que a emissora manipula um reality show como o BBB, é capaz de descobrir o que está por trás da Rede Globo.
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Que fique bem claro que somos apartidários. Aliás, nosso Partido é o Senhor Jesus Cristo e nada além. Quem acompanha as notícias sobre Política no site sabe muito bem que colocamos os dois lados sempre e que o povo tire as devidas conclusões.

“Há tempos venho discordando de Lula, de sua forma de fazer alianças políticas e de muitas imprudências que tem cometido. Numa república e, especialmente, numa democracia, ninguém está acima da Lei e todos devemos satisfação de nossos atos às autoridades e ao Estado de Direito Democrático. Isto digo para registrar minha completa estranheza à forma com que o ex-presidente foi levado às primeiras horas da manhã, à força, pela policia federal por ordem de um juiz singular. Isto está errado! a condução coercitiva ( à força ) só cabe quando o cidadão recusa-se a atender convocação legítima de autoridade legalmente correta. Definitivamente não é o caso! Minha consciência não me permite me omitir diante desta violência contra o direito e a cidadania. O ódio que está se agigantando no Brasil não nos deve retirar o compromisso com a democracia, seus valores e seus ritos.” -Ciro Gomes, Deputado Estadual-PDT pelo Ceará.

MORO, FHC E GILMAR NÃO QUEREM APENAS UM GOLPE, MAS UMA GUERRA CIVIL.

POR KIKO NOGUEIRA

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Na tarde de quarta, 16, houve um quiproquó em frente ao Palácio do Planalto, em que deputados, seus assessores, movimentos de extrema direita e penetras como Fernando Gabeira bateram panela e gritaram “Fora Lula” e outros slogans da Avenida Paulista.

A confusão cresceu e, até o momento em que escrevo este texto, há oito mil pessoas em torno de um grito de Ocupa Brasília.

Fernando Henrique Cardoso, Gilmar Mendes e Sergio Moro não estavam presentes pessoalmente, mas em espírito — e um espírito público que se apequena mais e mais, em busca de atirar o Brasil no caos.

Moro vazou para o G1 e a GloboNews o conteúdo de grampos de conversas entre Lula, Dilma e ministros do STF. Justamente no dia em que o ex-presidente assumia a Casa Civil. As gravações trazem um diálogo sobre o convite. No trecho que está sendo usado como prova de obstrução de Justiça, Dilma fala que está mandando o termo de posse.

— Use em caso de necessidade, tá?

Moro encaminhou o despacho para o STF. No próprio documento, ressalta que “não há nenhum indício nas conversas, ou fora delas”, de que as pessoas citadas tentaram, de fato, agir “de forma inapropriada”.

Então por que vazou?

Para se vingar. Porque foi contrariado. Para incendiar um país.

Ele está em boa companhia. Citado na delação de Delcídio, que mencionou os esquemas na Petrobras quando presidiu a empresa, entre 1999 e 2001, FHC tirou os punhos de renda e declarou para uma plateia de corretores de seguros que “conhecimento é fundamental. Você não pode dirigir esse país sendo analfabeto. Não dá”.

Lula no ministério é escandaloso e “um erro do ponto de vista da organização do governo”. A sociedade precisa “reagir energicamente” ao fato de “uma pessoa ser ministro no momento em que pode se tornar réu em um processo”. No governo dele, “no tempo de Jesus Cristo, houve alguém que fez alguma coisa errada. Sempre ocorreu.”

A catilinária de FHC perdeu em baixo nível apenas para a de Gilmar Mendes, que insiste em confundir as funções de juiz com as de político em campanha.

Na sessão que derrubou os recursos de Eduardo Cunha para o rito do impeachment, Gilmar, sempre estrebuchando, enfurecido, o lábio pendente, lembrou que “o quadro se agrava”.

Lula assume o posto, segundo ele, “na condição de ser um supertutor da presidente da República. É preciso muita desfaçatez para obrar desta forma das instituições. É preciso ter perdido aquele limite que distingue civilização de barbárie.”

A conversa de civilização contra barbárie foi usada por muita gente boa, como Hitler, que queria uma “raça pura, única, civilizada”.

Ambos têm uma ficha corrida de dar gosto. A de FHC, particularmente, ganhou contornos mais coloridos e inescapáveis desde a delação contrariada de sua ex-namorada, a jornalista Mirian Dutra. De onde veio isso, tem mais.

A inversão moral é uma ferramenta perigosa. Lula é acusado por essa gente que espuma de ser incitador do “ódio de classes”. Ora, acusar alguém de analfabeto é o quê? O que vem depois? Nordestino safado?

É um caso de estudo. A demagogia não incentiva apenas revoltados on line que escrevem em caixa alta, mas provoca uma reação instintiva que foge a qualquer controle. Ela cria um ciclo de raiva, medo, ódio e violência que empurra moderados para o extremo.

É o que eles querem? Sim. O golpe está nas ruas.

Comentário: É triste dizer isso, triste saber que poucos acreditam, mais triste ainda será o desfecho que esse “borra botas” muito bem pago, treinado, controlado pela CIA, servente fiel aos interesses americanos e suas gigantes petrolíferas (em apuros), está plantando, cultivando, colhendo e distribuindo ódio que impregna em mentes previamente “feitas”, alimentando-se mais e mais desse sentimento que, a qualquer momento, pode começar a espalhar “corpos no asfalto”.

É de impressionar a forma dedicada e eficaz com que ele (moro-deus, deus-moro) cumpre os objetivos traçados para que, a qualquer custo, mesmo que seja de vidas humanas, as nossas riquezas passe a ter o controle total por parte das multinacionais petrolíferas americanas!

QUE NÃO FIQUE DÚVIDAS, seria OU SERÁ, a primeira vez que os americanos, seus petrodólares e aliados teriam que enfrentar e se SUBMETER A REGRAS DE MERCADO, pois eis que surgirá, a curto e/ou médio prazo, um CONCORRENTE A ALTURA OU ATÉ MAIS PODEROSO, UMA OUTRA VOZ A SER OUVIDA DENTRO DE UM MERCADO QUE APENAS (UM) ESTÁ NO COMANDO, FAZENDO O QUE BEM ENTENDER COM UMA RIQUEZA NATURAL PERTENCENTE A HUMANIDADE, UMA ENERGIA SUJA, PORÉM QUE AINDA MOVE O PLANETA.

Da até impressão que ele passou um tempo com os idealizadores e executores da operação MK ULTRA, de tão serviçal que esse boçal se mostra o tempo todo, com palavras, atitudes, decisões e imposições!

É CERTO, MORO nitidamente trabalha para defender os interesses, diria até, além dos norte-americanos, mas também daqueles que trabalham na “surdina” na “calada” das trevas, os donos do mundo!

Só quero fazer pensar, quem sabe um banho de sangue poderemos evitar!

Gratidão
Ed

OU A DEMOCRACIA ACABA COM MORO OU MORO ACABA COM A DEMOCRACIA.

POR PAULO NOGUEIRA

Com Doria: perdeu o pudor.

Ou a democracia acaba com Moro ou Moro acaba com a democracia.

Ao grampear Dilma e Lula ele ultrapassou todos os limites da decência que pudessem existir. Ao passar os grampos para a Globo, avançou ainda mais na vergonha.

É como se estivéssemos em 1964. A Globo mais uma vez mergulha num golpe. Em vez de tanques do Exército, ela se apoia num juiz desequilibrado, parcial, deslumbrado com os holofotes – e potencialmente letal para a jovem democracia brasileira.

Moro parece desesperado, mais que tudo.

Ele vai vendo se esvair sua popularidade. A princípio aplaudida e respeitada por uma ampla maioria, a sua Lava Jato passou a ser cada vez mais criticada nos últimos tempos, assim como ele próprio.

A coerção de que foi vítima Lula foi um marco nessa mudança de opinião sobre Moro. Juristas e colunistas insuspeitos de petismo começaram a duvidar da isenção de Moro como juiz.

Até um colunista da Folha, um jornal sempre tão favorável a Moro, disse que Moro tinha que pelo menos manter as aparências. Bernardo Mello Franco, o moderado colunista de que falo, se referia à participação de Moro num encontro promovido por um líder do PSDB.

Elio Gaspari, outro colunista simpático a Moro, escreveu, depois do caso Lula, que estava faltando “modéstia” à Lava Jato.

O fato é que Moro foi abusando progressivamente do partidarismo. Tirou proveito da covardia daqueles que há muito tempo perceberam suas reais intenções: acabar não com a corrupção e sim com Lula e o PT.

Moro cresceu no vácuo dos medrosos, um dos quais, o ex-ministro José Eduardo Cardoso, desempenhou um papel fabuloso na sua escalada.

Ele terminou por se tornar uma evidente ameaça à democracia, como se viu hoje.

Quer, claramente, dar um golpe. Mas vai conseguir?

Vai depender da reação dos que defendem não Lula, não Dilma, não o PT – mas a democracia.

Um STF que zele pelas instituições, como disse hoje o ministro Barroso ao criticar o comportamento de militante político do colega Gilmar, tem que enquadrar rapidamente Moro.

Ele tem que ser exonerado imediatamente.

As pessoas que forem às ruas no dia 18 devem incluir entre suas manifestações o fim de Moro. É essencial que todos os que defendem a democracia, independentemente de partidos, saiam às ruas.

Moro arriscou tudo neste grampo urdido em conluio com a Globo. Os adversários podem fazer tudo, exceto se intimidar com seu blefe.

Moro e seu golpismo só serão derrotados com uma reação enérgica dos que não querem ver o Brasil retroceder aos horrores de 1954 e 1964.

Ele está achando que pode voar. Cabe aos democratas mostrar-lhe que não.

Sérgio Moro, um juiz a serviço da TV Globo e do PSDB.

Os principais interessados na Operação Lava Jato são o PSDB e as multinacionais do petróleo. Ambos clientes da esposa de Sérgio Moro.

POR EMANUEL CANCELLA

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A esposa do juiz Sérgio Moro, que está à frente da Operação Lava Jato, advoga para o PSDB do Paraná e para multinacionais de petróleo. A denúncia foi publicada no Wikleaks.

O fato já seria suficiente para inviabilizar a participação do juiz Moro no processo que apura a corrupção na Petrobrás (Operação Lava Jato). O Código de Processo Civil, em seu artigo 134, manda arguir o impedimento e a suspeição do juiz: “ IV- Quando nele estiver como advogado da parte o seu cônjuge ou qualquer parente seu, consanguínio ou afim, em linha reta: ou na linha colateral até o segundo grau”.

Mais claro impossível. Ora, quem são os principais interessados na Operação Lava Jato, que afeta diretamente a Petrobrás? O PSDB e as multinacionais do petróleo, clientes da mulher de Moro! São eles os grandes beneficiados com essa Operação.

Na véspera da eleição presidencial, a Revista Veja estampou uma foto da então candidata Dilma, afirmando: “Dilma e Lula sabiam da corrupção na Petrobras”. A TV Globo repercutiu no Jornal Nacional.

A capa da Veja – um panfleto pró-Aécio – e o noticiário da emissora de maior audiência (ainda que decadente) manipularam até o final e certamente conseguiram arrancar alguns milhões de votos da presidenta, embora não o suficiente para derrotá-la.

Depois do estrago causado, a farsa montada pela Veja e pela Globo foi desmentida. O próprio advogado do doleiro Alberto Youssef (suposto delator) assegurou que “o seu cliente não fez declaração alguma envolvendo os nomes de Lula e Dilma”.  Quem provavelmente “sabia” da manipulação montada, era o juiz Sérgio Moro.

Parcialidade e blindagens se revelam como um novo escândalo
A sociedade não deve nenhum respeito a um juiz que extrapola suas funções e, sem nenhuma base jurídica, destrata a autoridade máxima do país. É o que aconteceu no segundo turno das eleições presidenciais, quando foram veiculadas as acusações – depois desmentidas. Por esse fato, o juiz Sérgio Moro deveria se desculpar publicamente.

Por mais que os brasileiros queiram ver na cadeia corruptos e corruptores –  também me incluo entre os indignados – não é possível aceitar que a Justiça tenha dois pesos e duas medidas. O juiz Sérgio Moro mantém preso o tesoureiro do PT, mas não mandou prender os tesoureiros dos demais partidos citados em delação premiada, dentro da mesma operação, dentre os quais havia políticos do PSDB, PMDB, PP e outros. O tesoureiro do PSDB, Marcio Fortes, que foi tesoureiro de campanha de FHC e de José Serra, além do envolvido com o PSDB na Lava Jato é titular de conta para lavagem de dinheiro no HSBC da Suíça. Mas continua solto.

A parcialidade de muitos juízes se revela como um novo escândalo, tão grande quanto aqueles que apuram. Pior é a blindagem de personagens, como o atual presidente da Câmara de Deputados, Eduardo Cunha. Será ele refém ou artífice de um projeto conservador em andamento que pratica uma verdadeira devassa, derrubando conquistas históricas da sociedade civil e dos trabalhadores?

Por que não são investigados e punidos os empresários de comunicação que falam e escrevem o que bem entendem, contra tudo e contra todos, sem nenhuma regulamentação?

Por que esses escândalos não têm a mesma repercussão na mídia? O que se diz é que órgãos de comunicação também estariam envolvidos, em escândalos bilionários, como o Swisslaikes, Zelotes e Trensalão.

A lei determina que todos os envolvidos em corrupção, corruptos e corruptores, depois da ampla defesa e, se condenados, sejam presos e os bens adquiridos por meio da corrupção sejam ressarcidos. Mas a regra deveria valer para todos os partidos!

A TV Globo deu ao juiz Sérgio Moro o título de personalidade do ano. A TV Globo apoiou e cresceu à sombra da ditadura, foi contra as eleições diretas e, no governo de FHC, na década de 1990, fez campanha pela privatização da Petrobrás, comparando a estatal a um paquiderme e chamando os petroleiros de marajás.

A Globo e o PSDB sempre defenderam a privatização da Petrobrás. O seu projeto de país tem sido derrotado nas urnas. Mas, por vias transversas, está sendo retomado. É o que aponta o projeto do senador do José Serra que retira a Petrobrás como operadora única do pré-sal e acaba com o regime de partilha, retornando ao pior modelo, que é o de concessão, instituído em 1997 pelo entreguista FHC.

Como funcionário da Petrobrás e brasileiro não posso aceitar calado essa tramoia contra a empresa que é o maior patrimônio da nação e a única que pode pagar a dívida social que temos com nosso povo. A sociedade não pode permitir que a Globo e o PSDB destruam a Petrobrás.
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Emanuel Cancella
é coordenador do Sindicato dos Petroleiros do Estado do Rio de Janeiro (Sindipetro-RJ) e da Federação Nacional dos Petroleiros (FNP).

 

Luiz Carlos Fernandes

Luiz Carlos Fernandes, casado, tem dois filhos, carioca, administrador, pesquisador cristão, com especialização em economia de mercados e Co-fundador e Colunista do site Apocalipse News. É fundador do Ministério Fernandes Spiritual Group, Ministério Irmãos do Rei – A Batalha Final e especialista no livro do Apocalipse e Daniel (sites: http://www.oamanhahoje.com /http://www.tempofinal.com /http://www.apocalipsenews.com). Ele atua há mais de 15 anos pela internet. Seu Ministério desde o ano 2000 tem realizado palestras em todo o Brasil no sentido de alertar as pessoas à respeito de grandes e rápidas mudanças que tem degenerado toda a nossa sociedade a começar pelas famílias. Para conhecer a sua história, assista aos vídeos: Conheça a Nossa História e o vídeo: Quem Somos e o que Fazemos …

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