O homem da mala preta de Temer é da cozinha de João Doria!

Rocha Loures o homem da mala preta de Temer é um assíduo participante de rodas sociais com João Doria! Assistam:

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Começou o Golpe dentro do Golpe!

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A globo já abandonou o Michel Temer, seus noticiários já gastam valiosos minutos para criticar o governo! Gilmar Mendes já tinha dado o recado para Sérgio Moro começar a acabar a Lava Jato!  E assim os Tucanos trabalham por via indireta para eleger um presidente cujo o mais cotado é FHC!

Veja mais:

O fim do Golpe? Assim como Romero Jucá, Renan Calheiros e José Sarney, Michel Temer também foi gravado por Sérgio Machado

Por APCNEWS

Possibilidades de novos áudios preocupa muito a gestão Temer.

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Sérgio Machado, ex-presidente da Transpetro, também gravou Michel Temer.

Ainda não há detalhes sobre o teor da conversa, mas, ao que tudo indica, o encontro deve ter sido motivado pela conspiração do, agora, presidente interino contra a Presidenta e contra os avanços da Lava Jato.

A gravação se encontra na PGR e aguarda homologação do Ministro do STF, Teori Zavascki, para anexá-la ao acordo de delação premiada de Sérgio Machado.

Segundo fontes próximas ao Planalto, assessores de Michel Temer confirmaram o encontro do interino com Sérgio Machado.

 

Palácio do Planalto se preocupa com situação de Renan Calheiros.

Reproduções do Globo online e da Folha de S.Paulo online

Reproduções do Globo online e da Folha de S.Paulo online

Reproduções do Globo online e da Folha de S.Paulo online

Comentário: Claro que as gravações das conversas com Romero Jucá, Renan Calheiros e José Sarney têm forte impacto político e junto à opinião pública. Mas a maior preocupação do Palácio do Planalto está na delação premiada de Sérgio Machado, que segundo informações publicadas por toda a imprensa, relataria com detalhes os esquemas de propinas de contratos da Transpetro, que teria beneficiado Renan Calheiros e outros parlamentares. A se confirmar, Renan Calheiros pode ficar numa situação insustentável e se afastar da presidência do Senado. É um cenário que atormenta Temer. O presidente em exercício contava com Eduardo Cunha para comandar o rolo compressor na Câmara dos Deputados, apesar de todo o desgaste da aliança perante a opinião pública. Hoje tem que conviver com Waldir Maranhão (PP-MA) e sua “gestão compartilhada” na Câmara, claro, com Eduardo Cunha por trás. No Senado e nas sessões conjuntas do Congresso Nacional, Temer conta com outro rolo compressor que é Renan Calheiros, basta ver como conduziu a sessão que aprovou a nova meta fiscal. E se Renan não aguentar? Aí o governo fica numa situação ainda mais difícil no Senado do que na Câmara. O vice-presidente do Senado é Jorge Viana (PT-AC). Na Câmara Temer sabe que mesmo com Waldir Maranhão e sua situação sui generis dá para negociar com Eduardo Cunha mais um cargo aqui, outro ali, e mesmo aos trancos e barrancos ter um controle da pauta. Mas na hipótese de ter o petista Jorge Viana no comando do Senado a situação ficará muito mais complicada para o governo atropelar a oposição. 

 

A Lava Jato na visão de José Sarney e Renan Calheiros.

Comentário: A revelação de novos diálogos gravados pelo ex-presidente da Transpetro, Sérgio Machado com José Sarney e Renan Calheiros deixam claro que ambos estavam articulando uma forma de chegar ao ministro Teori Zavascki para conter a Lava Jato. Para Renan, o Procurador Geral da República, Rodrigo Janot é “mau caráter”. Já Sarney tem o desplante de dizer que Sérgio Moro está “perseguindo por besteira. Os diálogos revelam também uma conversa com caciques do PSDB para acertar o “pacto” para abafar a Lava Jato. E vem mais por aí. Há várias horas gravadas que ainda não foram divulgadas e a delação de Sérgio Machado embora homologada ainda ficará em sigilo por mais algum tempo para não atrapalhar novas investigações que estão em curso. E por tudo o que foi revelado o “pacto” negociado incluía poupar Lula também, ou seja, um acordão para todo mundo se safar.

Reprodução do Jornal Nacional

Reprodução do Jornal Nacional

Reprodução do Jornal Nacional

>> Leia também: Romero Jucá derruba discurso do impeachment e escancara razões do golpe; Crise se agrava e Romero Jucá pede licença

Teste de fogo para Michel Temer.

Eduardo Paes bate foto do VLT

Eduardo Paes bate foto do VLT

Eduardo Paes bate foto do VLT

Comentário: A princípio o primeiro teste público de popularidade do presidente em exercício Michel Temer está marcado para o domingo (5 de Junho). É quando o prefeito do Rio Eduardo Paes vai inaugurar o primeiro trecho do VLT no Centro do Rio. O problema é que o PT, PCdoB e os movimentos sociais que apoiam Dilma e Lula marcaram uma grande manifestação na Candelária. Por isso Michel Temer ainda não confirmou a presença. A questão é que alguma hora Michel Temer vai ter que sair do Palácio do Planalto e enfrentar o povo. Nessa hora seja onde for é elementar que o PT e companhia vão realizar protesto. Não tem escapatória. Já soube que Paes quer montar uma operação de guerra com o Secretário Estadual de Segurança José Mariano Beltrame para impedir que Temer passe constrangimento, inclusive usando a Juventude do PMDB-RJ, que na época da CPI dos Ônibus na Câmara dos Vereadores (2013) foi usada para agredir manifestantes e repórteres. É bom lembrar a Paes que é uma faca de dois gumes. Em todo o caso por enquanto permanece o dilema de Temer: Ir ou não ir à inauguração do VLT no Rio?

FONTE: PLANTÃO BRASIL

A FARSA MBL CAIU POR TERRA DE VEZ: Áudios mostram que partidos financiaram MBL em atos pró-impeachment

Comentários por APCNEWS

Os coxinhas (tucanos e aliados) acusam os mortadelas (oposição ao PT) de receberem dinheiro para as manifestações pró-Dilma. Mas como mostra reportagem do UOL, o principal movimento que atuou nas Redes Sociais convocando manifestações pró-impeachment recebeu dinheiro do PMDB, DEM, Solidariedade e da Juventude do PSDB. No final a origem do dinheiro que irrigou os dois lados é a mesma, veio dos cofres públicos e do exterior. E convenhamos que “nova política” com dinheiro do PMDB, PSDB, DEM e Solidariedade, aqui para nós, é coisa velha.
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O MBL (Movimento Brasil Livre), entidade civil criada em 2014 para “combater a corrupção” e lutar pelo impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT), recebeu apoio financeiro de origem escusas.

Reprodução do UOL

Reprodução do UOL

Reprodução do UOL

Quando fundado, o movimento se definia como apartidário e sem ligações financeiras com siglas políticas. Em suas páginas em redes sociais, fazia campanhas permanentes para receber ajuda financeira das pessoas, sem ligação com partidos.

Em uma gravação de fevereiro de 2016 a que o UOL teve acesso, Renan Antônio Ferreira dos Santos, um dos três coordenadores nacionais do MBL, diz em mensagem a um colega do MBL que tinha fechado com partidos políticos para divulgar os protestos do dia 13 de março usando as “máquinas deles também”.
Renan diz ainda que o MBL seria o único grupo que realmente estava “fazendo a diferença” na luta em favor do impeachment de Dilma Rousseff.
Ouça a gravação abaixo.

RENAN SANTOS FALA SOBRE A LIGAÇÃO DO MBL COM PARTIDOS POLÍTICOS

Em nota enviada ao UOL, Renan Santos confirmou a autenticidade do áudio e informou que o comitê do impeachment contava com lideranças de vários partidos, entre eles, DEM, PSDB,  SD e PMDB.
“As manifestações não são do MBL. 13 de Março pertence a todos os brasileiros, e nada mais natural que os partidos de oposição fossem convidados a usar suas redes de divulgação e militância para divulgar a data. Não houve nenhuma ajuda direcionada ao MBL. Pedimos apenas que divulgassem com toda energia possível. Creio que todos o fizeram”, informa nota do MBL.
O movimento negociou também com a Juventude do PSDB ajuda financeira a suas caravanas, como pagamento de lanches e aluguel de ônibus, e teria tido apoio da “máquina partidária” do DEM.
Os coordenadores do movimento, porém, negociaram e pediram ajuda a partidos pelo menos a partir deste ano. Atualmente, o MBL continua com as campanhas de arrecadação nos seus canais de comunicação, mas se define como “suprapartidário”. Aliás, a contribuição financeira concedida é vinculada ao grau de participação do doador com o movimento. A partir de R$ 30, o novo integrante pode ter direito a votos.
Já os partidos políticos que teriam contribuído com o MBL têm versões distintas para explicar o caráter e a forma desses apoios, chegando em alguns casos a negá-los. Conheça cada caso.

PMDB e os panfletos

Em imagem de dezembro de 2015, coordenadores do MBL (entre eles, Fernando Holiday, coordenador nacional, abaixo, à direita) posam para foto ao lado de Eduardo Cunha (PMDB-RJ), então presidente da Câmara dos Deputados.

O PMDB teria custeado a impressão de panfletos para o MBL divulgar as manifestações pró-impeachment ocorridas pelo país no último dia 13 de março. O presidente da Juventude do PMDB, Bruno Júlio, informou ao UOL que solicitou ao presidente da Fundação Ulysses Guimarães, Moreira Franco, que custeasse R$ 20 mil em panfletos de divulgação dos atos, com a inscrição “Esse impeachment é meu”. A assessoria de Moreira Franco nega.
O dirigente da JPMDB afirma que o material foi pago pelo partido e entregue ao MBL, que distribuiu para suas sedes regionais e espalhou por todo o país. “O MBL auxiliou na logística, distribuindo os panfletos e colando cartazes, mas a Fundação Ulysses Guimarães pagou porque se tratava de uma campanha nossa, da Juventude do PMDB, que nós encampamos”, explica.
O lema “Esse impeachment é meu”, no entanto, pertence ao MBL, que estampou a frase em camisetas, faixas e cartazes, além de tê-lo utilizado em discursos e vídeos gravados por suas lideranças.
Procurada, a assessoria do atual secretário-executivo do PPI (Programa de Parcerias e Investimentos) do governo interino, Moreira Franco, disse, no primeiro momento, que o ex-ministro da Aviação Civil do governo Dilma não se recordava se teria pago ou não pela impressão. Posteriormente, negou que o pagamento tenha ocorrido e afirmou que nem Moreira Franco nem o PMDB jamais trabalharam em parceria com o MBL.
Questionado sobre o apoio, o MBL não confirmou o custeio dos panfletos, disse apenas que o PMDB fazia parte da comissão pró-impeachment.

 Solidariedade e DEM

Braulio Moraes, presidente da Juventude do DEM no DF, entrega camiseta do MBL ao senador Ronaldo Caiado (DEM-GO)

A assessoria de imprensa do Solidariedade confirmou a parceria em nota ao UOL: “O apoio do Solidariedade ao MBL foi com a convocação da militância para as manifestações do impeachment, carro de som nos eventos e divulgação dos atos em nossas redes.”
Já o DEM informou que atuou em conjunto com o MBL, mas negou qualquer tipo de ajuda financeira ou apoio material ao movimento. “O Democratas se uniu aos movimentos de rua em favor do impeachment. Não houve nenhum tipo de apoio financeiro, apenas uma união de forças com os movimentos de rua, dentre eles o MBL”, disse o partido.

PSDB

MBL e os partidos: da esquerda para a direita, Bráulio Moraes, da Juventude do DEM, Fernando Holiday, do MBL, Victor Vilela Pupupim, da Juventude do PSDB, e Alexandre Neves, da Juventude do Democratas.

Em gravação feita no dia 5 deste mês a que o UOL teve acesso, o secretário de Mobilização da Juventude do PSDB do Rio de Janeiro, Ygor Oliveira, dá detalhes a seus colegas de partido sobre uma “parceria com o MBL” para financiar uma manifestação que veio a ocorrer no dia 11 de maio, em Brasília, durante a votação no Senado que resultou no afastamento de Dilma Rousseff da Presidência da República.
Ouça a gravação.
 YGOR OLIVEIRA, DA JUVENTUDE DO PSDB-RJ, FALA DE PARCERIA COM MBL

Oliveira confirmou ao UOL a autenticidade da mensagem, mas disse que a “parceria” acabou por não se concretizar. “Isso foi um rascunho de uma parceria, que acabou não dando certo”, afirmou.

Ele disse também que essa fora a primeira iniciativa conjunta entre a Juventude do PSDB e o MBL, e que não pretende realizar outras: “Foi o primeiro projeto conjunto (de financiar a viagem de manifestantes a Brasília), e por ora não existe nenhuma outra iniciativa em vista.”

Procurado pela reportagem, o MBL confirmou a “aproximação ao PSDB”, mas não informou se a parceria com o partido para pagar o lanche e o transporte de manifestantes no dia 11 de maio efetivamente se concretizou.

Em nota, Renan Santos, coordenador nacional do movimento e filiado ao PSDB entre os anos 2010 e 2015, afirmou que “o MBL não criminaliza a política nem os políticos. A aproximação com as lideranças (políticas) foi fundamental para pavimentar o caminho do impeachment.”

FONTE: UOL

Michel Temer forneceu informações à inteligência dos EUA, segundo WikiLeaks

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Por APCNEWS

O presidente interino do Brasil, Michel Temer, foi um informante da inteligência e Defesa dos Estados Unidos há dez anos, segundo informou o site WikiLeaks.

Segundo a organização, nos meses de janeiro e junho de 2006, o presidente do PMDB enviou documentos ao Conselho de Segurança Nacional dos EUA e ao Comando do Sul, em Miami, descrevendo sua visão sobre a unidade do partido e as eleições que seriam realizadas naquele ano.

“Novo presidente brasileiro, #Temer, foi um informante da embaixada para a inteligência e as Forças Armadas dos EUA”, disse o WikiLeaks através do seu Twitter.

Temer, escolhido como vice-presidente de Dilma Rousseff nas eleições de 2011 e 2014, assumiu a presidência do Brasil, após o afastamento da chefe de Estado legitimamente eleita, contra a qual foi instaurado um processo de impeachment.

FONTE: Sputnik News

Ezequiel Teixeira diz que Cunha “não representa o povo evangélico”

Ezequiel Teixeira diz que Cunha “não representa o povo evangélico”

Por Jarbas Aragão  / GospelPrime

“E disse-lhes: Está escrito: A minha casa será chamada casa de oração; mas vós a tendes convertido em covil de ladrões.” – Mt 21.13 

Apesar de oficialmente serem parte da bancada evangélica, há divergências fortes entre o deputado Ezequiel Teixeira (PTN/RJ) e o ex-presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB/RJ).

No ano passado, Teixeira, que é pastor da Igreja Projeto Vida Nova, se pronunciou após terem “estourado” denúncias contra o peemedebista.

Em seu desabafo nas redes sociais, disparou: “Eduardo Cunha chegou à presidência da Câmara – sabe-se a que custo – com o apoio de diversos líderes do segmento evangélico… Durante a campanha eleitoral, pastores entregaram os púlpitos das igrejas do Senhor para Eduardo Cunha, que arrebatou milhares de votos.  Quero deixar um recado aos pastores e líderes que apoiaram esse senhor: peçam perdão a Deus, à Igreja e ao povo brasileiro”.

Agora, com o afastamento de Cunha por intermédio de ação do STF, Teixeira voltou a se manifestar. Ao falar sobre pastores e líderes que apoiaram Cunha durante a campanha, pediu: “Espero que não o abandonem, ao contrário, devem pregar o verdadeiro Evangelho para ele. Quem sabe se converte. Repito: não deixem de pedir perdão, só Deus sabe quanto custou esse apoio”.

O apoio a Cunha parece ser um assunto incômodo para parte da Frente Parlamentar Evangélica (FPE), apesar de contribuir muito para o avanço das pautas “conservadoras”, Cunha teve seu nome envolvido em muitas denúncias de corrupção.

A mídia acabou muitas vezes tratando a bancada evangélica como apoiadores incondicionais do ex-presidente da Câmara. Isso não era verdade na maioria dos casos.

Nos últimos dias, líderes conhecidos como Silas Malafaia e Marco Feliciano questionaram a maneira como o STF tratou o caso de Cunha, mas reconheceram que todas as denúncias contra ele devem ser investigadas. Com informações de IG