Conhecendo Jesus nas Festas Bíblicas – 1ª Parte

 

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Este é um estudo- resumo que faço baseado na obra do escritor cristão Dr. Richard Booker que já escreveu 30 livros principalmente sobre judeus e cristãos e raízes bíblicas hebraicas do cristianismo. Booker com seu livro “Jesus nas festas de Israel”, lançado no inicio dos anos 80, tocou a vida de milhares de leitores mostrando como Jesus era retratado nas festas bíblicas do Senhor.

Faço uma ressalva que eu não sou judaizante, o autor referido também creio que não é, judaizantes são aqueles que defendem que o cristão tem cumprir as práticas da Lei de Israel, mas o intuito desse estudo é mostrar que Jesus é a chave hermenêutica de toda a Bíblia, inclusive daqueles livros que muitas vezes achamos chatos, como Levítico e Números. Encontrando o Messias Jesus neles, tudo fica muito melhor e prazeroso.

Trazendo para a mídia atual, também indico os vídeos-estudos do irmão Davi do Canal Reino Eterno no Youtube, foi lá que fui despertado para compreender melhor a Bíblia pelas festas judaicas, o irmão Davi já leva todo esse conhecimento para entendermos melhor a Escatologia, ou seja, as coisas do fim! Recomendo! Então vamos lá ao nosso estudo:

As Festas do Senhor são celebrações especiais que começam e retratam principalmente a retirada do povo Hebreu do Egito. Elas são coloadas principalmente no livro de Levítico:

“Diga o seguinte aos israelitas: Estas são as minhas festas, as festas fixas do Senhor, que vocês proclamarão como reuniões sagradas… estas são festas fixas do Senhor, as reuniões sagradas que vocês proclamarão no tempo devido” (Lv 3:2,4)

Todas essas festas eram uma espécie de encenação, ou ensaio geral que tinham como propósito revelar o Messias, no caso Jesus Cristo, pena que os judeus até hoje ainda não perceberam que Jesus é esse Messias retratado nas suas festas.

Os três principais períodos de festas são: Páscoa, Pentecostes e Tabernáculos, eles representam os três grandes encontros de Deus com o seu povo. A festa da Páscoa continha uma subdivisão: A Páscoa propriamente dita, Paes Ázimos e Festa das Primícias. Pentecostes era uma festa só e Tabernáculos também era subdividida em Festas das trombetas, Dia da expiação e Tabernáculo propriamente dito.

No total temos 7 festas que caracterizam também nossa caminhada cristã até entrarmos no descanso prometido por Deus. Relacionando com a Escatologia temos que Jesus cumpriu os dois primeiros períodos de festas (Páscoa e o Pentecostes) em sua primeira vinda, mas cumprirá o terceiro período de festas (Tabernáculo) em sua segunda vinda.

O Calendário Judeu

A páscoa era a primeira festa celebrada e representava o primeiro encontro com Deus na vida do povo judeu. A páscoa é celebrada no primeiro mês do calendário judaico Nissan (março e abril do nosso) onde estava se realizando a colheita de cevada.  A páscoa representa o novo nascimento cristão de uma pessoa, trazendo perdão dos pecados e reconciliação com Deus criador.

A festa de Pentecostes era celebrada no mês de Sivan (maio/junho) representando o segundo maior encontro com o Pai que nos manda seu poder para sermos suas testemunhas.

A Festa dos Tabernáculos era celebrada durante o mês de Tishrei (setembro/outubro) representando o encontro final com Deus, o lugar de descanso divino para a nossa alma.

A Páscoa – 1º Passo para conhecermos e andarmos com Deus

Durante centenas de anos, o povo hebreu celebrou a Páscoa matando um cordeiro e oferecendo-o como sacrifício a Deus. Todo ano tinha que se repetir o ritual pois o sangue do animal só podia cobrir os pecados e não eliminá-los. Deus enviou profetas para ensinar o povo  que um dia um “cordeiro humano” viria para fazer um sacrifício único para a extirpar de vez o pecado e a morte.

Jesus cumpre a profecia da páscoa em sua crucificação. A vida inteira de Jesus estava destinada a cumprir o Seu propósito de sacrifício pela humanidade.

Deus havia instruído os judeus a separarem seus cordeiros no décimo dia do mês de Nissan. Foi no décimo dia do mês de Nissan que Jesus entrou em Jerusalém para ser separado como um cordeiro sem mácula em forma humana. Jesus estava cumprindo em si mesmo a realidade máxima da Festa da Páscoa.

Na mesma hora em que os judeus estavam preparando seus cordeiros para o sacrifício, Jesus foi cravado na cruz. Eram nova horas da manhã quando o crucificaram, escreve Marcos(15:25).

Jesus entregou todo o Seu ser para ser queimado e consumido no fogo do julgamento de Deus ao morrer por nós pecadores.

Deus ofereceu o sangue de Jesus como sacrifício de sangue da aliança pascal. Ao recebermos Jesus como nosso cordeiro Pascal, Deus entra em nossa vida. Passamos das trevas para a luz, do natural para o espiritual, do pecado para a justiça, da derrota para a vitória, da morte para a vida.

Aceitar Jesus como Senhor e Salvador das nossas vidas é o primeiro grande encontro que temos com Deus. É isso que a festa da páscoa simboliza, é o primeiro passo para andarmos e conhecermos a Deus.

PÃES ÁZIMOS – 2º PASSO Resultado de imagem para PAES AZIMOS IMAGENS

A Festa dos Pães Ázimos era celebrada no dia seguinte à Páscoa e ia do décimo quinto até o vigésimo primeiro dia do mês judaico de Nissan.

Quando os judeus saíram do Egito tiveram que fazer isso tão apressadamente que não tiveram tempo de assar seus pães, o que normalmente incluía fermento. O fermento virou símbolo da vida de escravidão dos hebreus no Egito e do pecado do Ser humano. Os Paes azimos representavam a libertação da velha vida à medida que saíam do Egito.

Jesus cumpriu a festa dos Pães Azimos sendo o Pão da Vida que veio do Céu sem pecado.

Paulo escreveu em 2 Co 5:21 que “Deus tornou pecado por nós aquele que não tinha pecado, para que nele nos tornássemos justiça de Deus”.

Jesus disse: “Não foi Moisés quem lhes deu o pão do Céu,, mas é meu Pai quem lhes dá o verdadeiro pão do céu. Pois o pão de Deus é aquele que desceu do céu e dá vida ao mundo. (Jo 6:32-35).

Com Cristo o poder do pecado sobre nós é quebrado. Deus propiciou a Festa dos Pães Ázimos como recurso visual para mostrar para os Hebreus que eles deveriam ficar longe do Egito. Egito representa o sistema mundial em que vivemos, pois sua filosofia e política são contrários à Palavra de Deus.

A Festa dos pães Ázimos e das Primícias representam a Obra de Deus em nós pelo Espirito Santo que nos capacita a vivermos uma vida separada.

A Festa dos pães Ázimos representa nosso segundo passo em nossa caminhada com Deus.

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VINHO ESPECIAL PARA OFERTAS NO TERCEIRO TEMPLO ESTÁ PRONTO; O GRANDE DIA SE APROXIMA

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Semana passada, 30 garrafas de vinho foram entregues ao novo Sinédrio de Israel, sendo aprovadas para a utilização no serviço do Templo. Segundo o site Breaking Israel News, a produção da bebida segue uma antiga tradição e é feita a partir de uma vinha que segue obrigações rituais.

Embora seja proibido aos sacerdotes beberem vinho no Templo, uma libação com a bebida deve ser oferecida no ritual todas as manhãs como parte do culto. Um quarto de hin – pouco mais de um litro – precisava ser derramado sobre o altar, ensina Números 15:5.

As uvas são uma das sete espécies de plantas onde Israel é especialmente abençoado, ensina o texto de Deuteronômio 8: 8. O rabino Hillel Weiss, porta-voz do Sinédrio, explica ser necessário que o vinho que será utilizado no Terceiro Templo precisa ser kosher, purificado por um sacerdote.

O retorno dessas uvas a Israel, após terem sido banidas durante os anos de dominação islâmica, quando o álcool foi proibido, é profetizado por Miquéias 4:4 como prenúncio da vinda do Messias.

Os requisitos para um vinho ser considerado kosher são mais rigorosos do que para outros alimentos. Todo o processo, desde o esmagamento das uvas até o engarrafamento, deve ser realizado inteiramente por judeus que guardem o sábado.

A indústria do vinho em Israel é grande, com centenas de vinícolas produzindo mais de dez milhões de garrafas por ano. Mas não havia nenhum até agora que seguisse as exigências para o uso no Templo, ressalta Weiss.

O vinho se junta ao azeite como elementos rituais básicos para a retomada dos cultos segundo as determinações bíblicas. O Instituto do Templo já reproduziu todas as peças do interior e tem cuidado para que tudo, inclusive os animais a serem sacrificados sigam estritamente a Lei da Torá – 5 primeiros livros da Bíblia.
Produção ritual

Primeiramente, foi preciso encontrar um vinhedo adequado. Normalmente, as videiras são cultivadas acima do solo, em ramos suspensos. As uvas para fabricar o vinho do Templo deveriam ser cultivadas diretamente no chão, um método não usado hoje em dia.

A técnica é utilizada somente na vinha pertencente a uma escola secundária em Yatir, ao sul de Hebron. Moshe Hagger, o diretor da escola, trabalhou profissionalmente em uma adega antes de entrar no ramo da educação e mantém uma vinha para fins educacionais.

“Toda a produção da vinha é orgânica”, explicou Hagger. “Não são usadas máquinas quando colhemos as uvas ou fazemos o vinho. São os alunos que pisoteiam as uvas. Não adicionamos nenhum outros elemento ou produtos químicos no processo. A fermentação é causada pela levedura natural na pele das uvas”, explica. Mas ele deixa claro que o objetivo era mostrar aos seus alunos como era a produção tradicional e nunca imaginou que seu vinho poderia ser usado no Templo.

Judeu praticante, ele ressalta que segue a Torá e por isso durante o ano sabático, não há produção em suas terras. Esse é um hábito extremamente raro no Israel moderno. Sua pequena vinha produziu ano passado 60 garrafas. Metade delas foram adquiridas pelo rabino Weiss para o Sinédrio.

O líder religioso diz que ficou espantado com a qualidade do vinho. “Eu esperava que o vinho fosse excepcional. Vinho não é apenas parte essencial do serviço do Templo, mas o antigo Israel era conhecido por produzir o melhor vinho do mundo”, comemora Weiss.

Na semana passada, uma cerimônia especial chamada “terumá e maaser”, foi realizada nas colinas de Jerusalém. Acompanhada por rabinos milhares de litros de vinho de qualidade foram ofertados como dízimo. Quando o Templo for reconstruído, justificam, todos os dízimos de origem agrícola guardados, serão levados ao Templo.

Por Jarbas Aragão – Gospel Prime
Mais:

https://exateus.com/2016/11/11/sinedrio-pede-a-trump-e-putin-ajuda-para-construir-terceiro-templo-em-jerusalem/

A construção do Templo Judaico e os Maçons!

A Novilha Vermelha e o Terceiro Templo Judaico!

LEVITAS PARA O TERCEIRO TEMPLO SÃO REGISTRADOS E INICIAM ESTUDOS DA NOVILHA VERMELHA

Rabino-chefe de Israel admite reconstruir templo de Jerusalém junto a mesquita islâmica Al-Aqsa; “Há muito espaço para judeus, cristãos, muçulmanos, todos!”

ISRAEL JÁ TEM LEVITAS PRONTOS PARA FAZEREM OS SACRIFÍCIOS NO TERCEIRO TEMPLO

SINÉDRIO ESCOLHE NOVO SUMO-SACERDOTE EM ISRAEL; TERCEIRO TEMPLO DEVERÁ SER CONSTRUÍDO AO LADO DE MESQUITA

ISRAEL: SACERDOTES REENCENAM SERVIÇO BÍBLICO DO TEMPLO; CONSTRUÇÃO DO TERCEIRO TEMPLO ESTÁ PRÓXIMA

Judeus voltam a fazer sacrifícios de animais após 2000 anos

Achado arqueológico pode mudar construção do 3º Templo

ESTÁ CHEGANDO A HORA! POLICIAIS DE ISRAEL PREPARAM ESQUEMA DE SEGURANÇA PARA VINDA DO “MESSIAS”

Não vejo ninguém ainda no mundo atual com as características do AntiCristo, talvez Obama com um cargo na ONU e com ela fortalecida! talvez!

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O comissário Roni Alsheikh, Chefe do Departamento de Polícia de Israel, anunciou semana passada que as forças policiais estão se preparando para a chegada do Messias. Para isso, precisaram montar um esquema de segurança.

“Nós, da polícia, estamos muito envolvidos em assegurar os mitzvot (mandamentos Bíblicos) entre o homem e seu próximo. Quando o Messias vier, todo mundo vai querer chegar perto dele e isso pode criar muito tumulto”, explicou o comissário ao site Breaking Israel News.

Ao descrever o papel importante da polícia quando ocorrer a vinda do Messias, Alsheikh, explicou: “não estamos apenas ocupados com a aplicação da lei, também estamos tentando adotar medidas preventivas para mostrar consideração para os nossos cidadãos.

A missão da polícia israelense é pautada pela exigência bíblica de “amar o seu próximo”. “Não há dúvida de que a felicidade e o serviço a Deus aproximará a todos [os cidadãos]”, asseverou.

Ele encerrou dizendo que “Em breve, se Deus quiser, precisaremos começar a preparar as operações de segurança necessárias pois o Messias terá chegado”.

Por Jarbas Aragão – Gospel Prime
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ALIANÇA “PROFÉTICA” DE RÚSSIA, IRÃ E TURQUIA SE FORTALECE APÓS MORTE DE EMBAIXADOR

Foreign ministers, Sergei Lavrov (C) of Russia, Mevlut Cavusoglu (R) of Turkey and Mohammad Javad Zarif of Iran, attend a news conference in Moscow, Russia, December 20, 2016. © Ilya Pitalev

Um dia após assassinato de embaixador russo em Ancara, ministros de Defesa e de Relações Exteriores de Rússia, Turquia e Irã se reuniram em Moscou nesta terça (20). Ao contrário de uma declaração de guerra, alardeado por muitos jornais, decidiram dar “passos imediatos” para obterem uma resolução pacífica do conflito na Síria.

O Kremlin ressaltou que o assassinato do embaixador Andrei Karlov em solo turco foi uma provocação, mas que isso “não afetará os atuais esforços diplomáticos”.

Sergei Shoigu, ministro da Defesa russo, afirmou à imprensa: “Especialistas trabalham hoje em um texto da Declaração de Moscou sobre passos imediatos para impulsionar a resolução da crise síria. Este é um documento consistente e muito necessário”.

Ele e o ministro da Defesa do Irã, Hussein Dehgan, também deixaram claro que “todas as anteriores tentativas de pactuar ações conjuntas empreendidas pelos EUA e seus parceiros estavam condenadas ao fracasso. Nenhum deles tinha influência real sobre a situação no terreno”.

“Uma solução política é a melhor solução, é nisso em que acreditamos”, ressaltou Mevlüt Çavuşoğlu, ministro de Relações Exteriores da Turquia. Javad Zarif, ministro de Relações Exteriores do Irã, disse que a união trilateral deve cooperar para “acabar com o terrorismo que está mantendo todos como reféns na Síria e no Oriente Médio”. Assista:

Segundo o documento divulgado, os três países esperam “serem fiadores e solucionar conjuntamente os assuntos relacionados com a situação na Síria”. A medida causará impacto em todo o Oriente Médio, pois Rússia e Irã sempre estiveram do mesmo lado na guerra da Síria, apoiando o governo de Bashar al-Assad.

Contudo, até aqui a Turquia estava ao lado dos Estados Unidos e da coalização internacional que tentam derrubar Assad e apoia os chamados “rebeldes moderados”.

Russos e turcos vinham se aproximando nas últimas semanas, por causa dos acordos de cessar-fogo e de evacuação de civis da cidade de Aleppo.

Recentemente, a revista francesa Atlantico mostrou que havia muitos interesses comuns que uniam países tão diferentes. O primeiro-ministro da Turquia, Erdogan, sabe que não pode ficar contra a Rússia devido a antigos acordos econômicos, militares e políticos. Então, o premiê está promovendo uma “virada” na sua política externa. Mais:

https://exateus.com/2016/12/02/erdogan-declara-guerra-contra-assad-decisao-pode-colocar-russia-em-guerra-contra-a-otan/

https://exateus.com/2016/11/01/russia-se-prepara-para-lancar-ataque-avassalador-para-libertar-aleppo-na-siria/

A propaganda falsa dos EUA sobre a Síria e contra a Rússia agora está falhando abertamente!

A Origem da Al-Qaeda e do Estado Islâmico pela CIA

A chance de Putin se vingar dos EUA na Síria

“RÚSSIA CRIA UMA NOVA ORDEM INTERNACIONAL REDUZINDO INFLUÊNCIA DOS EUA”
Além disso, os três países têm uma atitude comum em relação ao Ocidente, que consideram “arrogante” e “pronto para interferir”. Alain Rodier, diretor do Centro francês de Pesquisa e Inteligência, lembra que os três países compartilham a intenção de ultrapassar Washington que, segundo eles, quer impor as suas regras na política internacional.
Ezequiel 37 a 39

O Doutor Mark Hitchcock, autor de dezenas de livros sobre profecias bíblicas afirma que as notícias que estampam os jornais de hoje revelam a existência de uma nova aliança de nações que repetem os tempos bíblicos, e seu inimigo comum seria Israel.

Ele aponta especificamente para uma profecia encontrada em Ezequiel 38, que parece estar cada vez mais próxima de se cumprir. Conhecida como a guerra de Gogue e Magogue, o texto fala sobre uma aliança de nações que se unem para irem contra Israel.

O que torna este último século diferente dos outros, disse Hitchcock, é que Israel foi novamente reconstituído, conforme descrito em Ezequiel 37, na profecia dos “ossos secos”.

Ele diz que nações como Rússia, Irã, Líbia e Turquia nunca foram aliadas ao longo da história, mas nos últimos tempos esses países parecem estar formando alianças enquanto sua postura com Israel não é muito amigável.

“Todas as nações de Ezequiel 38 são identificáveis hoje e estão fazendo alianças umas com as outras”, disse Hitchcock. Haverá grandes poderes mundiais unidos nessa batalha, lembra o especialista:

1 – a federação de 10 reinos, que constitui a forma final do quarto grande Império Mundial (uma União Europeia modificada, que está perdendo membros);
2 – a federação do Norte, (pode ser a Rússia);
3 – Meseque, Tubal e Togarma (regiões da Turquia);
4 – Pérsia, povos além do Eufrates (atual Irã);
4 – os reis do Sul, poder ou coligação de poderes do Norte da África (Líbia e Sudão)

Embora a hostilidade dos quatro primeiros seja de uns contra os outros e contra Israel (Zc 12.2,3; 14.2), é particularmente contra o Deus de Israel que eles lutam (Sl 2.2; Is 34.2; Zc 14.3; Ap 16.14; 17.14; 19.11,14,15,19,21).

Enquanto essa profecia pode ser perturbadora para alguns, Hitchcock tem certeza que ela pode oferecer conforto também. “Deus está sempre no controle”, sublinha.

Por Jarbas Aragão – Gospel Prime
Assista:

HALLOWEEN: UMA FESTA DE SATANÁS

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Por Libertar.in
Chegou o 31 de Outubro!
Os maiores índices de vendas de doces e balas nos EUA e Europa ocorre na época do halloween.
Esta festa teve início no culto ao Diabo realizado por sacerdotes Druídas. Eles faziam sacrifícios humanos com crianças. O dia 1º de novembro foi instituído pelo Papa como Dia de Todos os Santos, em memória às crianças sacrificadas no dia 31 de outubro.
Crê-se que tais sacrifícios são feitos ainda hoje, prova disso é a preocupação das autoridades dos EUA com o alto índice de crianças desaparecidas nesta época.
Há uma prática no halloween americano chamada Fogueira de Ossos… ela fica acesa toda a noite queimando ossos até tornarem-se cinza. A crença druída, rezava que, na noite de 31 de outubro os mortos da família se levantavam e visitavam a casa dos parentes. Se ao chegarem não houvessem guloseimas e manjares preparados para eles, Satanás visitaria aquela casa.
Hoje vemos as crianças de casa em casa pedindo doces, fazendo papel de criatura das trevas. E cada vez que falam “Treats or Tricks?” – “Oferenda ou Travessura?” – estão proferindo “Ou você me dá um doce, ou te amaldiçôo”. As crianças são usadas como veículos de maldição!
As cerimônias, festas, druídas eram realizadas na floresta, em meio a árvores onde eram oferecidos sacrifícios de animais negros, sacrifícios de crianças e eles passavam a noite em orgias sexuais.
Leitura recomendada:

Tudo tem uma simbologia:

Cores
 Laranja: cor da velas usadas nas cerimônias com defuntos
 Negro: manto que cobria os mortos
Símbolos
– Abóbora: na Europa era usado um nabo, com um rosto esculpido e uma vela dentro para iluminar o caminho quando andavam pela floresta durante a noite e simbolizava o espírito morto do qual recebiam poder – Joquio. Ao vir para América, o nabo foi substituído pela abóbora e o espírito passou a ser chamado Jack!
 Gato Preto: reencarnação de seres humanos.
O halloween é uma festa Satânica. Para os Satanistas há apenas 3 datas importantes no ano:
1º – o aniversário deles próprios;
2º – 30 de Abril – antiga data do Dia de Finados (hoje 02/11)
3º – 31 de Outubro – halloween
“A feiticeira não deixarás viver. (…) Quem sacrificar aos deuses e não somente ao Senhor será destruído.”  (Exôdo 22:18-20)
“Não se achará entre ti quem faça passar pelo fogo o seu filho ou a sua filha, nem adivinhador, nem prognosticador, nem agoureiro, nem feiticeiro; nem encantador, nem necromante, nem mágico, nem quem consulte os mortos, pois todo aquele que faz tal coisa é abominação ao Senhor…”  (Deuteronômio 18:10-12)
“Quanto, porém, aos covardes, aos incrédulos, aos abomináveis, aos assassinos, aos impuros, aos feiticeiros, aos idólatras e a todos os mentirosos, a parte que lhes cabe será no lago que arde com fogo e enxofre, a saber, a segunda morte (morte eterna).” (Apocalipse 21:8)
Todo ano, em outubro, milhões de pais cristãos professos aprovam enviar seus pequenos para as ruas vestidos de duendes, bruxas e fantasmas em um ritual de “Travessuras ou Guloseimas”. Será que este costume é apenas uma noite de inofensivo divertimento e tolice? Ou é um sinistro comando de Satanás para ensinar às mentes dos jovens seus caminhos diabólicos? O que está exatamente, envolvido neste festival onde o jovem e o velho se parecem, vestidos com trajes ridículos? Sobretudo, como deve, um verdadeiro adorador, encarar este costume? Que orientações podemos encontrar na Bíblia para nos ajudar a saber o que o próprio Deus sente sobre isto?
Muito do que acontece no halloween é, muito evidentemente, nada inofensivo. Quando os jovens profanam edifícios, quebram janelas, furam pneus, etc. a maioria deve concordar que é algo muito prejudicial e degradante. Mas que dizer sobre o costume popular do “Travessura ou Guloseimas”? É algo inocente como tantos pais pensam? Para compreender a resposta a esta pergunta, nós devemos primeiramente compreender de onde este festival veio e porque era celebrada originalmente.
A celebração do halloween já era observada por idólatras muito tempo antes da vinda de Cristo. Os sacerdotes druidas da Inglaterra, os romanos, os gregos e outros mantinham um festival de halloween. Não se realizava até muitos séculos após a morte de Yeshua e de seus apóstolos, até que a cristandade popular começou a observar tal noite.
No livro “halloween através dos séculos” (Ralph Linton, pg.4), nós encontramos: “O mais antigo halloween foi celebrado pelos druidas em honra a Samhain, “senhor dos mortos”, cuja festa caía em 1º de novembro.”
Na Enciclopédia Britânica (11º ed., Vol. XII, pg. 857-858) lemos: “Era crença druida que na noite deste festival Saman, “senhor da morte”, chamava para junto de si os espíritos malignos que tinham sido condenados a habitar os corpos dos animais nos últimos 12 meses.”
O primeiro dia de novembro foi considerado por muitos povos antigos do norte, como sendo o começo de um ano novo. Neste tempo, quando as folhas estavam caindo e quase todo a folhagem estava desaparecendo, acreditava-se que as almas dos mortos retornavam aos seus lares. Se estes espíritos não encontrassem o alimento e abrigo apropriados ou fossem ofendidos com o que encontravam, a maldição do demônio viria sobre as cidades, vilas, etc.. Sacrifícios eram oferecidos aos mortos nestas ocasiões em várias regiões. Este dia foi chamado de “Noite de todas as almas”. Naqueles dias, o 1º de novembro iniciava-se no pôr-do-sol, correspondendo assim ao cair da noite do nosso atual 31 de outubro.
O DIA DE TODAS AS ALMAS
O costume de comemorar o “Dia de Todas as Almas” pode ser encontrado por todo o mundo. O “Dicionário Padrão de Folclore, Mitologia e Lenda para Temerosos e Gaiatos” nos diz: “Essencialmente, “Todas as Almas” é a adaptação de um costume de abrangência quase mundial de se reservar uma parte do ano (geralmente a última parte) para os mortos. Os babilônicos observavam uma festa mensal de Todas as Almas em que sacrifícios eram feitos por sacerdotes.” No folclore, por James Napier (p. 11) nós lemos: “Havia uma opinião geral entre todas as nações de que, na morte, as almas de homens bons eram possuídas por espíritos bons e carregadas ao paraíso; mas as almas de homens maus eram deixadas para vaguear no espaço entre a terra e a lua, ou entregues ao mundo espiritual. Estes espíritos vagantes tinham o hábito de assombrar os vivos… Mas havia meios pelos quais estes fantasmas poderiam ser exorcizados.” Esta satisfação poderia ser proporcionada através de presentes e alimento que poderiam ser preparados e oferecidos para eles. O abrigo também deveria ser providenciado para estas almas. De acordo com estas superstições, se você satisfizesse estes espíritos, eles não o incomodariam; entretanto, se não fossem satisfeitos, as maldições do demônio recairiam sobre você.
“Os Astecas do México acreditavam que as almas dos mortos voltavam no décimo segundo mês do ano, que corresponde a nosso novembro. Neste Dia de Todas as Almas as casas eram enfeitadas por fora para dar boas-vindas aos espíritos. Vasilhas de comida e bebida eram preparados numa mesa no cômodo principal, e a família saia com tochas para encontrar-se com os espíritos e convidá-los a entrar. Então, retornando à casa eles se ajoelhavam ao redor da mesa e curvados com seus olhos em terra, rezavam para as almas aceitarem suas ofertas” (Adonis, Frazer, p. 244).
Assim, por todo antigo mundo pagão, nós encontramos um padrão similar para apaziguar ou fazer ofertas e presentes aos mortos. Naturalmente, há diferenças nos métodos, mas a mesmo propósito prevalece em todos.
O PONTO DE VISTA DE DEUS
Neste momento, nós podemos notar que o Deus verdadeiro, (YHWH), tinha dito ao seu povo para não imitar aos povos pagãos:
“Não aprendais o caminho dos gentios.” (Jeremias 10:2)
Deus tinha lhes dito outra vez:
“Não vos voltareis para os necromantes, nem para os adivinhos; não os procureis para serdes contaminados por eles.” (Levítico 19:31)
Os escritos Hebreus nos dizem muito objetivamente:
“os mortos não sabem coisa nenhuma” (Eclesiastes 9:5)
Não podem voltar e assombrar a vida.
“A alma que pecar, essa morrerá.” (Ezequiel 18:4)
Depois que Cristo veio, seus discípulos, também foram advertidos quanto a imitarem as religiões pagãs.
“Antes, digo que o que eles sacrificam, é a demônios que as sacrificam e não a Deus; e eu não quero que vos torneis associados aos demônios. Não podeis beber o cálice do Senhor e o cálice dos demônios; não podeis ser participantes da mesa do Senhor e da mesa dos demônios” (I Coríntios 10:20-21)
Os primeiros discípulos se recusaram a participar dos rituais pagãos realizados para os mortos. Mas algo aconteceu depois que os apóstolos morreram. Enquanto os primeiros discípulos foram mortos ou morreram, os discípulos gentios caíram afastados da verdadeira adoração. Estes apóstatas começaram a fazer exatamente o oposto do que as escrituras diziam. Adotaram os caminhos dos pagãos. O predito afastamento da verdadeira adoração corrompeu a igreja primitiva. – Mat. 7:22,23; II Pe. 2:1; Atos 20:29,30.
A FALSA ADORAÇÃO INFILTROU-SE NA CRISTANDADE POPULAR
Aproximadamente 100 “CE.”, o imperador Hadrian construiu um templo para honrar o deus pagão, Cybele e outros deuses e divindades romanos. Este templo foi chamado o Pantheon. O Romanos usavam este templo também para honrar seus mortos. Mais tarde, a igreja romana que professava Cristo, tomou conta deste templo. Destruíram suas abominações? Não. Ao invés disto, eles adotaram os caminhos dos romanos pagãos, apenas agora eles usam o templo para rezar para a Vigem Maria e outros santos proclamados. Treze de maio foi escolhido como um dia especial de oração para as almas dos santos, que se acreditava estarem sofrendo no “Purgatório”. Este dia foi chamado “Dia de Todos os Santos” (All Saints Day).
Em 834 “CE”, a data para esta celebração foi mudada para 1º de novembro. O nome do celebração também foi mudada. É chamada agora de “Todos os Santos” (All Hallow), significando “Todo Santo” (All Holy). “Een” foi adicionado mais tarde como uma contração de “evening” (noite), assim produzindo o termo familiar “halloween”, significando “A Noite Santa”.
Não foi nenhum acidente a igreja romana ter escolhido a data de 1º de novembro. Como já mencionamos, era nesta data que os druidas da Inglaterra, os nórdicos da Escandinávia, e os alemães pagãos mantiveram seu festival “A NOITE DE TODAS AS ALMAS”. A maioria deste povo está agora sob o controle romano. Haviam se tornado “cristãos” no nome, mas aderiram aos costumes pagãos. A fim de acomodar esta situação, a igreja romana decidiu apenas adotar os caminhos pagãos e chamá-los de “cristãos”. Às várias divindades para as quais os pagãos rezavam foram dados nomes de santos da igreja. Pensou-se que fazendo isto os costumes pagãos dos povos poderiam ser pronunciados limpos. Entretanto, os povos no geral eram ainda pagãos no coração. Os sentimentos da adoração pagã remanesceram. Foi apenas chamado de “cristão”.
Esta influência pagã tem diminuído em nossos dias? Note isto: “Em muitos países Católicos a crença de que os mortos retornam neste dia é tão forte que é deixado alimento nas mesas (Tirol, Itália) e as pessoas (França, Itália, Alemanha) ainda decoram os túmulos dos mortos” (“Dicionário Padrão de Folclore, Mitologia e Lenda para Temerosos e Gaiatos” Vol. I, pag. 38). A influência destas crenças pode ser vista em praticamente todas as nações por toda a Terra, hoje em dia, quer sejam cristãos professos ou religiões pagãs.
Atualmente muitas pessoas têm também suas festividades nas quais dão presentes e fazem oferendas aos mortos. No Novo Ano Chinês, você deverá encontrar muitos Budistas Chineses oferecendo presentes e alimento, roupas e dinheiro, queimando-os aos mortos. Supostamente, estes presentes iriam ajudar os mortos na sua jornada. “No Oriente Médio os festivais da morte incluem reuniões familiares e refeições cerimoniais nos túmulos dos ancestrais.
Mexicanos guardam o dia 2 de novembro como o “Dia del Muertos” (Dia dos Mortos) com celebrações em cemitérios, feitas de forma colorida, através do oferecimento de flores, comidas em potes de barro, brinquedos e presentes, além de queimarem velas e incensos – Nova Enciclopédia dos Temerosos e Gaiatos, Edição 1986 , Vol. 10, pag. 146.
E QUANTO AOS DIAS DE HOJE?
Pode uma pessoa que quer agradar a Deus prestar seu tempo e apoio a tal celebração? Pode esta pessoa permitir que suas crianças participe nas atividades populares associadas a este festival pagão? Onde está a ênfase deste dia? Está em desenvolver o fruto do Espírito ou intenta em desenvolver um espírito de “prostituição, impureza, lascívia, idolatria, feitiçaria, inimizades, porfias, ciúmes, iras, discórdias, dissensões, facções, invejas, bebedices, glutonarias”, etc.? (Gl. 5:19-23). Esta festa promove o amor de Deus e de seu Filho, Yeshua ou demônios, bruxos e uma multidão de outras atividades que são diretamente condenadas pela Bíblia?
Outra coisa a ser notada é que festa similar era mantida na Babilônia. Isso indica que o halloween é um produto da “Grande Babilônia” citada em Apocalipse 18:2-4: “Caiu, caiu a Grande Babilônia e se tornou morada de demônios covil de toda espécie de espírito imundo e esconderijo de toda espécie de ave imunda e detestável. Todas as nações tem bebido do vinho e do furor da sua prostituição. Com ela se prostituíram todos os reis da terra. Também os mercadores da terra se enriqueceram às custas da sua luxúria. Ouvi outra voz do céu, dizendo: Retirai-vos dela, povo meu, para não serdes cúmplices em seus pecados e para não participardes dos seus flagelos.”
FRUTOS DO HALLOWEEN
Os frutos da mentalidade “trick-or-treat” (“Travessura ou Guloseima” ou “Maldição ou Oferenda”) tem sido induzir a uma atitude egoísta. A ameaça de uma travessura, a menos que uma oferenda seja recebida remonta a um suborno, a respeito do qual a escritura diz:
“… o suborno corrompe o coração” (Eclesiastes 7:7)
As crianças aprendem que participar de suborno, em certas circunstâncias, é considerado legal e sancionado pelos pais, escolas e igreja populares. A luxúria é oferecida e encorajada a medida que as crianças saem para obter tanto despojo quanto puderem. Inveja e orgulho são colocados a medida que as crianças comparam sua pilhagem, depois de uma noite de suborno. Mas há outra deturpação: a criança que participa do “trick-or-treat”atualmente faz o papel do espírito, fantasma ou duende, do morto que deverá voltar para importunar os vivos se não lhe derem o que ele quer. A oferenda feita a estes mortos, diz a Bíblia, estão sendo feitas, na realidade, à demônios (I Co. 10:20). Você quer que seus filhos sejam representações de demônios? Você quer fazer ofertas a demônios quando esses representantes do demônio vierem a sua porta?

Que outras características a observância desta festa ensina aos jovens?

Uma das mais notáveis características que temos visto é a ganância, a atitude “Eu quero”, que está diretamente em oposição aos princípios Bíblicos (Pv. 15:27). “Fazei pois morrer a vossa natureza terrena [os céus que agora existem e a terra tem sido entesourados para o fogo, estando reservados para o Dia do Juízo e destruição dos homens ímpios – II Pe. 3:7] prostituição, impureza, paixão lasciva, desejo maligno, e a avareza, que é idolatria”. (Cl. 3:5) “Sabei pois isto: nenhum…avarento, que é idólatra, tem herança no reino de Deus.” Ef. 5:5.
Mas, ainda pior, o costume “trick-or-treat”, atualmente promove violência através da ameaça de uma travessura, se a desejada oferenda não for obtida. Tanto é verdade que uma quantidade muito pequena de crianças, hoje em dia, vão em frente com sua ameaça de “travessura” quando não recebem nada, contudo é impresso em suas mentes que eles estão se impondo a famílias e indivíduos que sentem-se “obrigados” pelo costume a dar a exigência deles, uma “oferenda”. E, por outro lado, muitas crianças que saem para arrecadar doces e guloseimas, pregam peças prejudiciais na época do halloween (Pv. 10:23). Enquanto a maioria destas “peças” são pequenos aborrecimentos, outras freqüentemente consistem em uma ameaça para os alvos individuais destas “travessuras”.
Além disso, o halloween tem mascarado festinhas que dão crescimento a muitos atos de obscenidade, com palavras vulgares e até embriagues e prostituição. O espírito mundano, trabalhando com nossa carne e com as tentações apresentadas pelo mundo o por Satanás, presidem tais eventos, até se estes eventos forem realizados exclusivamente por aqueles que se dizem “cristãos”. Um crente instruído deve procurar conhecer melhor ao invés de favorecer o demônio neste costume. O uso de máscaras em tempos antigos foi também para assustar ou tapear os espíritos dos mortos, para que eles não pudessem prejudicar quem as usava. Assim, muitos orientais usavam uma grotesca máscara no dia de Ano Novo para repelir espíritos demoníacos. Tal indulgência à idolatria não está, certamente, em harmonia com a Palavra de Deus.
Esta claro que os frutos produzidos pelo festival do halloween não são as obras do Espírito de Deus, mas as da carne e do demônio (Gl. 5:19-23). O demônio e este mundo estão trabalhando duro para encontrar uma forma de doutrinar as pessoas a crerem que o certo é errado e o errado é certo.
“Porque surgirão falsos cristos e falsos profetas operando grandes sinais e prodígios para enganar, se possível, os próprios escolhidos.” (Mateus 24:24)
“Porque tais são falsos apóstolos, obreiros fraudulentos, transformando-se em apóstolos de Cristo. E não é de admirar, porque o próprio Satanás se transforma em anjo de luz.” (II Corintios 11:13-14)
“E foi expulso o … diabo e Satanás, o sedutor de todo o mundo…”(Apocalipse 12:9)
“Ai dos que ao mal chamam bem e ao bem, mal; que fazem da escuridão, luz e da luz, escuridão; põe o amargo por doce e o doce por amargo.” (Isaias 5:20)
Uma forma que os demônios usam para atrair é através de diversão e prazeres. “A estultícia dos insensatos é enganadora. Os loucos zombam do pecado…” (Pv. 14:8,9; 15:21; Is. 56:12) O demônio se faz agradável, “um anjo de luz” (II Co. 11:14) e ao mesmo tempo faz do Verdadeiro Deus, e seu Filho, Yeshua, parecerem desmancha-prazeres, opostos a diversão (Gn. 3:4,5) o que, obviamente, não é verdade (Jo. 8:44; Pv.10:22). “Ó provai e vede que o Senhor é bom.” (Sl. 34:8) “Feliz daquele que guarda as suas prescrições e o busca de todo o coração.” (Sl. 119:2)
O inimigo de Deus usará pressão, escolas, nossa família e até igrejas populares a fim de manter o povo de Deus percorrendo seus enganosos caminhos. “O tolo posto em grandes alturas…” (Ec. 10:6) O verdadeiro povo de Deus deve se opor a Satanás, não importa quão inocentemente ele se apresentar. “Sujeitai-vos, portanto, a Deus, mas resisti ao Diabo, e ele fugirá de vós.” (Tg. 4:7; Ef. 4:27; I Pe. 5:8,9).
E se você for um jovem adorador do Deus Vivo, e só agora percebeu que o halloween é uma das obras do demônio? Você estaria disposto a se posicionar contra a pressão dos seus colegas de classe e outros que possam ficar falando para você que é isso é puro divertimento, que não há mal algum nisso, etc.?
jack the lanternVocê se desviaria da idolatria da gula e exaltação de Satanás e dos demônios representados nas máscaras, da “Lanterna de Jack”, etc.? (I Jo. 5:21; II Co. 6:16.). Quando a noite de halloween chegar, o que você vai fazer? Você vai se sentar sozinho em casa naquela noite, pensando que você poderia estar com os outros que estão lá fora coletando guloseimas ou participando de uma festa, fantasiado e mascarado? Todavia, você dever controlar seu pensamento. Afugente este tipo de pensamento, fazendo planos para a noite de halloween, assim você estará ocupado fazendo alguma coisa, preferivelmente algo na obra do Senhor (I Co. 3:13).
Seus pensamentos podem deixá-lo feliz ou triste. Você pode pensar que está “perdendo”alguma coisa, ou você pode colocar os princípios bíblicos para trabalharem na sua vida. Isto irá fazê-lo muito mais feliz do que as banalidades do mundo.
“Tudo o que é verdadeiro, honesto, justo, puro, amável, se alguma virtude há e se algum louvor existe, nisto pensai.” Isto pode ser difícil, porque é natural querer continuar se comportando e fazendo o que os outros estão fazendo. Mas, não é mais importante pertencer ao Criador e a Yeshua do que aos amigos do mundo.
“Não tenhas inveja dos homens malignos, nem queiras estar com eles, porque o seu coração maquina violência e os seus lábios falam para o mal.” (Provérbios 24:1-2)
O conselho das Escrituras é ainda mais aplicável hoje do que nos dias dos apóstolos: “Andai no amor, como também Cristo nos amou e se entregou por nós, como oferta e sacrifício a Deus em aroma suave. Mas a impudicícia e toda sorte de impurezas ou cobiça nem sequer se nomeie entre vós, como convém a santos; nem conversação torpe, nem palavras vãs, nem chocarrices, coisas essas inconvenientes; antes, pelo contrário, ações de graças. Sabei pois, isto: nenhum incontinente, ou impuro, ou avarento, que é idólatra, tem herança no reino de Deus. Ninguém vos engane com palavras vãs porque, por essas coisas, vem a ira de Deus sobre os filhos da desobediência. Portanto, não sejais participantes com eles.” Ef. 5:2-7.
Por que não tentar ajudar seus amigos a ver a importância de obedecer a Deus, assim como receber a sua graça quando ele executar o julgamento no dia da sua ira? (Sf. 2:3; Sl. 73:24-28) Partilhe os conhecimentos que agora você tem. Sabemos que isso trará bênção para você e para os outros.
DEZ RAZÕES PELAS QUAIS OS CRISTÃO NÃO DEVEM CELEBRAR O HALLOWEEN
Muitos em nossa sociedade secular acreditam que o halloween é nada mais que um festival inofensivo que permite que as crianças coletem doces. Mas será mesmo? A origem desta mentira está profundamente enraizada no oculto e os cristãos devem se manter longe. Aqui há dez motivos para isso:
– Trinta e um de outubro é, há muito tempo, conhecido como “O Festival da Morte”. As tribos celtas e seus pastores, os Druidas celebravam este dia como o criador da transformação da vida em morte.
Hoje o halloween é, comumente celebrado por adeptos da bruxaria que usam a noite para seus rituais.
– Os bruxos celebram o halloween como “A Festa de Samhain”, a primeira festa do calendário bruxo. Sendo um festival da morte, halloween é uma época que os feiticeiros tentam se comunicar com os mortos através de diversas profecias.
– Cristãos não devem se envolver com práticas ocultistas ou adivinhas (divinatórias). Atente para o mandamento do Senhor contra adivinhações em Deuteronômio 18.
– Ocultistas crêem que halloween é um período de transição entre a vida e a morte. Alguns ocultistas praticam adivinhação e acreditam que você pode aprender os segredos da vida e da sabedoria, deitando-se sobre um túmulo e ouvindo as mensagens do defunto.
 Ocultistas também ensinam que espíritos e fantasmas deixam a sepultura durante a noite e se escondem calorosamente em seus antigos lares. Aldeões, temendo a possibilidade de serem visitados pelas almas dos antigos moradores, fantasiavam-se para amedrontarem os espíritos em seu caminho. Eles também deixavam comida e outras oferendas na estrada. Esta é a real razão pela qual as crianças se vestem com fantasias e vão de porta-em-porta procurando por guloseimas.
 Ocultistas também tentavam espantar os espíritos esculpindo um rosto assustador numa abóbora-moranga. Esta visão horrorosa moveria o espírito para outro lar ou vila e livraria aquela casa da destruição. Algumas vezes os aldeões acediam uma vela e colocavam junto à abóbora, usando-a como lanterna (daí o nome “Lanterna de Jack”). Esta é a origem de se esculpir abóboras no halloween.
 Em algumas convenções de bruxaria, o ritual de encerramento incluía espedaçar (catting) uma maçã ou comprometer-se com ritos de fertilidade. Na Bíblia (Gn. 3) espedaçar um pedaço de fruta trouxe pecado e morte para o mundo. Na bruxaria, espedaçar uma maçã é o símbolo de trazer vida. A prática de pendurar (balançar) uma maçã traz duas tradições pagãs: adivinhação e ritual de fertilidade.
– As escolas estão tirando todo significado religioso do Natal (freqüentemente chamado recesso de inverno) e da Páscoa, chamada feriado de primavera. Não é irônico que a maioria das escolas públicas ainda celebram o halloween, apesar de tão ocultas origens?
 Participar do halloween dá sanção a um feriado que promove bruxaria, adivinhação, casas mal-assombradas, e outras práticas ocultas.
– Cristãos devem se esquivar do halloween e desenvolver alternativas criativas. As igrejas poderiam por exemplo, se reunir para prolongados tempos de adoração e estudo das Escrituras. Não devemos, como cristãos, apoiar nem promover o halloween.
– O Halloween é pecado, uma abominação ao Eterno. Se você já comemorou ou comemora este dia, se arrependa verdadeiramente deste pecado, e faça uma oração renunciando todo prazer e celebração dedicada (ou que ainda dedica) à esta festa, e à mitologia demoníaca envolvida nela, expulse todo espírito demoníaco que se alojou na sua vida e na sua família oriundo desta celebração, e peça para que Deus encha sua vida com seu Santo Espírito.
Que o Eterno os abençoe.

A heresia precedeu a ortodoxia?

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Escritores como Bart  Ehrman e membros do Jesus Seminar influenciados por Bauer que foi um teólogo revisionista do início do século XX, criaram uma tese que prega que as heresias surgiram junto com a ortodoxia na história da igreja. Dizem que o que é herético é definido por uma ortodoxia que saiu vencedora junto às demais correntes cristãs que eram tão numerosas quanto à corrente ortodoxa. O que eles querem dizer com isso? Com isso, eles afirmam que o cristianismo pregado e passado ao longo da história é tão legítimo ou “ilegítimo” quanto às outras correntes do cristianismo, inclusive as gnósticas, que a supremacia ortodoxa é um tipo de história dos vencedores.

Não concordando com esse ponto de vista, vários historiadores e teólogos rebateram essas teses de Bauer-Ehrman e nos deram à cronologia dos fatos, vamos a eles:

33 d.C: –  Jesus é crucificado, morre e ressuscita.

40 a 60 d.C – As cartas de Paulo são escritas e enviadas para várias igrejas; a ortodoxia é amplamente divulgada e aceita; as igrejas se organizam em torno de uma mensagem central, heresias rudimentares começam a aparecer.

60 a 90 d.C –  Todos os textos do Novo Testamento são completados e continuam a propagar a ortodoxia. A ortodoxia é amplamente aceita. As heresias ainda são insípidas.

90 a 130 d.C – Surgem os pais apostólicos que continuam a pregar de acordo com a ortodoxia que os precedeu. A ortodoxia é amplamente aceita. As heresias começam a ganhar corpo, mas ainda são rudimentares.

130 a 200 d.C – Escritores cristãos subseqüentes aos pais apostólicos continuam a escrever de acordo e propagar a ortodoxia que os precederam. Já existem várias formas de heresias, contudo permanecem em um segundo plano em relação à ortodoxia.

200 a 300 d.C– A ortodoxia se consolida nos credos, várias formas de heresias continuam aparecendo, todavia, a ortodoxia é amplamente divulgada e aceita.

Concluímos, através desta cronologia que a heresia não surgiu junta nem nunca teve a mesma força da ortodoxia no começo da Igreja. A heresia se desenvolveu de forma parasitária a partir de uma ortodoxia já desenvolvida.

Referência

Andreas Kostenberger & Michel J. Kruger. A heresia da ortodoxia.

O sábado foi trocado pelo domingo como dia de adoração por Constantino por causa do paganismo?

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A igreja Adventista é conhecida principalmente por ter o dia de sábado como o principal dia de adoração e descanso semanal, realizando seu culto principal no sétimo dia da semana. Acusam os cristãos que fazem do domingo o seu dia de adoração e descanso, de seguirem uma mudança feita por Constantino e por Roma papal. Os adventistas utilizam Dn 7:25 como profecia sobre todo esse processo de mudança do dia de adoração que o Papado fez[1] .

O meu ponto de vista é que o imperador só fez oficializar o que já era praticado inclusive na época dos apóstolos, no chamado Dia do Senhor, vejamos as passagens bíblicas que mostram essa idéia:

“Chegada, pois, a tarde daquele dia, o primeiro da semana, e cerradas as portas onde os discípulos, com medo dos judeus, se tinham ajuntado, chegou Jesus, e pôs-se no meio, e disse-lhes: Paz seja convosco.” João 20:19.

“E, cumprindo-se o dia de Pentecostes, estavam todos concordemente no mesmo lugar;” Atos 2:1

“E no primeiro dia da semana, ajuntando-se os discípulos para partir o pão, Paulo, que havia de partir no dia seguinte, falava com eles; e prolongou a prática até à meia-noite.” Atos 20:7

“Ora, quanto à coleta que se faz para os santos, fazei vós também o mesmo que ordenei às igrejas da Galácia. No primeiro dia da semana cada um de vós ponha de parte o que puder ajuntar, conforme a sua prosperidade, para que não se façam as coletas quando eu chegar”. 1 Coríntios 16:1,2.

“Eu fui arrebatado no Espírito no dia do Senhor, e ouvi detrás de mim uma grande voz, como de trombeta”. Apocalipse 1:10.

Os adventistas contestam que a expressão Dia do Senhor significa o “futuro dia escatológico do Senhor” e não “dia consagrado ao Senhor”[2]. Vejamos então o que o Dicionário Bíblico Wycliffe (2012, p. 551) diz sobre o Termo:

 A origem da expressão “dia do Senhor” pode ser rastreada e identificada por sua associação com o dia da ressurreição de Cristo. Esse termo também foi marcado pela aparição de Cristo aos discípulos em um domingo (Jo 20.26) e pela descida do Espírito Santo no primeiro dia da semana (At 2.1)

O Domingo na era patrística

Encontramos uma citação importante de Justino Mártir da meados do  século II  que mostra como os cristãos já se reuniam aos domingos, antes de Constantino ou da Roma Papal:

“E, no dia chamado domingo, todos que vivem nas cidades ou nos campos se reúnem em um só lugar, e os relatos dos apóstolos ou os escritos dos profetas são lidos conforme o tempo permite; então, depois que o leitor termina sua leitura, o que preside instrui verbalmente e exorta à imitação dessas boas coisas”. (Kostenberger, 2014, p.180)

O adventismo diz que não há nenhuma citação bíblica neotestamentária para aplicar o 4º mandamento ao domingo, mas podemos argumentar que a doutrina da Trindade ou a teoria tricotômica do homem também não têm, mas são inferidas dos textos bíblicos. Além do mais, não há nenhuma prescrição do Concilio de Jerusalém para que as igrejas gentias guardassem o sábado. (At 15. 23-29). [3]

A heresia da Igreja Judaizante.

Fora do judaísmo sectário que surgiram as primeiras heresias cristãs. De acordo com os pais da Igreja, Simão o Mago, foi o mentor de todas essas heresias. Simão é identificado como aquele mesmo de Atos 8.9-25. O Ebionismo também foi outra heresia que surgiu na Igreja tendo origem judaica, provavelmente dos essênios.[4]

A disputa a cerca da autoridade do Antigo Testamento e a respeito da natureza da continuidade entre o judaísmo e o cristianismo foi a primeira disputa entre a igreja cristã nascente e o antigo judaísmo na busca por uma tradição[5].

Justino Mártir compôs o Diálogo com Trifão, contra o judaísmo, revelando a tendência da literatura de então em demonstrar para a audiência não judaica cristã, que a igreja, tinha se tornado a nova e a verdadeira Israel[6].

Ignácio nessa disputa, argumentou que os profetas tinham observado o domingo e não o sábado judaico[7].

Os primeiros cristãos insistiam que a Lei Natural precedeu a Lei de Moisés e o exemplo disso era que mulheres também davam a Luz no sábado. Diziam que a Providência que havia dado a Lei a Moisés agora dava o Evangelho de Jesus Cristo e que não queria que as práticas dos judeus continuassem[8].

Conclusão

Não quis, neste artigo, afirmar que quem usa o sábado como seu dia de descanso e consagração ao Senhor, esteja errado, talvez esteja até mais certo do que quem não o faz, mas quis deixar claro, que a Instituição do domingo como dia consagrado ao Senhor, foi uma decorrência advinda dos próprios atos de Jesus, que fez questão de utilizar o domingo em suas Aparições depois de ressuscitado, sendo que o mesmo ressuscitou em um domingo, fundando a própria igreja em pentecostes também no dia de domingo.

Os pais da Igreja relataram que os cultos cristão aconteciam no domingo, prática também mostrada no próprio Novo Testamento, nas cartas de Paulo, e que a própria Instituição oficial do domingo foi conseqüência natural da disputa que existia no começo da Igreja entre a ortodoxia e cristãos judaizantes que muitas vezes descambaram até para um tipo de agnosticismo.

Portanto, as alegações de Ellen White e de seus seguidores de que o dia de domingo foi uma pura substituição de um dia voltado à adoração pagã para acomodar o paganismo no seio da Cristandade não procede, e não procede mais ainda quando a Igreja adventista exagera tornando a consagração ao sábado como uma questão salvífica e escatológica como tenho visto por aí.

 

 

[1] White, 2007, p. 25.
[2] Wycliffe Bible Dictionary
[3] Ferreira & Myatt, 2007, p. 951.
[4] Jaroslav, 2014, p. 44-45
[5] Ibidem, p. 36
[6] Ibidem, p. 37
[7] Ibidem, p. 39
[8] (Or. Cels. 7.26 [GCS 3:177]) apud Jaroslav, 2014, p. 38

 

REFERÊNCIAS 

BIBLIA SAGRADA. Disponível em: https://www.bibliaonline.com.br/

JÚNIOR, Ribas Degmar. Dicionário Bíblico Wycliffe.11ª Impressão. CPAD. Rio de Janeiro: 2012

KOSTENBERGER, Andreas J. A heresia da ortodoxia: como o fascínio da cultura contemporânea pela diversidade está transformando nossa visão do cristianismo primitivo. São Paulo: Vida Nova, 2014.