Série mostra Jesus fazendo sexo e revolta cristãos!

A série Preacher (pregador) exibida pelo Canal pago AMC, contém um personagem que seria descendente de Jesus na linha genealógica de um filho que Jesus teve com uma mulher a qual teve relações com ela inclusive na Santa Ceia! A série já foi boicotada por cristãos, mas ela voltou em sua segunda temporada mais ousada com esse enredo que citei! Assistam e vejam também uma refutação a história que Jesus foi casado com Maria Madalena!

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SBT também promove a mudança de sexo em horário infantil!

Aproveitando a audiência do programa infantil Chaves, SBT veicula uma matéria de apologia à mudança de sexo em crianças num programa apresentado por Decio Piccinini, Mara Maravilha, Leão Lobo e Mamma Bruschetta que vai ao ar logo após a atração infantil! Nesse vídeo também mostro o testemunho de pessoas arrependidas com a mudança de sexo! Assistam:

Mais:

ABOMINAÇÃO: COM NOVA LEI NA NORUEGA, MENINO DE 10 ANOS MUDA DE SEXO NO DOCUMENTO

Anna Thulin com seu padastro, Ola Vassbo, em, Haugesund, na Noruega (Foto: David Keyton/AP)

Comentários por Libertar.in

Enquanto os brutamontes muçulmanos estupram suas mulheres, os “machos” escandinavos viram meninas… é uma inversão abominável…

Mais sobre ideologia de gênero, transgêneros, travestis, lobby LGBT:

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https://exateus.com/2016/08/10/onu-lgbt-oms-vai-declarar-que-ser-transgenero-nao-e-doenca-e-natural/

https://exateus.com/2016/05/12/transexual-tem-rosto-deformado-apos-injetar-cimento-e-implora-ajuda-para-remover-carocos/

Segue a reportagem:

Anna Thulin, de 10 anos, nasceu menino, mas diz que nunca se sentiu como tal. Após a Noruega permitir que crianças, além de adultos, possam mudar de sexo, Anna conseguiu legalmente o direito de ser tratada como uma menina.

Recentemente, a Noruega se tornou o quinto país do mundo a permitir que os adultos possam mudar legalmente de sexo. Argentina, Irlanda, Malta e Dinamarca têm leis semelhantes. Mas só Malta e Noruega estenderam as regras também para as crianças.

Anna Thulin é, aparentemente, uma menina de dez anos com longos cabelos loiros como tantas outras. No entanto, antes da lei, ao olharmos para o seu passaporte surgia uma dúvida em relação a seu gênero: aparecia “M” de masculino, em vez de “F” de feminino.

No entanto isso mudará com a nova lei. “Em algumas semanas, terei um novo passaporte, e agora terá um ‘F’”, disse Anna à agência AP.

A mãe Siri Oline Myge disse que percebeu que o filho, ainda conhecido como Adrian, era diferente aos três anos. Segundo Siri, Adrian era alvo de bullying por parte dos colegas. Aos cinco anos, Adrian passou a adotar o nome de Anna.

Mãe Siri Oline Myge disse que percebeu que o filho, ainda conhecido como Adrian, era diferente aos três anos (Foto: David Keyton/AP)

Desde 2008, a Noruega permite a mudança de nome. Antes, no entanto, para mudar oficialmente de sexo, era necessário passar por longos e complicados trâmites que chegavam a levar até 10 anos. Além disso, tinham que passar por avaliações psiquiátricas, tratamentos hormonais e uma intervenção cirúrgica que incluia uma esterilização irreversível.

Segundo a nova legislação norueguesa, desde de que tenham o consentimento dos pais, as crianças, a partir dos seis anos, podem solicitar a mudança de sexo nos documentos, mesmo sem avaliações psiquiátricas ou cirurgia de mudança de sexo.

E tudo pode ser feito pela internet. Se o pedido foi aprovado, a criança ou adulto pode altera se nome nos diferentes documentos, como passaportes, carteira de motorista, certidão de nascimento, contas bancárias e cartões de crédito, por exemplo.

Segundo a nova legislação norueguesa, desde de que tenham o consentimento dos pais, as crianças, a partir dos seis anos, podem solicitar a mudança de sexo nos documentos (Foto: David Keyton/AP)
Via G1

 

 

CRIANÇA DE 4 ANOS MUDARÁ DE SEXO NA AUSTRÁLIA, COM APOIO DO GOVERNO

A four-year-old child who identifies as transgender has begun to transition before their first day of kindergarten (stock image)

Uma criança de quatro anos de idade começou o processo de “transição” para mudar de sexo na Austrália. Ela se tonou o símbolo de uma ampla discussão no país sobre até que ponto os pais devem interferir nas escolhas de crianças que ainda estão no jardim de infância.

Existe um crescimento assustador no número de menores de idade que buscam apoio para lidar com questões de sexualidade nas escolas de ensino primário australianas. No hospital onde esse caso é tratado, há 250 crianças sendo assistidas pela “unidade de disforia de gênero”. A mais nova tem apenas três anos.

Nos últimos anos os encaminhamentos para serviços que cuidam de questões de gênero triplicaram, e estão “aumentando rapidamente”, segundo o jornal Daily Telegraph.

O diagnóstico preliminar da maioria é “disforia de gênero”, um desconforto com o sexo do nascimento e um sentimento de inadequação no papel social deste gênero. Para que a criança seja atendida, é necessária uma decisão dos pais, já que a legislação do país só autoriza a mudança de sexo a partir dos 18 anos.

No início de 2015, uma menina de 9 anos obteve autorização legal, quando até então apenas adolescentes tinham obtido permissão. O caso da criança de 4, que não teve nem o nome nem o sexo revelado, já está gerando uma onda de pedidos para que a legislação seja revista.

Muitos psicólogos questionam se não é muito cedo para alguém iniciar a “transição”, que inclui acompanhamento psicológico e tratamento hormonal. Essa é a primeira polêmica do programa de governo “Escolas Seguras”, que serviria, entre outras coisas, para combater o preconceito e promover a inclusão.

Gregory Prior, vice-secretário de operações escolares do Departamento de Educação, explica que a escola usou recursos do programa público para ajudar os professores a acompanhar a criança. Ele confirmou que a decisão foi tomada por que a criança “se identificou como transgênero”. Ou seja, todo o processo está sendo supervisionado e, de certa forma, promovida pelo governo.
A coisa certa?

Catherine McGregor, conhecida advogada de causas LGBT no país, afirmou que as crianças “tendem a fazer a coisa certa quando sentem que estão no corpo errado”. Ao mesmo tempo, diz que é preciso haver controles adequados para assegurar que não ocorram erros prematuros. “Penso que 4 [anos] é muito cedo para qualquer apoio oficial”, resumiu.

O renomado psicólogo infantil Michael Carr-Gregg confirmou que existe 250 crianças sendo assistidas na unidade que trata da disforia de gênero no Hospital Infantil Royal, em Melbourne. Uma década atrás, havia apenas uma criança pedindo ajuda, compara.

The Royal Children’s Hospital.

Segundo ele, “pesquisas indicam que 2,7% das crianças se enquadram nesta categoria”. Assegura que a tendência é elas sofrerem bullying constante na infância, sendo que muitas cometem suicídio durante a adolescência pois foram “forçadas a viver desse jeito, em negação”.

Curiosamente, a única igreja a se pronunciar sobre o caso até agora foi a Comunidade de Cristo Porta Aberta, em Cranebrook. A pastora Susan Palmer, que é lésbica e lidera a congregação voltada para a comunidade LGBT, declarou não ver problema que a criança receba acompanhamento logo que a questão seja detectada.

“A maioria dos meus conhecidos que fizeram a transição sabiam desde muito cedo que algo não estava bem, como se a mente e o corpo não estivessem em sintonia”, sublinhou.

“Uma criança é fortemente influenciada por seus cuidadores e sei que os pais podem ficar excessivamente preocupados. Eles realmente podem coagir ou influenciar as crianças quando tudo que elas estão fazendo é apenas explorar algo que não está indo na direção que eles realmente gostariam.”Com informações Daily Mail

Assista reportagem (em inglês):

Por Jarbas Aragão – Gospel Prime

O sexo como motivação para a adesão à crença evolucionista

O já falecido Julian Huxley, ex líder darwinista, admitiu que a questão sexual é uma motivação popular subjacente ao dogma evolucionista. Huxley afirmou em uma entrevista em um canal de televisão que: “ A razão pela qual aceitamos o darwinismo, mesmo sem provas, é que não queríamos que Deus interferisse em nossos hábitos sexuais”.

O ex-ateu jornalista Lee Strobel revelou que tinha a mesma motivação citada por Huxley. Ele disse: “Estava mais do que feliz em agarrar-me ao darwinismo como desculpa para descartar a idéia de Deus, de modo que eu pudesse por em prática descaradamente a minha agenda de vida, sem restrições morais”.

Depois de uma palestra sobre os problemas do darwinismo e as evidências do projeto inteligente,  o conferencista Ron Carlson teve o seguinte dialogo com um professor de biologia que havia assistido a conferência:

– Então, o que você achou do meu discurso? – perguntou Carlson.

– Bem, Ron – começou o professor -, o que você diz é verdade e faz muito sentido. Mas eu vou continuar ensinando o darwinismo de qualquer maneira – disse. Carlson estava embasbacado.

– Mas por que você faria isso? – perguntou ele.

– Bem, para ser honesto com você, Ron, é porque o darwinismo é moralmente confortável.

– Moralmente confortável? O que você quer dizer com isso? – insistiu Carlson.

– Quero dizer que, se o darwinismo é verdadeiro, se não existe Deus e se todos nós evoluímos de uma pequena alga verde, então posso dormir com quem eu quiser – observou o professor – Não existe responsabilidade moral no darwinismo.

Nem todos os darwinistas possuem tais motivações sexuais para as suas crenças. Alguns verdadeiramente acreditam que a evidência científica apóia a sua teoria. Notamos que eles possuem essa concepção errônea porque grande parte dos evolucionistas não estuda a pesquisa de outros campos do saber. Como resultado, acabam não entendendo o assunto em sua totalidade.

Referência

Não tenho fé suficiente para ser ateu. Norman Geisler e Frank Turek.

CRIANÇA ESPERANÇA? PLANO DA UNESCO ENSINA ABORTO E DIREITO À MASTURBAÇÃO PARA CRIANÇAS DE 5 ANOS

A Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) é ligada ao Unicef e muito conhecida no Brasil pelo apoio à Campanha Criança Esperança, promovida anualmente pela Rede Globo.

Por conta dos muitos boatos sobre aplicação dos recursos angariados, a TV Globo insistiu em veicular na sua programação que o dinheiro arrecadado pela Campanha é repassado integralmente para a Unesco que apoia diversos projetos no país.

O que a população precisa saber é da denúncia feita por grupos a favor da vida e da família. Essas organizações alertam aos cidadãos para o apoio da Unesco a projetos de caráter moral duvidoso.

No Brasil, o órgão ligado às Nações Unidas, lançou a versão da Orientação Internacional Sobre Educação e Sexualidade (2010), dividido em módulos para as faixas-etárias de 5 a 8 anos; 9 a 12 anos; 12 a 15 anos e 15 a 18 anos. A cartilha é destinada a escolas, professores e educadores em saúde.

” Se quisermos ter um impacto sobre crianças e jovens antes que se tornem sexualmente ativos, a educação abrangente em sexualidade deve se tornar parte do currículo escolar formal, administrada por professores bem treinados e com apoio” diz a Orientação que sugere a educação sexual para crianças a partir dos 5 anos, como meio de combater doenças relacionadas ao sexo como a Aids.

Em todo o texto a palavra “sexo” para designar se a pessoa é homem ou mulher é abolida e substituída por gênero. Logo no início há a explicação, “a diversidade é uma característica fundamental da sexualidade”.

O documento passou por severas críticas até seu lançamento. No conteúdo eles abordam e dão respostas, embora que insuficientes às críticas como a que segue abaixo:
Orientação prescreve educação sexual para crianças a partir dos 5 anos.

“A educação em sexualidade é contra nossa cultura ou religião”, diriam os que eles rotulam de conservadores.

Diz a resposta da Orientação: “a Orientação Técnica Internacional sublinha a necessidade da relevância cultural e de adaptações locais, engajando e criando apoio entre os guardiões da cultura numa dada comunidade. As partes envolvidas, incluindo líderes religiosos, devem participar da elaboração da futura forma da educação em sexualidade.Entretanto, o guia também enfatiza a necessidade de modi ficar normas sociais e práticas nocivas que não se alinham com os direitos humanos e aumentam a vulnerabilidade e o risco, especialmente para meninas e mulheres jovens”.

Observem, a UNESCO até aceita a participação de lideranças religiosas na elaboração de um programa de educação sexual, entretanto, enfatiza a necessidade de modi ficar normas sociais e práticas nocivas que não se alinham com os direitos humanos e aumentam a vulnerabilidade e o risco, especialmente para meninas e mulheres jovens. Se um colégio de matiz católica, por exemplo, entende que não é adequado falar sobre masturbação para uma criança de 5 anos, isso pode ser considerado uma ‘prática nociva que não se alinha aos direitos humanos’, logo precisa ser mudada. A criança precisa ser informada segundo o documento que pode tocar em suas íntimas, que isto dá prazer e não traz nenhuma consequência negativa.
Didática do permissivismo

O programa é didático e ensina o passo-a-passo como introduzir educação sexual – basicamente confundido com a prática sexual – nas escolas.

O blog fez o resumo de alguns despropósitos listados para ser ensinado em cada faixa-etária. Há ensinamentos sobre a masturbação, que é normal para crianças a partir de 5 anos; que relação sexual sem penetração é meio seguro para prevenção de gravidez e que o uso correto de preservativos é meio eficaz de combater as doenças transmitidas pelo sexo. Logo de cara é prescrito que se deve ensinar às crianças que família é qualquer conglomerado de pessoas, aquela que conhecemos e chamamos de família tradicional, formada por pai, mãe e filhos, seria apenas uma delas.

Orientação Internacional é didática.

Projeto com apoio internacional

É esta a educação que você deseja para seus filhos e parentes? O programaconta com apoio internacional e tem objetivos bem claros.

O site da Abril.com publicou matéria na qual representantes da família criticaram o projeto de educação sexual da Unesco. “Assim você tem uma situação onde as crianças precisam ser ensinadas antes de sua adolescência, esta não é a maneira de fazer essa educação”, disse Colin Mason em entrevista ao “The New York Times”, representante daPopulation Research Institute, organização que combate o aborto.

O documento fundamenta o comportamento sexual a partir do empoderamento, ou seja, o adolescente tem o direito por si, sobre seu corpo. Nem a família ou a religião podem sugerir outro comportamento à sua opção de ter uma vida sexual ativa, por exemplo.
Apoio ao aborto

O blog do prof. Felipe Aquino exortou que o Unicef, órgão a que está ligado a Unesco, também financia projetos de aborto a meninas da África.

O Instituto Católico para a Família e os Direitos Humanos (C – FAM) denunciou que o UNICEF (Fundo da ONU para a Infância)financia uma organização sulafricana que induz as meninas a manter um comportamento sexual e homossexual e a praticar abortos sem o consentimento de seus pais.

A organização abortista denominada“Lovelife” (Amor e Vida) assegura em sua página na Internet que o UNICEF é a que “maiores fundos provê” para a realização desses programas.
Segundo a C-FAM “a organização parece muito ansiosa para empurrar as meninas para o aborto, já que lhes indica as clínicas abortivas como a Marie Stopes International, (MSI), totalmente grátis, entre outras coisas”.

Mediante a a campanha “Lovelife” difunde entre as meninas idéias como estas:

“Vocês têm direito a consultar a conselheiros em matéria sexual. Têm direito a praticar um aborto. Se as pessoas não querem ajudá-las, não desanimem. Sigam tentando. Vocês não necessitam de permissão de ninguém para fazer um aborto”.

Via: http://blog.opovo.com.br/ancoradouro e Canção Nova

NORUEGA VAI PERMITIR QUE CRIANÇAS DE ATÉ 6 ANOS MUDEM DE SEXO SEM PROCEDIMENTO MÉDICO OU EXAME PESIQUIÁTRICO

A Noruega vai permitir que pessoas mudem de sexo simplesmente “marcando no quadradinho,” e crianças até de seis anos de idade poderão mudar de sexo sem nenhum procedimento médico sob uma nova lei.

O novo projeto de lei significará o fim de exames psiquiátricos, longos tratamentos hormonais e cirurgias invasivas em esterilizações irreversíveis que têm sido tradição para uma mudança de sexo na Noruega desde a década de 1970.
A lei também permitirá que menores de idade de 6 a 16 anos mudem seu sexo se os pais concordarem. Se um dos pais se opuser, o governo decidirá “no melhor interesse da criança.”
O novo projeto de lei foi louvado por ativistas homossexuais e esquerdistas como uma das leis mais esquerdistas do mundo. Tudo o que as pessoas terão de fazer se quiserem mudar de sexo é notificar o governo e só clicar num site será suficiente para legalizar tudo.
A lei, que os ativistas esperam será votada no Parlamento da Noruega antes do próximo recesso, está enfrentando pouca oposição.
Ainda considerada como uma desordem de personalidade pela Organização Mundial de Saúde, o transgenerismo provoca emoções internacionalmente.
Uma lei da Carolina do Norte nos EUA que requer que indivíduos transgêneros usem o banheiro que corresponde ao sexo de suas certidões de nascimento provocou protestos furiosos, desde o cantor Bruce Springsteen até o banco alemão Deutsche Bank. Provocou também um debate enfurecido entre os candidatos presidenciais republicanos dos EUA Donald Trump [que é a favor de homens homossexuais nos banheiros femininos] e Ted Cruz [que é contra homens homossexuais nos banheiros femininos].
A Argentina é pioneira nesse campo, tendo permitido desde 2012 que pessoas escolham seu próprio sexo legal sem terem passado antes por uma cirurgia de mudança de sexo.