Bolsonaro, Sarney, Flávio Dino, Lula e Venezuela!

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O principal motivo do rompimento do deputado Jair Bolsonaro com o PSC do Pastor Everaldo, foi que o PSC no Maranhão apoiou o então Governado Flávio Dino nas últimas eleições, acho que já falei isso aqui em um outro vídeo! O Governador Flávio Dino que é do PCdo B e que era o candidato de oposição ao grupo Sarney. Pois bem, nessa paranóia de ser contra a tudo que cheira esquerdismo, Bolsonaro deu mais essa bola fora, pois o Governador Flávio Dino foi considerado o melhor governador do Brasil em 2017, já tinha sido o Segundo em 2016, reportagem disponível em todos os grandes jornais brasileiros.

Pois bem, o Maranhão não virou Venezuela, os sem terras não invadiram as fazendas, os sem tetos não invadiram as casas, o marxismo cultural não tomou a cultura e etc, mas escolas foram construídas e reformadas, hospitais foram construídos, pontes construídas, acabaram as rebeliões em Pedrinhas e muitos avanços em coisas que o grupo Sarney negligenciava quando estava no governo.

No entanto, Sarney não desiste, indicou o diretor geral da PF, que fez operações midiáticas contra o Governo de Dino, e agora vetou junto a Temer a indicação do Deputado maranhense Pedro Fernandes para ministro do Trabalho, pelo mesmo ser do grupo de apoio a Dino no Maranhão.

A Direita e Bolsonaro ainda hoje andam com essa conversa fiada de que se o Lula ganhar o Brasil vai virar uma Venezuela. Que patacoada sem tamanho! A direita que já sabe que Lula ganha as eleições, se conseguir concorrer é claro, já anda com desculpinhas que as eleições vão ser fraudadas através das urnas eletrônicas, ainda não me decidi em quem vou votar, mas como não pertenço a grupo nenhum, como Bolsonaro já se rendeu ao Mercado Financeiro e do jeito como não gosto dessa turminha do Sérgio Moro e dessa tal nova direita brasileira capitaneada por Olavo de Carvalho, posso acabar votando no Lula e não to nem aí para essa direita atrelada à maçonaria, a Estado Mínimo, a privatizações a globalismo, a catolicismo, eca!

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Victório Galli afirma que existe uma orquestração “vermelha” contra evangélicos

Victório Galli afirma que existe uma orquestração contra evangélicos

Por Jarbas Aragão / GospelPrime

Desde seu surgimento, o canal Porta dos Fundos fez vários vídeos onde provocava os cristãos e ridicularizava propositalmente símbolos sagrados. Isso levou vários grupos a propor um “boicote” e resultou em processos judiciais. Esse “pseudohumor”, que visa atacar pessoas e suas crenças, em especial o cristianismo, é apenas um dos exemplos da intolerância que vemos todos os dias no país. Para o deputado federal Victório Galli (PSC/MT) isso está evidenciado na orquestração de movimentos de esquerda contra bancada evangélica

Membro de um partido que leva Cristão no nome, o parlamentar acredita que possui autoridade para dizer que isso é fruto da doutrinação ideológica conhecida como marxismo cultural que foi francamente incentivada durante os 13 anos de governo petista. Embora reconheça que o humor é marca do ethos brasileiro, defende que muitos estão extrapolando a prerrogativa da liberdade de expressão.

A indignação do brasileiro médio é seletiva, pois dependendo do enfoque dado a um determinado assunto, “o silêncio é que fala mais alto”, sublinha Galli. Embora 86,8% da população brasileira, seja formada por católicos e evangélicos (IBGE -2010), “estes pretensos artistas não se privam de atacar-nos”, desabafa.

O exemplo mais recente disso foi o recente episódio do debate no rádio protagonizado pelo seu colega Marco Feliciano (PSC/SP) e o humorista Gregório Duvivier, durante o Programa Pânico da Rádio, da Jovem Pan. Atacado pelos membros do Porta dos Fundos que estavam divulgando seu filme, odeputado e pastor ligou para defender-se.

Duvivier, assumidamente um ateu ‘militante da esquerda’ e comunista, passou a ridicularizar a fé cristã. Ao ouvir o argumento de que Maria era virgem, perguntou: “Você viu o hímen de Maria?”. Também ironizou o pastor Feliciano e toda Frente Parlamentar Evangélica. Tentando desqualificar o trabalho da bancada, admitiu que não suporta vê-los defender pautas conservadoras. Notório defensor do aborto e da legalização das drogas, ao classificar a postura de “retrocesso”, ele apenas fez eco ao que declarou durante a Parada do Orgulho LGBT este ano Viviany Beleboni, a mesma transexual que desfilou crucificada em 2015.

Na tentativa de criar constrangimento, o humorista afirmou que possui vários amigos evangélicos que “têm vergonha” de políticos como Feliciano. Para Galli, “O marxismo, ideologia defendida por Duvivier, é essencialmente antagônico ao cristianismo. O modo de vida defendido pelo “artista” tem como objetivo a destruição dos valores judaico-cristãos”. Logo, o desprezo pela fé alheia lhe é característico, como de todos os que seguem essa linha.

O político mato-grossense reconhece que os membros da bancada “não são perfeitos” e defende que todos paguem pelos seus eventuais erros. O que afirma lhe incomodar é o “silêncio obsequioso” da mídia, sempre reproduzido nas redes sociais, quando são realizadas ações que visam claramente os cristãos. Lembra de ataques que foram feitos no Oriente Médio contra aldeias ou locais de culto cristão e a imprensa trata o assunto como “conflito étnico” ou “disputas políticas”.

Ressalta ainda que recentemente a ONU se negou a reconhecer o genocídio de cristãos por muçulmanos em seus relatórios oficiais. Assevera que os valores do cristianismo estão sendo constantemente combatidos, seja através de vídeos, postagens nas redes sociais, passando por reportagens nos principais canais e até manifestações públicas.

“Em nome do politicamente correto, tentam nos taxar de reacionários, fundamentalistas e outros termos derrogatórios. Se eles fazem a ameaças, usando o ‘não passarão’, convido a todos os homens e mulheres cristãos do país e responderem como eu: ‘não nos calarão’”, encerra.

Jair Bolsonaro é batizado por pastor no rio Jordão

Jair Bolsonaro é batizado por pastor no rio Jordão

Por Jarbas Aragão / GospelPrime

Jair Messias Bolsonaro encontrou com o Messias Jesus Cristo. Em vídeo divulgado nas redes sociais, o deputado federal pelo Partido Social Cristão (PSC) e pré-candidato à presidência da República surpreendeu ao ser batizado por um pastor no rio Jordão, em Israel.

Ao lado de outros membros do seu partido, ele está fazendo uma “visita técnica” à Terra Santa, para conhecer tecnologias e estreitar a relação entre os países. Participaram como convidados especiais da cerimônia de celebração dos 68 anos de Independência de Israel.

Liderados pelo pastor Everaldo, presidente da legenda, além de Jair, compõem a equipe o deputado federal Eduardo Bolsonaro (SP), os deputados estaduais Flávio Bolsonaro, Felipe Soares, do Rio de Janeiro e Noraldino Júnior, de Minas Gerais, o vereador Carlos Bolsonaro (RJ) e a secretária de desenvolvimento do Ceará, Nicolle Barbosa.

Após visitas ao Knesset [Parlamento Israelense] e alguns ministérios, eles também visitaram lugares turísticos, como o “Jardim do Túmulo”, local onde o corpo de Jesus foi colocado depois da crucificação.

No vídeo que circula nas redes, o pastor Everaldo conduz uma cerimônia de batismo por imersão, seguindo a tradição da maioria das igrejas evangélicas. Bolsonaro está entre as pessoas que decidiram confessar publicamente sua fé em Jesus Cristo como Filho de Deus e salvador, sendo batizado em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo, conforme a instrução bíblica.

Bolsonaro até o momento não se identificava publicamente como evangélico. Ele é amigo de vários pastores, como Marco Feliciano, e Silas Malafaia. Sabe-se ainda que sua esposa é membro da Assembleia de Deus Vitória em Cristo no Rio de Janeiro.

O filho Flávio, pré-candidato à prefeitura do Rio é membro de uma igreja batista, enquanto Eduardo defendendo os valores cristãos na Câmara. O portal Gospel Prime tentou contatar a assessoria do deputado, mas não obteve retorno.

Assista:

Bolsonaro e Feliciano na chapa presidencial para 2018

Bolsonaro e Feliciano

Por Jarbas Aragão / GospelPrime

Eu só tenho uma ressalva contra essa aliança, porque me lembra muito uma aliança que aconteceu na cidade de  Bom Jesus da Selvas no Maranhão entre um padre e um pastor que ganharam a eleição como prefeito e vice respectivamente, foi a pior administração de todos os tempos na cidade, em que a revolta da população foi tanta que acabaram queimando a prefeitura!

Aqui sobre esse caso:

 

Segue a notícia:

Após se filiar ao PSC, visando disputar a Presidência em 2018, o deputado federal Jair Bolsonaro deve “testar” sua aceitação no poder executivo durante a disputa para a Prefeitura do Rio este ano. Segundo vem sendo veiculado pela imprensa, este seria o projeto do pastor Everaldo, presidente do partido. Embora tenha negado anteriormente, Bolsonaro estaria traçando planos ambiciosos.

A pesquisa desta semana do Instituto Paraná Pesquisas, mostra que Bolsonaro tem uma das menores rejeições (3,2%). A ascensão de seu nome em pesquisas recentes são um indício que a crise econômica e, sobretudo a crise moral do país, revela o fortalecimento do conservadorismo.

Embora oficialmente não tenha apresentado quem seria seu vice na sua chapa para o Planalto, nos bastidores surge com força a possibilidade de ser o deputado pastor Marco Feliciano (SP).

Um dos riscos de uma candidatura ‘puro-sangue’ do PSC é o pouco tempo nos programas eleitorais na televisão. Contudo, isso não seria um problema tão grande em tempos onde a internet, sobretudo as redes sociais, já se converteram em palanques eleitorais.

Uma consulta ao site Social Bakers, que monitora constantemente as redes sociais, comprova que a popularidade tanto de Bolsonaro quanto de Feliciano segue em alta. A página que é americana, apresenta um ranking das figuras mais populares em diversos segmentos, incluindo a política.

Ranking-de-Políticos-no-Facebook

Para efeitos de comparação, nas últimas semanas, Marco Feliciano saiu do sétimo lugar para segundo, com mais de 3 milhões e 403 mil seguidores. Ele já ultrapassou a presidente Dilma Rousseff, que sempre teve forte presença no Facebook.

Por sua vez, Bolsonaro ultrapassou o ex-presidente Lula e Marina da Silva (que até recentemente era a primeira da lista). O pré-candidato pelo PSC soma quase 2 milhões e meio de seguidores.

Quem minimiza a importância desses números não entende a nova realidade do país. Com as recentes mudanças nas regras eleitorais, as campanhas serão mais breves e o “custo” do voto será diferente das eleições anteriores.

Feliciano, por exemplo, foi o terceiro mais votado para deputado federal em São Paulo, em 2014. Além disso, com partido menor, o voto nele foi o mais “barato” das eleições paulistas. Em grande parte por causa de sua forte presença nas redes.

No Rio de Janeiro, o quadro nas eleições para deputado federal foi similar. Jair Bolsonaro foi o deputado mais votado, tendo um dos melhores “custo-benefício” quando calculado o dinheiro gasto na campanha. Mais uma vez, resultado do bom uso das redes sociais.

Votos dos evangélicos e dos conservadores

Somados, nas últimas eleições, ambos tiveram pouco mais de 860 mil votos. Como a atual constituição da Câmara é considerada uma das mais conservadoras da história, a eleição de dois anos atrás sinalizou um maior envolvimento político dos conservadores. Uma opção “à direita”.

De fato, a ampla votação de candidatos conservadores sugere que as urnas mostram um posicionamento médio do brasileiro contra temas como regulamentação do casamento gay, do aborto e legalização das drogas.

“Chama a atenção que Feliciano e Bolsonaro foram campeões de voto, mas também foram os dois que mais tiveram exposição na mídia. Há um segmento conservador que, ao vê-los combatendo figuras mais progressistas, se identifica”, analisa Ricardo Ismael, cientista político e professor da PUC-Rio.

O nome de Feliciano na chapa para 2018 tem o potencial de atrair boa parte dos votos dos evangélicos e católicos mais conservadores. Considerando que os evangélicos são 22% da população (IBGE-2010), equivalente a cerca de 44,5 milhões de brasileiros hoje.

Proporcionalmente,  22% do eleitorado seria algo em torno de 28 milhões de votos. Dilma foi eleita em 2014 com 54,5 milhões de votos.