Camila Pitanga pede orações ao voltar a gravar “Velho Chico”

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Esse afogamento do ator Domingos Montagner foi um caso trágico no contexto de uma novela trágica que a todo momento trazia temas espirituais ligados à forças ocultas da natureza,  traduzidas em lendas como a do “nego d´agua”, rituais de pajelança, etc, escrita por um autor que de se diz “meio ateu” e composta sabe-se lá por quantos atores que se declaram ateus, a própria Camila pitanga é uma delas! veja esse vídeo aqui:

Podemos inserir ainda nesse lado “místico”  da novela, a sua abertura que é composta por uma música de sons estranhos para não dizer macabros e imagens subliminares illuminatis!

Na entrevista concedida pela atriz, duas coisas me chamaram a atenção: 1º houve alguma coisa estranha lá com o ator, ele ficou todo tempo paralisado e sem ação. 2º Parece que o Espírito Santo interviu e não deixou a atriz ir também!

Enfim, se ela pediu orações, oremos, principalmente pela sua conversão e de muitos ateus!

Meus sentimentos e pêsames à família enlutada!

Segue a notícia:

Nesta quarta-feira (21) a atriz Camila Pitanga pediu aos seus seguidores do Twitter que orassem por ela, pois retornaria a gravar a novela “Velho Chico”.

Na quinta-feira passada (15) Camila estava em Sergipe com o ator Domingos Montagner gravando as cenas da novela. Quando o trabalho terminou, os dois amigos foram até a região conhecida como Prainha para dar um mergulho no Rio São Francisco.

Domingos se afogou e morreu, Camila presenciou tudo e ficou bastante abalada.

A equipe da novela retornou para Sergipe no sábado e a atriz voltou no dia de hoje. Um dia antes, ela escreveu uma mensagem agradecendo o apoio e o carinho dos fãs. “Obrigada a vocês que sempre me lembram que a vida pode ser linda”.

E hoje pela manhã, antes de viajar, ela pediu orações. “Bom dia a vocês! Hoje volto a gravar. Peço que orem por mim”, escreveu Camila Pitanga.

Por Leiliane Roberta Lopes / GospelPrime

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Entenderam mal o Montanismo? Uma apologia ao pentecostalismo!

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O Montanismo é classificado na História da Igreja como uma seita herética. O nome do movimento cristão é derivado do seu principal expoente ou fundador Montano. Mas os argumentos que encontramos para tal classificação do movimento como herético, são frutos de mal entendidos doutrinários e da própria ortodoxia da igreja que se baseou no tripé: Canon, Confissão de fé e Magistério, em oposição ao  Montanismo que se baseou  principalmente nas revelações e Dons do Espírito Santo, situação  muito parecida com o que é hoje o movimento pentecostal, do qual faço parte sendo membro da Igreja Evangélica Assembleia de Deus.

As críticas ao montanismo naquela época são semelhantes com as criticas feitas aos pentecostais hoje, principalmente pelo cessacionismo das igrejas evangélicas tradicionais que dizem que os dons e manifestações do Espírito Santo cessaram na época dos apóstolos. Aliás se podemos enxergar traços do pentecostalismo no inicio da Igreja, também podemos encontrar traços de cessacionismo e da predestinação nesse começo, o cessacionismo como já dito, da resistência em acreditar na ação do Espírito Santo na igreja pós-apóstolica e a doutrina da predestinação oriunda de um contexto pior ainda, que foi a influência herética maniqueísta no começo eclesiástico.

Esses fatos tornam o esquerdismo evangélico que está atrelado ao cessacionismo e a predestinação, tão danoso ou pior do que o catolicismo romano, que do tripé ortodoxo acima mencionado, acabou entrando em um pensamento circular de Tradição apoiando as Escrituras e as Escrituras apoiando a Tradição para justificar um monte de aberrações doutrinárias ao longo da história, mas que seus movimentos carismáticos atenuaram em parte, quando não negam e buscam a ação dos dons espirituais  na igreja de hoje.

Então, vamos aos fatos:

Montano foi um presbítero da região da Frígia em meados do século II. Na verdade, pouco se sabe sobre seu verdadeiro ensinamento, menos ainda sobre os detalhes de sua biografia. As principais fontes que falam sobre Montano são oriundas de seus oponentes católicos (entendam católicos como sinônimo de ortodoxia do inicio da igreja e não como católicos romanos), por isso temos que saber que existem distorções e exageros como toda história que na maioria das vezes é contada pelos vencedores. Por outro lado Tertuliano é uma grande fonte sobre o Montanismo, mas seus escritos também sofrem questionamentos, pois o mesmo era adepto do movimento.

Os montanistas produziram muitos escritos sagrados e originaram muitos escritos contra eles, mas a maioria desses escritos não nos foram legados. Nathanael Bonwetsch, apud Jaroslov Pelikan pg 114-115, definiu o montanismo a partir da fonte material existente, desta maneira: “Um esforço para moldar toda a vida da igreja de forma condizente com a expectativa do retorno de Cristo imediatamente à mão; definir a essência do verdadeiro cristianismo a partir desse ponto de vista e se opor a todas as condições por meio das quais a igreja tinha de adquirir uma forma permanente para o propósito de tomar posse de um desenvolvimento histórico mais longo” (Bonwestsch [1881], p. 139).

O montanismo não tinha relação com as religiões orgíacas da Frígia.

Há uma tese de que o Montanismo é originário das religiões pagas da Frígia. No entanto, um exame mais apurado das fontes feito por Wilhelm Schepelern, conclui que o montanismo surgiu em uma atmosfera impregnada das concepções apocalípticas do Cristianismo e do Judaísmo e não com ensinamentos das religiões de mistério.

A explicação para a  origem do montanismo parece estar no fato do esfriamento da igreja devido ao fortalecimento da política na mesma, o que fez diminuir as operações extraordinárias do Espírito Santo. A diminuição da esperança escatológica e o aumento do episcopado estatal indicam um processo de sedimentação já em voga na igreja do século II, fazendo que com muitos cristãos começassem a se ajustar à possibilidade de que a Igreja tivesse que viver no mundo por uma considerável quantidade de tempo ainda. Esse processo de sedimentação engatilhou o declínio em intensidade da freqüência das manifestações carismáticas tão proeminentes nos primeiros anos do cristianismo.

O pentecostalismo estava presente desde o início da Igreja Resultado de imagem para montanismo imagens

Assim como católicos romanos gostam de fazer o questionamento retórico (já bastante refutado) de querer saber onde estavam os evangélicos antes da Reforma Luterana, evangélicos tradicionais gostam de fazer o questionamento também retórico de querer saber onde estavam os pentecostais antes do avivamento de Wesley.

Visões, sonhos, revelações e a declaração de falar em nome do Espírito Santo foram diminuindo diante do processo de sedimentação da igreja já exposto neste texto, no entanto, se essas manifestações do Espírito se tornam escassas na laicidade, elas continuam no Clero, sobretudo entre os monges. Celso fala da presença de “profetas” na Fenícia e Palestina (ap. Or. Cels. 7.8 [GCS 3:160]). Justino Mártir fundamentou em parte seu caso contra o judaísmo na afirmação de que “entre nós ainda agora há carisma profético” (Just. Dial. 82.1; 88.1 [Goodspeed, p. 194; 201]), enquanto a manifestação havia acabado entre os judeus; e Irineu escreveu que muitos irmãos da igreja de sua época, falavam em línguas por meio do Espírito, revelando os segredos do coração dos homens e os mistérios de Deus (Iren. Her. 2.32.4[Harvey 1: 374 -75].

Observa-se, portanto, que a fala profética era comum tanto no montanismo como na igreja primitiva. É importante observar que o conteúdo das visões, revelações, profecias e sonhos não era doutrinal, mas ético. Tertuliano disse que o Paracleto tinha vindo para estabelecer uma nova disciplina, não um novo ensinamento (Tert. Jejun 1.3 [CCSL 2: 1257]). Hipólito e outros primeiro críticos do monanismo enfatizaram suas críticas mais no rigor moral do movimento dito herético do que em alguma suposta aberração teológica.

O Montanismo afirmava que os dons do Espírito Santo estavam ausentes já na igreja daquela época por conta da frouxidão moral dos dirigentes e membros. A igreja estava permitindo que viúvas e viúvos casassem novamente, o que segundo os Montanistas era proibido devido a passagem de 1 Timóteo 3.2, “Marido de uma só mulher”.  A igreja estava ficando relaxada na prática do Jejum, mas os montanistas insistiam que a consumação dos séculos exigia maior rigidez no jejum do que nunca. O montanismo em sua visão apocalíptica, chamava a igreja ao arrependimento, pois o fim estava bem próximo.

O Mal entendido e a acusação contra Montano

A partir de algumas fontes, parece provável que Montano, quando foi visto tomado pelo Espírito Santo, falou do Paracleto em primeira pessoa: “Eu sou o Senhor Deus que falo” (Epif. Haer. 48.11.1 [GCS 31: 233]). Didimo, o cego, transmitiu outro oráculo que tinha ouvido e fora atribuído a Montano: “Eu sou o Pai e o Filho e o Paracleto” (Did. Trin. 3.41 [PG 39:984]). Alguns críticos posteriores do Montanismo com base nessas afirmações extáticas de Montano disseram que o mesmo se identificava de maneira substancial com o Espírito Santo. Cirilo de Jerusalém escreveu: “Montano teve a audácia de dizer que ele mesmo era o Espírito Santo” (Cir. H. Cateq. 16.8 [Reischl-Rupp 2:214]).

Notamos claramente, que as críticas a Montano em se identificar com o Espírito Santo, não são exatas. As falas expressam o senso de passividade como um instrumento ou porta-voz do divino que é tão característico ao dom de profecias.

Maximila, uma das profetizas do movimento montanista, falou através do Espírito: “Eu sou a Palavra, o Espírito e o Poder” (Eus. H.e. 5.16.17 [GCS 9: 466]). Maximila não reivindicou essas características divinas para si mesma, mas para o Espírito que falava por seu intermédio.

O Montanismo como catalisador da Doutrina da Trindade

Parece realmente ter existido um grupo entre os Montanistas que concordavam com a heresia noetana que afirmava que o Pai é ele mesmo o Filho, e que ele experimentou nascimento, sofrimento e morte. Esse grupo tinha adotado a doutrina de que o Pai, o Filho e o Espírito Santo eram apenas modos sucessivos de manifestação do único Deus.

Seria um erro, no entanto, concluir que o montanismo implicava necessariamente a doutrina noetana. Ao contrário, a refutação mais poderosa contra essa heresia, veio do próprio montanista Tertuliano que atacou a doutrina da identidade entre o Pai e o Filho que alguns dos seus irmãos montanistas estavam usando como raciocínio teológico. Tertuliano foi o primeiro teólogo a usar a palavra Trindade em Latim. (Tert. Prax 3.1 [CCSL 2:1161]). As percepções montanistas de Tertuliano, ajudaram a igreja que no fim transcendeu sua fórmula e desenvolveu uma doutrina da Trindade mais sólida.

Resultado de imagem para montanismo imagensEnfim, o burocratismo da igreja relega a Profecia.

Hipólito ao admitir que a igreja não estava vivendo nos últimos tempos puxava o advento da segunda vinda para o futuro e puxava o tempo da profecia para o passado. Segundo ele, a profecia teria terminado com o apóstolo João, cujo Apocalipse, Hipólito sustentou ser a última profecia válida vinda do Espírito Santo (Hip. Antic. 47-48). Ao estabelecer a autoridade dos profetas bíblicos, tanto do Antigo quanto do Novo Testamento, Hipólito desmontou o centro do movimento montanista.

O montanismo se tornou obsoleto para a igreja que começou a encontrar conforto na tripla autoridade apostólica ensinada por Irineu. A profecia apocalíptica do Montanismo não tinha lugar em uma igreja que começa a ficar em paz com o Império Romano e com o próprio sistema mundano.

A igreja para validar sua existência não olhava mais para o futuro na espera da vinda do Senhor, nem para o presente, através do dos do espírito, mas se volta ao passado, para a composição do cânon apostólico, para a criação do credo apostólico e  estabelecimento da sucessão apostólica. E esse tripé se tornou o padrão da ortodoxia.

A ortodoxia da igreja, no entanto, nunca conseguiu apagar a chama do Espírito, que ao longo da história da Igreja esteve presente na experiência de monges e frades, de místicos e profetas, na religião secreta de muitos crentes e agora no grande movimento pentecostal que passou pelos morávios, pelos irmãos Wesley, pela rua Azuza, e é muito forte na grande Assembleia de Deus no Brasil.

Referência

A Tradição Cristã. Uma história do desenvolvimento da doutrina. Jaroslav Pelikan

Quem está certo o católico ou o evangélico

Fiz a pergunta título desse post ao Teólogo, historiador e escritor evangélico Lucas Banzoli, dono da página heresiascatolicas.blogspot.com que já debateu muito com apologistas católicos e agora está sendo agredido verbalmente por suposto apologista católico de codinome Conde.

Pergunta:  Agora o que me intriga é que a visão que o Conde tenta passar de nós evangélicos (se for mesmo verdade) é a mesma que a gente têm deles: que eles não são sérios, que se apegam às suas ideias e não estão realmente atrás de Verdade! E já vi outros apologistas católicos falando assim também! Então faço a pergunta: por que isso acontece? Afinal quem está com a razão ou nenhum lado está com a razão?

Lucas Banzoli responde:

Que nós temos a verdade, isso é muito fácil de se saber. Paulo escreveu:

“O mesmo Espírito testifica com o nosso espírito que somos filhos de Deus” (Romanos 8:16)

O católico não possui este atestado do Espírito Santo em seu coração, ele só acha que está certo porque se apoia na “autoridade da Igreja [Romana]”, na sua antiguidade, tradições, falsos milagres como o de Lanciano, “corpos incorruptos”, “aparições marianas”, etc. Na cabeça do católico, são essas coisas que o mantém na fé e que o fazem se sentir seguro de que ele está na “religião certa”.

Já o evangélico tem a certeza de que está no caminho certo por causa de uma coisa, ou melhor, de uma pessoa: Jesus. É a intimidade com Cristo e o sentir a presença de Deus e buscar a Sua face cada vez mais que faz com que um crente se sinta seguro no caminho em que está trilhando. É o próprio Espírito Santo que testifica em nossos corações que nós somos filhos de Deus, e por isso não precisamos de mais nenhuma confirmação extra. O católico acha que está com a verdade porque se apoia na instituição religiosa romana que chama de “Igreja”; os evangélicos sabem que estão com a verdade porque estão com Jesus, e isso basta.

 

Mensagem – A Parábola das Bodas Mt 22 1-14

” Porque muitos são chamados, mas poucos escolhidos.”

Bodas se refere a uma festa de matrimônio. No judaísmo dos tempos bíblicos essa festa tinha muitas etapas. Primeiro fazia-se o contrato. Um ano depois o noivo ia até a casa da noiva, onde eram apresentados. Depois disso havia um cortejo até a casa do noivo, onde havia um banquete para a celebração das bodas, esse banquete poderia durar até uma semana dependendo da situação econômica do noivo.

Dois convites foram enviados. O primeiro foi enviado com bastante tempo para que as pessoas se preparassem para a festa e o segundo foi enviado para avisar a todos que o banquete estava pronto.

O primeiro convite representa o ministério dos profetas e o segundo já na iminência da festa representa os ministérios de João Batista, Jesus e dos apóstolos.

Houve uma indiferença ao convite principalmente por parte dos lideres religiosos de Israel, tais lideres consentiram na morte de João Batista, incitaram a crucificação de Jesus e perseguiram a Igreja primitiva.

Hoje o convite continua sendo feito, desta feita a judeus e gentios, há mais de 2000 mil anos está sendo feito esse convite que alerta para a segunda vinda de Jesus Cristo.

Um convidado não atentou para algo fundamental quando aceitou o convite de casamento, ele tinha que usar roupa de casamento. Não usar essa veste representa recusar o sacrifício de Cristo na Cruz. Se quisermos participar da Sua festa temos que vestir-nos da justiça que Ele nos concedeu.

No entanto, esse homem não representa os “não salvos”, ele não foi tratado como inimigo do Rei. Porém por não ter se preparado ele foi expulso e lançado nas trevas exteriores.

Este convidado indigno tem o mesmo valor das 5 virgens loucas que não estavam com o azeite preparado quando o Noivo chegou. O azeite representa o Espírito Santo, e um dos sinais que estamos cheios do Espírito Santo é quando pregamos à Palavra de Deus a tempo e a fora de tempo. Quando superamos as dificuldades e não deixamos de anunciar as boas novas ao mundo. Assim era a Igreja primitiva, apesar de todas as perseguições e proibições, os apóstolos não paravam de anunciar o poderoso nome de Jesus e os sinais e maravilhas os acompanhavam. A Palavra diz que ninguém conseguia resistir e disputar com Estevão que estava cheio do Espírito Santo.

Que estejamos selados como o sangue do Cordeiro naquele Grande Dia em que Jesus arrebatará à sua Igreja. Assim estaremos salvos da morte e da destruição como foi nos tempos de Moisés quando o exterminador não atingiu os filhos de Israel no Egito, pois estavam com a marca do sangue do Cordeiro.

 

Jó e o nosso Consolador Jesus

Inspirado pelo Espírito Santo, Jó profetiza: “ Porque eu sei que o meu Redentor vive, e que por fim se levantará sobre a terra.” Jó 19:25

Acusado diante de Deus pelo Diabo, Jó começa a sofrer infortúnios e tragédias que o  transformaram de  homem mais próspero do Oriente em um homem sem nada e enfermo.

Acusado por seus amigos de ter cometido pecados para estar naquela situação, Jó anseia por um advogado, por um intercessor junto a Deus:  “Eis que também agora a minha testemunha está no céu, e nas alturas o meu testemunho está.Os meus amigos são os que zombam de mim; os meus olhos se desfazem em lágrimas diante de Deus.Ah! se alguém pudesse contender com Deus pelo homem, como o homem pelo seu próximo!” Jó 16:19-21

Observamos na Bíblia a presença de Satanás diante do Trono de Deus, fazendo acusações contra a humanidade, vemos isso no começo do Livro de Jó e também no livro do profeta Zacarias: “E ele mostrou-me o sumo sacerdote Josué, o qual estava diante do anjo do SENHOR, e Satanás estava à sua mão direita, para se lhe opor.” Zacarias 3:1

Não sabemos ao certo quando Satanás perdeu o acesso ao céu de Deus, ou se já perdeu mesmo, porém Jesus falou que viu Satanás cair do céu como um raio após  os discípulos de Jesus receberam poder para repreender os demônios, curar as enfermidades e derrotar as forças do mal: “ E voltaram os setenta com alegria, dizendo: Senhor, pelo teu nome, até os demônios se nos sujeitam. E disse-lhes: Eu via Satanás, como raio, cair do céu. Eis que vos dou poder para pisar serpentes e escorpiões, e toda a força do inimigo, e nada vos fará dano algum”. Lucas 10:17-19

Jó estava cansado e angustiado, hoje as aflições de vez em quando tentam assolar como ondas o nosso barco, foi o que Jesus preveniu: “Tenho-vos dito isto, para que em mim tenhais paz; no mundo tereis aflições, mas tende bom ânimo, eu venci o mundo”. João 16:33

Jesus é o redentor que se levantou sobre a Terra, é o Deus do Consolo, que nos deu o Espírito Santo para habitar em nós, Ele prometeu que estaria conosco até a consumação dos Séculos e isso é possível através do seu Santo Espírito. Que tem o Espírito sabe consolar quem necessita, sabe dar uma palavra de ânimo a quem precisa. Se você que é cristão, mas ó tem palavras desanimadoras para as pessoas, é bom rever sua comunhão com Deus.

Você que ainda não experimentou as maravilhas do Espírito Santo, saiba que Ele concede amor, gozo, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé, mansidão, temperança. Que são seus frutos.  Gálatas 5:22.

Aceite Jesus como Senhor e Salvador da sua vida, Ele lhe dará poder para pisar na cabeça da Serpente, Ele será seu intercessor junto ao Pai, e lhe dará o Consolador para habitar no seu coração, juntinho de você até o dia perfeito na presença Dele.

Jair Bolsonaro é batizado por pastor no rio Jordão

Jair Bolsonaro é batizado por pastor no rio Jordão

Por Jarbas Aragão / GospelPrime

Jair Messias Bolsonaro encontrou com o Messias Jesus Cristo. Em vídeo divulgado nas redes sociais, o deputado federal pelo Partido Social Cristão (PSC) e pré-candidato à presidência da República surpreendeu ao ser batizado por um pastor no rio Jordão, em Israel.

Ao lado de outros membros do seu partido, ele está fazendo uma “visita técnica” à Terra Santa, para conhecer tecnologias e estreitar a relação entre os países. Participaram como convidados especiais da cerimônia de celebração dos 68 anos de Independência de Israel.

Liderados pelo pastor Everaldo, presidente da legenda, além de Jair, compõem a equipe o deputado federal Eduardo Bolsonaro (SP), os deputados estaduais Flávio Bolsonaro, Felipe Soares, do Rio de Janeiro e Noraldino Júnior, de Minas Gerais, o vereador Carlos Bolsonaro (RJ) e a secretária de desenvolvimento do Ceará, Nicolle Barbosa.

Após visitas ao Knesset [Parlamento Israelense] e alguns ministérios, eles também visitaram lugares turísticos, como o “Jardim do Túmulo”, local onde o corpo de Jesus foi colocado depois da crucificação.

No vídeo que circula nas redes, o pastor Everaldo conduz uma cerimônia de batismo por imersão, seguindo a tradição da maioria das igrejas evangélicas. Bolsonaro está entre as pessoas que decidiram confessar publicamente sua fé em Jesus Cristo como Filho de Deus e salvador, sendo batizado em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo, conforme a instrução bíblica.

Bolsonaro até o momento não se identificava publicamente como evangélico. Ele é amigo de vários pastores, como Marco Feliciano, e Silas Malafaia. Sabe-se ainda que sua esposa é membro da Assembleia de Deus Vitória em Cristo no Rio de Janeiro.

O filho Flávio, pré-candidato à prefeitura do Rio é membro de uma igreja batista, enquanto Eduardo defendendo os valores cristãos na Câmara. O portal Gospel Prime tentou contatar a assessoria do deputado, mas não obteve retorno.

Assista: