Vídeo game: Jogo onde Jesus se atraca com outros deuses é censurado!

Foi na Malásia que o jogo “Fight of gods” foi censurado! O jogo simula um cenário onde deuses de diversas religiões lutam entre si! Entre eles: Jesus, Buda, Osiris, Atenas, Odin etc “Quem nos guiará para a luz? – Lema do Jogo! Os produtores do Game lançaram nota dizendo que o game aborda religiões com um tom de humor. Eles ressaltam que o jogo não promove nenhuma opinião política nem foi feito para ofender religiões. A comissão de Comunicação e multimídia da Malásia diz que o jogo coloca em risco o equilíbrio de uma sociedade multicultural e multireligiosa A população de 29 milhoes da Malásia é composta de : 60% islã 19% Budistas 9% cristãos 6% hidus Apesar de não gostar do politicamente correto, também acho esse jogo muito perigoso e desrespeitoso, no entanto também não acredito ou concordo que todas as religiões levam a Deus… eu também tenho uma espécie de luta dos deuses no meu site, nesse caso Jesus vence todas: são os posts que você encontra lá: Jesus é superior a Lao Tzu (taoísmo) Jesus é superior a Socrátes Jesus é superior a Maomé Buda realizou milagres? Krishna realizou milagres? Apolonio de Tiana realizou milagres? Todos esses assuntos estão La no nosso site exateus.com e depois também ainda vou transformar esses assuntos em vídeo!

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Conhecendo Jesus nas Festas Bíblicas – 1ª Parte

 

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Este é um estudo- resumo que faço baseado na obra do escritor cristão Dr. Richard Booker que já escreveu 30 livros principalmente sobre judeus e cristãos e raízes bíblicas hebraicas do cristianismo. Booker com seu livro “Jesus nas festas de Israel”, lançado no inicio dos anos 80, tocou a vida de milhares de leitores mostrando como Jesus era retratado nas festas bíblicas do Senhor.

Faço uma ressalva que eu não sou judaizante, o autor referido também creio que não é, judaizantes são aqueles que defendem que o cristão tem cumprir as práticas da Lei de Israel, mas o intuito desse estudo é mostrar que Jesus é a chave hermenêutica de toda a Bíblia, inclusive daqueles livros que muitas vezes achamos chatos, como Levítico e Números. Encontrando o Messias Jesus neles, tudo fica muito melhor e prazeroso.

Trazendo para a mídia atual, também indico os vídeos-estudos do irmão Davi do Canal Reino Eterno no Youtube, foi lá que fui despertado para compreender melhor a Bíblia pelas festas judaicas, o irmão Davi já leva todo esse conhecimento para entendermos melhor a Escatologia, ou seja, as coisas do fim! Recomendo! Então vamos lá ao nosso estudo:

As Festas do Senhor são celebrações especiais que começam e retratam principalmente a retirada do povo Hebreu do Egito. Elas são coloadas principalmente no livro de Levítico:

“Diga o seguinte aos israelitas: Estas são as minhas festas, as festas fixas do Senhor, que vocês proclamarão como reuniões sagradas… estas são festas fixas do Senhor, as reuniões sagradas que vocês proclamarão no tempo devido” (Lv 3:2,4)

Todas essas festas eram uma espécie de encenação, ou ensaio geral que tinham como propósito revelar o Messias, no caso Jesus Cristo, pena que os judeus até hoje ainda não perceberam que Jesus é esse Messias retratado nas suas festas.

Os três principais períodos de festas são: Páscoa, Pentecostes e Tabernáculos, eles representam os três grandes encontros de Deus com o seu povo. A festa da Páscoa continha uma subdivisão: A Páscoa propriamente dita, Paes Ázimos e Festa das Primícias. Pentecostes era uma festa só e Tabernáculos também era subdividida em Festas das trombetas, Dia da expiação e Tabernáculo propriamente dito.

No total temos 7 festas que caracterizam também nossa caminhada cristã até entrarmos no descanso prometido por Deus. Relacionando com a Escatologia temos que Jesus cumpriu os dois primeiros períodos de festas (Páscoa e o Pentecostes) em sua primeira vinda, mas cumprirá o terceiro período de festas (Tabernáculo) em sua segunda vinda.

O Calendário Judeu

A páscoa era a primeira festa celebrada e representava o primeiro encontro com Deus na vida do povo judeu. A páscoa é celebrada no primeiro mês do calendário judaico Nissan (março e abril do nosso) onde estava se realizando a colheita de cevada.  A páscoa representa o novo nascimento cristão de uma pessoa, trazendo perdão dos pecados e reconciliação com Deus criador.

A festa de Pentecostes era celebrada no mês de Sivan (maio/junho) representando o segundo maior encontro com o Pai que nos manda seu poder para sermos suas testemunhas.

A Festa dos Tabernáculos era celebrada durante o mês de Tishrei (setembro/outubro) representando o encontro final com Deus, o lugar de descanso divino para a nossa alma.

A Páscoa – 1º Passo para conhecermos e andarmos com Deus

Durante centenas de anos, o povo hebreu celebrou a Páscoa matando um cordeiro e oferecendo-o como sacrifício a Deus. Todo ano tinha que se repetir o ritual pois o sangue do animal só podia cobrir os pecados e não eliminá-los. Deus enviou profetas para ensinar o povo  que um dia um “cordeiro humano” viria para fazer um sacrifício único para a extirpar de vez o pecado e a morte.

Jesus cumpre a profecia da páscoa em sua crucificação. A vida inteira de Jesus estava destinada a cumprir o Seu propósito de sacrifício pela humanidade.

Deus havia instruído os judeus a separarem seus cordeiros no décimo dia do mês de Nissan. Foi no décimo dia do mês de Nissan que Jesus entrou em Jerusalém para ser separado como um cordeiro sem mácula em forma humana. Jesus estava cumprindo em si mesmo a realidade máxima da Festa da Páscoa.

Na mesma hora em que os judeus estavam preparando seus cordeiros para o sacrifício, Jesus foi cravado na cruz. Eram nova horas da manhã quando o crucificaram, escreve Marcos(15:25).

Jesus entregou todo o Seu ser para ser queimado e consumido no fogo do julgamento de Deus ao morrer por nós pecadores.

Deus ofereceu o sangue de Jesus como sacrifício de sangue da aliança pascal. Ao recebermos Jesus como nosso cordeiro Pascal, Deus entra em nossa vida. Passamos das trevas para a luz, do natural para o espiritual, do pecado para a justiça, da derrota para a vitória, da morte para a vida.

Aceitar Jesus como Senhor e Salvador das nossas vidas é o primeiro grande encontro que temos com Deus. É isso que a festa da páscoa simboliza, é o primeiro passo para andarmos e conhecermos a Deus.

PÃES ÁZIMOS – 2º PASSO Resultado de imagem para PAES AZIMOS IMAGENS

A Festa dos Pães Ázimos era celebrada no dia seguinte à Páscoa e ia do décimo quinto até o vigésimo primeiro dia do mês judaico de Nissan.

Quando os judeus saíram do Egito tiveram que fazer isso tão apressadamente que não tiveram tempo de assar seus pães, o que normalmente incluía fermento. O fermento virou símbolo da vida de escravidão dos hebreus no Egito e do pecado do Ser humano. Os Paes azimos representavam a libertação da velha vida à medida que saíam do Egito.

Jesus cumpriu a festa dos Pães Azimos sendo o Pão da Vida que veio do Céu sem pecado.

Paulo escreveu em 2 Co 5:21 que “Deus tornou pecado por nós aquele que não tinha pecado, para que nele nos tornássemos justiça de Deus”.

Jesus disse: “Não foi Moisés quem lhes deu o pão do Céu,, mas é meu Pai quem lhes dá o verdadeiro pão do céu. Pois o pão de Deus é aquele que desceu do céu e dá vida ao mundo. (Jo 6:32-35).

Com Cristo o poder do pecado sobre nós é quebrado. Deus propiciou a Festa dos Pães Ázimos como recurso visual para mostrar para os Hebreus que eles deveriam ficar longe do Egito. Egito representa o sistema mundial em que vivemos, pois sua filosofia e política são contrários à Palavra de Deus.

A Festa dos pães Ázimos e das Primícias representam a Obra de Deus em nós pelo Espirito Santo que nos capacita a vivermos uma vida separada.

A Festa dos pães Ázimos representa nosso segundo passo em nossa caminhada com Deus.

Série mostra Jesus fazendo sexo e revolta cristãos!

A série Preacher (pregador) exibida pelo Canal pago AMC, contém um personagem que seria descendente de Jesus na linha genealógica de um filho que Jesus teve com uma mulher a qual teve relações com ela inclusive na Santa Ceia! A série já foi boicotada por cristãos, mas ela voltou em sua segunda temporada mais ousada com esse enredo que citei! Assistam e vejam também uma refutação a história que Jesus foi casado com Maria Madalena!

União Europeia pede ajuda ao Falso Profeta Papa Francisco!

A União Europeia que perdeu força depois da saída da Inglaterra do Bloco andou meio murcha! Para um “renascimento” seus lideres buscarão apoiou e conselho de Papa Francisco que julgam ser um grande apoio de fora que o bloco precisa depois da saída de Obama da presidência dos EUA! Assistam:

Mais:

Constantino o protótipo do católico atual!

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A conversão de Constantino foi diferente da conversão de uma pessoa comum da sua época. Quando algum pagão queria aderir ao cristianismo, este era submetido a um longo processo de aprendizado e disciplina que poderia durar até três anos afim de solidificar o novo convertido na sua nova fé antes de ser batizado. Algo muito parecido com o processo de discipulado que ocorre em muitas igrejas evangélicas atuais, apesar do nome desse processo ter sido  catequese, que a igreja católica conserva até hoje, o que vemos na mesma é o batismo infantil antes mesmo de qualquer aprendizado e decisão. Depois do batismo, o novo convertido então seguia seu bispo como pastor para colocar sua fé em prática nas situações concretas da vida.

Constantino nunca se submeteu em nenhum aspecto à autoridade pastoral da igreja. Ele recebia conselhos cristãos através do sábio Lactando e do bispo Óssio de Córdoba, mas sempre se reservou no direito de determinar suas atitudes religiosas, pois se considerava “bispo dos bispos”. Mesmo após sua conversão, Constantino participou de rituais pagãos que eram proibidos aos cristãos, e os bispos não tinham coragem de repreendê-lo.

Atualmente muitos que se dizem católicos procuram centro espíritas e terreiros afros para algum tipo de relacionamento e os adeptos espíritas procuram a Igreja católica e se dizem católicos formando uma espécie de sincretismo religioso.

O imperador apesar de favorecer os cristãos em muitos aspectos e de suas afirmações de crer no poder de Jesus Cristo, tecnicamente não era cristão segundo a tradição da época, pois não quis se submeter ao batismo. Hoje em dia quando perguntamos a algum católico se ele já aceitou Jesus como Senhor e Salvador da sua vida, ele diz que sim, que já fez isso desde que nasceu. Apesar de sabermos que o Senhorio de Jesus passa é longe da sua vida!

Para Constantino era cômodo se manter apenas como um simpatizante do Cristianismo, sem ser batizado ele poderia deslizar em sua fé, sem receber condenação por parte dos dirigentes da igreja, hoje em dia muitos católicos vão à igreja raramente para desencargo de consciência e quando saem de lá principalmente aos domingos, se dizem que já podem tomar sua cerveja e ir para algum tipo de festa mundana, pois já “cumpriram a sua obrigação”!

Por outro lado, dizer que Constantino foi hipócrita ao se declarar cristão é um erro, uma visão revisionista e anacrônica. Do ponto de vista político a conversão de Constantino ocorreu no pior momento possível. Quando Constantino adotou o símbolo do labarum, ele estava nos preparativos para tomar a cidade de Roma, centro das tradições pagãs, onde seus aliados eram membros de diversas seitas pagãs que se consideravam oprimidos por Magêncio. O grau de apoio que os cristão poderiam dar a Constantino era precário, o número de cristãos no exército era pequeno, o número de cristãos ricos que poderia prestar apoio financeiro a Constantino também era pequeno.

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Labarum

O mais certo é dizer que Constantino cria mesmo no poder Jesus Cristo. Para Constantino o Deus dos cristãos era extremamente poderoso que estava disposto a ajudá-lo, na medida em que ele ajudasse os cristãos. Na verdade, Constantino sempre buscou o favor do Deus cristão, não dos cristãos. Esse Deus havia lhe dado vitórias em muitas batalhas, desde que teve o sonho, e até seus inimigos temiam e atribuíam poder sobrenatural ao labarum de Constantino.

Mas Constantino entendia que a Fé em Jesus Cristo não o impedia de adorar outros deuses. Constantino em grande parte de seu governo, pensou que o Sol Invicto e o Deus dos cristãos eram o mesmo ser e que os outros deuses também eram reais  e relativamente poderosos, apesar de serem divindades subalternas e aí fazemos mais um paralelo entre o católico atual e suas venerações aos santos como um tipo de intermediador entre eles e a Divindade.

Constantino consultava o oráculo de Apolo, aceitava o título de sumo-sacerdote de deuses pagãos e participava das cerimônias a esses deuses, sem pensar que assim estava traindo ou abandonando o Deus que lhe tinha dado vitória e poder.

Concluo, então, deixando o alerta para aqueles católicos e qualquer outro cristão que como já falei, freqüentam o espiritismo, consultam adivinhos através de cartas, tarô, búzios, leituras de mão e etc, que consultam astrologia através de horóscopo, para que larguem essas práticas que não conferem a um cristão.

Referência

História Ilustrada do Cristianismo. Justo L. González