Judeus não precisam de Cristo para serem salvos, conclui Vaticano

Por Jarbas Aragão / GospelPrime

Então são duas Salvações agora? E como ficam os teólogos católicos que tanto menosprezavam os judeus e acusavam os evangélicos de bajularem os judeus? Para mim tudo isso não passa de mais uma jogada para agradar os judeus e trazê-los para o ecumenismo!

Segue a notícia:

Os judeus podem garantir a salvação eterna sem se converter ao cristianismo, disseram teólogos católicos em um relatório publicado como resultado de uma longa investigação do Vaticano.

Essa era uma questão que prejudicava, segundo eles, as relações entre as duas religiões. O material também afirma que a Igreja não deve procurar ativamente converter judeus ao cristianismo, algo que já era defendida pelo ex-Papa Bento XVI em seu livro de 2011.

O relatório elaborado pela “Comissão para as relações religiosas com os judeus” da Igreja Católica, afirma ser possível que os judeus sejam salvos da condenação eterna independentemente de Cristo.



“Embora os judeus não creiam em Jesus Cristo como o redentor universal, eles têm direito à salvação porque os dons e a vocação de Deus são irrevogáveis”, conclui o relatório, segundo um resumo divulgado à imprensa.

A crença de que o único caminho para a salvação é através da fé em Cristo é um princípio fundamental do cristianismo. Por isso, ao mesmo tempo que os teólogos católicos dizem que é somente graças à morte e ressurreição de Cristo que todas as pessoas têm oportunidade de salvação, insistem que os judeus são tratados de outra maneira. Seria isso “um mistério insondável no plano salvífico de Deus”.

Essa posição não constitui uma mudança formal da doutrina católica, mas indica a busca do   Vaticano em tentar minimizar os séculos de ensino antissemita, que na Idade Média justificou a perseguição e até morte de judeus.

Desde o Concílio Vaticano II que a Igreja Católica não atribui mais a responsabilidade pela crucificação de Cristo à “comunidade judaica”, destacando ainda o que chama de herança compartilhada das duas religiões.

As relações entre as duas religiões já foram tratadas em outro relatório – de 1998 – da mesma comissão que conclamou os católicos a se arrependerem por não terem feito mais para impedir o Holocausto e recriminou o silêncio da Igreja como instituição. Com informações de Jews News

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Feliz é a nação cujo Deus é o Senhor: Jesus Cristo é entronizado “rei da Polônia”

Por Jarbas Aragão / GospelPrime

Meu comentário: Apesar de Jesus Cristo já ser Rei de toda a Terra, achei louvável essa atitude dos governantes da Polônia e da Igreja católica! Muitos evangélicos criticaram, por desconfiar do catolicismo, mas quem dera, mas naçoes tivessem atitudes como essa, afinal: “Feliz é a naçao cujo Deus é o Senhor” Sl 33.12

Jesus Cristo tornou-se o rei da Polônia no último sábado (19), e isso ocorreu com a aprovação do presidente da República, Andrzej Duda. Embora o país continue sendo uma democracia parlamentarista, a cerimônia de entronização foi assistida por vários membros do Executivo e do Parlamento. Mais:

https://exateus.com/2016/01/16/presidente-dedica-pais-a-deus-e-e-criticado/

Esse tipo de cerimônia não é novidade, tendo acontecido anteriormente, nas cidades de Jasna Gora (em 1997) e Sagiewnikim (em 2000). Contudo, é a primeira que estão presentes o chefe de Estado e outras autoridades.

Os bispos católicos que conduziram o processo explicaram que o ato é o reconhecimento honorário do seu reinado em “todo o mundo”. Ainda assim, os documentos eclesiásticos da cerimônia descrevem-no como “um ato de aceitação nacional do reino de Cristo e submissão ao seu poder divino”.

O presidente Duda, eleito no ano passado pelo Partido Direito e Justiça (PiS), de perfil conservador, estava na igreja acompanhado do ministro da Justiça Zbigniew Ziobro e do Meio Ambiente, Jan Szyszko, além de vários deputados do PiS. A cerimônia demonstrou a proximidade entre a Igreja Católica e o governo atual, que nunca negou sua identificação com os princípios do catolicismo.

A entronização ocorreu no santuário da Igreja da Divina Misericórdia em Lagiewniki, perto de Cracóvia, com a participação de cerca de 6.000 fiéis, segundo a imprensa local. O desejo dos fiéis poloneses em ver Jesus Cristo no trono polonês se concretizou sete meses apôs a hierarquia Católica aprovar o processo.

Uma tentativa semelhante foi feita em 2006, quando 46 deputados (10% da Câmara), assinaram um projeto de lei para proclamar Jesus como rei, que acabou não sendo aprovado pela maioria dos congressistas.

Profecia de guerra

Os setores mais à esquerda da política polonesa já ridicularizaram a entronização de Jesus Cristo como Rei da Polônia.

A escolha da data foi por que dia 20 de novembro, no calendário local, é a festa de ‘Cristo Rei’. Cerimônias religiosas replicando a entronização foram realizadas no domingo em diversas catedrais por todo o país.

O padre Paul McDonald, um dos organizadores do evento principal, na Igreja da Divina Misericórdia, relatou que existe uma antiga profecia entre os católicos do país revelada pela já falecida beata Rosalia Zelkova. Ela afirmou na década de 1960 que a entronização de Jesus como rei livraria a Polônia da próxima grande guerra.

A invasão da Polônia em setembro de 1939 foi o estopim da Segunda Guerra Mundial. A nação acabou sendo dividida e anexada pela Alemanha e pela União Soviética, perdendo sua soberania. Com informações de ABC e CNS

Monges budistas se convertem e 200 mil pessoas seguem Jesus no Tibete

Monges budistas se convertem e 200 mil pessoas seguem Jesus no Tibete

Por Jarbas Aragão / GospelPrime

O relatório do ano passado da missão Asian Access, que divulga a Palavra de Deus no sul da Ásia, mostrou que um monge budista tibetano se converteu a Jesus Cristo. Ele ouviu as boas novas de uma equipe de missionários, que ofereceram ajuda humanitária para as pessoas do Tibete, após um grande terremoto que atingiu a região.

Joe Handley, presidente da Asian Access explica que esse ex-monge era muito influente, tendo vivido 30 anos como guia espiritual dos praticantes do budismo tibetano, tornando-se um lama.

Mesmo perseguido por ter abandonado a antiga fé ele perseverou e recebeu treinamento, sendo consagrado pastor depois de um tempo. Por causa do seu testemunho, 62 monges também abandonaram Buda por Cristo.

A Asian Acces explica que nos últimos 12 meses, mais de 200.000 pessoas entregaram as vidas a Cristo no Tibete.

Com cerca de 3 milhões de habitantes, o país ficou fechado ao cristianismo durante séculos, por conta de leis que proibiam que estrangeiros pregassem qualquer outra religião que não fosse o budismo tibetano. O líder de facto do país era o Dalai Lama, até que na década de 1950, foi invadida e passou parte da China.

Para Handley, esse avivamento ocorre em parte por cauda do trabalho dos missionários cristãos que chegaram ao Tibete após o terremoto devastador do ano passado.

“Eles não viram budistas, hindus ou outros grupos religiosos ajudando no meio dos escombros. Mas semana após semana, estavam ali seguidores de Jesus que dedicaram seu tempo e arriscaram suas próprias vidas para servir, dispondo-se a ser as mãos e os pés de Jesus”, assegura.

O desafio da missão agora é ajudar a plantar novas igrejas no país que é 90% budista e possui um outro grande empecilho: sua geografia. O Tibete fica no alto da cordilheira do Himalaia, lar das montanhas mais altas do planeta como o Monte Everest (8 848 m) e o K2 (8 611 m). A temperatura média anual é sempre abaixo de zero e o acesso as aldeias é extremamente difícil. Com informações de Christian Today

Terrorista islâmico se converte após ir à igreja espionar

Terrorista islâmico se converte após ir à igreja espionar

Por Jarbas Aragão / GospelPrime

O pastor Ghassan Thomas é mais um entre os milhares de cristãos que fugiram de Bagdá, capital do Iraque, após receber ameaças de islâmicos contra sua vida e de sua família.

Chegando à Turquia, assumiu uma nova igreja dedicada para ajudar refugiados. “Eu era um refugiado e podia me colocar no lugar deles. Eu os entendia”, resumiu Thomas à CBN News.

Quando o Estado Islâmico (EI) enviou um dos seus para espionar a igreja do pastor Thomas, não imaginava que perderiam um soldado. O “espião” jihadista acabou ouvindo o evangelho e se entregou a Jesus Cristo.

Este homem, que não tem o nome divulgado por questões de segurança, conta que sua função quando estava com os extremistas era verificar se havia sobreviventes após os ataques do grupo a uma casa, por exemplo. “Naquele tempo, eu pensava que deveria matar. Eu precisava fazer muitas coisas sangrentas apenas para estar mais perto de Alá”, lembra.

Para o ex-jihadista, a sede de sangue é o que motiva o Estado Islâmico. O pensamento era: “Se você não é muçulmano, precisa se tornar muçulmano. Caso contrário, iremos te matar e tomar o que é seu: dinheiro, mulheres e tudo mais. É isso que está escrito no Alcorão.”

Explica ainda que sua vida foi ameaçada muitas vezes nos combates entre muçulmanos sunitas (ramo ao qual pertence o EI) e os xiitas. Temendo por sua segurança, a família pediu que ele  fugisse para a Turquia. Como bom muçulmano, obedeceu seus pais. O EI pediu então que ele servisse como espião.

Quando chegou na igreja do pastor Thomas, o ex-terrorista já tinha muitos conflitos internos e suas próprias perguntas sobre Jesus. Mas foi o testemunho dos cristãos que mais o impactou.

“Eu vi como as pessoas me receberam mesmo sem me conhecer. Eu odiava essas pessoas e elas me mostraram o amor”, lembra. Conta ainda que uma experiência mudou sua vida.

“Quando eles oraram por mim, comecei a chorar como criança. Senti como se algo muito pesado tivesse saído do meu corpo”, recorda. Ele tem dificuldades em descrever o que ocorreu em seguida: “Quando o culto terminou, fui para casa, mas sentia que havia uma pessoa andando comigo. Ela falava e eu sentia que não estava mais na terra”.

Nos dias seguintes, ele começou a ler a Bíblia e compará-la com o Alcorão. “Foi ali que descobri o Deus que eu estava tentando encontrar. Este é o verdadeiro Deus. É isso o que eu quero para a minha vida”, comemora.

O pastor Thomas entende que esse testemunho mostra o quanto a igreja carece de obreiros para esse trabalho: “Precisamos de mais pessoas vindo servir a Deus na Europa com os refugiados, para despertá-los e fazer o oposto do que o EI faz”.

Após feito histórico na NBA, Lebron James agradece a Deus

Por Jarbas Aragão / GospelPrime

Mesmo quem não acompanha a NBA, liga de basquete mais importante do mundo, deve ter ouvido falar do feito histórico do Cleveland Cavaliers neste domingo (20). Liderado por LeBron James, a equipe conseguiu reverter a desvantagem. Os playoffs chegaram a estar 3 a 1 para o Golden State Warriors.

Nunca uma equipe que perdia a série decisiva por essa diferença conseguiu vencer três jogos seguidos e levar o título. Até agora.

Os Cavs viraram na última partida, vencendo por 4 a 3. Além disso, essa foi a primeira conquista desde a criação da equipe, em 1970. As outras vezes que chegou às finais, perdeu para San Antonio Spurs, em 2007, e para o próprio Golden State Warriors, na temporada passada.

Eleito o jogador mais valioso da série decisiva (MVP), James soma agora três títulos da NBA (os primeiros foram pelo Miami Heat), e três medalhas olímpicas com a seleção dos Estados Unidos. Aos 31 anos, LeBron era visto com desconfiança após ter perdido o título no ano passado e atuar por uma equipe que não está entre as maiores dos Estados Unidos.

No final da partida, emocionado, ele deu uma entrevista onde falou sobre sua fé. “Há dois anos eu prometi isso para Cleveland, quando voltei para cá. Eu dei tudo que tinha. Dei meu sangue, meu suor e minhas lágrimas. Fomos contra tudo e contra todos.  Eu não sei por que Deus me deu o caminho mais difícil, mas ele não nos coloca em situações que não podemos encarar. Eu mantive uma atitude positiva. Ao invés de questionar, entendi que era isso que Ele tinha preparado para mim. Cleveland, isso é para vocês!”.

A maioria das redes de notícia deixaram as declarações de fé do jogador de fora, talvez por conta da recomendação da NBA que os jogadores parassem de “falar sobre religião”.

Testemunhos de fé

Não é a primeira vez que o MVP fala do quanto Deus é importante para ele. Na temporada 2011, após perder com o Miami Heat o título para o Dallas Mavericks, desabafou: ”Deus sabe quando será a minha hora”. No ano seguinte, ele foi campeão pela primeira vez.

Lebron já foi visto várias vezes orando por companheiros na quadra. O pastor R A Vernon, da igreja The Word, atesta o compromisso do jogador com Deus.

No início desta temporada, após ser questionado se a volta de colegas de equipe que estavam machucados iria melhorar o desempenho do time, disparou: “Há apenas um cara que vai melhorar tudo quando voltar: Jesus Cristo. Fora isso, você não pode esperar muito de mais ninguém”. Com informações Christian Examiner

Davi, Jesus, Tomás de Aquino e Lutero foram os verdadeiros precursores dos direitos humanos

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Por Marisa Lobo

A civilização humana passou por inúmeras transformações sociais, políticas, religiosas e econômicas, de modo que se torna indispensável o estudo da história para compreender como estes processos ocorreram e como se chegou ao estágio atual.

Fazendo minha pós  graduação  atual,   em filosofia dos direitos humanos, e aprendendo sobre a história dos primeiros direitos conquistado pela humanidade,  aprendi algo que gostaria de dividir com meus leitores.

A igreja cristã foi a grande precursora da conquista de direitos ao longo da história da humanidade  e não seu algoz, como querem hoje afirmar os mentirosos, ativistas hipócritas e desonestos. Querem nos roubar o mérito e o crédito.

A história afirma que a fé cristã  faz parte da construção  dos direitos de todo cidadão do mundo  e que tal fato não pode ser negado. A história das civilizações que é patrimônio cultural, social e de conquistas de direitos e é estudada por todos os que se dedicam a defender os direitos humanos, é hoje negligenciada e escondida por ativistas intelectualmente desonestos. Mas a  história, que  nunca se apaga, mostra que Deus já estava traçando o destino do seu povo, o libertando das prisões do estado humano, conforme mostram as informações contidas neste artigo.

Primeira manifestação de limitação do poder político aconteceu com o Rei Davi.

Aconteceu no século X A.C. quando se instituiu o reino de Israel tendo por Rei Davi, que se proclamava um delegado de Deus e responsável pela aplicação da lei divina, diferente do que faziam os monarcas de sua época proclamando-se hora como o próprio deus, hora como um legislador que poderia dizer o que é justo e o que é injusto (COMPARATO, 2003, p. 40).

Na Roma Clássica:

O Cristianismo lançou bases para o reconhecimento dos direitos humanos ao limitar o poder político, por meio:

» da distinção entre o que é de “César” e o que é de “Deus”;

» da salvação por Jesus Cristo, que a torna possível a todas as pessoas de todos os povos.

Conforme Jorge Miranda (2000, p. 17):

“É com o cristianismo que todos os seres humanos, só por o serem e sem acepção de condições, são considerados pessoas dotadas de um eminente valor. Criados a imagem e semelhança de Deus, todos os homens e mulheres são chamados à salvação através de Jesus, que, por eles, verteu o Seu sangue. Criados à imagem e semelhança de Deus, todos têm uma liberdade irrenunciável que nenhuma sujeição política ou social pode destruir”.

A antiguidade prestou inúmeras contribuições ao reconhecimento de direitos relativos à pessoa humana, apesar de práticas como a escravidão e a diferenciação por sexo ou classe social.

Na  Idade Medieval, a conquista dos  direitos humanos também foi caracterizada pela influencia do cristianismo, que garantiu a  descentralização política e a existência de vários centros de poder.

A partir da segunda metade da Idade Média:

Há a difusão de documentos escritos reconhecendo direitos a determinadas comunidades e pessoas, principalmente por meio de forais ou cartas de franquia (FERREIRA FILHO, 1998, p. 11);

Uma das principais conquista em direção aos direitos humanos foi a  Magna Carta, outorgada por João-Sem-Terra no século XII devido a pressões exercidas pelos barões decorrentes do aumento de exações fiscais para financiar campanhas bélicas e pressões da Igreja para o Rei submeter-se a autoridade papal (COMPARATO, 2003, p. 71 e 72);

Conforme COMPARATO, 2003, p. 79 e 80, a referida Magna Carta reconheceu vários direitos, tais como:

» Liberdade Eclesial;

» inexistência de impostos, sem anuências dos contribuintes;

» propriedade privada; liberdade de ir e vir;

» desvinculação da lei e da jurisdição da pessoa do monarca.

De acordo com Magalhães (2000, p. 18 e 19), os escritos de São Tomás de Aquino ressaltaram a dignidade e igualdade do ser humano por ter sido criado à imagem e semelhança de Deus e distinguindo quatro classes de lei:

» a lei eterna;

» a lei natural;

» a lei divina;

» a lei humana, fruto da vontade do soberano, entretanto devendo estar de acordo com a razão e limitada pela vontade de Deus.

Segundo Dalmo de Abreu Dallari (2000, p. 54):

“No final da Idade Média, no século XIII, aparece a grande figura de Santo Tomás de Aquino, que, tomando a vontade de Deus como fundamento dos direitos humanos, condenou as violências e discriminações, dizendo que o ser humano tem direitos naturais que devem ser sempre respeitados, chegando a afirmar o direito de rebelião dos que forem submetidos a condições indignas.”

Com o nascimento do Estado Moderno aliado à nova classe burguesa, surgiu uma nova sociedade onde o indivíduo passa a ter preferência sobre o grupo.

Conforme Lalaguna (1993, p. 15):

“A Reforma Protestante foi um ponto importante para o reconhecimento de direitos inerentes à pessoa humana, uma vez que contestou a uniformidade da Igreja Católica, dando importância à interpretação pessoal das Sagradas Escrituras, através da razão.”

Conforme o entendimento de RUBIO (1998, p. 73):

“No Edito de Nantes, o Rei Enrique IV da França proclamou a liberdade religiosa, dando reconhecimento do direito que cada pessoa poderia escolher ou participar ou não de uma religião, mas por ser uma mera concessão real, foi revogado por Luís XIV.”

A Declaração de Independência dos Estados Unidos, elaborada em 4 de julho de 1776, ressaltou:

“que todos os homens são iguais perante Deus e que este lhes deu direitos inalienáveis acima de qualquer poder político, citando a vida, a liberdade e a busca pela felicidade;”

Como se vê ao longo da história, foi a crença em Deus que deu direitos  a toda humanidade e não a falta Dele  ou da fé Nele. A Declaração Universal dos Direitos Humanos reconhece o poder da igreja e a necessidade da liberdade de todo ser humano  em professar a sua fé e viver conforme ela, este é um direito alienável.

A Declaração Universal dos Direitos do Homem, datada de 10 de dezembro de 1948, aprovada pela Assembleia Geral das Nações Unidas em Paris, destacou a internacionalização dos direitos humanos, ensejando uma maior prevalência destes no contexto do ordenamento jurídico interno.

A partir daí, os direitos fundamentais ganharam importância internacional e nos ordenamentos jurídicos internos de cada Estado, que começaram a enxergá-los sob a ótica da necessidade.

No cenário atual, há muito que se fazer para efetivar os direitos fundamentais, mas a trilha está sendo percorrida. E não se pode, de forma alguma, negar que todas as conquistas de tais direitos foram realizadas por homens de Deus, que manifestavam sua fé e por causa dela conquistaram direitos para todos os homens.

Hoje, a humanidade tenta retirar totalmente a fé cristã, que é a principal religião do Brasil, de todas as formas de influencia do governo. Não podemos permitir isso, pois sem a luta primeira do cristianismo a humanidade teria tido mais escravidão do que teve em sua história.

Quero encerar este estudo com a seguinte  afirmação de  Thomas Jefferson, que diz: “A Liberdade Religiosa, tanto civil como eclesiástica, é a maior benção de que podemos gozar e, destarte, ser privado de qualquer uma delas é a maior ofensa que podemos sofrer.”

“[…] A liberdade religiosa é a primeira liberdade […] O mais alienável e sagrado de todos os direitos humanos […]”. (JEFFERSON, THOMAS)

Hoje, encontra-se a religião confessada em instituições educacionais, e os mais diversos religiosos ocupam cargos públicos, estando com isto a levar as religiões aos ambientes que frequentam, visto que estas não se dissociam dos sujeitos. Neste diapasão, a discussão sobre a influência da religião no comportamento dos indivíduos chega aos bancos escolares e no direito de escolha do cidadão que procura formação acadêmica. Sobre esta influência, a liberdade religiosa encontra-se manifestada mais no viver diário do que se imagina.

Segundo Montesquieu, a religião cristã, que ordena que os homens se amem, ambiciona, sem dúvida, que cada povo tenha as melhores leis políticas e as melhores leis civis, porque estas são, depois dela, o maior bem que os homens possam dar e receber.

Como se pode observar ao longo da história,  Jesus e seus seguidores sempre  lutaram pela liberdade, pelo direito humano e  pelo amor ao próximo. Lutem pelos seus direitos de professar sua fé cristã e tenham orgulho dela, pois é por causa da nossa fé que o ser humano hoje pode gozar de toda liberdade. inclusive de ofender o nosso Deus.

Marisa Lobo, ativista social pró  família e futura especialista em direitos humanos.

  • Referências:
  • ANTUNES, Ruy Barbedo. Direitos Fundamentais e Direitos Humanos: a questão relacional. Rev. Esc. Direito, Pelotas, v. 6, n0 1, p. 331-356, jan./dez., 2005.
  • ARAGÃO, Selmo Regina. Direitos Humanos: do Mundo Antigo ao Brasil de Todos. 3. ed. Rio de Janeiro: Editora Forense, 2001.
  • ARAÚJO, Luiz Alberto David; NUNES JÚNIOR, Vidal Serrano. Curso de direito constitucional. 9 ed. São Paulo: Saraiva, 2005.
  • COMPARATO, Fábio Konder. A Afirmação Histórica dos Direitos Humanos. 3 ed. São Paulo: Saraiva, 2003.
  • MIRANDA, Jorge. Manual de Direito Constitucional Tomo IV. 3 ed. Coimbra: Coimbra editora, 2000.
  • http://pt.scribd.com/doc/105926170/Direito-e-Liberdade-Religiosa-em-Concursos-Publicos-e-Vestibulares
  • Almeida, Bíblia Sagrada, ed. São Paulo: Sbb, 2001
  • Por Marisa Lobo

MARISA LOBO

POR MARISA LOBO

Jair Bolsonaro é batizado por pastor no rio Jordão

Jair Bolsonaro é batizado por pastor no rio Jordão

Por Jarbas Aragão / GospelPrime

Jair Messias Bolsonaro encontrou com o Messias Jesus Cristo. Em vídeo divulgado nas redes sociais, o deputado federal pelo Partido Social Cristão (PSC) e pré-candidato à presidência da República surpreendeu ao ser batizado por um pastor no rio Jordão, em Israel.

Ao lado de outros membros do seu partido, ele está fazendo uma “visita técnica” à Terra Santa, para conhecer tecnologias e estreitar a relação entre os países. Participaram como convidados especiais da cerimônia de celebração dos 68 anos de Independência de Israel.

Liderados pelo pastor Everaldo, presidente da legenda, além de Jair, compõem a equipe o deputado federal Eduardo Bolsonaro (SP), os deputados estaduais Flávio Bolsonaro, Felipe Soares, do Rio de Janeiro e Noraldino Júnior, de Minas Gerais, o vereador Carlos Bolsonaro (RJ) e a secretária de desenvolvimento do Ceará, Nicolle Barbosa.

Após visitas ao Knesset [Parlamento Israelense] e alguns ministérios, eles também visitaram lugares turísticos, como o “Jardim do Túmulo”, local onde o corpo de Jesus foi colocado depois da crucificação.

No vídeo que circula nas redes, o pastor Everaldo conduz uma cerimônia de batismo por imersão, seguindo a tradição da maioria das igrejas evangélicas. Bolsonaro está entre as pessoas que decidiram confessar publicamente sua fé em Jesus Cristo como Filho de Deus e salvador, sendo batizado em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo, conforme a instrução bíblica.

Bolsonaro até o momento não se identificava publicamente como evangélico. Ele é amigo de vários pastores, como Marco Feliciano, e Silas Malafaia. Sabe-se ainda que sua esposa é membro da Assembleia de Deus Vitória em Cristo no Rio de Janeiro.

O filho Flávio, pré-candidato à prefeitura do Rio é membro de uma igreja batista, enquanto Eduardo defendendo os valores cristãos na Câmara. O portal Gospel Prime tentou contatar a assessoria do deputado, mas não obteve retorno.

Assista: